Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vitória falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
0‑3 para o São Paulo, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brayan Llanos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitória as despedidas começaram em silêncio.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Mauro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Vitória está a esgotar-se.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Lucas Lohan marcou, foi avaliado com 7.49 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Verba acordada, salário acordado, e o Fluminense à espera com uma camisola. No Vitória ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 101 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitória, e não vai ser retirado.
Alvos de mercado11/07/2033
$52.0K põem os clubes de acordo sobre Felipe Braga
O Avaí aceitou o dinheiro. O que o Vitória ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A carreira de um guarda-redes conta-se pelos jogos em que ninguém lhe marcou, e Lucas Arcanjo tem agora 100 deles em 411 partidas. Nada naquele número foi sorte.
O Vitória perguntou e o Flamengo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
56 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Vitória perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Baralhas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Baralhas lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matheuzinho e o Vitória acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vitória coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelThiago Cáceres desentende-se com um colega por causa das exigências
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vitória perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitória, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Cáceres estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
147 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Vitória perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não sobra ninguém para promover nem ninguém para dirigir um treino. A direção trouxe um nome que os adeptos não conhecem, e a pergunta de como um clube chega aqui vai durar mais do que quem lhe responder.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Pablo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Lucas Flores esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristian Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Vitória joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thiago Souza, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Vitória sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitória, e não vai ser retirado.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $31.0K do que o Vitória pagou por Marcinho é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vitória ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o América Mineiro, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$490.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Goianésia pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Vitória perguntou e o Volta Redonda disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Lucas Flores e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Eliminado, 0‑2 com o América de Natal, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Flamengo vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
21 golos e uma média de 7.47 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A proposta do Doxa por Pablo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Flamengo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Flamengo já se começa a dizer o nome dele no passado.
Vitória por 3‑0 sobre o ABC, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.4M do que o Flamengo pagou por Francis Amuzu é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Jogo24/07/2032
Ninguém quer jogar contra o Flamengo neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Flamengo, e não vai ser retirado.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Flamengo vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Palmeiras pode já não estar a vender.
Em resumo
DireçãoO prazo passa com 13 contratações e 14 saídas
Notas dos jogadoresRuan Ribeiro marcou um e fez outro — 7.97
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo15/05/2032
Ninguém quer jogar contra o Flamengo neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Tyler Adams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Vitor Roque. 3‑1 sobre o Cruzeiro, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores17/05/2032
Rodrigo Atencio jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.17. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
10 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lucas Monzón será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Flamengo as despedidas começaram em silêncio.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Flamengo, e 0 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Flamengo sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Flamengo admitiria. Nota-se aos sábados.
Verba acordada, salário acordado, e o São Bernardo à espera com uma camisola. No Vitória ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $428.6K do que o Vitória pagou por Nabil Pérez é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vitória podem fingir não ter ouvido.
As bancadas05/01/2032
Os adeptos revoltam-se com a venda de Pablo por $14.0M
Vai para o Flamengo, o clube tem $14.0M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O aperto de mão com o Joinville está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Mercado05/01/2032
Tão perto: a transferência de Guilherme Sousa morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Sport Recife seguiu em frente, Guilherme Sousa apresenta-se de volta no Vitória, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Cristian Núñez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mateo Cassierra lesiona os ligamentos do joelho — 80 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Flamengo beneficiou disso.
Mercado05/01/2032
Tão perto: a transferência de Calebe morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Maringá seguiu em frente, Calebe apresenta-se de volta no Flamengo, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Tyler Adams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.2M — um clube que quer Yasser Warda ao ponto de perguntar duas vezes.
Em resumo
PlantelPablo consegue a transferência que sempre quis
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitória, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $95.9K — um clube que quer Vitor Eudes ao ponto de perguntar duas vezes.
O Vitória foi ao São Bernardo com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$140.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Bahia pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Hiago esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
87 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Flamengo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Vitória aceitou o dinheiro. O que o Flamengo ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Flamengo já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Envigado por Erick Noriega foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lucas Monzón será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Flamengo as despedidas começaram em silêncio.
Diego Queiroz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/12/2031
Palavras no treino do Flamengo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mauro Arambarri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoUm ano fora bem aproveitado por Marcos Paulo
PlantelNão há lugar para Gabriel Pec no desenho novo
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Vitória perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vitória, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Caio Mello será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vitória as despedidas começaram em silêncio.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $143.9K — um clube que quer Paulo Roberto ao ponto de perguntar duas vezes.
O Caxias queria mais do que $500.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Vitória foi ao Bahia com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Vitória perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Sport Recife tentou reorganizar-se, o Vitória não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lucas Silva produziu-o, e o 8.67 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Hiago esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Vitória disse a Pablo que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Vejo todos os jogos do Vitória daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Águia de Marabá segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.