“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yegor Sidorov, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yaroslav Demchenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Mark Pegov depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Segue-se o Kvant, e há um homem no balneário do Arsenal Tula 2 que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nikita Karmaev assinar alguma coisa — um contrato no Arsenal Tula 2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Em resumo
O bancoArtem Kuzin quer um papel a sério nesta equipa
Notas dos jogadoresA tarde passou toda por Ilja Sokolov
PlantelOs relatórios de treino sobre Alexey Kolyshev não são bons
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Arsenal Tula 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Arsenal Tula 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Spartak Tambov marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Arsenal Tula 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Um 7.90 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Strogino foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yaroslav Demchenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Timur Kim pôs o Arsenal Tula 2 de novo em igualdade em 1 minutos, e o Strogino nunca chegou a jogar com vantagem.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Mark Pegov sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Alexey Kolyshev não precisou: 7.66, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Arsenal Tula 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores21/09/2026
Nikita Karmaev jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.26. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Mark Pegov foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Segue-se o Kvant, e há um homem no balneário do Arsenal Tula 2 que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Dinamo Vladivostok tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yaroslav Demchenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Timur Kim: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Arsenal Tula 2 a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nikita Karmaev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Arsenal Tula 2 fez saber ao mercado que Grigory Panov está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Nikita Karmaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yaroslav Demchenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Arsenal Tula 2 podem fingir não ter ouvido.
Yaroslav Demchenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yegor Sidorov, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Timur Kim produziu-o, e o 8.70 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ilja Sokolov não precisou: 8.14, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Mark Pegov sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Arsenal Tula 2 não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.