Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.41 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Thato Sibiya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kassim Doumbia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Sekou Tamboura podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Djoliba
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kassim Doumbia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Saliou Guindo. 1‑0 sobre o AS Bakaridjan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Boulkassoum Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Charles Traoré e o Djoliba acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Sekou Tamboura podia dar-se ao luxo de ser generoso.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Thato Sibiya treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Charles Traoré tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Djoliba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Mahamadou N'Diaye está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abdoulaye Diarra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.64 para o resto.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Djoliba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Djoliba é como lidar com um homem a quem deve muito.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kassim Doumbia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nota 7.74 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Djoliba, o melhor em campo era deles.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sekou Tamboura, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/10/2026
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Mamelodi Sundowns lida com um homem que quer outro país.
“Vejo todos os jogos do Mamelodi Sundowns daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Djoliba segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nuno Santos assinar alguma coisa — um contrato no Mamelodi Sundowns ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Monnapule Saleng está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Tashreeq Matthews apontou a data.
Emprestados12/10/2026
Os golos continuam a chegar do exílio de Jody Ah Shene
3 golos em 8 jogos no University of Pretoria — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Mamelodi Sundowns alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O Djoliba perguntou e o Dukla Prague disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Djoliba não o segura a fingir o contrário.
Thato Sibiya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sékou Diarra está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Fantamady Diarra tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Yacouba Doumbia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O treinador reorganizou as ideias e Kénan Glougbé saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Plantel07/09/2026
Sékou Diarra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mamelodi Sundowns, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Mamelodi Sundowns já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Kegan Johannes não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Notas dos jogadores31/08/2026
Themba Zwane, 37 anos, faz recuar o relógio — 7.96
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.96 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
9 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Plantel31/08/2026
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Djoliba perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Raye Cissé era uma das razões por que as pessoas vinham, e $910.0K não substitui isso sozinho.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Djoliba vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Djoliba fez a parte difícil com o Mamelodi Sundowns, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Yacouba Doumbia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O US Bougouba fica com o seu homem, e o Djoliba volta a uma lista com um nome riscado.
O telefone voltou a tocar por causa de Alou Doumbia, e desta vez do outro lado está o Canon Yaounde. No Djoliba ouvem com educação e não prometem nada.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Djoliba sabem-no, e também todos os que o veem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Djoliba perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Etoiles du Mande por Mady Dembélé foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O LASK fica com o seu homem, e o Djoliba volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Djoliba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Djoliba sabe em que fase está.
Perguntou-se ao Mamelodi Sundowns se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Plantel24/08/2026
6 caras novas e o Djoliba ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sékou Diarra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Djoliba sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Binga tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A proposta do US Bougouni por Aboubacar Sidibé foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Djoliba fez a parte difícil com o SuperSport United, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Djoliba sabem-no, e também todos os que o veem.
Boulkassoum Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Thato Sibiya está em marcha
MercadoUS Bougouni estão prestes a pegar no telefone
PlantelKénan Glougbé passou a ter companhia no lugar