Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Emmanuel Mensah agarrou este contra o Depor. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Santa Fe.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Didier Palacios será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Santa Fe lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel25/02/2036
Luka Romero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel18/02/2036
Luka Romero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
David Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miguel Agámez, e o treinador deixou.
O Santa Fe torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel28/01/2036
Uma transferência que Santiago Mier teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Santiago Mier está a viver essa versão no Santa Fe, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Santa Fe lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Independiente Medellin vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Agustín Cañete pré-acordou a mudança para o Santa Fe, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Um 2‑0 sobre o Alianza Petrolera, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
2 golos em vinte minutos com Juan Manuel Rengifo no meio de tudo, e o Alianza Petrolera sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Santa Fe sobre quem trabalha
Verba acordada, salário acordado, e o Millonarios à espera com uma camisola. No Santa Fe ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luka Romero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
David Martínez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luka Romero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Santa Fe lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Santa Fe sabem-no.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luka Romero está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Santa Fe, e não vai ser retirado.
Alexander Aravena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há pior forma de perder um futebolista. Andrés Marín pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O relógio fez o que o America de Cali não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Plantel08/01/2035
Luka Romero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel08/01/2035
Tadeo Suárez sofre uma lesão muscular — 18 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 18 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Andrés Arroyo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/11/2034
Palavras no treino do Santa Fe sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Romero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Leandro Lucero quer futebol continental; se o Santa Fe o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Emprestados20/11/2034
O empréstimo de Arthur mede-se pelo que não acontece
10 balizas a zeros em 35 jogos no Brusque. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrés Arroyo está nela.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Édier Ocampo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Santa Fe lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolás Arévalo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Santa Fe já trabalhou com David Martínez e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Em resumo
Plantel17 caras novas e o Santa Fe ainda se está a conhecer
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo12/08/2034
Mais uma trazida de fora
5 seguidas na estrada para o Santa Fe. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Jogo12/08/2034
Ninguém quer jogar contra o Santa Fe neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. David Martínez volta a ser jogador do Santa Fe, e a cidade tem a sua história do verão.
Verba acordada, salário acordado, e o Real Cartagena à espera com uma camisola. No Deportivo Pasto ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Deportivo Pasto já falam dele no passado.
Direção24/07/2034
O prazo passa com 2 contratações e 9 saídas
Está feito o negócio no Deportivo Pasto até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Deportivo Pasto, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Deportivo Pasto fez a parte difícil com o Once Caldas, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Independiente Medellin ninguém diz, e no Deportivo Pasto ninguém gosta de estar a adivinhar.
As regras permitem-no e dói na mesma. David Martínez acertou condições com o Santa Fe para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O Once Caldas queria mais do que $260.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Deportivo Pasto perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Plantel17/07/2034
90 dias de fora para Benjamín Bosch depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Deportivo Pasto vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Deportivo Pasto podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alejandro Piedrahita quer futebol continental; se o Deportivo Pasto o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O negócio que levaria Francisco Fraga para o Fortaleza CEIF caiu na fase final e ele reapresenta-se no Deportivo Pasto com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
David Martínez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 104 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Valledupar à espera com uma camisola. No Deportivo Pasto ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.96 para o resto.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Deportivo Pasto fez a parte difícil com o Millonarios, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Jogo01/07/2034
Não se vê o fim da espera do Deportivo Pasto por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Deportivo Pasto tem de arrancar um resultado de algum lado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Deportivo Pasto e o America de Cali, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 33 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Deportivo Pasto perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 111 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Deportivo Pasto podem fingir não ter ouvido.
Jogo24/06/2034
O Deportivo Pasto torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A proposta seguiu esta semana para o Envigado, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
David Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Deportivo Pasto sabe dizer em que semana.
125 dias de fora para Benjamín Bosch depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Deportivo Pasto vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Deportivo Pasto perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Deportivo Pasto podem fingir não ter ouvido.
Jogo10/06/2034
O Deportivo Pasto torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A proposta seguiu esta semana para o Envigado, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
David Martínez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Deportivo Pasto perguntou e o Estudiantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel12/06/2034
Édgar Guerra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Deportivo Pasto falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Deportivo Pasto perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Deportes Quindio por Rodrigo Borzone foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Deportivo Pasto, e não vai ser retirado.
6.13, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Deportivo Pasto fez a parte difícil com o Millonarios, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Pasto coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Deportivo Pasto vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Elías Ocampo quer futebol continental; se o Deportivo Pasto o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
David Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brandon Rossi, e o treinador deixou.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.