Estava tudo acordado com o St. Louis CITY SC, e então o médico falou. O New York Red Bulls desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
A proposta seguiu esta semana para o Columbus Crew, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.1M — um clube que quer Nicholas Hagen ao ponto de perguntar duas vezes.
Reggie Cannon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em New York Red Bulls, e 6 jogos em 19 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cade Cowell está nela.
Segue-se o Inter Miami CF, e há um homem no balneário do New York Red Bulls que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O Los Angeles Football Club perguntou e o FC Cincinnati disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
$2.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Inter Miami CF pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A proposta seguiu esta semana para o Philadelphia Union, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O CF Montreal pagou $1.0M e o Los Angeles Football Club aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Artem Smolyakov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O New York Red Bulls paga $300.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergi Palencia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A verba é $300.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Los Angeles Football Club negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Jahkeele Marshall-Rutty esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um ponto arrancado aos 88 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
O New York Red Bulls já telefonou ao St. Louis CITY SC. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Ruiz, e o treinador deixou.
$300.0K põem os clubes de acordo sobre Matthew Evans
O Los Angeles Football Club aceitou o dinheiro. O que o New York Red Bulls ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Reggie Cannon marcou, foi avaliado com 7.84 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Jahkeele Marshall-Rutty e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jeinner Fuentes. 2‑1 sobre o Chicago Fire, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Cade Cowell tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
O Chicago Fire segurou a vantagem 2 minutos, que não chega para a desfrutar. O New York Red Bulls respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mauro Dávila, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Jeinner Fuentes
Alvos de mercadoUm empréstimo de Viktor Radojević está em marcha