Gerónimo Rivera

Meia Atacante (D) - Al Wahda
19 Mar 2033
Sábado
Processo

Marcado para Gerónimo Rivera

346 Edição

O Diário de Al Wahda

14/03/2033
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

26 dias de fora para Mohammed Al-Shamsi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Plantel

7 defesas: Álex Domínguez foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

3.º lugar e 46 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Plantel

Bernardo Folha desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Jônatas em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Al Wahda cumpre diante do Emirates Club

Um 1‑0 sobre o Emirates Club, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.11. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Michael Atata

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Michael Atata.

O banco

Um Niklas Busch satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Niklas Busch podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Em resumo

Edições anteriores
340 Edição

O Diário de Al Wahda

31/01/2033
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Sem piedade do Al Wahda

O Al Fujairah vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Wahda foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

2.º lugar e 36 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

As bancadas

Alguma coisa está a crescer no Al Wahda

2.º lugar com 36 pontos, e as filas na bilheteira são a parte de uma luta pela subida que nunca aparece numa tabela. A cidade decidiu que esta é a sério.

Plantel

Bernardo Folha desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

O Al Wahda resolve em vinte minutos

3 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Al Fujairah passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Bernardo Folha

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.36, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Mohammed Rabii

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.24, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Gerónimo Rivera

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.12, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Houssine Rahimi

Nota 8.05 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Em resumo

339 Edição

O Diário de Al Wahda

24/01/2033
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Michael Atata

Houve 11 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Mercado

Abderahmane Soussi acerta condições com o Baniyas

Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al Wahda já se começa a dizer o nome dele no passado.

Jogo

4 jogos sem vencer para o Al Wahda

A série chega a 4 e as perguntas em torno do Al Wahda já não são delicadas.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernardo Folha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Jônatas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Wasl

O Al Wasl levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Niklas Busch a uma sala que já as tinha ouvido.

Em resumo

337 Edição

O Diário de Al Wahda

10/01/2033
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Michael Atata segura o Al Wahda sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Reza Ghandipour e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Bernardo Folha desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Jogo número 200 para Houssine Rahimi

200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Gerónimo Rivera

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.18, e nem uma objeção no estádio.

O banco

Não há esconderijo para Mohammed Al-Shamsi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Shamsi, e o treinador deixou.

Jogo

Al Wahda divide pontos com o Al Ahli

Um 1‑1 com o Al Ahli deixa o balneário entre o alívio e a frustração.

O banco

Neste momento há alguém melhor do que Mohammed Al-Shamsi

A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Niklas Busch escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.

Em resumo

336 Edição

O Diário de Al Wahda

03/01/2033
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

2.º lugar e 31 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Plantel

Moussa Diarra distinguido pela época

O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Al Wahda aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.

Mercado

Abderahmane Soussi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Mercado

Hamdan Rashid põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bernardo Folha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Bandar Al Hashmi

O telefone voltou a tocar por causa de Bandar Al Hashmi, e desta vez do outro lado está o Al Wasl. No Al Wahda ouvem com educação e não prometem nada.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Fahad Al Hammadi é o melhor jovem do mês na divisão

Aos 20 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Al Wahda vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.

Plantel

Mohammed Al-Shamsi já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Mohammed Al-Shamsi saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

Em resumo

335 Edição

O Diário de Al Wahda

27/12/2032
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Bernardo Folha comanda a goleada sobre o Dibba

4‑0, e Bernardo Folha ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Plantel

Um dia que Bernardo Folha não vai esquecer

3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Jogo

O Al Wahda está em casa fora de casa

3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.

Notas dos jogadores

Bernardo Folha em notas de excelência

Uma exibição de 8.53 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Gerónimo Rivera

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.25, e nem uma objeção no estádio.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hussain Mahmood estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Niklas Busch diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Niklas Busch sobre uma tarde de 4‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

O banco

Não há esconderijo para Hussain Mahmood

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hussain Mahmood, e o treinador deixou.

Em resumo

332 Edição

O Diário de Al Wahda

06/12/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Rashid Juma fora por 18 dias

18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

O Al Wahda recusa-se a sair da corrida

Posição 3, 21 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Mercado

Abderahmane Soussi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Direção

O Al Wahda antecipa-se ao mercado e tira James Ndjeungoue ao Al Shabab

O Al Shabab vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. James Ndjeungoue pré-acordou a mudança para o Al Wahda, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

O banco

O treinador faz de Mohammed Al-Shamsi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Reza Ghandipour leva o Al Wahda a superar o Al Shabab

Terminou 1‑0, e a tarde foi de Reza Ghandipour: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.86 na ficha, e os adeptos do Al Wahda saíram a repetir um nome.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hussain Mahmood estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Hamdan Rashid no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Hamdan Rashid está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

Em resumo

330 Edição

O Diário de Al Wahda

22/11/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Rashid Juma fora por 33 dias

33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

Al Wahda desfeito em campo

0‑3 para o Sharjah, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.

Plantel

Reza Ghandipour em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Bernardo Folha desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Ninguém saiu depressa do balneário de Al Wahda

A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Niklas Busch a uma sala que já as tinha ouvido.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Mercado

A conversa sobre Moussa Diarra não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

O treinador faz de Rashid Al Junaibi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

328 Edição

O Diário de Al Wahda

08/11/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

3.º lugar e 15 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera estava imparável

Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernardo Folha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

O treinador faz de Mohammed Al-Shamsi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

O Al Wahda torna a sua casa um sítio difícil de visitar

8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.

Plantel

200 jogos para Bernardo Folha

200 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.

Jogo

Acabou a série do Al Wahda

4 jogos sem perder, e depois o Baniyas. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Moussa Diarra

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Moussa Diarra sai dessa comparação dentro da equipa, e o Al Wahda beneficiou de cada uma dessas tardes.

O banco

Meio satisfeito: Niklas Busch sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

Em resumo

325 Edição

O Diário de Al Wahda

18/10/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Direção

Niklas Busch assume o comando do Al Wahda

“Observei este plantel. Há nele mais do que a tabela diz.” Primeira conferência de imprensa, primeira promessa — Niklas Busch fez a que todos os treinadores novos fazem, e agora vem a parte em que ela é verificada.

Plantel

Abdulla Hamad parte um osso — 22 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Jogo

Abderahmane Soussi põe o Al Wahda na próxima eliminatória

Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Abderahmane Soussi agarrou este contra o Dibba. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al Wahda.

Jogo

Final cruel para o Dibba com a estocada do Al Wahda

Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Al Wahda marcou aos 95, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.

Jogo

O Al Wahda deixa para o fim diante do Al Wasl

Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 89, e o Al Wasl passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.

O banco

Abderahmane Soussi diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernardo Folha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Al Wahda cumpre diante do Al Wasl

Um 2‑1 sobre o Al Wasl, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Hamdan Al Hammadi

Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Em resumo

324 Edição

O Diário de Al Wahda

11/10/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Abdulla Hamad de fora 29 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Direção

Continua sem nome por cima da porta no Al Wahda

Dia 40 da vaga. Candidatos foram avaliados, sondados e descartados em silêncio — e o registo do interino começa a ser um argumento por si só.

Plantel

Bernardo Folha desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Hussain Mahmood em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Hussain Mahmood um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Antevisão

Um reencontro para Favour Ogbu

Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Al Wasl com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.

O banco

Fahad Al Hammadi bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Fahad Al Hammadi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A pergunta sobre Fahad Al Hammadi persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Fahad Al Hammadi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Direção

A formação do Al Wahda vale o que custa

72 formados, saídos de um departamento hoje avaliado em 9 em 20. Nada da formação aparece num resultado, e nada do futuro do clube existe sem ela.

Em resumo

323 Edição

O Diário de Al Wahda

04/10/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

36 dias de fora para Abdulla Hamad depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

O banco

Hussain Mahmood: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Reza Ghandipour e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Jogo

Al Nasr leva os pontos ao Al Wahda

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

O treinador faz de Michael Atata um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Ismail Al Bloushi assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Ismail Al Bloushi compromete-se com o Al Wahda por mais 4 anos.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hussain Mahmood está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

322 Edição

O Diário de Al Wahda

27/09/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

43 dias de fora para Abdulla Hamad depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Plantel

Bernardo Folha desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.01. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

O banco

Não há esconderijo para Abderahmane Soussi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abderahmane Soussi, e o treinador deixou.

Jogo

Al Wahda e Al Ahli levam um ponto cada

Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

O banco

Meio satisfeito: Interim Coach sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

Mercado

A conversa sobre Moussa Diarra não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour continua a falhar

Remates: 8, nenhum dentro. Um ponta de lança é pago por uma coisa e, à vista disto, esqueceu-se de qual.

Antevisão

Issam Faiz defronta o antigo clube

Segue-se o Al Nasr, e há um homem no balneário do Al Wahda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Em resumo

321 Edição

O Diário de Al Wahda

20/09/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

50 dias de fora para Abdulla Hamad depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Plantel

Issam Faiz assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Issam Faiz e o Al Wahda acertam mais 2 anos.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Abdullah Nader

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

Jogo

Em cima do apito, um ponto para o Al Wahda

Minuto 86, frente ao Al Ain, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.77 na ficha, e os adeptos do Al Wahda saíram a repetir um nome.

O banco

Mohammed Al-Shamsi fica de fora após uma má fase

A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.

Jogo

Igualdade entre Al Wahda e Al Ain

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Al Wahda também ninguém o escondia.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Gerónimo Rivera

Dribles concretizados: 13. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Em resumo

317 Edição

O Diário de Al Wahda

23/08/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O escrutínio aperta no Al Wahda

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al Wahda está a esgotar-se.

Mercado

Jadsom tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hussain Mahmood está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Quando importa, Gerónimo Rivera joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Solomon Sosu bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Solomon Sosu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

Prometeram minutos a Issam Faiz

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Issam Faiz apontou a data.

Em resumo

316 Edição

O Diário de Al Wahda

16/08/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Reza Ghandipour e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Al Wahda perde Faisal Al Suwaidi

14 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hussain Mahmood estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Moussa Diarra é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moussa Diarra está nela.

O banco

Solomon Sosu bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Solomon Sosu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A pergunta sobre Fahad Al Hammadi persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Fahad Al Hammadi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Mercado

Solomon Sosu está na montra

O Al Wahda fez saber ao mercado que Solomon Sosu está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.

O banco

Abre-se uma porta a Hussain Mahmood

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Direção

A formação do Al Wahda vale o que custa

64 formados, saídos de um departamento hoje avaliado em 9 em 20. Nada da formação aparece num resultado, e nada do futuro do clube existe sem ela.

Em resumo

313 Edição

O Diário de Al Wahda

26/07/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O escrutínio aperta no Al Wahda

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al Wahda está a esgotar-se.

Mercado

Jadsom está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Direção

O Al Wahda antecipa-se ao mercado e tira Jônatas ao Sharjah

O Sharjah vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jônatas pré-acordou a mudança para o Al Wahda, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hussain Mahmood estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

O banco

Abre-se uma porta a Hussain Mahmood

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

309 Edição

O Diário de Al Wahda

28/06/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al Wahda

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Mercado

Jadsom tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Mercado

Caio Maia põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Reza Ghandipour esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

O banco

Solomon Sosu bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

307 Edição

O Diário de Al Wahda

14/06/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Solomon Sosu põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Bruno assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Bruno compromete-se com o Al Wahda por mais 3 anos.

Mercado

Al Wahda e Michael Atata falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hussain Mahmood estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Quando importa, Bernardo Folha joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Mohammed Al-Shamsi bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohammed Al-Shamsi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

Caio Maia está na montra

O Al Wahda fez saber ao mercado que Caio Maia está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.

Mercado

A história de Houssine Rahimi recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Houssine Rahimi assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Chamada internacional para Moussa Diarra

Moussa Diarra junta-se à sua seleção. O Al Wahda perde-o durante a paragem e gostava de o receber de volta inteiro.

Em resumo

305 Edição

O Diário de Al Wahda

31/05/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Jadsom: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

Jadsom tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Direção

O escrutínio aperta no Al Wahda

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al Wahda está a esgotar-se.

Mercado

Issam Faiz regressa de um empréstimo que resultou

24 jogos e 4 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.

O banco

Uma promessa cumprida no Al Wahda

Disseram uma coisa a Michael Atata e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

Plantel

Faisal Suqrat fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Faisal Suqrat e o Al Wahda acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hussain Mahmood está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

Mercado

Al Wahda colocam Abderahmane Soussi no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Abderahmane Soussi pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

Em resumo

300 Edição

O Diário de Al Wahda

26/04/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Mohammed Al-Shamsi: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

O Al Wahda faz as contas à perda de Ismail Suqrat

38 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.

O banco

Quando importa, Gerónimo Rivera joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Jadsom apontado a uma saída

O nome de Jadsom não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Emprestados

4 golos por empréstimo para Issam Faiz

24 jogos no Al Shaab e os golos não param. No Al Wahda acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.

Direção

A formação do Al Wahda continua a produzir

64 formados saídos de uma academia hoje avaliada em 9 de 20. Clubes deste tamanho vivem disso, e a cidade sabe todos os nomes.

Em resumo

297 Edição

O Diário de Al Wahda

05/04/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O escrutínio aperta no Al Wahda

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al Wahda está a esgotar-se.

Plantel

Um mês que pertenceu a Fahad Al Hammadi

O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Al Wahda que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Hussain Mahmood e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Jadsom

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Jadsom.

Plantel

Gerónimo Rivera no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Gerónimo Rivera está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

O banco

Uma promessa cumprida a Bruno

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al Wahda disse a Bruno que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

O banco

Jadsom é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jadsom está nela.

Plantel

O Al Wahda tira a braçadeira a Jadsom

Será explicado como uma mudança pela equipa, e até pode ser. Ninguém que já usou uma acredita nisso, e o homem a quem acabaram de a tirar também não.

O banco

Caio Maia bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

296 Edição

O Diário de Al Wahda

29/03/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

O Al Wahda cumpre a palavra dada a Reza Ghandipour

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hussain Mahmood está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Quando importa, Gerónimo Rivera joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

O treinador faz de Abdulla Al-Hosani um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Um jovem do Al Wahda leva o prémio de melhor sub-21

Khalid Hassan tem 20 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.

Mercado

Jadsom apontado a uma saída

O nome de Jadsom não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

O banco

Caio Maia bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Emprestados

4 golos por empréstimo para Issam Faiz

24 jogos no Al Shaab e os golos não param. No Al Wahda acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.

Mercado

Solomon Sosu está na montra

O Al Wahda fez saber ao mercado que Solomon Sosu está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.

Em resumo

295 Edição

O Diário de Al Wahda

22/03/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Fim de época: 8.º lugar para o Al Wahda

O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 29 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.

Mercado

Solomon Sosu pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Gerónimo Rivera — 8.21

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gerónimo Rivera produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Notas dos jogadores

Nem sinal de nervos em Khalid Hassan aos 20 — 7.65

O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Khalid Hassan não precisou: 7.65, e parecia o homem mais à vontade no relvado.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Reza Ghandipour e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

O Al Wahda acaba com a espera diante do Al Shaab

Já ia em 6 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Al Shaab

O Al Shaab obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑1 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Bernardo Folha fez o trabalho que ninguém conta — 7.78

12 ações combinadas e 7.78. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.

As bancadas

Um dos seus: Khalid Hassan

Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Em resumo

294 Edição

O Diário de Al Wahda

15/03/2032
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

A espera do Al Wahda continua

Já são 6 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Direção

Al Wahda a fazer contas

As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Al Wahda.

Jogo

Emirates Club leva os pontos ao Al Wahda

Derrota por 2‑3, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

O treinador faz de Mohammed Al-Shamsi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

O banco

Ali Al Hashmi enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ali Al Hashmi depois do 2‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Plantel

Suhail Mohammad assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Suhail Mohammad compromete-se com o Al Wahda por mais 3 anos.

O banco

Quando importa, Moussa Diarra joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Suhail Mohammad e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Em resumo

292 Edição

O Diário de Al Wahda

01/03/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Michael Atata decide o desempate por penáltis

3 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.

Jogo

Al Wahda segue caminho na taça

O Al Ain está fora e o Al Wahda segue em frente, com um 0‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.

Jogo

Sem esconderijo para o Al Wahda

0‑3 frente ao Al Jazira, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Al Wahda por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Wahda tem de arrancar um resultado de algum lado.

O banco

Mohammed Al-Shamsi fica de fora no jogo grande

Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Mohammed Al-Shamsi chama-lhe outra coisa em privado.

Direção

Conversa séria no Al Wahda

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

Notas dos jogadores

Jadsom desperdiça o penálti

Onze metros, o estádio inteiro a suster a respiração, e não entrou. Vai oferecer-se para o próximo, que é a única coisa a fazer.

Mercado

Al Wahda e Michael Atata falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Ali Al Hashmi: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Em resumo

291 Edição

O Diário de Al Wahda

23/02/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Solomon Sosu pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Sharjah

O Sharjah levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Ali Al Hashmi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

Neste momento há alguém melhor do que Mohammed Al-Shamsi

A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Antevisão

O líder é o próximo adversário do Al Wahda

O Al Jazira lidera a tabela e vem aí. Nada a perder, que é o que todos os treinadores dizem antes de perder.

Mercado

Abdulla Al-Hosani avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Abdulla Al-Hosani foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al Wahda.

Mercado

Jadsom apontado a uma saída

O nome de Jadsom não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

O banco

Khalid Hassan continua a pagar por uma tarde no Al Wahda

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

Em resumo

290 Edição

O Diário de Al Wahda

16/02/2032
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Caio Maia entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Plantel

Caio Maia quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Hussain Mahmood e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera fica com as honras

Nota 7.42 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Al Wahda, o melhor em campo era deles.

O banco

Moussa Diarra é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moussa Diarra está nela.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Ali Al Hashmi não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Al Wahda também ninguém o escondia.

Direção

$13.0K chegam ao Al Wahda graças a Issam Faiz

Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $13.0K ao Al Wahda. Issam Faiz saiu há muito tempo; o papel ficou.

As bancadas

Toda a gente tem uma opinião sobre Mohammed Al-Shamsi

É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.

Em resumo

  • Plantel O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Al Wahda
  • Mercado Moussa Diarra apontado a uma saída
  • Jogo Ponto ganho ou dois perdidos para o Al Wahda?
288 Edição

O Diário de Al Wahda

02/02/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Houssine Rahimi comanda a goleada sobre o Al Fujairah

6‑1, e Houssine Rahimi ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Plantel

3 golos de Houssine Rahimi

A bola do jogo é de Houssine Rahimi, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.

O banco

Abdulla Al-Hosani: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Direção

Fecha o mercado: 0 entradas, 2 saídas no Al Wahda

O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Reza Ghandipour e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al Wahda e do Al Fujairah por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Houssine Rahimi

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 9.43, e nem uma objeção no estádio.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Fahad Al Hammadi

Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Plantel

O número 50 de Houssine Rahimi

50 golos por este clube, e algures na bancada há alguém capaz de dizer onde estava em quase todos eles.

Em resumo

287 Edição

O Diário de Al Wahda

26/01/2032
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Solomon Sosu entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Jogo

Al Wasl leva os pontos ao Al Wahda

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Erro caro de Mohammed Al-Shamsi

Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Mohammed Al-Shamsi sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.

O banco

Mohammed Al-Shamsi ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

O banco

Ali Al Hashmi responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Plantel

Hamdan Rashid assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Hamdan Rashid compromete-se com o Al Wahda por mais 3 anos.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Plantel

Jogador da semana: Reza Ghandipour

Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.

Antevisão

Caio Maia defronta o antigo clube

Segue-se o Al Fujairah, e há um homem no balneário do Al Wahda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Em resumo

285 Edição

O Diário de Al Wahda

12/01/2032
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Ahli

O Al Ahli levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Caio Maia ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Ali Al Hashmi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

Jadsom tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 12. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Khalid Hassan continua a pagar por uma tarde no Al Wahda

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

Plantel

Jadsom diz o que tem a dizer

«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.

Mercado

Al Wahda colocam Abdulla Al-Hosani no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Abdulla Al-Hosani pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

Em resumo

283 Edição

O Diário de Al Wahda

29/12/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda cumpre diante do Dibba

Um 1‑0 sobre o Dibba, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Bernardo Folha

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.26, e nem uma objeção no estádio.

Plantel

Hussain Mahmood em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Ali Al Hashmi: “É esta a fasquia”

“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 1‑0, já a falar do próximo.

O banco

Quando importa, Gerónimo Rivera joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Fahad Al Hammadi

Dribles concretizados: 12. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Antevisão

Um reencontro para Houssine Rahimi

Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Al Ain com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.

O banco

Caio Maia fica de fora por razões táticas no Al Wahda

O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.

Notas dos jogadores

A tarde passou toda por Gerónimo Rivera

Oportunidades criadas: 7. Nada na lista dos marcadores e tudo no jogo: o passe antes do passe, vez após vez, até a defesa deixar de acertar.

Em resumo

281 Edição

O Diário de Al Wahda

15/12/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Al Wahda desfeito em campo

0‑3 para o Emirates Club, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.

Plantel

21 dias de fora para Ahmed Al Hashmi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Jogo

4 jogos sem vencer para o Al Wahda

A série chega a 4 e as perguntas em torno do Al Wahda já não são delicadas.

Plantel

Reza Ghandipour em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Ninguém saiu depressa do balneário de Al Wahda

A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.

O banco

Ali Al Hashmi enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ali Al Hashmi depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Plantel

Bruno precisa de um palco maior

Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Al Wahda sabe em que fase está.

O banco

Jadsom tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Bruno empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Em resumo

279 Edição

O Diário de Al Wahda

01/12/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Mohammed Al-Shamsi sozinho contra todos

11 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Plantel

Uma fratura deixa Ahmed Al Hashmi de fora 40 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Jazira

O Al Jazira levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Mercado

Al Wahda e Jadsom falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Ali Al Hashmi responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

O banco

Houssine Rahimi é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Houssine Rahimi está nela.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Gerónimo Rivera

Dribles concretizados: 14. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Não há esconderijo para Hussain Mahmood

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hussain Mahmood, e o treinador deixou.

Plantel

Moussa Diarra continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Al Wahda gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

Em resumo

277 Edição

O Diário de Al Wahda

17/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Ahmed Al Hashmi de fora 59 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

O banco

Quando importa, Gerónimo Rivera joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

O treinador faz uma promessa a Abdulla Al-Hosani

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Wahda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Direção

A formação do Al Wahda continua a produzir

64 formados saídos de uma academia hoje avaliada em 9 de 20. Clubes deste tamanho vivem disso, e a cidade sabe todos os nomes.

Plantel

Reza Ghandipour já se adaptou ao Al Wahda

O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.

Em resumo

274 Edição

O Diário de Al Wahda

27/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Reza Ghandipour esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

O banco

Mohammed Al-Shamsi volta a ter um treinador que o conhece

O novo treinador do Al Wahda já trabalhou com Mohammed Al-Shamsi e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gerónimo Rivera

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

O banco

Quando importa, Bernardo Folha joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Reza Ghandipour

Dribles concretizados: 14. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Meio satisfeito: Ali Al Hashmi sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

As bancadas

O foco aperta sobre Gerónimo Rivera

Agora pesa-se cada toque, nos jornais e fora deles. Há quem cresça com isso e há quem se parta em silêncio, e nunca se sabe qual antes de acontecer.

Jogo

Al Wahda e Al Fujairah anulam-se

Zero a zero e quase nenhuma ocasião digna desse nome. O Al Fujairah veio defender e levou exatamente aquilo que veio buscar.

Em resumo

273 Edição

O Diário de Al Wahda

20/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Gerónimo Rivera

Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Mohammed Al-Shamsi volta a ter um treinador que o conhece

O novo treinador do Al Wahda já trabalhou com Mohammed Al-Shamsi e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.

Jogo

O golo de Reza Ghandipour não chega para o Al Wahda

Reza Ghandipour marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o Al Wasl, e um caminho silencioso até ao balneário.

O banco

Jadsom ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Ali Al Hashmi: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 1‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Antevisão

Caio Maia regressa para defrontar o Al Fujairah

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Caio Maia: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al Wahda a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Plantel

Caio Maia tomou o lugar

Com 26 anos está no onze por mérito e outro vê do banco. No Al Wahda os lugares ganham-se em silêncio e perdem-se aos gritos.

Em resumo

272 Edição

O Diário de Al Wahda

13/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Khalid Hassan põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Khalid Hassan assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Khalid Hassan e o Al Wahda acertam mais 4 anos.

O banco

Quando importa, Jadsom joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A pergunta sobre Moussa Diarra persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Moussa Diarra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Antevisão

Favour Ogbu defronta o antigo clube

Segue-se o Al Wasl, e há um homem no balneário do Al Wahda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

O banco

Abdulla Al-Hosani bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abdulla Al-Hosani treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Direção

A formação do Al Wahda continua a produzir

64 formados saídos de uma academia hoje avaliada em 9 de 20. Clubes deste tamanho vivem disso, e a cidade sabe todos os nomes.

Antevisão

Antevisão: o Al Wasl em casa

A próxima visita é de uma equipa no 6.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.

O banco

Gerónimo Rivera mantém o voto do treinador

A mensagem era tanto para as bancadas como para o balneário: Gerónimo Rivera joga, e a discussão fica encerrada até o treinador decidir o contrário.

Em resumo

271 Edição

O Diário de Al Wahda

06/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Abderahmane Soussi põe o Al Wahda na próxima eliminatória

Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Abderahmane Soussi agarrou este contra o Al Dhafra. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al Wahda.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Abderahmane Soussi — 8.84

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Abderahmane Soussi produziu-o, e o 8.84 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Plantel

Mohammed Al-Shamsi segura o Al Wahda sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Mercado

Como se nunca tivesse saído: Mohammed Al-Shamsi regressa

Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Mohammed Al-Shamsi volta a ser jogador do Al Wahda, e a cidade tem a sua história do verão.

Plantel

A terra chama por Mohammed Al-Shamsi

Um clube do seu país fez a pergunta, e ele nunca fingiu que não queria que lha fizessem. O Al Wahda tem pela frente uma conversa que não vai ganhar com dinheiro.

Mercado

Solomon Sosu avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Solomon Sosu foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al Wahda.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Jadsom

Uma nota de 7.67, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Plantel

Um clube mais pequeno assentaria agora a Gerónimo Rivera

Já teve barulho que chegue. Se o Al Wahda pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.

Notas dos jogadores

Um momento caríssimo de Gerónimo Rivera

Um descuido, um golo, e noventa minutos de trabalho honesto que não valem nada. É esse o ofício no Al Wahda, e é cruel.

Em resumo

270 Edição

O Diário de Al Wahda

29/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Direção

Al Wahda a fazer contas

As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Al Wahda.

O banco

Jadsom ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

Plantel

Jadsom está farto do barulho

A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.

Notas dos jogadores

O erro de Jadsom decide

Dez homens e um guarda-redes atrás dele, e ainda assim acabou na rede. Soube-o antes de lho dizerem, e no Al Wahda ninguém teve de o fazer.

O banco

Houssine Rahimi é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Houssine Rahimi está nela.

Jogo

Al Wahda divide pontos com o Al Ahli

Um 1‑1 com o Al Ahli deixa o balneário entre o alívio e a frustração.

O banco

Hussain Mahmood ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Ali Al Hashmi escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.

Plantel

Abdulla Hamad tomou o lugar

Com 30 anos está no onze por mérito e outro vê do banco. No Al Wahda os lugares ganham-se em silêncio e perdem-se aos gritos.

Em resumo

269 Edição

O Diário de Al Wahda

22/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Uma sova para o Al Wahda

Derrota por 0‑4 com o Al Ain, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.

O banco

O treinador faz de Houssine Rahimi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Hussain Mahmood e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

Conversa séria no Al Wahda

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

O banco

Ali Al Hashmi: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑4, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 13. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Batido 4 vezes: um dia mau para Mohammed Al-Shamsi

2 defesas não encerram a discussão sobre de quem foi a culpa, e a discussão vai durar a semana toda. Os guarda-redes carregam estes resultados, cause-os quem os causar.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

268 Edição

O Diário de Al Wahda

15/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Os dois de Bernardo Folha — 8.29

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.29, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

O banco

Hamdan Al Hammadi: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Michael Atata

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

Jogo

Bernardo Folha leva o Al Wahda a superar o Dibba

Terminou 2‑0, e a tarde foi de Bernardo Folha: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Gerónimo Rivera

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.02, e nem uma objeção no estádio.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Hussain Mahmood esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Ali Al Hashmi, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

O banco

Bernardo Folha tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Não há esconderijo para Solomon Sosu

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Solomon Sosu, e o treinador deixou.

Em resumo

265 Edição

O Diário de Al Wahda

25/08/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Facundo Insfrán pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Facundo Insfrán atrai pretendentes

O nome de Facundo Insfrán apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Facundo Insfrán em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Em resumo

261 Edição

O Diário de Al Wahda

28/07/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Facundo Insfrán entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Al Shaab voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Abdulla Hamad e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

O banco

Momodou Jatta bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Momodou Jatta treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

Facundo Insfrán apontado a uma saída

O nome de Facundo Insfrán não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

257 Edição

O Diário de Al Wahda

30/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Facundo Insfrán pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Olimpia voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Reza Ghandipour e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

O banco

Abdulla Hamad bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abdulla Hamad treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

256 Edição

O Diário de Al Wahda

23/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Olimpia entra na fila por Facundo Insfrán

Mais um nome na lista: o Olimpia fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Facundo Insfrán. A resposta do Al Wahda não mudou — para já.

O banco

Bernardo Folha é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bernardo Folha está nela.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Mohammed Al-Shamsi

Faltam 3 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Al Wahda poderiam receber por ele.

Em resumo

253 Edição

O Diário de Al Wahda

02/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Caio Maia diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Sharjah por Mohammed Al-Shamsi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Plantel

Rashid Al Kamali fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rashid Al Kamali e o Al Wahda acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

Mercado

Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Momodou Jatta bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Momodou Jatta treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

O Al Wahda começou a construir à volta de Momodou Jatta

Era uma das opções. Agora é um dos homens à volta de quem as opções se escolhem, e a mudança foi tão silenciosa que no dia só o balneário reparou.

Mercado

A história de Facundo Insfrán recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Facundo Insfrán assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

249 Edição

O Diário de Al Wahda

05/05/2031
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Facundo Insfrán entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Abdulla Hamad pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A história de Facundo Insfrán recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Facundo Insfrán assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

O treinador faz uma promessa a Reza Ghandipour

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Wahda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Plantel

Bader Nasser já se adaptou ao Al Wahda

O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.

O banco

O treinador sai em defesa de Jadsom

Apoio público, e do género que sai caro a um treinador se ele estiver enganado. A Jadsom foi dito à frente de todos que o lugar é dele.

Em resumo