Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Faisal Al-Subaie será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Xidirdavlat Raimqulov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O golo que pôs o Al-Ta'ee na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Al-Ettifaq empatou, 4 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Al-Ettifaq fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
5 golos e uma média de 7.35 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
O banco17/03/2036
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 John Fisher saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoJunya Inoue está livre para procurar outro sítio
PlantelAhmed Al-Sulami, 18 anos, é o melhor jovem do fim de semana
17 golos e uma média de 7.28 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 93. O Al-Batin vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Faisal Al-Subaie será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
Anas Al-Ahmadi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel18/02/2036
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sanjar Avliyorov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
16 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Tariq Al-Mutairi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Al-Ettifaq perguntou e o Al-Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Tariq Al-Mutairi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel04/02/2036
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Xidirdavlat Raimqulov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ettifaq podem fingir não ter ouvido.
Posição 3, 43 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al-Ettifaq fez a parte difícil com o Al-Wehda, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Jogo26/01/2036
Ninguém quer jogar contra o Al-Ettifaq neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
15 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ettifaq ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nasser Al-Bishi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Jogo19/01/2036
O Al-Ettifaq torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O Al-Ettifaq perguntou e o Al-Ittihad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel21/01/2036
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Xidirdavlat Raimqulov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Damac à espera com uma camisola. No Al-Ettifaq ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Al-Ettifaq beneficiou disso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ettifaq, e não vai ser retirado.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al-Ettifaq fez a parte difícil com o Al-Qadisiyah, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sanjar Avliyorov e o Al-Ettifaq acertam mais 3 anos.
Tariq Al-Mutairi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Anas Al-Ahmadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al-Ettifaq disse a Anas Al-Ahmadi que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Tariq Al-Mutairi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Xidirdavlat Raimqulov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Al-Saudi Al-Watani tentou reorganizar-se, o Al-Ettifaq não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoBader Fallatah tornou-se um homem de confiança do treinador
Tariq Al-Mutairi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sanjar Avliyorov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luken Campos, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 1‑0, já a falar do próximo.
O banco17/12/2035
Anas Al-Ahmadi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ettifaq dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Xidirdavlat Raimqulov tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Al-Jeel deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Tariq Al-Mutairi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Junya Inoue e o Al-Ettifaq acertam mais 4 anos.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tariq Al-Mutairi produziu-o, e o 7.90 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al-Ettifaq nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo01/12/2035
Ninguém quer jogar contra o Al-Ettifaq neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Nasser Al-Bishi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tariq Al-Mutairi. 3‑1 sobre o Al-Ta'ee, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Ettifaq sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Xidirdavlat Raimqulov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Xidirdavlat Raimqulov produziu-o, e o 8.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al-Ettifaq e do Ohod por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Xidirdavlat Raimqulov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Notas dos jogadores12/11/2035
Fethi Kessassi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.12. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Plantel05/11/2035
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sanjar Avliyorov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Al-Ettifaq prefere.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 93. O Damac vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Tariq Al-Mutairi marcou, foi avaliado com 7.60 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Tariq Al-Mutairi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Xidirdavlat Raimqulov. 3‑2 sobre o Damac, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel22/10/2035
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Xidirdavlat Raimqulov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Fethi Kessassi produziu-o, e o 8.45 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Omar Al-Ahmadi não precisou: 8.27, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O novo treinador do Al-Ettifaq já trabalhou com Sanjar Avliyorov e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
2 golos em vinte minutos com Fethi Kessassi no meio de tudo, e o Al-Njoom sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Em resumo
Notas dos jogadoresAnas Al-Ahmadi em notas de excelência
Tariq Al-Mutairi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O novo treinador do Al-Ettifaq já trabalhou com Sanjar Avliyorov e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Tariq Al-Mutairi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al-Ettifaq perguntou e o Al-Shabab disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Al-Ettifaq já trabalhou com Sanjar Avliyorov e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Al-Ettifaq sabe em que fase está.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Fethi Kessassi não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Faisal Al-Otaibi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
Tariq Al-Mutairi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mishal Saad, e o treinador deixou.
Plantel27/08/2035
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulbasit Hindi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco27/08/2035
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por John Fisher a uma sala que já as tinha ouvido.
O Al-Ettifaq já telefonou ao Najran. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
Notas dos jogadoresRashid Al-Otaibi passa por eles um de cada vez
O bancoHamad Al-Ghamdi tornou-se um homem de confiança do treinador
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Rakan Al-Harbi
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Taawoun fica com o seu homem, e o Al-Ettifaq volta a uma lista com um nome riscado.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Plantel20/08/2035
Talal Al-Sulami desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Mohamed El Sayed está em marcha
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Al-Ettifaq aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Faisal Al-Otaibi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
Tariq Al-Mutairi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/05/2035
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulbasit Hindi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não pode pagar-se um valor por ninguém, precise o plantel do que precisar. Todos os rumores sobre este clube até o embargo ser levantado são rumores sobre um negócio que não se pode fazer.
Acima do limite que o banco impôs, que é a linha entre um clube financiado e um clube em apuros. $30.9M é agora o número com que todas as conversas sobre este clube vão começar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Talal Al-Sulami treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hassan Al-Rashid está nela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Faisal Al-Otaibi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
Abdulbasit Hindi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 20 jogos sem derrota são uma base que o Al-Ettifaq não tinha no outono.
Notas dos jogadores19/03/2035
Yasser Al-Rashid, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.88
Um 7.88 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tariq Al-Mutairi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/03/2035
Abdulbasit Hindi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um 1‑1 com o Al-Ta'ee deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco19/03/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” John Fisher escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Fahad Al-Subaie está nela.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Já são 17 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo24/02/2035
O Al-Ettifaq torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ettifaq ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Tariq Al-Mutairi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/02/2035
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulbasit Hindi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.37 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não pode pagar-se um valor por ninguém, precise o plantel do que precisar. Todos os rumores sobre este clube até o embargo ser levantado são rumores sobre um negócio que não se pode fazer.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Ettifaq falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Tariq Al-Mutairi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/02/2035
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulbasit Hindi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 33 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Al-Ettifaq é como lidar com um homem a quem deve muito.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hamad Al-Nemer está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ahmed Al-Sulami está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Saeed Al-Khaibari é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Saeed Al-Sheikh está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Em resumo
Notas dos jogadoresFethi Kessassi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Ettifaq vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ettifaq perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 14 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Al-Ta'ee tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Direção05/02/2035
O Al-Ettifaq fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mishal Saad e o Al-Ettifaq acertam mais 3 anos.
O buraco nas contas voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm o direito de agradecer e de perguntar o que acontece no mês em que não for, e os dois sentimentos chegam juntos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ittihad fica com o seu homem, e o Al-Ettifaq volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 77 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.02 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Tariq Al-Mutairi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
9 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel22/01/2035
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulbasit Hindi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ahli fica com o seu homem, e o Al-Ettifaq volta a uma lista com um nome riscado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Ettifaq falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Um 7.85 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Abdulbasit Hindi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ittihad fica com o seu homem, e o Al-Ettifaq volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Marinus Hardiyanto tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
O Al-Saudi Al-Watani vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ettifaq foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Notas dos jogadores25/12/2034
Fahad Al-Subaie, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.75
Um 7.75 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Tariq Al-Mutairi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/12/2034
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulbasit Hindi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 17 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Tariq Al-Mutairi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdulbasit Hindi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Metade do calendário jogado, 4.º lugar, 27 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
6 golos e uma média de 7.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
3.º lugar e 26 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
Jogo02/12/2034
Ninguém quer jogar contra o Al-Ettifaq neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tariq Al-Mutairi e o Al-Ettifaq acertam mais 2 anos.
Tariq Al-Mutairi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel04/12/2034
Abdulbasit Hindi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Fethi Kessassi no seu melhor
Abdulbasit Hindi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 33 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” John Fisher sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/11/2034
Abdulbasit Hindi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Fahad Al-Subaie está nela.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al-Ettifaq foi explícito quanto à situação de Hassan Al-Rashid, o que é mais do que muitos recebem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ali Al-Jassem. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Al-Ettifaq pode pedir e sobe o salário que Marinus Hardiyanto pode exigir.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.58 para o resto.
Nasser Al-Bishi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel13/11/2034
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulbasit Hindi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.92 na ficha, e os adeptos do Al-Ettifaq saíram a repetir um nome.
O banco13/11/2034
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” John Fisher foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Marinus Hardiyanto está nela.
Fahad Al-Subaie, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.34
Um 8.34 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Notas dos jogadores30/10/2034
Um golo de defesa dá a vitória ao Al-Ettifaq — 7.73
1 para Tariq Al-Mutairi, avaliado com 7.73, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Tariq Al-Mutairi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Três pontos para o Al-Ettifaq: um 3‑2 diante do Al-Batin num duelo decidido por pormenores.
Plantel30/10/2034
Abdulbasit Hindi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Al-Jassem, e o treinador deixou.
Nota 8.24 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco30/10/2034
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” John Fisher foi breve depois da vitória por 3‑2, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Fahad Al-Subaie não precisou: 7.83, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/10/2034
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulbasit Hindi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” John Fisher depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdulbasit Hindi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 7.50. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Fethi Kessassi sai dessa comparação dentro da equipa, e o Al-Ettifaq beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abdulbasit Hindi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco02/10/2034
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” John Fisher não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Al-Ettifaq também ninguém o escondia.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al-Ettifaq foi explícito quanto à situação de Rashid Al-Otaibi, o que é mais do que muitos recebem.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Talal Al-Sulami não precisou: 8.24, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Abdulbasit Hindi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Talal Al-Sulami tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, John Fisher podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 7.75 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Nasser Al-Bishi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel18/09/2034
Abdulbasit Hindi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Khalid Al-Khaibari não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ettifaq, e não vai ser retirado.
Direção04/09/2034
Fecha o mercado: 13 entradas, 16 saídas no Al-Ettifaq
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 13, saíram 16, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 10 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
$1.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Al-Wehda pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdulbasit Hindi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Saad Al-Subaie lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O aperto de mão com o Al-Shabab está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ittihad fica com o seu homem, e o Al-Ettifaq volta a uma lista com um nome riscado.
Nasser Al-Bishi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Al-Ittihad queria mais do que $220.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Plantel21/08/2034
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulbasit Hindi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ettifaq podem fingir não ter ouvido.
Nasser Al-Bishi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al-Ettifaq foi ao Al-Nassr com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel03/07/2034
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulbasit Hindi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Al-Ettifaq perguntou e o Al-Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.