24 Jun 2028
Sábado
Processo
99 Edição

O Diário de Al Wahda

19/06/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

O Al Wahda consegue o seu homem

A perseguição a Abdulla Idrees terminou com $1.8M a mudar de mãos e o Al Nasr sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.

Mercado

Al Nasr a seguir Facundo Insfrán

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Al Wahda nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Al Ain por Gastón Suárez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Direção

Al Wahda volta à direção por Yahya Ben Khaleq

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $398.1K — um clube que quer Yahya Ben Khaleq ao ponto de perguntar duas vezes.

Mercado

Facundo Insfrán quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Alvos de mercado

Não há negócio por Yahya Ben Khaleq a esse preço

O Al Wahda ofereceu $360.0K; o Al Ain disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.

Alvos de mercado

O Al Jazira avisa o Al Wahda: Igor Serrote não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Reza Ghandipour esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

Edições anteriores
98 Edição

O Diário de Al Wahda

12/06/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

O Al Wahda acerta $1.8M por Abdulla Idrees

O aperto de mão com o Al Nasr está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.

Mercado

Rah Ahan voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Mercado

Al Wahda contrata Marcus Meloni por $3.6M

Os papéis estão assinados: Marcus Meloni chega do Al Jazira num negócio de $3.6M. Agora vem a parte difícil.

Plantel

Gerónimo Rivera assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Gerónimo Rivera compromete-se com o Al Wahda por mais 4 anos.

Alvos de mercado

O Al Wahda oferece $330.0K por Yahya Ben Khaleq

A proposta seguiu esta semana para o Al Ain, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

Caro demais: o Al Wahda desiste de Mohamed El Khaloui

$84.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Al Dhafra pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Mercado

Al Fujairah deve abrir conversas por Bruno

Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Al Wahda vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.

O banco

O treinador faz de Brahima Diarra um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

97 Edição

O Diário de Al Wahda

05/06/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

O Al Wahda oferece $3.6M por Marcus Meloni

A proposta seguiu esta semana para o Al Jazira, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

Verba fechada, faltam as condições de Jassem Abdulla Al-Hammadi

O Al Wahda e o Al Jazira acertaram em $160.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.

Alvos de mercado

Porta fechada: Sory Kaba fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Dhafra disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Alvos de mercado

Momodou Jatta vai a exames médicos no Al Wahda

Tudo acordado com o Al Jazira, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Facundo Insfrán assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Facundo Insfrán compromete-se com o Al Wahda por mais 4 anos.

Plantel

Gerónimo Rivera em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Gerónimo Rivera ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Sharjah entra na fila por Louay Trayi

Mais um nome na lista: o Sharjah fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Louay Trayi. A resposta do Al Wahda não mudou — para já.

Plantel

Bernardo Folha já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Bernardo Folha saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

Em resumo

96 Edição

O Diário de Al Wahda

29/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Um ano fora bem aproveitado por Bernardo Folha

28 jogos, 1 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Al Wahda já não é se joga, mas quem desloca.

Plantel

6 caras novas e o Al Wahda ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Facundo Kruspzky tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Gerónimo Rivera pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

O treinador faz de Louay Trayi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

A conversa sobre Facundo Kruspzky não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Plantel

Bernardo Folha continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Al Wahda gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

O banco

Prometeram minutos a Bader Nasser

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Bader Nasser apontou a data.

Mercado

Al Wahda colocam Mobin Dehghan no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Mobin Dehghan pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

Em resumo

95 Edição

O Diário de Al Wahda

22/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Moussa Diarra sobe a fasquia para o Al Wahda

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al Wahda a ouviu como outra coisa.

Plantel

11 balizas a zeros e a luva de ouro para Mohammed Al-Shamsi

O único prémio em campo que mais ninguém pode ganhar. 11 jogos numa época em que ninguém lhe marcou, e uma carreira que vai ser medida por esta.

O banco

O treinador faz de Adam Gnezda Čerin um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A história de Jadsom recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jadsom assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Brahima Diarra pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

O treinador crava a sua bandeira em Moussa Diarra

“Julguem-me por ele.” Um treinador não diz isto por acidente — passa a pressão dos ombros de Moussa Diarra para os seus, e ambos o sabem.

Direção

Em Al Wahda continuam a sair

21 formados de uma academia agora avaliada em 9 em 20. Um clube deste tamanho não sobrevive de outra maneira, e na cidade sabem todos os nomes.

Plantel

Notícias do centro de treinos: Bruno

O mais afiado em todas as sessões desta semana, segundo todos. Linhas como esta saem na semana antes de alguém começar uma série de jogos na equipa.

Em resumo

94 Edição

O Diário de Al Wahda

15/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Adam Gnezda Čerin quer mais do que o Al Wahda oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Não há esconderijo para Abdulla Hamad

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulla Hamad, e o treinador deixou.

O banco

Mohammed Al-Shamsi é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohammed Al-Shamsi está nela.

Mercado

A história de Moussa Diarra recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Moussa Diarra assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Reza Ghandipour bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

93 Edição

O Diário de Al Wahda

08/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Dušan Tadić assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dušan Tadić e o Al Wahda acertam mais 2 anos.

Plantel

Dušan Tadić em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Emprestados

O empréstimo de Facundo Insfrán mede-se pelo que não acontece

10 balizas a zeros em 26 jogos no Al Jazira. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.

Direção

Em Al Wahda, 86% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

Moussa Diarra é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moussa Diarra está nela.

O banco

O treinador faz de Abdulla Salem Maqdami um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Abdulla Hamad pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

Adam Gnezda Čerin apontado a uma saída

O nome de Adam Gnezda Čerin não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Plantel

Moussa Diarra continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Al Wahda admitiria. Nota-se aos sábados.

Em resumo

92 Edição

O Diário de Al Wahda

01/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Não há esconderijo para Christian Benteke

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Benteke, e o treinador deixou.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Quando importa, Facundo Kruspzky joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Plantel

Jadsom continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Al Wahda admitiria. Nota-se aos sábados.

Mercado

A conversa sobre Facundo Kruspzky não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

O treinador faz uma promessa a Brahima Diarra

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Wahda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Plantel

Gastón Suárez já se adaptou ao Al Wahda

O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.

Plantel

Trabalho individual para Christian Benteke

Um programa só dele, à parte do grupo, apontado à única coisa que a equipa técnica acha que o está a travar. A maior parte da evolução acontece assim, e nada disso vem no jornal.

Em resumo

  • O banco O treinador crava a sua bandeira em Gláuber
  • Emprestados Aproxima-se a hora de decidir sobre Bernardo Folha
91 Edição

O Diário de Al Wahda

24/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Renné Rivas quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

O banco

Renné Rivas ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

Mercado

A história de Jadsom recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jadsom assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Abre-se uma porta a Bruno

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

O banco

Mohammed Abbas bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Direção

A formação do Al Wahda continua a produzir

21 formados saídos de uma academia hoje avaliada em 9 de 20. Clubes deste tamanho vivem disso, e a cidade sabe todos os nomes.

Plantel

Gláuber é a conversa do centro de treinos

O homem mais afiado por lá a semana inteira, segundo todos os relatos. É a linha mais discreta desta página, e costuma sair na semana anterior ao início de uma série de jogos de alguém na equipa.

Jogo

No Al Wahda só resta jogar pelo orgulho

38 pontos no 8.º lugar: demasiados para descer, poucos para ir a algum lado. A descrição honesta de uma época assim é um encolher de ombros, e os adeptos já o deram.

Em resumo

90 Edição

O Diário de Al Wahda

17/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Mohammed Abbas: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Dušan Tadić tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A história de Moussa Diarra recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Moussa Diarra assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Renné Rivas bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Renné Rivas treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

O treinador faz uma promessa a Bader Nasser

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Wahda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

89 Edição

O Diário de Al Wahda

10/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Brahima Diarra avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Brahima Diarra foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al Wahda.

Direção

Os salários levam 95% do que Al Wahda recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Emprestados

Ninguém marca a Facundo Insfrán no Al Jazira

10 jogos sem sofrer em 26 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Facundo Insfrán tem tido muitas.

O banco

Moussa Diarra tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Brahima Diarra pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

Adam Gnezda Čerin apontado a uma saída

O nome de Adam Gnezda Čerin não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

88 Edição

O Diário de Al Wahda

03/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Saeed Saeed: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

Moussa Diarra quer mais do que o Al Wahda oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

O banco

O treinador faz de Bruno um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Emprestados

Mobin Dehghan quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 7 jogos em 12 no Al Nasr dizem o resto.

Plantel

Moussa Diarra no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Moussa Diarra está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

O banco

Quando importa, Facundo Kruspzky joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Plantel

Gastón Suárez desce na hierarquia

A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Gastón Suárez está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.

O banco

Gerónimo Rivera pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Plantel

Brahima Diarra sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Al Wahda do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

Em resumo

87 Edição

O Diário de Al Wahda

27/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Adam Gnezda Čerin sobe a fasquia para o Al Wahda

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al Wahda a ouviu como outra coisa.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Mohammed Abbas ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

O banco

Gerónimo Rivera bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gerónimo Rivera treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A história de Jadsom recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jadsom assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Abre-se uma porta a Bader Nasser

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Plantel

Renné Rivas começa a aprender a língua

Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Al Wahda e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.

Plantel

Os selecionadores não conseguiram deixar Lautaro Montenegro de fora

6.65 em noventa minutos e um lugar no onze da jornada. Foi o melhor em campo e toda a gente que lá estava sabia.

Em resumo

86 Edição

O Diário de Al Wahda

20/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Apito final na época do Al Wahda

8.º lugar com 38 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić, 39 anos, faz recuar o relógio — 7.82

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 39, e ninguém no campo esteve melhor.

O banco

Lautaro Montenegro diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Dušan Tadić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Asher Agbinone

Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Jogo

Al Wahda despacha o Al Shaab

Três pontos para o Al Wahda: um 1‑0 diante do Al Shaab num duelo decidido por pormenores.

Plantel

A paragem para as seleções esvazia o Al Wahda

4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.

O banco

Dušan Tadić tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Um Rashid Mabkhout satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Rashid Mabkhout podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Em resumo

85 Edição

O Diário de Al Wahda

13/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Dušan Tadić dos velhos tempos — 8.40

Aos 39 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.40, e ninguém melhor em campo.

O banco

Abdulla Salem Maqdami guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Reza Ghandipour e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Dušan Tadić faz a diferença pelo Al Wahda contra o Emirates Club

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dušan Tadić. 1‑0 sobre o Emirates Club, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Dušan Tadić

8 golos e uma média de 7.26 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Emprestados

10 balizas a zeros por empréstimo para Facundo Insfrán

25 jogos no Al Jazira e os golos deixaram de entrar. O Al Wahda emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.

Direção

Em Al Wahda, 92% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

Rashid Mabkhout diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Rashid Mabkhout sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

O banco

Quando importa, Moussa Diarra joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

84 Edição

O Diário de Al Wahda

06/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda despede-se da taça

O Al Shabab segue em frente e o Al Wahda vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.

Plantel

Mohammed Al-Shamsi decide tudo aos onze metros

1 defesas no desempate e um estádio que ainda as vai descrever daqui a vinte anos. A um guarda-redes basta-lhe uma noite destas para ficar na memória.

Jogo

A espera do Al Wahda continua

Já são 4 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Jogo

Em cima do apito, um ponto para o Al Wahda

Minuto 88, frente ao Al Shabab, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.

Notas dos jogadores

O remate que fugiu a Dušan Tadić

Onze metros, um guarda-redes a adivinhar, e ainda assim não entrou. O próximo é dele, e o estádio inteiro vai suster a respiração.

Mercado

Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Moussa Diarra

Uma nota de 7.58, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Dušan Tadić

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Dušan Tadić sai dessa comparação dentro da equipa, e o Al Wahda beneficiou de cada uma dessas tardes.

O banco

Uma promessa cumprida no Al Wahda

Disseram uma coisa a Abdulla Hamad e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

Em resumo

83 Edição

O Diário de Al Wahda

28/02/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda desfeito em campo

0‑3 para o Al Jazira, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.

Plantel

Mohammed Al-Shamsi segura o Al Wahda sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

O banco

Bader Nasser guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Mohammed Al-Shamsi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Direção

Conversa séria no Al Wahda

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Rashid Mabkhout a uma sala que já as tinha ouvido.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

82 Edição

O Diário de Al Wahda

21/02/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Mohammed Al-Shamsi

Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Gerónimo Rivera

Dribles concretizados: 23. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Jogo

7 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Mercado

Renné Rivas quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

O banco

O treinador faz de Moussa Diarra um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Moussa Diarra continua a pagar por uma tarde no Al Wahda

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

Plantel

Saeed Saeed assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Saeed Saeed e o Al Wahda acertam mais 4 anos.

O banco

Dušan Tadić tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Rashid Mabkhout não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Al Wahda também ninguém o escondia.

Em resumo

81 Edição

O Diário de Al Wahda

14/02/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Al Wahda recusa o Al Nasr por Louay Trayi

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

Moussa Diarra sobe a fasquia para o Al Wahda

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al Wahda a ouviu como outra coisa.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Al Wahda neste momento

3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Alvos de mercado

Porta fechada: Hamdan Hussain fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Shaab disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Jogo

Adam Gnezda Čerin leva o Al Wahda a superar o Baniyas

Terminou 1‑0, e a tarde foi de Adam Gnezda Čerin: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Notas dos jogadores

Adam Gnezda Čerin em notas de excelência

Uma exibição de 8.18 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Plantel

Dušan Tadić carrega o Al Wahda

7 golos e uma média de 7.22 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Direção

Os salários levam 88% do que Al Wahda recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

O veredicto do treinador

“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Rashid Mabkhout foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.

Em resumo

80 Edição

O Diário de Al Wahda

07/02/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda atropela o Al Dhafra

4‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.

Plantel

Dušan Tadić leva a bola do jogo para casa

3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.

Mercado

Cai a transferência para Al Wasl

Estava tudo acordado até deixar de estar, e Christian Benteke regressa a Al Wahda com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Dušan Tadić — 8.55

Aos 39 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.55 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Direção

O Al Wahda fecha o mercado com um plantel feito por si

3 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Mercado

Adam Gnezda Čerin sobe a fasquia para o Al Wahda

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al Wahda a ouviu como outra coisa.

Mercado

Darwish Ben Habib é jogador do Al Wahda

A verba é $280.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Sharjah negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Christian Benteke fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Christian Benteke e o Al Wahda acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Em resumo

79 Edição

O Diário de Al Wahda

31/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Al Ain por Gerónimo Rivera foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić, 39 anos, faz recuar o relógio — 8.55

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.55 aos 39, e ninguém no campo esteve melhor.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Adam Gnezda Čerin faz a diferença pelo Al Wahda contra o Al Fujairah

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Adam Gnezda Čerin. 3‑1 sobre o Al Fujairah, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Alvos de mercado

O Al Wasl avisa o Al Wahda: Mehdi Taremi não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Notas dos jogadores

Adam Gnezda Čerin em notas de excelência

Uma exibição de 8.08 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

O banco

Rashid Mabkhout: “É esta a fasquia”

“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 3‑1, já a falar do próximo.

O banco

Lautaro Montenegro ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

Em resumo

78 Edição

O Diário de Al Wahda

24/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Al Wasl voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Notas dos jogadores

Gláuber sobe e resolve — 7.77

Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.77 para o resto.

Alvos de mercado

O Al Wahda leva uma nega por Manuel Lanzini

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Jazira fica com o seu homem, e o Al Wahda volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Reza Ghandipour e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Dušan Tadić é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dušan Tadić está nela.

O banco

O treinador faz de Mohammed Abbas um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Igualdade entre Al Wahda e Al Wasl

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

O banco

Meio satisfeito: Rashid Mabkhout sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

O banco

O Al Wahda cumpre a palavra dada a Reza Ghandipour

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

Em resumo

77 Edição

O Diário de Al Wahda

17/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Mohammed Al-Shamsi

Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Mercado

Amer Rashid põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Mercado

Al Wahda recusa o Al Dhafra por Louay Trayi

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

Christian Benteke atrai pretendentes

O nome de Christian Benteke apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Solomon Sosu

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al Wahda fez a parte difícil com o Al Ain, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Alvos de mercado

O Emirates Club avisa o Al Wahda: Isaac Success não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

O treinador faz de Renné Rivas um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera foi a diferença para o Al Wahda

Avaliado com 7.97. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.

O banco

Moussa Diarra é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moussa Diarra está nela.

Em resumo

76 Edição

O Diário de Al Wahda

10/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Christian Benteke dos velhos tempos — 8.15

Aos 37 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.15, e ninguém melhor em campo.

Notas dos jogadores

Adam Gnezda Čerin sobe e resolve — 7.83

Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.83 para o resto.

Mercado

Abdullah Al Kamali entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Al Nasr a seguir Gastón Suárez

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Al Wahda nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Plantel

Gláuber assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gláuber e o Al Wahda acertam mais 4 anos.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Al Ahli

O Al Ahli obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑1 e a tabela não pergunta como.

Alvos de mercado

O Al Dhafra avisa o Al Wahda: Mohamed El Khaloui não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Gerónimo Rivera

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.12, e nem uma objeção no estádio.

Em resumo

75 Edição

O Diário de Al Wahda

03/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Lautaro Montenegro põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Mohammed Al-Shamsi

Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Alvos de mercado

O Al Ain avisa o Al Wahda: Yaman Zanirni não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

Al Ain leva os pontos ao Al Wahda

Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

Não há esconderijo para Christian Benteke

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Benteke, e o treinador deixou.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Moussa Diarra

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

Direção

Em Al Wahda, 95% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

Rashid Mabkhout: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 1‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Plantel

Moussa Diarra quer sair dos holofotes

A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.

Em resumo

74 Edição

O Diário de Al Wahda

27/12/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Dušan Tadić é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dušan Tadić está nela.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Rashid Mabkhout escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.

Antevisão

O líder é o próximo adversário do Al Wahda

O Al Ain lidera a tabela e vem aí. Nada a perder, que é o que todos os treinadores dizem antes de perder.

O banco

Abdulla Salem Maqdami ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky podia ter feito três

13 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.

Jogo

Al Wahda e Dibba anulam-se

Zero a zero e quase nenhuma ocasião digna desse nome. O Dibba veio defender e levou exatamente aquilo que veio buscar.

Mercado

A conversa sobre Jadsom não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Antevisão

Mohammed Abbas regressa para defrontar o Al Ain

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Mohammed Abbas: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al Wahda a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Uma tarde de defesa para Jadsom
  • O banco O plano não tinha lugar para Bruno
  • Emprestados 5 balizas a zeros por empréstimo para Facundo Insfrán
73 Edição

O Diário de Al Wahda

20/12/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Mohammed Al-Shamsi segura o Al Wahda sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Jogo

Al Wahda avança na taça

Vitória por 3‑0 sobre o Al Wasl, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?

Notas dos jogadores

Os dois de Reza Ghandipour — 8.78

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.78, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Notas dos jogadores

Gastón Suárez aparece na área certa — 7.67

7.67, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.

Mercado

Adam Gnezda Čerin quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al Wahda ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

O Al Wahda pode não conseguir dar a Renné Rivas o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Renné Rivas quer futebol continental; se o Al Wahda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

As bancadas

Um dos seus: Reza Ghandipour

Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Jogo

Tarde má para o Al Wahda diante do Al Shaab

0‑1 para o Al Shaab, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Em resumo

72 Edição

O Diário de Al Wahda

13/12/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Mohammed Al-Shamsi.

O banco

Bader Nasser ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Mohammed Al-Shamsi bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohammed Al-Shamsi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Rashid Mabkhout escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.

Notas dos jogadores

As ocasiões vieram e foram-se para Facundo Kruspzky

8 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.

Jogo

Ponto ganho ou dois perdidos para o Al Wahda?

Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Emirates Club? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.

O banco

Gastón Suárez tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Antevisão

Renné Rivas regressa para defrontar o Al Shaab

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Renné Rivas: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al Wahda a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Em resumo

71 Edição

O Diário de Al Wahda

06/12/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

O golo de Facundo Kruspzky não chega para o Al Wahda

Facundo Kruspzky marcou, e pouco mais correu bem: 1‑3 para o Al Shabab, e um caminho silencioso até ao balneário.

O banco

O treinador faz de Mohammed Al-Shamsi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Reza Ghandipour em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Em Al Wahda, 96% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Rashid Mabkhout a uma sala que já as tinha ouvido.

Plantel

Lautaro Montenegro já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Lautaro Montenegro saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

As bancadas

Toda a gente tem uma opinião sobre Mohammed Al-Shamsi

É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.

O banco

Abdulla Hamad é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdulla Hamad está nela.

Mercado

A conversa sobre Moussa Diarra não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

70 Edição

O Diário de Al Wahda

29/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Gerónimo Rivera

Dribles concretizados: 26. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Notas dos jogadores

Christian Benteke dos velhos tempos — 7.85

Aos 37 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.85, e ninguém melhor em campo.

Jogo

Al Wahda despacha o Al Jazira

Três pontos para o Al Wahda: um 2‑1 diante do Al Jazira num duelo decidido por pormenores.

O banco

Renné Rivas ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Dušan Tadić tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Um Rashid Mabkhout satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Rashid Mabkhout podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Plantel

Os amarelos apanham Moussa Diarra

Um amarelo a mais, e um jogo visto da bancada. A ausência mais evitável do futebol, e o Al Wahda vai senti-la no sábado.

Notas dos jogadores

Do banco e decisivo: Bruno

A substituição que ninguém aplaudiu acabou por ser toda a história. O Al Wahda não ia a lado nenhum até ele entrar.

O banco

Bruno pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

69 Edição

O Diário de Al Wahda

22/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Tarde humilhante para o Al Wahda

Um 1‑4 imposto pelo Sharjah é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.

Plantel

Mohammed Al-Shamsi sozinho contra todos

9 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić dos velhos tempos — 8.12

Aos 39 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.12, e ninguém melhor em campo.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Conversa séria no Al Wahda

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑4, ditas por Rashid Mabkhout a uma sala que já as tinha ouvido.

Notas dos jogadores

Renné Rivas dá-a de graça

Não tinha pressão nenhuma nem lugar onde ir. O Al Wahda sofreu um golo por uma decisão de meio segundo que se vai comentar toda a semana.

Mercado

Não há lugar para Lautaro Montenegro no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Lautaro Montenegro tem a sua resposta do Al Wahda; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

O banco

O treinador faz de Mohammed Abbas um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

68 Edição

O Diário de Al Wahda

15/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Asher Agbinone assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Asher Agbinone e o Al Wahda acertam mais 4 anos.

O banco

O treinador faz de Brahima Diarra um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Gastón Suárez tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Facundo Kruspzky apontado a uma saída

O nome de Facundo Kruspzky não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Plantel

Adam Gnezda Čerin continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Al Wahda gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

O banco

Lautaro Montenegro bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lautaro Montenegro treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

67 Edição

O Diário de Al Wahda

08/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

O treinador faz de Abdulla Hamad um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Os salários engolem 96% das receitas do Al Wahda

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Facundo Kruspzky

Uma nota de 7.70, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Plantel

Reza Ghandipour entra no onze do mês

Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.

O banco

Uma promessa cumprida no Al Wahda

Disseram uma coisa a Richard Akonnor e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

Jogo

Igualdade entre Al Wahda e Baniyas

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Rashid Mabkhout escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.

O banco

Quando importa, Abdulla Hamad joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

66 Edição

O Diário de Al Wahda

01/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Christian Benteke, 36 anos, faz recuar o relógio — 7.80

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Al Dhafra

O Al Dhafra obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.

O banco

Não há esconderijo para Gastón Suárez

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gastón Suárez, e o treinador deixou.

O banco

Quando importa, Dušan Tadić joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Um Rashid Mabkhout satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Rashid Mabkhout podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Notas dos jogadores

As ocasiões vieram e foram-se para Facundo Kruspzky

12 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.

Mercado

Adam Gnezda Čerin apontado a uma saída

O nome de Adam Gnezda Čerin não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Antevisão

Richard Akonnor defronta o antigo clube

Segue-se o Baniyas, e há um homem no balneário do Al Wahda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Em resumo

65 Edição

O Diário de Al Wahda

25/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Dušan Tadić, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.48

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.48 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Dušan Tadić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Al Fujairah

O Al Fujairah obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.

Plantel

Saeed Saeed assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Saeed Saeed e o Al Wahda acertam mais 3 anos.

O banco

Rashid Mabkhout diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Rashid Mabkhout sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Notas dos jogadores

Uma tarde de defesa para Adam Gnezda Čerin

Ações defensivas: 13. Chegou primeiro a tudo e tarde a nada, e por isso o guarda-redes teve um dia tranquilo.

Mercado

Jadsom apontado a uma saída

O nome de Jadsom não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

O banco

Bruno fica de fora por razões táticas no Al Wahda

O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.

Em resumo

64 Edição

O Diário de Al Wahda

18/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Reza Ghandipour põe o Al Wahda na próxima eliminatória

Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Reza Ghandipour agarrou este contra o Dibba. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al Wahda.

Plantel

Mohammed Al-Shamsi sozinho contra todos

7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Mercado

Lautaro Montenegro entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour, 21 anos, rouba o espetáculo — 7.75

Nota 7.75 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.

Mercado

Renné Rivas quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

As bancadas

Um dos seus: Asher Agbinone

Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Jogo

Al Wasl leva os pontos ao Al Wahda

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Jogo número 100 para Gerónimo Rivera

100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Reza Ghandipour esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Em resumo

63 Edição

O Diário de Al Wahda

11/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Abdulla Hamad ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Emprestados

Facundo Insfrán quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 4 jogos em 17 no Al Jazira dizem o resto.

Direção

Os salários levam 86% do que Al Wahda recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Antevisão

Um teste contra o melhor para o Al Wahda

Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Al Wasl.

O banco

Quando importa, Gastón Suárez joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A conversa sobre Moussa Diarra não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Antevisão

Lautaro Montenegro defronta o antigo clube

Segue-se o Al Wasl, e há um homem no balneário do Al Wahda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Plantel

Uma questão de salários no Al Wahda

Moussa Diarra fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.

O banco

O treinador faz uma promessa a Christian Benteke

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Wahda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

62 Edição

O Diário de Al Wahda

04/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Dušan Tadić assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dušan Tadić e o Al Wahda acertam mais 2 anos.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Tarde má para o Al Wahda diante do Al Nasr

0‑2 para o Al Nasr, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 19. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

O banco

Não há esconderijo para Mohammed Al-Shamsi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Shamsi, e o treinador deixou.

Plantel

200 jogos para Adam Gnezda Čerin

200 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.

Emprestados

Favour Ogbu conta os dias

“Vejo todos os jogos do Al Wahda daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Nasr segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Rashid Mabkhout a uma sala que já as tinha ouvido.

O banco

Dušan Tadić é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dušan Tadić está nela.

Em resumo

61 Edição

O Diário de Al Wahda

27/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Dušan Tadić, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.26

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.26 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.

O banco

Mohammed Abbas guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Jogo

Al Wahda despacha o Al Ahli

Três pontos para o Al Wahda: um 1‑0 diante do Al Ahli num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone estava imparável

Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

Rashid Mabkhout diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Rashid Mabkhout sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

O banco

O treinador faz de Lautaro Montenegro um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Nada passou por Adam Gnezda Čerin

Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 15 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.

O banco

Abdulla Hamad é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdulla Hamad está nela.

Mercado

Jadsom apontado a uma saída

O nome de Jadsom não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

60 Edição

O Diário de Al Wahda

20/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Mohammed Al-Shamsi

Houve 8 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Mercado

Gastón Suárez põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Jogo

A espera do Al Wahda continua

Já são 4 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Tarde má para o Al Wahda diante do Al Ain

0‑1 para o Al Ain, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

Richard Akonnor ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Rashid Mabkhout saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Plantel

Abdulla Salem Maqdami assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Abdulla Salem Maqdami e o Al Wahda acertam mais 3 anos.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

Em resumo

59 Edição

O Diário de Al Wahda

13/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Abdulla Salem Maqdami consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Abdulla Salem Maqdami acabou de assinar pelo Al Wahda e, por uma vez, a resposta importava.

Emprestados

Facundo Insfrán quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 1 jogos em 13 no Al Jazira dizem o resto.

Plantel

Abdulla Salem Maqdami fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdulla Salem Maqdami e o Al Wahda acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Um passaporte deixa Lautaro Montenegro fora da lista

O Al Wahda tem mais estrangeiros do que o formulário permite, e ele é o que ficou sem lugar nele. Vai treinar com uma equipa pela qual não pode jogar até à próxima janela.

Jogo

Al Wahda divide pontos com o Dibba

Um 1‑1 com o Dibba deixa o balneário entre o alívio e a frustração.

O banco

Meio satisfeito: Rashid Mabkhout sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

Mercado

A conversa sobre Moussa Diarra não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Renné Rivas bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

58 Edição

O Diário de Al Wahda

06/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Mohammed Al-Shamsi: 12 épocas, e a contar

173 jogos ao longo de 12 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o Al Wahda sabe exatamente o que tem.

Direção

Fecha o mercado: 11 entradas, 27 saídas no Al Wahda

O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 11, saíram 27, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.

Plantel

Dušan Tadić em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Dia de subida no Al Wahda

5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.

Mercado

Um dos nossos: Rashid Mabkhout junta-se à equipa principal do Al Wahda

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Rashid Mabkhout é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Mercado

Um dos nossos: Amer Al Bloushi junta-se à equipa principal do Al Wahda

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Amer Al Bloushi é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Mercado

O Al Wahda promove Majed Rashid de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Majed Rashid passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

Um dos nossos: Abdullah Al Kamali junta-se à equipa principal do Al Wahda

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Abdullah Al Kamali é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Direção

O Al Wahda deixa caducar uma promessa

Deu-se uma data, e a data veio e passou. Lá em cima ninguém lhe chamará promessa quebrada, e cá em baixo ninguém lhe chamará outra coisa durante muito tempo.

Em resumo

57 Edição

O Diário de Al Wahda

30/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

3.º lugar e 49 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Plantel

Jadsom em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

5 jogadores do Al Wahda ao serviço das seleções

O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 5 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hazaa Ammar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Abdulla Hamad tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Jadsom apontado a uma saída

O nome de Jadsom não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

56 Edição

O Diário de Al Wahda

23/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Brahima Diarra pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Majed Al Suwaidi está em marcha

O Al Wahda já telefonou ao Sharjah. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Plantel

6 caras novas e o Al Wahda ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lautaro Montenegro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

Facundo Kruspzky apontado a uma saída

O nome de Facundo Kruspzky não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

55 Edição

O Diário de Al Wahda

16/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Jadsom fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jadsom e o Al Wahda acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Renné Rivas tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al Wahda lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

O banco

O treinador faz de Gerónimo Rivera um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Emprestados

Facundo Insfrán já viu o suficiente de Al Jazira

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Wahda, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lautaro Montenegro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

A história de Adam Gnezda Čerin recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Adam Gnezda Čerin assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Gastón Suárez é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gastón Suárez está nela.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Gastón Suárez

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Gastón Suárez.

Em resumo

54 Edição

O Diário de Al Wahda

09/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

O Al Ahli avisa o Al Wahda: Mahmoud Al Hashmi não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Mohammed Al-Shamsi.

Emprestados

Favour Ogbu quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no Al Nasr dizem o resto.

O banco

Dušan Tadić é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dušan Tadić está nela.

O banco

Gerónimo Rivera bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gerónimo Rivera treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hazaa Ammar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

A pergunta sobre Moussa Diarra persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Moussa Diarra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Lautaro Montenegro quer saber porque ganha menos

Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Al Wahda não tem uma boa resposta.

Plantel

Bruno é finalmente do Al Wahda

A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.

Em resumo

53 Edição

O Diário de Al Wahda

02/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

3.º lugar e 49 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

Porta fechada: Majed Al Suwaidi fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Sharjah disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Brahima Diarra quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Plantel

O Al Wahda faz as contas à perda de Thiab Mohamed

15 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.

O banco

O treinador faz de Brahima Diarra um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lautaro Montenegro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Abdulla Hamad tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Jadsom apontado a uma saída

O nome de Jadsom não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

52 Edição

O Diário de Al Wahda

26/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Faisal Al Bloushi de fora 21 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Em Al Wahda, 88% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Al Wahda

6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

Abdulla Hamad ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lautaro Montenegro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Renné Rivas bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Facundo Kruspzky apontado a uma saída

O nome de Facundo Kruspzky não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

51 Edição

O Diário de Al Wahda

19/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

30 dias de fora para Faisal Al Bloushi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

Porta fechada: Dramane Koumaré fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Ain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Emprestados

Facundo Insfrán quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no Al Jazira dizem o resto.

Alvos de mercado

O Al Wahda tenta Mohammed Abbas por empréstimo

Perguntou-se ao Al Ain se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Plantel

Hazaa Ammar desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

A história de Adam Gnezda Čerin recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Adam Gnezda Čerin assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Renné Rivas bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Gastón Suárez é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gastón Suárez está nela.

Em resumo

50 Edição

O Diário de Al Wahda

12/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Faisal Al Bloushi de fora 39 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Alvos de mercado

O Al Ahli avisa o Al Wahda: Mahmoud Al Hashmi não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Guga em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

O Al Wahda pergunta por Dramane Koumaré

Uma sondagem ao Al Ain para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

O banco

Dušan Tadić tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Plantel

Lautaro Montenegro desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

A pergunta sobre Moussa Diarra persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Moussa Diarra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Mohammed Al-Shamsi já sabe quanto ganha o do lado

Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Al Wahda essa pergunta é mais difícil de responder.

O banco

Mohammed Ali pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

  • O banco O treinador sai em defesa de Bruno
  • Direção A direção do Al Wahda apoia o treinador
49 Edição

O Diário de Al Wahda

05/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Christian Benteke pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 3

49 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Alvos de mercado

Porta fechada: Leonard Amasimeku fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Dhafra disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Brahima Diarra assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brahima Diarra e o Al Wahda acertam mais 3 anos.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Rashed Issam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

Dia de entradas na formação do Al Wahda

9 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lautaro Montenegro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Christian Benteke sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Al Wahda do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

O banco

Quando importa, Abdulla Hamad joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

48 Edição

O Diário de Al Wahda

28/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Não vai: Mohammad Ghorbani fica no Al Wahda

“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Padideh tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.

Mercado

Al Fujairah voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Mercado

Cai a transferência para Al Jazira

Estava tudo acordado até deixar de estar, e Guga regressa a Al Wahda com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

O Al Wahda recua perante o preço de Abdoulkarim Traoré

O Al Ain queria mais do que $140.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Mercado

Renné Rivas tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al Wahda lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

Alvos de mercado

O Sharjah avisa o Al Wahda: Majed Al Suwaidi não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

Gerónimo Rivera ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

Os salários engolem 111% das receitas do Al Wahda

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

Em resumo

  • Plantel Demasiada mudança demasiado depressa no Al Wahda
  • O banco Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador
  • Plantel Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda
47 Edição

O Diário de Al Wahda

21/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Condições fechadas: Mansour Saleh vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o Al Shaab à espera com uma camisola. No Al Wahda ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Malavan por Mohammad Ghorbani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Mohammed Ali põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Alvos de mercado

Porta fechada: Giorgos Giakoumakis fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Ain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Evolução real de Asher Agbinone no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Asher Agbinone tem 21 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Mercado

Negócios são negócios: Omar Khribin sai

O Al Shabab pagou $530.0K e o Al Wahda aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Alvos de mercado

O Al Wahda recua perante o preço de Matías Palacios

O Al Ain queria mais do que $140.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Plantel

Um clube do seu país procura Bernardo Folha

A abordagem que no Al Wahda esperavam não receber chegou. Nunca disfarçou que queria voltar, e agora há um lugar para onde voltar.

O banco

Gerónimo Rivera bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gerónimo Rivera treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

46 Edição

O Diário de Al Wahda

14/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Condições fechadas: Omar Khribin vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o Al Shabab à espera com uma camisola. No Al Wahda ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Mercado

Bruno chega ao Al Wahda numa declaração de $3.0M

Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Al Wahda pagou $3.0M por Bruno, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.

Mercado

Oumarou Diadje entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Alvos de mercado

Porta fechada: Nabil Fekir fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Jazira disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Al Ahli por Louay Trayi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Alvos de mercado

Não há negócio por Majid Surour a esse preço

O Al Wahda ofereceu $190.0K; o Sharjah disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.

Plantel

Quinze dias de sossego no Al Wahda

Com 7 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.

O banco

Quando importa, Dušan Tadić joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

  • Plantel Esta liga é pequena para Bruno
  • Plantel Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda
  • O banco O treinador faz de Mohammed Ali um exemplo
45 Edição

O Diário de Al Wahda

07/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 3

49 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Bruno

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al Wahda fez a parte difícil com o Al Jazira, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Alvos de mercado

Porta fechada: Mohamed Yaqoob fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Shaab disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Mercado

Guga entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Direção

Al Wahda volta à direção por Majid Surour

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $204.8K — um clube que quer Majid Surour ao ponto de perguntar duas vezes.

Alvos de mercado

O Al Wahda avança para Majid Surour

$190.0K em cima da mesa do Sharjah. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

O Al Wahda faz as contas à perda de Renné Rivas

14 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.

Mercado

Al Ahli entra na fila por Louay Trayi

Mais um nome na lista: o Al Ahli fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Louay Trayi. A resposta do Al Wahda não mudou — para já.

Em resumo

44 Edição

O Diário de Al Wahda

31/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Não há esconderijo para Christian Benteke

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Benteke, e o treinador deixou.

Direção

Os salários levam 111% do que Al Wahda recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lautaro Montenegro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

No Al Wahda ainda são estranhos uns para os outros

8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Quando importa, Gerónimo Rivera joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Zayed Ahmed regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada

4 jogos e 0 balizas a zeros. Um guarda-redes só aprende o ofício a jogá-lo, e uma época que não lhe deu nem os jogos nem as balizas a zeros é um ano arrancado ao início de uma carreira.

O banco

Brahima Diarra bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Brahima Diarra treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

Moussa Diarra apontado a uma saída

O nome de Moussa Diarra não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

43 Edição

O Diário de Al Wahda

24/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Christian Benteke em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Emprestados

Favour Ogbu conta os dias

“Vejo todos os jogos do Al Wahda daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Wasl segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

O banco

Abdulla Hamad ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hazaa Ammar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Mohammed Ali avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Mohammed Ali foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al Wahda.

O banco

Bernardo Folha tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Emprestados

5 golos por empréstimo para Brahima Diarra

11 jogos no Lokomotiv e os golos não param. No Al Wahda acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.

O banco

O treinador faz uma promessa a Christian Benteke

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Wahda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

42 Edição

O Diário de Al Wahda

17/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

Al Wahda vão à Europa

O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.

Jogo

Os pequenos detalhes afastam o Al Wahda

Eliminado, 1‑6 com o Al Jazira, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.

As bancadas

A vergonha da taça no Al Jazira segue o Al Wahda até casa

1-6. Ser eliminado de uma taça é uma tarde; ser eliminado assim é uma semana de programas de rádio, e o treinador vai ouvir todos.

Plantel

Dušan Tadić entre os melhores

Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al Wahda estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.35

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.35 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Dušan Tadić

10 golos e uma média de 7.45 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al Wahda e do Al Jazira por igual; os restantes divertiram-se imenso.

O banco

Não há esconderijo para Moussa Diarra

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Moussa Diarra, e o treinador deixou.

Plantel

Batido 6 vezes: um dia mau para Mohammed Al-Shamsi

3 defesas não encerram a discussão sobre de quem foi a culpa, e a discussão vai durar a semana toda. Os guarda-redes carregam estes resultados, cause-os quem os causar.

Em resumo

41 Edição

O Diário de Al Wahda

10/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 3

49 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Dušan Tadić é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dušan Tadić está nela.

O banco

O treinador faz de Gastón Suárez um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

A história de Facundo Kruspzky recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Facundo Kruspzky assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

O treinador faz uma promessa a Christian Benteke

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Wahda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Emprestados

Brahima Diarra continua a marcar em Lokomotiv

9 jogos longe de casa e 4 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.

O banco

Guga pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Plantel

João Moreira está a adaptar-se

Umas palavras na língua, um amigo no cabide ao lado, e um centro de treinos que deixou de parecer estrangeiro. Nada mensurável, e tudo visível aos sábados.

Em resumo

40 Edição

O Diário de Al Wahda

03/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Gastón Suárez: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

O banco

Não há esconderijo para Christian Benteke

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Benteke, e o treinador deixou.

Direção

Os salários levam 101% do que Al Wahda recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Plantel

Mohammed Ali em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

O banco

Gerónimo Rivera bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gerónimo Rivera treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

Hazaa Ammar desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

A pergunta sobre Adam Gnezda Čerin persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Adam Gnezda Čerin. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Adam Gnezda Čerin começa a pertencer

Alguém com quem falar no cabide ao lado, umas palavras na língua, e um centro de treinos que deixou de ser um país estrangeiro. Nunca aparece num relatório de observação e decide a maioria das contratações.

Em resumo

39 Edição

O Diário de Al Wahda

26/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

João Moreira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Emprestados

Facundo Insfrán já viu o suficiente de Baniyas

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Wahda, e 4 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Gerónimo Rivera bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hazaa Ammar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador faz de Oumarou Diadje um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Abdulla Hamad tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A conversa sobre Moussa Diarra não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Prometeram minutos a Christian Benteke

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Christian Benteke apontou a data.

Emprestados

Asher Agbinone fez sua a camisola do Al Fujairah

Já são 25 jogos a titular, com média de 6.67, e o onze do Al Fujairah deixou de ser uma pergunta. Exatamente aquilo para que todos assinaram.

Em resumo

38 Edição

O Diário de Al Wahda

19/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Quando importa, Bernardo Folha joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

João Moreira bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e João Moreira treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

Prometeram minutos a Christian Benteke

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Christian Benteke apontou a data.

Emprestados

Brahima Diarra continua a marcar em Lokomotiv

6 jogos longe de casa e 3 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.

Em resumo

37 Edição

O Diário de Al Wahda

12/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 3

49 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Emprestados

Mansour Saleh já viu o suficiente de Baniyas

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Wahda, e 9 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Dušan Tadić é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dušan Tadić está nela.

Plantel

Hazaa Ammar desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O treinador faz de Guga um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Facundo Kruspzky apontado a uma saída

O nome de Facundo Kruspzky não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Plantel

Gerónimo Rivera quer saber porque ganha menos

Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Al Wahda não tem uma boa resposta.

Plantel

Guga: “Não sou um suplente”

“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Al Wahda terá de responder com minutos ou com uma transferência.

Em resumo

36 Edição

O Diário de Al Wahda

05/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Bernardo Folha diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Facundo Kruspzky assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Facundo Kruspzky e o Al Wahda acertam mais 4 anos.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Omar Khribin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Emprestados

Lautaro Montenegro quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 6 jogos em 10 no Al Wasl dizem o resto.

Direção

Em Al Wahda, 88% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Plantel

Jadsom entra no onze do mês

Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

Plantel

Hazaa Ammar desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

A conversa sobre Adam Gnezda Čerin não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

35 Edição

O Diário de Al Wahda

29/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Christian Benteke ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Rashed Issam em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Abdulla Hamad é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdulla Hamad está nela.

Mercado

A pergunta sobre Moussa Diarra persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Moussa Diarra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

O treinador faz uma promessa a João Moreira

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Wahda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

O banco

Bernardo Folha bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bernardo Folha treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

34 Edição

O Diário de Al Wahda

22/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

O Al Wahda termina no 3.º lugar

49 pontos, e a época já tem um número. Seja o que for que se sentiu por dentro, é assim que vai ficar num livro.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Facundo Kruspzky ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Shaab

O Al Shaab levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Rashid Mabkhout responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hazaa Ammar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky podia ter feito três

8 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.

O banco

Bernardo Folha é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bernardo Folha está nela.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

33 Edição

O Diário de Al Wahda

15/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 3

49 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Dušan Tadić — 7.95

Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.95 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Plantel

Adam Gnezda Čerin tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Wahda lida com um homem que quer outro país.

Plantel

João Moreira em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Gerónimo Rivera um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Al Wahda cumpre diante do Emirates Club

Um 2‑0 sobre o Emirates Club, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Notas dos jogadores

Adam Gnezda Čerin jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.37. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Notas dos jogadores

Jadsom jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.20. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

O banco

Dušan Tadić tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

32 Edição

O Diário de Al Wahda

08/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Dušan Tadić dos velhos tempos — 8.60

Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.60, e ninguém melhor em campo.

Notas dos jogadores

Jadsom sobe e resolve — 7.96

Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.96 para o resto.

Plantel

Dušan Tadić assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Dušan Tadić compromete-se com o Al Wahda por mais 2 anos.

Plantel

Moussa Diarra quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Wahda ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Dušan Tadić carrega o Al Wahda

10 golos e uma média de 7.43 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Jogo

A série caseira do Al Wahda continua

9 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

João Moreira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Al Wahda cumpre diante do Al Shabab

Um 2‑1 sobre o Al Shabab, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Emprestados

Brahima Diarra quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 1 jogos em 6 no Lokomotiv dizem o resto.

Em resumo

31 Edição

O Diário de Al Wahda

01/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Dušan Tadić põe o Al Wahda na próxima eliminatória

Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Dušan Tadić agarrou este contra o Al Shabab. 2‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al Wahda.

Notas dos jogadores

Os dois de Dušan Tadić — 8.52

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.52, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Plantel

Mohammed Al-Shamsi decide o desempate por penáltis

1 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.

Mercado

Caio Canedo pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Jadsom quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Plantel

150 golos com a camisola para Dušan Tadić

Já são 150 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.

Plantel

Dušan Tadić em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Nenhuma baliza a zero à vista para o Al Wahda

Já vão 4 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Jazira

O Al Jazira levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Em resumo

30 Edição

O Diário de Al Wahda

22/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Dušan Tadić — 8.63

Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.63 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

6 golos com o Al Wahda e o Sharjah de cara aberta

Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Al Wahda e o Sharjah, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.

Plantel

Dušan Tadić carrega o Al Wahda

9 golos e uma média de 7.40 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Jadsom

Nota 8.01 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Notas dos jogadores

Adam Gnezda Čerin em notas de excelência

Uma exibição de 8.01 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Gerónimo Rivera

Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Jogo

Adam Gnezda Čerin salva um ponto para o Al Wahda

Foi preciso Adam Gnezda Čerin marcar para trazer alguma coisa para casa: 3‑3 com o Sharjah, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

O banco

Não há lugar para João Moreira no jogo grande

Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Al Wahda fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.

Em resumo

29 Edição

O Diário de Al Wahda

15/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

3 golos de Omar Khribin

A bola do jogo é de Omar Khribin, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.

Notas dos jogadores

Omar Khribin, 33 anos, faz recuar o relógio — 9.56

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.56 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

3.º lugar e 42 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Jogo

Al Wahda não para de ganhar

Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Omar Khribin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Baniyas

O Baniyas obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 4‑3 e a tabela não pergunta como.

Jogo

Omar Khribin entre os golos numa tarde louca

7 golos num jogo, Omar Khribin na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Al Wahda nem ao Baniyas.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Adam Gnezda Čerin

Nota 8.31 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

O banco

O treinador faz de Christian Benteke um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

28 Edição

O Diário de Al Wahda

08/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Caio Canedo diz não ao Al Jazira

“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Caio Canedo não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić dos velhos tempos — 7.92

Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.92, e ninguém melhor em campo.

Plantel

Moussa Diarra assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Moussa Diarra compromete-se com o Al Wahda por mais 4 anos.

Jogo

Al Wahda despacha o Al Dhafra

Três pontos para o Al Wahda: um 1‑0 diante do Al Dhafra num duelo decidido por pormenores.

Plantel

Dušan Tadić carrega o Al Wahda

8 golos e uma média de 7.31 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Adam Gnezda Čerin no seu melhor

Avaliado com 8.13. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Jay-Dee Geusens e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Dušan Tadić entra no onze do mês

Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.

O banco

O treinador faz de Abdulla Hamad um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

  • O banco O veredicto do treinador
  • O banco Quando importa, Gastón Suárez joga
  • Mercado Jadsom apontado a uma saída
27 Edição

O Diário de Al Wahda

01/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda atropela o Al Fujairah

5‑1, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.

Mercado

Não vai: Mohammad Ghorbani fica no Al Wahda

“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Haras El Hodoud tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.

Mercado

Caio Canedo entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić dos velhos tempos — 8.42

Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.42, e ninguém melhor em campo.

Notas dos jogadores

Jadsom sobe e resolve — 7.62

Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.62 para o resto.

Direção

O Al Wahda fecha o mercado com um plantel feito por si

3 entradas e 8 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Facundo Kruspzky entre os golos numa tarde louca

6 golos num jogo, Facundo Kruspzky na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Al Wahda nem ao Al Fujairah.

Mercado

Al Jazira entra na fila por Caio Canedo

Mais um nome na lista: o Al Jazira fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Caio Canedo. A resposta do Al Wahda não mudou — para já.

Em resumo

26 Edição

O Diário de Al Wahda

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Lucas Pimenta pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Al Ahly por Lucas Pimenta foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Mohammad Ghorbani atrai pretendentes

O nome de Mohammad Ghorbani apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Notas dos jogadores

Bernardo Folha fez o trabalho que ninguém conta — 6.84

14 ações combinadas e 6.84. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.

Alvos de mercado

O Al Wasl avisa o Al Wahda: Mehdi Taremi não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Wasl

O Al Wasl levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Jay-Dee Geusens desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Rashid Mabkhout a uma sala que já as tinha ouvido.

Em resumo

25 Edição

O Diário de Al Wahda

18/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do ES Setif por Omar Khribin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Notas dos jogadores

Omar Khribin marca duas vezes — 8.80

Dois golos e um 8.80 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Mercado

Lautaro Montenegro disse que sim ao Al Wasl

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Wahda perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić marca duas vezes — 8.48

Dois golos e um 8.48 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Mercado

Alaeddine Zouhir põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al Wahda e do Al Nasr por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Jogo

Al Wahda cumpre diante do Al Nasr

Um 4‑2 sobre o Al Nasr, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Mercado

Lokomotiv deve abrir conversas por Brahima Diarra

Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Al Wahda vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.

Plantel

João Moreira em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Em resumo

24 Edição

O Diário de Al Wahda

11/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Mohammad Ghorbani entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 3

30 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Naft Tehran por Mohammad Ghorbani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Dušan Tadić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Al Wahda vende Arnau Pradas por $770.0K

Arnau Pradas parte para o Al Ain num negócio de $770.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.

Plantel

Reza Ghandipour é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Mercado

Renné Rivas atrai pretendentes

O nome de Renné Rivas apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Alvos de mercado

Porta fechada: Mohamed Yaqoob fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Shaab disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Jogo

Tarde má para o Al Wahda diante do Al Ahli

0‑1 para o Al Ahli, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Em resumo

23 Edição

O Diário de Al Wahda

04/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Omar Khribin entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Emirates Club voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

O banco

Gastón Suárez guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić, 38 anos, faz recuar o relógio — 7.88

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.88 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.

Alvos de mercado

João Moreira vai a exames médicos no Al Wahda

Tudo acordado com o Al Nasr, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Dušan Tadić em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

O salto de Favour Ogbu é a sério

Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Mercado

Arnau Pradas atrai pretendentes

O nome de Arnau Pradas apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Alvos de mercado

O Al Ahli avisa o Al Wahda: Mahmoud Al Hashmi não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Em resumo

22 Edição

O Diário de Al Wahda

28/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Dušan Tadić marca duas vezes — 8.34

Dois golos e um 8.34 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

O banco

Lautaro Montenegro: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Notas dos jogadores

Jadsom sobe e resolve — 7.57

Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.57 para o resto.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Omar Khribin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Al Wahda cumpre diante do Dibba

Um 3‑1 sobre o Dibba, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

O banco

Não há esconderijo para Jadsom

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jadsom, e o treinador deixou.

Antevisão

Duelo no topo para o Al Wahda

Segue-se o Al Ain, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.

Direção

Os salários levam 94% do que Al Wahda recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Gerónimo Rivera

Dribles concretizados: 15. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Em resumo

  • O banco A vista do banco
  • Plantel Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha
  • O banco Quando importa, Gastón Suárez joga
21 Edição

O Diário de Al Wahda

21/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Mohammed Al-Shamsi decide tudo aos onze metros

2 defesas no desempate e um estádio que ainda as vai descrever daqui a vinte anos. A um guarda-redes basta-lhe uma noite destas para ficar na memória.

Jogo

Al Wahda segue em frente na taça

Vitória por 3‑3 sobre o Al Nasr, e pela primeira vez em muito tempo o sorteio da próxima ronda vê-se com algum interesse.

Notas dos jogadores

Os dois de Gastón Suárez — 8.20

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.20, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Dušan Tadić — 8.08

Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.08 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Notas dos jogadores

Os dois trabalhos feitos por Oumarou Diadje — 6.94

Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 15 ações, 6.94, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.

Mercado

O Al Wahda pode não conseguir dar a Renné Rivas o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Renné Rivas quer futebol continental; se o Al Wahda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Adam Gnezda Čerin

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.37, e nem uma objeção no estádio.

Jogo

Em cima do apito, um ponto para o Al Wahda

Minuto 93, frente ao Al Shaab, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.

Jogo

Em cima do apito, um ponto para o Al Wahda

Minuto 114, frente ao Al Nasr, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.

Em resumo

20 Edição

O Diário de Al Wahda

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda arrasa o Emirates Club

Raras vezes este jogo viu exibição assim: 4‑1 frente ao Emirates Club, e podiam ter sido mais.

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

3.º lugar e 23 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.31

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.31 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.

As bancadas

Um dos seus: Gerónimo Rivera

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera em notas de excelência

Uma exibição de 8.31 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Adam Gnezda Čerin no seu melhor

Avaliado com 8.04. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Favour Ogbu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Abdulla Hamad ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Rashid Mabkhout, sobre uma vitória por 4‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

Em resumo

19 Edição

O Diário de Al Wahda

07/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Dušan Tadić, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.34

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.34 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Tarde má para o Al Wahda diante do Al Shabab

2‑3 para o Al Shabab, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Renné Rivas assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Renné Rivas e o Al Wahda acertam mais 4 anos.

Jogo

Dušan Tadić responde de imediato ao Al Shabab

Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Dušan Tadić pôs o Al Wahda de novo em igualdade em 1 minutos, e o Al Shabab nunca chegou a jogar com vantagem.

O banco

Rashid Mabkhout: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 2‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Plantel

Gastón Suárez já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Gastón Suárez saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

O banco

O treinador faz de Caio Canedo um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 14. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Em resumo

18 Edição

O Diário de Al Wahda

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Tarde humilhante para o Al Wahda

Um 0‑3 imposto pelo Al Jazira é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Antevisão

Duelo no topo para o Al Wahda

Segue-se o Al Shabab, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.

O banco

Não há esconderijo para Gastón Suárez

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gastón Suárez, e o treinador deixou.

Direção

Portas fechadas no Al Wahda

A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.

Plantel

Favour Ogbu tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Wahda lida com um homem que quer outro país.

O banco

Jadsom continua a pagar por uma tarde no Al Wahda

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Rashid Mabkhout saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Plantel

Um clube mais pequeno assentaria agora a Jadsom

Já teve barulho que chegue. Se o Al Wahda pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.

Em resumo

  • Direção Os salários levam 91% do que Al Wahda recebem
  • Notas dos jogadores Jadsom dá-a de graça
  • Notas dos jogadores Brahima Diarra encarou-os todo o jogo
17 Edição

O Diário de Al Wahda

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Al Wahda não perde

Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Brahima Diarra

Dribles concretizados: 20. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Jogo

Acabou a série do Al Wahda

5 jogos sem perder, e depois o Sharjah. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.

O banco

Não há esconderijo para Christian Benteke

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Benteke, e o treinador deixou.

O banco

Rashid Mabkhout sobre o ponto

“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Rashid Mabkhout depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.

Jogo

Ponto ganho ou dois perdidos para o Al Wahda?

Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Sharjah? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.

O banco

Quando importa, Abdulla Hamad joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Gastón Suárez fica de fora por razões táticas no Al Wahda

O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.

Em resumo

16 Edição

O Diário de Al Wahda

16/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Dušan Tadić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lautaro Montenegro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Lautaro Montenegro

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lautaro Montenegro, e o treinador deixou.

O banco

Arnau Pradas é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Arnau Pradas está nela.

Mercado

Jadsom apontado a uma saída

O nome de Jadsom não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

O banco

Brahima Diarra pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Prometeram minutos a Christian Benteke

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Christian Benteke apontou a data.

Plantel

«Quero jogar»: fala Lautaro Montenegro

«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.

Mercado

Oumarou Diadje está na montra

O Al Wahda fez saber ao mercado que Oumarou Diadje está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.

Em resumo

15 Edição

O Diário de Al Wahda

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Al Wahda arrasa o Baniyas

Raras vezes este jogo viu exibição assim: 4‑1 frente ao Baniyas, e podiam ter sido mais.

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 2

19 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Jogo

Al Wahda não para de ganhar

Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić, 37 anos, faz recuar o relógio — 7.90

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.90 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.

Notas dos jogadores

Subiu ao canto e Jadsom resolveu — 7.92

Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Jadsom marcou, foi avaliado com 7.92 e voltou antes de alguém dar pela falta.

Plantel

Omar Khribin em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Adam Gnezda Čerin

Nota 8.42 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Gerónimo Rivera

Nota 8.18 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Jogo

O Al Wahda responde em 2 minutos

O Baniyas segurou a vantagem 2 minutos, que não chega para a desfrutar. O Al Wahda respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.

Em resumo

14 Edição

O Diário de Al Wahda

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Notas dos jogadores

Os dois de Omar Khribin — 9.01

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.01, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Jogo

Al Wahda não para de ganhar

Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Al Dhafra

O Al Dhafra obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑1 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Moussa Diarra mandou no meio-campo — 7.00

Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 11 ações combinadas e uma nota de 7.00, e nenhuma delas entrará num resumo.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.06. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Caio Canedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Não há esconderijo para Gastón Suárez

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gastón Suárez, e o treinador deixou.

Plantel

O mês é de Omar Khribin

O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Al Wahda têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.

Direção

Em Al Wahda, 91% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Em resumo

13 Edição

O Diário de Al Wahda

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Al Wahda arrasa o Al Fujairah

Raras vezes este jogo viu exibição assim: 3‑0 frente ao Al Fujairah, e podiam ter sido mais.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić, 37 anos, faz recuar o relógio — 7.80

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Al Wahda neste momento

3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

O banco

O treinador faz de Jadsom um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Omar Khribin em notas de excelência

Uma exibição de 8.08 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Adam Gnezda Čerin jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.08. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Favour Ogbu em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Rashid Mabkhout: “É esta a fasquia”

“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 3‑0, já a falar do próximo.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lautaro Montenegro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

12 Edição

O Diário de Al Wahda

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Al Wahda avança na taça

Vitória por 3‑0 sobre o Dibba, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?

Jogo

Sem piedade do Al Wahda

O Al Wasl vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Wahda foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Notas dos jogadores

Omar Khribin marca duas vezes — 8.81

Dois golos e um 8.81 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Notas dos jogadores

Oumarou Diadje, 21 anos, rouba o espetáculo — 8.03

Nota 8.03 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.

Notas dos jogadores

Dušan Tadić dos velhos tempos — 8.29

Aos 37 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.29, e ninguém melhor em campo.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Evolução real de Louay Trayi no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Louay Trayi tem 21 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Reza Ghandipour

Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Mercado

Renné Rivas tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al Wahda lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

Em resumo

11 Edição

O Diário de Al Wahda

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

O salto de Reza Ghandipour é a sério

Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

No Al Wahda ainda são estranhos uns para os outros

6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Mercado

A conversa sobre Jadsom não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Antevisão

Um reencontro para Caio Canedo

Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Al Wasl com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.

O banco

Prometeram minutos a Gastón Suárez

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Gastón Suárez apontou a data.

Em resumo

10 Edição

O Diário de Al Wahda

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Mohammed Al-Shamsi sozinho contra todos

9 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Plantel

O salto de Abdulqader Abdullah é a sério

Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Tarde má para o Al Wahda diante do Al Nasr

0‑2 para o Al Nasr, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

Gastón Suárez ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

Os salários engolem 99% das receitas do Al Wahda

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Rashid Mabkhout saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Plantel

A paragem para as seleções esvazia o Al Wahda

4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.

O banco

Gerónimo Rivera pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

9 Edição

O Diário de Al Wahda

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Dušan Tadić — 7.96

Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.96 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Notas dos jogadores

Adam Gnezda Čerin fez o trabalho que ninguém conta — 7.18

16 ações combinadas e 7.18. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Omar Khribin faz a diferença pelo Al Wahda contra o Al Ahli

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Omar Khribin. 1‑0 sobre o Al Ahli, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Favour Ogbu quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

O banco

O treinador faz de Caio Canedo um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

O veredicto do treinador

“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Rashid Mabkhout foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.

O banco

Jadsom pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Plantel

Lautaro Montenegro desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Em resumo

8 Edição

O Diário de Al Wahda

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Omar Khribin — 8.87

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Omar Khribin produziu-o, e o 8.87 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Omar Khribin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Notas dos jogadores

Brahima Diarra estava imparável

Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

As bancadas

Os adeptos do Al Wahda encontraram um ídolo em Gerónimo Rivera

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Gerónimo Rivera tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

Omar Khribin faz a diferença pelo Al Wahda contra o Al Ain

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Omar Khribin. 2‑0 sobre o Al Ain, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Jogo número 100 para Brahima Diarra

100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

O banco

Rashid Mabkhout diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Rashid Mabkhout sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Mercado

Omar Khribin está na montra

O Al Wahda fez saber ao mercado que Omar Khribin está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.

O banco

Jadsom bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jadsom treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

7 Edição

O Diário de Al Wahda

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Emirates Club voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Notas dos jogadores

Os dois trabalhos feitos por Jadsom — 6.62

Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 12 ações, 6.62, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.

O banco

Dušan Tadić ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lautaro Montenegro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Rashid Mabkhout escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.

Antevisão

Um teste contra o melhor para o Al Wahda

Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Al Ain.

Jogo

Al Wahda e Dibba anulam-se

Zero a zero e quase nenhuma ocasião digna desse nome. O Dibba veio defender e levou exatamente aquilo que veio buscar.

Mercado

A conversa sobre Jadsom não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Antevisão

Caio Canedo regressa para defrontar o Al Ain

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Caio Canedo: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al Wahda a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Em resumo

6 Edição

O Diário de Al Wahda

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Lucas Pimenta pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Direção

Fecha o mercado: 16 entradas, 14 saídas no Al Wahda

O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 16, saíram 14, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Emirates Club por Alaeddine Zouhir foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Abdulqader Abdullah é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Direção

Dia de subida no Al Wahda

2 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Lucas Pimenta e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Faisal Al Bloushi sobe da formação do Al Wahda

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Faisal Al Bloushi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Mercado

O Al Wahda promove Amer Suqrat de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Amer Suqrat passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Al Wahda

6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Em resumo

5 Edição

O Diário de Al Wahda

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Omar Khribin põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Siah Jamegan por Mohammad Ghorbani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

Não há negócio por Mohammed Abbas a esse preço

O Al Wahda ofereceu $52.0K; o Al Ain disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Emirates Club a seguir Alaeddine Zouhir

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Al Wahda nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Mercado

Renné Rivas quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Em resumo

4 Edição

O Diário de Al Wahda

24/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Al Wahda recusa o ES Setif por Facundo Kruspzky

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

As bancadas

Uma venda de $3.8M, e uma cidade que não a queria

Rúben Canedo foi-se, as contas têm $3.8M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.

Mercado

Alaeddine Zouhir põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Mercado

Negócios são negócios: Rúben Canedo sai

O USM Alger pagou $3.8M e o Al Wahda aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Direção

Al Wahda volta à direção por Mateo Karamatić

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $68.2K — um clube que quer Mateo Karamatić ao ponto de perguntar duas vezes.

Alvos de mercado

Não há negócio por Mateo Karamatić a esse preço

O Al Wahda ofereceu $64.0K; o Al Nasr disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Al Shabab entra na fila por Oumarou Diadje

Mais um nome na lista: o Al Shabab fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Oumarou Diadje. A resposta do Al Wahda não mudou — para já.

Plantel

Lautaro Montenegro desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Em resumo

  • Plantel Dušan Tadić treina como quem tem algo a provar
  • Plantel Guga voltou a pisar relva
3 Edição

O Diário de Al Wahda

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Ludogorets voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Alvos de mercado

Porta fechada: Matías Palacios fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Ain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Alvos de mercado

Uma proposta de $52.0K por Mateo Karamatić

O Al Wahda foi ao Al Nasr com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Alvos de mercado

Caro demais: o Al Wahda desiste de Abdalla Ghanim

$63.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Sharjah pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Não há esconderijo para Jadsom

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jadsom, e o treinador deixou.

Mercado

A conversa sobre Rúben Canedo está a chegar

Toda a gente deixou de fingir: o USM Alger vai fazer a chamada por Rúben Canedo esta semana. O Al Wahda tem um número em mente, e o número não é tímido.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lautaro Montenegro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Zayed Ahmed está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al Wahda foi explícito quanto à situação de Zayed Ahmed, o que é mais do que muitos recebem.

Em resumo

2 Edição

O Diário de Al Wahda

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

Porta fechada: Nicolás Giménez fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Wasl disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Andijon por Facundo Insfrán foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Direção

Al Wahda volta à direção por Abdalla Ghanim

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $68.2K — um clube que quer Abdalla Ghanim ao ponto de perguntar duas vezes.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Alvos de mercado

O Al Wahda oferece $63.0K por Abdalla Ghanim

A proposta seguiu esta semana para o Sharjah, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Negócios são negócios: Prince Guèye sai

O Al Shaab pagou $630.0K e o Al Wahda aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Mercado

Um dos nossos: Salem Rashid junta-se à equipa principal do Al Wahda

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Salem Rashid é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Mercado

Um dos nossos: Saeed Ismail junta-se à equipa principal do Al Wahda

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Saeed Ismail é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

O banco

Adam Gnezda Čerin ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

  • Plantel Favour Ogbu quer voltar para casa
  • Plantel 6 caras novas e o Al Wahda ainda se está a conhecer
  • O banco Jadsom bate à porta do treinador
1 Edição

O Diário de Al Wahda

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma carreira numa só camisola: Mohammed Al-Shamsi

11 épocas e 144 jogos, todos aqui. Carreiras assim não se desenham; acontecem a um certo tipo de homem num certo tipo de clube, e esta cidade tem um.

Mercado

Rah Ahan voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Mercado

Omar Khribin sobe a fasquia para o Al Wahda

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al Wahda a ouviu como outra coisa.

Plantel

Dušan Tadić fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dušan Tadić e o Al Wahda acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Dušan Tadić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gerónimo Rivera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo