27 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Jogo16/08/2036
Ninguém quer jogar contra o Persepolis neste momento
12 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Persepolis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Persepolis perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Naft Tehran por Naby Oularé foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A verba é $590.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Esteghlal negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Em resumo
PlantelDenis Titow consegue a transferência que sempre quis
PlantelUma zanga por causa do esforço no Persepolis
As bancadasA cidade pediu, e o Persepolis pagou $590.0K
101 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Esteghlal perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Esteghlal perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Saman Nekounam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Esteghlal as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jhon Durán quer futebol continental; se o Esteghlal o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Jhon Durán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/07/2036
Palavras no treino do Esteghlal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sodiq Oshidero está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ashkan Yazdani está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 75 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mahan Beheshti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Esteghlal fica com o seu homem, e o Foolad volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Majid Ebrahimi e o Foolad acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Perguntou-se ao Esteghlal Khuzestan se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Esteghlal perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A proposta seguiu esta semana para o Persepolis, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jhon Durán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Danial Eiri e o Esteghlal acertam mais 3 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ahmad Dejagah está nela.
O treinador reorganizou as ideias e Ashkan Rashedi saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Esteghlal já se começa a dizer o nome dele no passado.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Esteghlal pagou $6.3M por Jhon Durán, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ashkan Rashedi acabou de assinar pelo Esteghlal e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Esteghlal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Persepolis, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jhon Durán estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
$270.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Padideh pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Saeid Gholizadeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Esteghlal fez a parte difícil com o Junior, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Esteghlal perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Persepolis queria mais do que $840.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Sodiq Oshidero acabou de assinar pelo Esteghlal e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Esteghlal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Plantel6 jogadores do Esteghlal ao serviço das seleções
PlantelPalavras no treino do Esteghlal sobre quem trabalha
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Foolad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Siah Jamegan por Reza Rezaeian foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Foolad fez a parte difícil com o Padideh, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Mahan Beheshti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Esteghlal fica com o seu homem, e o Foolad volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Foolad já telefonou ao Esteghlal. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma média de 7.85 na época, com 38 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Esteghlal estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
A proposta seguiu esta semana para o Persepolis, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Esteghlal foi ao Padideh com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Esteghlal foi ao Persepolis com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Esteghlal perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Esteghlal vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Esteghlal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Esteghlal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/04/2036
Abbas Habibi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mehdi Rezaeian apontou a data.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Saman Touranian assinar alguma coisa — um contrato no Esteghlal ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Denis Titow
57 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Esteghlal perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Saeid Gholizadeh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/03/2036
Palavras no treino do Esteghlal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saman Nekounam está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco31/03/2036
Danial Eiri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Esteghlal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Esteghlal sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Esteghlal. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Ninguém quer jogar contra o Esteghlal neste momento
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Esteghlal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Esteghlal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Esteghlal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Saman Nekounam estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Esteghlal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Foolad à espera com uma camisola. No Esteghlal ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Saeid Gholizadeh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$140.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Persepolis pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Saman Nekounam estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Saeid Gholizadeh está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Denis Titow, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Esteghlal, mais uma semana sem a assinatura de Saman Nekounam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Esteghlal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Esteghlal já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Esteghlal, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Saman Nekounam estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sepahan fica com o seu homem, e o Esteghlal volta a uma lista com um nome riscado.
Mehdi Rezaeian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O novo treinador do Esteghlal já trabalhou com Mehdi Rezaeian e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Ninguém no Esteghlal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A proposta do Padideh por Ahmad Dejagah foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Esteghlal perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Saeid Gholizadeh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Esteghlal ofereceu $290.0K; o Foolad disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel18/06/2035
Saman Nekounam desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Padideh fica com o seu homem, e o Esteghlal volta a uma lista com um nome riscado.
O novo treinador do Esteghlal já trabalhou com Mehdi Rezaeian e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Esteghlal perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Padideh queria mais do que $2.6M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Denis Titow agiu, no Esteghlal, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Saeid Gholizadeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os papéis estão assinados: Mohammad Amini chega do Foolad num negócio de $180.0K. Agora vem a parte difícil.
Plantel11/06/2035
Palavras no treino do Esteghlal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saman Nekounam está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Siah Jamegan fica com o seu homem, e o Esteghlal volta a uma lista com um nome riscado.
Verba acordada, salário acordado, e o Naft Tehran à espera com uma camisola. No Persepolis ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Persepolis, e não vai ser retirado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ehsan Gholizadeh acabou de assinar pelo Persepolis e, por uma vez, a resposta importava.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Persepolis ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $251.4K — um clube que quer Arash Hashemi ao ponto de perguntar duas vezes.
O Padideh queria mais do que $230.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Padideh fica com o seu homem, e o Persepolis volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohammad Yazdani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
O aperto de mão com o Tractor está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Padideh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Esteghlal perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O aperto de mão com o Padideh está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A proposta seguiu esta semana para o Foolad, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Kasra Taheri tem a sua resposta do Esteghlal; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
MercadoShahriar Torabi regressa de um empréstimo que resultou
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Persepolis aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammad Reza Khosravi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Persepolis as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mohammad Reza Khosravi acertou condições com o Sepahan para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
A proposta seguiu esta semana para o Padideh, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Seyed Pouria Rafiei e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amir Dejagah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Amir Dejagah está nela.
O novo treinador do Padideh já trabalhou com Mohammad Amin Moradi e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Amir Dejagah assinar alguma coisa — um contrato no Padideh ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Padideh, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Seyed Pouria Rafiei e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/05/2035
Hossein Cheshmi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Padideh, mais uma semana sem a assinatura de Yllan Okou.
O novo treinador do Padideh já trabalhou com Mohammad Amin Moradi e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Hossein Cheshmi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Karim Jahanbakhsh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Padideh as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amir Dejagah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Saeed Amiri acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Padideh substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Yllan Okou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O novo treinador do Padideh já trabalhou com Mohammad Amin Moradi e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Denis Titow será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Padideh as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hossein Cheshmi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Yllan Okou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco23/04/2035
Amir Dejagah tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Padideh dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O novo treinador do Padideh já trabalhou com Mohammad Amin Moradi e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Amir Dejagah assinar alguma coisa — um contrato no Padideh ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yanis Issoufou treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Posição 2, 69 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Padideh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Seyed Pouria Rafiei e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amir Dejagah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Sepahan vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jack Patterson pré-acordou a mudança para o Padideh, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
6 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Padideh vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Denis Titow produziu-o, e o 8.41 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Padideh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel05/03/2035
Amir Dejagah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Padideh sabem-no.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Padideh vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.
Notas dos jogadores26/02/2035
Amir Dejagah, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.17
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.17 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Padideh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amir Dejagah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Padideh torna a sua casa um sítio difícil de visitar
19 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Padideh falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Padideh já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Persepolis aceitou o dinheiro. O que o Padideh ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Padideh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Morteza Taremi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Verba acordada, salário acordado, e o Esteghlal Khuzestan à espera com uma camisola. No Padideh ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Padideh, e não vai ser retirado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.37 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ali Dastmarzeh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Padideh as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Padideh não tinha no outono.
Plantel22/01/2035
Amir Dejagah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Padideh perguntou e o Persepolis disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Persepolis perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Anis Ayash foi-se, as contas têm $4.2M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
1.º lugar com 59 pontos, e as filas na bilheteira são a parte de uma luta pela subida que nunca aparece numa tabela. A cidade decidiu que esta é a sério.
18 golos e uma média de 7.29 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persepolis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 17 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Padideh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Seyed Pouria Rafiei e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/10/2034
Amir Dejagah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
O banco30/10/2034
Hossein Cheshmi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Padideh dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Denis Titow, e o treinador deixou.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Já são 16 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Morteza Savari será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Padideh as despedidas começaram em silêncio.
Seyed Pouria Rafiei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/10/2034
Amir Dejagah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Amir Reza Rafiei acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Padideh substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Um 2‑0 sobre o Gostaresh Foulad, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohammad Hossein Sadeghi e o Padideh acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.