“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Maccabi Haifa pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Igal Bekker será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Haifa as despedidas começaram em silêncio.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Maccabi Haifa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel15/11/2032
Luck Zogbé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Segue-se o Hapoel Haifa, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hafiz Ibrahim, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelNo Maccabi Haifa ainda são estranhos uns para os outros
O Hapoel Beer Sheva vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Maccabi Haifa foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Liran Shpigel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores27/09/2032
Hamode Kanaan fez o trabalho que ninguém conta — 7.86
9 ações combinadas e 7.86. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco27/09/2032
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Plantel27/09/2032
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abed Yassin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Maccabi Haifa têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Haifa podem fingir não ter ouvido.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Bnei Sakhnin seguiu em frente, Mustafa Abdullatif apresenta-se de volta no Maccabi Haifa, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Haifa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Oluwasegun Otusanya e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Trivante Stewart, e o treinador deixou.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O negócio que levaria Liran Shpigel para o Hapoel Kfar Saba caiu na fase final e ele reapresenta-se no Maccabi Haifa com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hussein Al-Naasan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Haifa as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Hussein Al-Naasan pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Kamaldeen Sulemana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Maccabi Haifa sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Terem Moffi, e o treinador deixou.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Ori Weissman a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Haifa já se começa a dizer o nome dele no passado.
Derrota por 0‑3 com o Maccabi Tel Aviv, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Direção30/08/2032
O Maccabi Haifa não tem ninguém para dirigir os treinos
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
A primeira derrota em 9 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Maccabi Tel Aviv; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Anan Khalaili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Liran Shpigel não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Haifa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Hamode Kanaan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Haifa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Maccabi Tel Aviv com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Haifa. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Gil Cohen não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Haifa já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel09/08/2032
38 dias de fora para Dor Atzili depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Maccabi Haifa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Haifa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel09/08/2032
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jean Ives Valou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Maccabi Haifa vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
O banco09/08/2032
Cédric Don tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Hapoel Kfar Saba tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Plantel26/07/2032
54 dias de fora para Dor Atzili depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Maccabi Haifa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Hapoel Kiryat Shmona à espera com uma camisola. No Maccabi Haifa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Haifa, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jean Ives Valou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Rômulo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco26/07/2032
Hamode Kanaan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Haifa já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Haifa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Maccabi Haifa lida com um homem que quer outro país.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Liran Shpigel não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Plantel28/06/2032
86 dias de fora para Dor Atzili depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Maccabi Haifa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Haifa, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Haifa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mohamed Abo Fani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/06/2032
Jean Ives Valou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Haverá conversa esta semana. Maccabi Haifa vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
O banco28/06/2032
Hamode Kanaan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Zé Marcos apontou a data.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Bnei Yehuda tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Haifa já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Hapoel Kfar Saba por Andrian Kraev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mustafa Abdullatif será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Haifa as despedidas começaram em silêncio.
Liran Shpigel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção21/06/2032
Os salários engolem 99% das receitas do Maccabi Haifa
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Haifa já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não há pior forma de perder um futebolista. Saar Elkayam pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel14/06/2032
Jean Ives Valou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Haifa, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Guljigit Alykulov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Haifa as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jean Ives Valou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Liran Shpigel tem a sua resposta do Maccabi Haifa; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Liran Shpigel, e o treinador deixou.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco03/05/2032
Hamode Kanaan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«31 internacionalizações são mais do que alguma vez esperei, e está na hora de serem de outro.» Aos 34 acabou com a selecção e está longe de acabar com o Maccabi Haifa.
A enfermaria confirma 43 dias de paragem para Terem Moffi, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel26/04/2032
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jean Ives Valou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Direção26/04/2032
Em Maccabi Haifa, 116% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Maccabi Haifa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Cédric Don assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Haifa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Haifa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
2.º lugar e 60 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
Plantel15/03/2032
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jean Ives Valou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/03/2032
No Maccabi Haifa ainda são estranhos uns para os outros
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco15/03/2032
Anan Khalaili tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Maccabi Haifa fez saber ao mercado que Trivante Stewart está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Ninguém proibiu o clube de gastar; simplesmente não tem nada para gastar que não tenha primeiro arrecadado. Cada nome que entra vem com outro agarrado à saída.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 2, 53 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Renan acabou de assinar pelo Maccabi Haifa e, por uma vez, a resposta importava.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel16/02/2032
Cédric Don desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Hapoel Haifa; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Hapoel Kfar Saba tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A proposta do Hapoel Kfar Saba por Mohamed Abo Fani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Haifa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Haifa, e não vai ser retirado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Maccabi Haifa estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Maccabi Haifa a ouviu como outra coisa.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Maccabi Haifa, mais uma semana sem a assinatura de Terem Moffi.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoCédric Don tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 106 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Haifa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel29/12/2031
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cédric Don está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Liran Shpigel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Ori Weissman podia dar-se ao luxo de ser generoso.
O banco10/11/2031
Cédric Don tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.06 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bruninho e o Maccabi Haifa acertam mais 3 anos.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Maccabi Haifa a ouviu como outra coisa.
Plantel06/10/2031
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cédric Don está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Liran Shpigel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohamed Abo Fani. 2‑0 sobre o Hapoel Raanana, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 15 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bruninho, e o treinador deixou.
Notas dos jogadores29/09/2031
Cédric Don jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/09/2031
5 caras novas e o Maccabi Haifa ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoMohamed Abo Fani tornou-se um homem de confiança do treinador
PlantelCaíque França desentende-se com um colega por causa das exigências
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Haifa podem fingir não ter ouvido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Anan Khalaili produziu-o, e o 8.65 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores22/09/2031
Um golo de defesa dá a vitória ao Maccabi Haifa — 7.91
1 para Andrian Kraev, avaliado com 7.91, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Plantel22/09/2031
Cédric Don desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Hapoel Beer Sheva passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Liran Shpigel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Maccabi Haifa ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Ilay Feingold volta a ser jogador do Maccabi Haifa, e a cidade tem a sua história do verão.
Plantel15/09/2031
Cédric Don desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Idan Toklomati esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bnei Yehuda, e não vai ser retirado.
Direção01/09/2031
O prazo passa com 28 contratações e 13 saídas
Está feito o negócio no Bnei Yehuda até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Bnei Yehuda fez a parte difícil com o Maccabi Haifa, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sammuel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bnei Yehuda coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Seif Taha será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bnei Yehuda as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Maccabi Haifa fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Ofek Melika e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção25/08/2031
13 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Bnei Yehuda
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ofek Biton. 3‑2 sobre o Hapoel Acre, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Dor Atzili é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
48 dias de fora para Gil Cohen depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Maccabi Haifa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Haifa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Maccabi Haifa já falam dele no passado.
Notas dos jogadores25/08/2031
Um golo de defesa dá a vitória ao Maccabi Haifa — 7.56
1 para Alidu Seidu, avaliado com 7.56, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
56 dias de fora para Gil Cohen depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Maccabi Haifa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Posição 3, 64 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Tyrese Asante e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anan Khalaili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Maccabi Haifa sabem-no.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Hapoel Raanana à espera com uma camisola. No Maccabi Haifa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Haifa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Hapoel Kiryat Shmona tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Maccabi Haifa lida com um homem que quer outro país.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cédric Don estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção11/08/2031
Os salários engolem 94% das receitas do Maccabi Haifa
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Em resumo
O bancoAlidu Seidu tornou-se um homem de confiança do treinador
75 dias de fora para Gil Cohen depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Maccabi Haifa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Maccabi Netanya tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Maccabi Haifa ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel04/08/2031
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anan Khalaili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador reorganizou as ideias e Niv Eliasi saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bnei Yehuda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sammuel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Haifa fica com o seu homem, e o Bnei Yehuda volta a uma lista com um nome riscado.
Sacha Deighton esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Bnei Yehuda foi explícito quanto à situação de Shon Weissman, o que é mais do que muitos recebem.
O Bnei Yehuda já telefonou ao Maccabi Tel Aviv. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Plantel28/07/2031
No Bnei Yehuda ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Ninguém proibiu o clube de gastar; simplesmente não tem nada para gastar que não tenha primeiro arrecadado. Cada nome que entra vem com outro agarrado à saída.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Haifa, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Haifa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Hapoel Kfar Saba por Andrian Kraev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tomer Yosefi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Haifa as despedidas começaram em silêncio.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Maccabi Haifa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel28/07/2031
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anan Khalaili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Haifa podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel21/07/2031
Cédric Don desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Victory Beniangba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bnei Yehuda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jim Croqué será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bnei Yehuda as despedidas começaram em silêncio.
Plantel14/07/2031
Reef Sheratzky desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Wagninho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntou-se ao Maccabi Tel Aviv se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Bnei Yehuda já telefonou ao Maccabi Haifa. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Ninguém no Bnei Yehuda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 101 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alidu Seidu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Haifa as despedidas começaram em silêncio.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Hapoel Kiryat Shmona tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Haifa, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anan Khalaili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Minsu Kim, e o treinador deixou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Maccabi Haifa sabem-no.
Kazu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
DireçãoEm Maccabi Haifa, 97% das receitas vão para salários
63 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bnei Yehuda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bnei Yehuda perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O negócio com o Maccabi Tel Aviv está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Ofek Melika esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/07/2031
Palavras no treino do Bnei Yehuda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sammuel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Bnei Yehuda perguntou e o Hapoel Tel Aviv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bnei Yehuda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bnei Yehuda podem fingir não ter ouvido.
Luiz Filipe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/06/2031
Palavras no treino do Bnei Yehuda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sammuel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Bnei Yehuda perguntou e o Maccabi Haifa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Direção30/06/2031
Em Bnei Yehuda não entra ninguém enquanto não sair alguém
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Bnei Yehuda neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Haifa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anan Khalaili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Victory Beniangba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
87 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bnei Yehuda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bnei Yehuda, e não vai ser retirado.
Plantel16/06/2031
Sammuel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Beitar Jerusalem fica com o seu homem, e o Bnei Yehuda volta a uma lista com um nome riscado.
Albano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntou-se ao Maccabi Haifa se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Plantel16/06/2031
No Bnei Yehuda ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Bnei Yehuda foi explícito quanto à situação de Yuval Piven, o que é mais do que muitos recebem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Maccabi Haifa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Hapoel Kfar Saba à espera com uma camisola. No Maccabi Haifa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta ficou muito aquém e em Maccabi Haifa não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel16/06/2031
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anan Khalaili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O nome de Nevot Ratner apareceu em conversas de que o Maccabi Haifa não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel16/06/2031
6 jogadores do Maccabi Haifa ao serviço das seleções
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 6 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
95 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bnei Yehuda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bnei Yehuda podem fingir não ter ouvido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bnei Yehuda perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Bnei Yehuda fez a parte difícil com o Maccabi Tel Aviv, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Bnei Yehuda ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Mercado09/06/2031
Como se nunca tivesse saído: Neoray Ozana regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Neoray Ozana volta a ser jogador do Bnei Yehuda, e a cidade tem a sua história do verão.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sammuel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Sacha Deighton e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta do Hapoel Raanana por Mohamed Abo Fani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Liran Shpigel não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Maccabi Haifa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel09/06/2031
Palavras no treino do Maccabi Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cédric Don está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/06/2031
No Maccabi Haifa ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco09/06/2031
Anan Khalaili tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
104 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bnei Yehuda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Bnei Yehuda toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bnei Yehuda, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bnei Yehuda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Bnei Yehuda sabem-no.
Razi Abu Hamdan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sammuel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Maccabi Haifa se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Shon Weissman foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Haifa podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Haifa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Alidu Seidu acertou condições com o Maccabi Tel Aviv para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Plantel02/06/2031
Anan Khalaili desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Victory Beniangba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Aziz Ouattara está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Loide Augusto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Haifa podem fingir não ter ouvido.
Liran Shpigel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Plantel12/05/2031
Palavras no treino do Hapoel Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Loide Augusto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Blessing Asumang, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Willy Agada apontou a data.
Liran Shpigel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel05/05/2031
Palavras no treino do Hapoel Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willy Agada está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hapoel Haifa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hapoel Haifa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Lior Revivo tem a sua resposta do Hapoel Haifa; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Liran Shpigel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/04/2031
Palavras no treino do Hapoel Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willy Agada está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hapoel Haifa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hapoel Haifa foi explícito quanto à situação de Willy Agada, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hapoel Haifa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel21/04/2031
Palavras no treino do Hapoel Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Loide Augusto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Direção21/04/2031
Os salários engolem 97% das receitas do Hapoel Haifa
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O banco21/04/2031
Zahi Ahmed tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hapoel Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hapoel Haifa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Hapoel Haifa pode pedir e sobe o salário que Loide Augusto pode exigir.
Omri Glazer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/04/2031
Willy Agada desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco14/04/2031
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Loide Augusto
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Ninguém no Hapoel Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Omer Nir'on apontou a data.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Hapoel Haifa não tem uma boa resposta.
6.º lugar, 44 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Hapoel Haifa pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Liran Shpigel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
35 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel31/03/2031
Palavras no treino do Hapoel Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Loide Augusto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco31/03/2031
Shai Elias tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hapoel Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Haifa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Willy Agada estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Direção24/03/2031
Os salários levam 100% do que Hapoel Haifa recebem
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hapoel Haifa foi explícito quanto à situação de Shalev Ovnish, o que é mais do que muitos recebem.
O banco24/03/2031
Zahi Ahmed tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hapoel Haifa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hapoel Haifa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Liran Shpigel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Willy Agada estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
6.º lugar, 44 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Hapoel Haifa pode pedir e sobe o salário que El Yam Kancepolsky pode exigir.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 44 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Haifa podem fingir não ter ouvido.
Ivan Kričak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um 2‑0 sobre o Hapoel Kiryat Shmona, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Loide Augusto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Eliminado, 0‑3 com o Maccabi Tel Aviv, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Liran Shpigel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/03/2031
Palavras no treino do Hapoel Haifa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willy Agada está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Jonathan Agyapong está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hapoel Haifa, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Hapoel Tel Aviv ninguém diz, e no Hapoel Haifa ninguém gosta de estar a adivinhar.
A camisola ainda lhe serve. Guy Mizrahi está de volta ao Hapoel Haifa, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Willy Agada estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
O relógio fez o que o Hapoel Tel Aviv não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cruzeiro fica com o seu homem, e o Hapoel Haifa volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Willy Agada, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Zahi Ahmed no seu melhor
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hapoel Haifa, e não vai ser retirado.
O negócio com o Hapoel Tel Aviv está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Direção03/02/2031
O Hapoel Haifa fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Maccabi Tel Aviv fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
5 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.
Jogo01/02/2031
Ninguém quer jogar contra o Hapoel Haifa neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Liran Shpigel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mateus Cantarelli está a viver essa versão no Hapoel Haifa, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel03/02/2031
Willy Agada desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Haifa podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Hapoel Haifa fez a parte difícil com o Maccabi Haifa, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Omri Glazer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Haifa fica com o seu homem, e o Hapoel Haifa volta a uma lista com um nome riscado.