34 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 19 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Verba acordada, salário acordado, e o Bloemfontein Celtic à espera com uma camisola. No Orlando Pirates ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Jogo09/08/2036
Mais uma trazida de fora
8 seguidas na estrada para o Orlando Pirates. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
A proposta do SuperSport United por Fallou Cham foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
Matheus Cunha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Orlando Pirates a ouviu como outra coisa.
Verba acordada, salário acordado, e o Maritzburg United à espera com uma camisola. No Orlando Pirates ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Kaizer Chiefs por Fallou Cham foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando Pirates podem fingir não ter ouvido.
Chemsdine Talbi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jody Ah Shene está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Artem Stepanov está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Orlando Pirates, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Orlando Pirates estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chemsdine Talbi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
17 jogos sem sofrer ao longo da época e o único prémio a que mais ninguém em campo pode aspirar. A maioria dos guarda-redes nunca vive um ano assim.
O banco26/05/2036
Matheus Cunha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Orlando Pirates dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Orlando Pirates a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Matheus Cunha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chemsdine Talbi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Chemsdine Talbi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Artem Stepanov está nela.
Matheus Cunha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chemsdine Talbi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Chemsdine Talbi está nela.
Com 10 utilizações, a média está em 6.82, e os que o defenderam durante o outono estão a divertir-se imenso. A adaptação é uma história que o futebol só conta de trás para a frente.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Noah Mbamba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Christian Nwachukwu volta a ser jogador do Orlando Pirates, e a cidade tem a sua história do verão.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Chemsdine Talbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Christian Nwachukwu está a viver essa versão no Orlando Pirates, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Orlando Pirates sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel07/04/2036
Chemsdine Talbi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Orlando Pirates sabem-no.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Orlando Pirates têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
Chemsdine Talbi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Orlando Pirates sabem-no.
Plantel31/03/2036
Fallou Cham desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Orlando Pirates é como lidar com um homem a quem deve muito.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Chemsdine Talbi está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Marcelo Allende tem a sua resposta do Orlando Pirates; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aboubacar Bah treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Matheus Cunha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chemsdine Talbi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Orlando Pirates torna a sua casa um sítio difícil de visitar
31 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
15 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hlompho Hlatshwayo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Chemsdine Talbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
14 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 7.60 na época, com 35 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gomolemo Kekana produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Matheus Cunha produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo01/03/2036
Mais uma trazida de fora
7 seguidas na estrada para o Orlando Pirates. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Matheus Cunha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/03/2036
Chemsdine Talbi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
30 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 13 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
33 golos e uma média de 7.58 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Vitória por 7‑0 sobre o SuperSport United, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
28 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Maritzburg United vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Orlando Pirates foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Orlando Pirates já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Orlando Pirates ofereceu $11.7M; o Olympique Lyonnais disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Orlando Pirates ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Em resumo
O bancoMorgan Zungu: não foi isto que me prometeram
27 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
29 golos e uma média de 7.54 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Polokwane City vai querer esquecer isto depressa: 7‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Orlando Pirates foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $21.4M porque Artem Stepanov é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Faisaly à espera com uma camisola. No Orlando Pirates ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Artem Stepanov agiu, no Orlando Pirates, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Eintracht Frankfurt podem fingir não ter ouvido.
O Eintracht Frankfurt e o Celta acertaram em $6.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Eintracht Frankfurt já se começa a dizer o nome dele no passado.
A verba é $1.6M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Darmstadt 98 negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Raul Kumar agiu, no Eintracht Frankfurt, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorrel Hato estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A proposta seguiu esta semana para o Eintracht Frankfurt, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Uma média de 7.51 na época, com 24 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Orlando Pirates perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Matheus Cunha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Orlando Pirates perguntou e o Kaizer Chiefs disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Eintracht Frankfurt perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do PSV por Luca Williams-Barnett foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A perseguição a Matyáš Vojta terminou com $7.2M a mudar de mãos e o Borussia Dortmund sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Eintracht Frankfurt fez a parte difícil com o Hertha BSC, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O Eintracht Frankfurt ofereceu $1.2M; o RB Leipzig disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorrel Hato estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
PlantelMatyáš Vojta consegue a transferência que sempre quis
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Eintracht Frankfurt perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O aperto de mão com o Borussia Dortmund está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Eintracht Frankfurt perguntou e o Bayern Munich disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Eintracht Frankfurt, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Asilbek Aliev agiu, no Eintracht Frankfurt, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Eintracht Frankfurt foi ao RB Leipzig com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Jack Hinshelwood e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Borussia Mönchengladbach aceitou o dinheiro. O que o Eintracht Frankfurt ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Eintracht Frankfurt já se começa a dizer o nome dele no passado.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.7M do que o Eintracht Frankfurt pagou por Kyliane Dong é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Eintracht Frankfurt, e não vai ser retirado.
O Eintracht Frankfurt perguntou e o RB Leipzig disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Eintracht Frankfurt aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Eintracht Frankfurt perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Kaiserslautern está fora e o Eintracht Frankfurt segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Eintracht Frankfurt ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorrel Hato está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Eintracht Frankfurt coisas que levam mais de uma semana a retirar.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Eintracht Frankfurt perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 17 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Eintracht Frankfurt, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Eintracht Frankfurt ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
13 ações combinadas e 7.36. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Eintracht Frankfurt perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
3‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Eintracht Frankfurt ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Aboubaka Soumahoro acertou condições com o VfL Bochum para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Eintracht Frankfurt coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorrel Hato estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Eintracht Frankfurt perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
4‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Eintracht Frankfurt toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Eintracht Frankfurt a ouviu como outra coisa.
Patrick Dorgu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Zeno Debast lesiona os ligamentos do joelho — 62 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 62 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Eintracht Frankfurt nada responderam, o que também é uma resposta.
Franz-Ethan Meichtry e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kyliane Dong será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Eintracht Frankfurt as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Elias Baum, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Filip Jörgensen assinar alguma coisa — um contrato no Eintracht Frankfurt ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Zeno Debast lesiona os ligamentos do joelho — 69 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
3‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Roger Fernandes produziu-o, e o 8.22 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Eintracht Frankfurt ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Eintracht Frankfurt coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Zeno Debast lesiona os ligamentos do joelho — 77 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 77 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Vitória por 3‑0 sobre o TSG Hoffenheim, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Faltavam 89 minutos e o SC Freiburg tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Eintracht Frankfurt não parou para dar explicações.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ethan Mbappé produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Stepanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Eintracht Frankfurt as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorrel Hato está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Zeno Debast lesiona os ligamentos do joelho — 105 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Eintracht Frankfurt falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Eintracht Frankfurt ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jorrel Hato e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Com 8 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
Em resumo
Notas dos jogadoresRoger Fernandes jogou uma tarde diferente da de toda a gente
4‑0 frente ao Shirak, e uma exibição que vai mudar a forma como o resto da competição fala deste clube. No futebol continental as reputações constroem-se em noites soltas, e esta foi uma.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Eintracht Frankfurt falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
1 para Patrick Dorgu, avaliado com 7.97, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kyliane Dong será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Eintracht Frankfurt as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorrel Hato está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 49 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Eintracht Frankfurt pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tommaso Corazza será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Eintracht Frankfurt as despedidas começaram em silêncio.
Filip Jörgensen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco17/09/2035
Jorrel Hato volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Eintracht Frankfurt já trabalhou com Jorrel Hato e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Pinto Pedrosa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Eintracht Frankfurt dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
56 dias de fora para Malik Pimpong depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Eintracht Frankfurt vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Eintracht Frankfurt ficou sem tempo com o Hertha BSC. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Eintracht Frankfurt coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Eintracht Frankfurt a ouviu como outra coisa.
O banco10/09/2035
Jorrel Hato volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Eintracht Frankfurt já trabalhou com Jorrel Hato e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Um clube do seu país fez a pergunta, e ele nunca fingiu que não queria que lha fizessem. O Eintracht Frankfurt tem pela frente uma conversa que não vai ganhar com dinheiro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Eintracht Frankfurt falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Eintracht Frankfurt perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O negócio com o Hertha BSC está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Plantel03/09/2035
Oscar Højlund consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Oscar Højlund acabou de assinar pelo Eintracht Frankfurt e, por uma vez, a resposta importava.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Eintracht Frankfurt vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Bayern Munich pode já não estar a vender.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Eintracht Frankfurt ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O Eintracht Frankfurt perguntou e o Darmstadt 98 disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
DireçãoO prazo passa com 26 contratações e 34 saídas
70 dias de fora para Malik Pimpong depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Eintracht Frankfurt vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Greuther Fürth à espera com uma camisola. No Eintracht Frankfurt ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A perseguição a Patrick Dorgu terminou com $7.8M a mudar de mãos e o Bayern Munich sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Borussia Dortmund aceitou o dinheiro. O que o Eintracht Frankfurt ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A perseguição a Antoñito Cordero terminou com $2.8M a mudar de mãos e o VfL Bochum sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Eintracht Frankfurt coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelAntoñito Cordero consegue a transferência que sempre quis
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Eintracht Frankfurt já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel20/08/2035
78 dias de fora para Malik Pimpong depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Eintracht Frankfurt vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O aperto de mão com o Bayern Munich está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Eintracht Frankfurt perguntou e o Bayern Munich disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Eintracht Frankfurt fez a parte difícil com o RB Leipzig, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Eintracht Frankfurt a ouviu como outra coisa.
Jorrel Hato e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco20/08/2035
Jorrel Hato volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Eintracht Frankfurt já trabalhou com Jorrel Hato e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 93 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Eintracht Frankfurt à espera com uma camisola. No Eintracht Frankfurt ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Elias Baum volta a ser jogador do Eintracht Frankfurt, e a cidade tem a sua história do verão.
Plantel06/08/2035
Uma transferência que Elias Baum teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Elias Baum está a viver essa versão no Eintracht Frankfurt, e costuma notar-se no primeiro mês.
Luca Williams-Barnett e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Eintracht Frankfurt perguntou e o Bayern Munich disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Eintracht Frankfurt perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Eintracht Frankfurt falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Bayer Leverkusen aceitou o dinheiro. O que o Eintracht Frankfurt ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A verba é $7.3M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Dynamo Dresden negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RB Leipzig fica com o seu homem, e o Eintracht Frankfurt volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Patrice Čović agiu, no Eintracht Frankfurt, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Eintracht Frankfurt coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$520.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Borussia Dortmund pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Eintracht Frankfurt falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Liverpool pagou $29.7M e o Eintracht Frankfurt aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Tom Bischof foi-se, as contas têm $29.7M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Não há pior forma de perder um futebolista. Kyliane Dong pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Thérence Koudou agiu, no Eintracht Frankfurt, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Eintracht Frankfurt falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Borussia Mönchengladbach à espera com uma camisola. No Eintracht Frankfurt ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Devyne Rensch será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Eintracht Frankfurt as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do FC Lorient por Aboubaka Soumahoro foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Köln, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel02/07/2035
Uma transferência que Sondre Auklend teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sondre Auklend está a viver essa versão no Eintracht Frankfurt, e costuma notar-se no primeiro mês.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.5M — um clube que quer Uchenna Ogundu ao ponto de perguntar duas vezes.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Eintracht Frankfurt vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Eintracht Frankfurt já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do VfL Bochum por Rafael Pinto Pedrosa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Malik Pimpong volta a ser jogador do Eintracht Frankfurt, e a cidade tem a sua história do verão.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RB Leipzig fica com o seu homem, e o Eintracht Frankfurt volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Malik Pimpong agiu, no Eintracht Frankfurt, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Franz-Ethan Meichtry e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O RB Leipzig aceitou o dinheiro. O que o Eintracht Frankfurt ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Eintracht Frankfurt ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Eintracht Frankfurt foi explícito quanto à situação de Tom Bischof, o que é mais do que muitos recebem.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Eintracht Frankfurt estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Devyne Rensch será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Eintracht Frankfurt as despedidas começaram em silêncio.
Plantel21/05/2035
Uma transferência que Sverre Nypan teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sverre Nypan está a viver essa versão no Eintracht Frankfurt, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Eintracht Frankfurt coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco21/05/2035
Tom Bischof tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Eintracht Frankfurt dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Verba acordada, salário acordado, e o Werder Bremen à espera com uma camisola. No Eintracht Frankfurt ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Eintracht Frankfurt perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Luca Williams-Barnett vem do Athletic Bilbao exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Eintracht Frankfurt, e não vai ser retirado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Köln tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Luca Williams-Barnett acabou de assinar pelo Eintracht Frankfurt e, por uma vez, a resposta importava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O VfL Bochum fica com o seu homem, e o Eintracht Frankfurt volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o Borussia Dortmund, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Franz-Ethan Meichtry e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
125 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Eintracht Frankfurt perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Eintracht Frankfurt podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Eintracht Frankfurt pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Eintracht Frankfurt ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Mauro Couto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco25/12/2034
Johan Bakayoko tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Eintracht Frankfurt dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Eintracht Frankfurt ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Saël Kumbedi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco27/11/2034
Johan Bakayoko tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Eintracht Frankfurt dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco27/11/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Andreas Jungdal
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Julien Perrot depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Eintracht Frankfurt sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Fortuna Düsseldorf está fora e o Eintracht Frankfurt segue em frente, com um 2‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kamil Buksa não precisou: 8.10, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Eintracht Frankfurt coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andreas Jungdal, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gabriël Misehouy e o Eintracht Frankfurt acertam mais 5 anos.
O treinador reorganizou as ideias e Andreas Jungdal saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Em resumo
O bancoMalick Thiaw tornou-se um homem de confiança do treinador
Mohamadou Kanté lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
0‑1 frente ao Olympique Lyonnais. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Eintracht Frankfurt ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yann Aurel Bisseck esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Andreas Jungdal chama-lhe outra coisa em privado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Stepanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Eintracht Frankfurt as despedidas começaram em silêncio.
Rafael Pinto Pedrosa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Eintracht Frankfurt, mais uma semana sem a assinatura de Andreas Jungdal.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Eintracht Frankfurt foi explícito quanto à situação de Diego van Oorschot, o que é mais do que muitos recebem.
Foi preciso Franz-Ethan Meichtry marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Dynamo Dresden, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Julien Perrot depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Eintracht Frankfurt sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.