A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Tel Aviv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Tel Aviv podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.6M — um clube que quer Ange Messi ao ponto de perguntar duas vezes.
Hamode Kanaan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel03/07/2028
Hélio Varela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Tel Aviv já se começa a dizer o nome dele no passado.
Posição 2, 53 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Tel Aviv podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Heitor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Evangelista estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco26/06/2028
Hélio Varela tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Hisham Layous
O bancoIdo Shahar pede uma conversa com o treinador
O Hapoel Tel Aviv queria mais do que $14.0M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Tel Aviv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
As bancadas19/06/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Issouf Sissokho por $13.4M
Vai para o Hapoel Beer Sheva, o clube tem $13.4M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O Hapoel Beer Sheva não queria vender e o número é a razão por que o fez. $2.3M por Lucas Ventura, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Kfar Saba fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel19/06/2028
Hélio Varela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Osher Davida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelLucas Ventura já ficou grande para esta divisão
O bancoLucas Evangelista tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Tel Aviv já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta seguiu esta semana para o Hapoel Tel Aviv, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Maccabi Tel Aviv e o Hapoel Beer Sheva acertaram em $2.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A verba é $7.7M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Hapoel Beer Sheva negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Mohamed Camara era uma das razões por que as pessoas vinham, e $6.1M não substitui isso sozinho.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $18.0M — um clube que quer Stav Toriel ao ponto de perguntar duas vezes.
Em resumo
As bancadasO Maccabi Tel Aviv gasta $7.7M na contratação que a cidade queria
O Hapoel Beer Sheva aceitou o dinheiro. O que o Maccabi Tel Aviv ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Hapoel Tel Aviv queria mais do que $7.3M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Maccabi Tel Aviv perguntou e o Cruz Azul disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta seguiu esta semana para o Maccabi Haifa, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kervin Andrade e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hélio Varela está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mercado29/05/2028
Osher Davida regressa de um empréstimo que resultou
24 jogos e 5 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Itay Ben-Hemo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
1‑2 frente ao Hapoel Beer Sheva, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Maccabi Tel Aviv estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.23 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Ester Sokler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Heitor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Evangelista estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco15/05/2028
Mohamed Camara tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Emprestados15/05/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Ben Lederman
8 golos em 26 jogos no Maccabi Petach Tikva — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Maccabi Tel Aviv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Issouf Sissokho assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Tel Aviv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
6 golos em 26 jogos no Hapoel Haifa — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Maccabi Tel Aviv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Maccabi Tel Aviv gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hélio Varela está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gabi Kanichowsky está nela.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Maccabi Tel Aviv admitiria. Nota-se aos sábados.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Tel Aviv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um programa só dele, à parte do grupo, apontado à única coisa que a equipa técnica acha que o está a travar. A maior parte da evolução acontece assim, e nada disso vem no jornal.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hélio Varela estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hélio Varela está nela.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Maccabi Tel Aviv admitiria. Nota-se aos sábados.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gil Cohen assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Tel Aviv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Evangelista estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Itay Ben-Hemo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco24/04/2028
Issouf Sissokho tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sayed Abu Farchi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Ninguém faz um título sobre um explicador. Também não é preciso explicar a ninguém o que acontece a um reforço que passa dois anos a ser o homem com quem ninguém pode falar ao almoço.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hélio Varela está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Itay Ben-Hemo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohamed Camara está nela.
Emprestados17/04/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Ben Lederman
8 golos em 26 jogos no Maccabi Petach Tikva — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Maccabi Tel Aviv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Issouf Sissokho assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Tel Aviv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Itay Ben-Hemo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Sayed Abu Farchi compromete-se com o Maccabi Tel Aviv por mais 5 anos.
Plantel10/04/2028
Hélio Varela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ester Sokler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no Maccabi Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Lucas Evangelista apontou a data.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Tel Aviv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Gil Cohen fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Maccabi Tel Aviv a ouviu como outra coisa.
Plantel03/04/2028
Lucas Evangelista desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ido Shahar treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hélio Varela está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Elad Madmon e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Issouf Sissokho está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Tel Aviv. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hélio Varela está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Liran Shpigel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohamed Camara está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Issouf Sissokho assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Tel Aviv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Maccabi Tel Aviv terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 53 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Três empréstimos em três anos. A certa altura um clube tem de decidir se sou jogador ou ativo.” A passagem pelo Beitar Jerusalem continua; o recado viaja para casa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Evangelista está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Beitar Jerusalem está fora e o Maccabi Tel Aviv segue em frente, com um 3‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Kristijan Belić tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Hapoel Kfar Saba deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Posição 2, 50 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Noam Ben-Harush será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Issouf Sissokho marcou, foi avaliado com 7.80 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hélio Varela está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Heitor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
Notas dos jogadores21/02/2028
Elad Madmon jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.54. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Evangelista está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Maccabi Tel Aviv lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel14/02/2028
Hélio Varela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.21 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Lucas Evangelista.
O banco14/02/2028
Hélio Varela tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Tel Aviv fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
Mercado07/02/2028
Tão perto: a transferência de Ido Shahar morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Hapoel Raanana seguiu em frente, Ido Shahar apresenta-se de volta no Maccabi Tel Aviv, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Tel Aviv já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Palmeiras não queria vender e o número é a razão por que o fez. $3.8M por Lucas Evangelista, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Maccabi Tel Aviv pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Lucas Evangelista era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $3.8M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Plantel31/01/2028
Lucas Evangelista desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Tel Aviv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Maccabi Haifa por Kristijan Belić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O São Paulo queria mais do que $5.5M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Itay Ben-Hemo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hélio Varela está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Tel Aviv já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Slovan Bratislava queria mais do que $27.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A proposta seguiu esta semana para o Palmeiras, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Tel Aviv fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
O Maccabi Haifa paga $6.1M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
As bancadas17/01/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Ion Nicolăescu por $6.1M
Vai para o Maccabi Haifa, o clube tem $6.1M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
O Maccabi Tel Aviv foi ao Slovan Bratislava com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
O Maccabi Tel Aviv tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Hapoel Tel Aviv, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Tel Aviv fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Slovan Bratislava fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
O Maccabi Tel Aviv foi ao Hapoel Tel Aviv com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Maccabi Tel Aviv beneficiou disso.
A proposta seguiu esta semana para o Hapoel Kfar Saba, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Maccabi Tel Aviv a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hélio Varela estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hélio Varela está nela.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Gil Levy depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Disseram uma coisa a Elad Madmon e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
10 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Niv Yehoshua agarrou este contra o Bnei Yehuda. 4‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Maccabi Tel Aviv.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ion Nicolăescu produziu-o, e o 8.88 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel13/12/2027
Hélio Varela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Metade do calendário jogado, 2.º lugar, 25 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Itay Ben-Hemo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Maccabi Tel Aviv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hélio Varela estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Maccabi Tel Aviv vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Emprestados06/12/2027
Shachar Rosen está cansado de ser jogador dos outros
«Outra época, outro emblema, outro balneário para convencer. Gostava de uma pré-época em Maccabi Tel Aviv em que alguém olhasse mesmo para mim.» Pertence a Beitar Jerusalem até ao fim do empréstimo; a discussão é com o clube que o detém.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Posição 2, 22 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Heitor, e o treinador deixou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Gil Levy sobre uma tarde de 3‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Ninguém no Maccabi Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kristijan Belić produziu-o, e o 8.45 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Maccabi Tel Aviv e do Hapoel Acre por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel22/11/2027
Hélio Varela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Maccabi Tel Aviv pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ester Sokler será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hélio Varela estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noam Ben-Harush, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sayed Abu Farchi está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ido Shahar treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Maccabi Tel Aviv ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 35 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Issouf Sissokho e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 5 anos.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Maccabi Tel Aviv foi explícito quanto à situação de Sayed Abu Farchi, o que é mais do que muitos recebem.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Ion Nicolăescu está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hélio Varela está nela.
Já são 35 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Maccabi Tel Aviv a ouviu como outra coisa.
Plantel01/11/2027
Hélio Varela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 11 ações, 7.42, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 34 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hélio Varela estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Liran Shpigel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Notas dos jogadores18/10/2027
Hisham Layous jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.31. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Ester Sokler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Itay Ben-Hemo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hélio Varela estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Liran Shpigel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hélio Varela está nela.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Maccabi Tel Aviv disse a Noam Ben-Harush que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Plantel11/10/2027
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Maccabi Tel Aviv
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Kristijan Belić foi o melhor de qualquer um deles.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Tel Aviv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Elad Madmon apontou a data.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Maccabi Tel Aviv pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel04/10/2027
Hélio Varela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores04/10/2027
Kristijan Belić jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.46. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
17 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
2 golos em vinte minutos com Kristijan Belić no meio de tudo, e o Hapoel Kiryat Shmona sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 30 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hélio Varela está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores20/09/2027
Hélio Varela jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.01. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Já são 29 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Maccabi Tel Aviv vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o AIK pode já não estar a vender.
O negócio que levaria Raz Shlomo para o Hapoel Raanana caiu na fase final e ele reapresenta-se no Maccabi Tel Aviv com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.73 para o resto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Maccabi Tel Aviv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hisham Layous e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 3 anos.
Em resumo
PlantelHélio Varela desentende-se com um colega por causa das exigências
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Hélio Varela
O aperto de mão com o AIK está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Tel Aviv podem fingir não ter ouvido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Tel Aviv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Maccabi Haifa por Ion Nicolăescu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O negócio que levaria Ido Shahar para o Hapoel Raanana caiu na fase final e ele reapresenta-se no Maccabi Tel Aviv com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 13, saíram 23, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Plantel06/09/2027
Kristijan Belić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yonatan David e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 4 anos.
Já são 28 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Tel Aviv já se começa a dizer o nome dele no passado.
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Tel Aviv podem fingir não ter ouvido.
O Maccabi Tel Aviv perguntou e o Maccabi Haifa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
6 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Maccabi Tel Aviv
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Tel Aviv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Maccabi Tel Aviv ofereceu $4.6M; o Hapoel Beer Sheva disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Beer Sheva fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
Haverá conversa esta semana. Maccabi Tel Aviv vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
Plantel23/08/2027
Dan Glazer desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Roi Mishpati: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Maccabi Tel Aviv a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sayed Abu Farchi está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Tel Aviv. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Tel Aviv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
$5.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Hapoel Tel Aviv pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Liran Shpigel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Maccabi Tel Aviv nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel16/08/2027
Kristijan Belić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Liran Shpigel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Maccabi Tel Aviv, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Em resumo
O bancoGabi Kanichowsky tornou-se um homem de confiança do treinador
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kristijan Belić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ester Sokler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Reef Sheratzky e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 4 anos.
13 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Maccabi Tel Aviv, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hélio Varela está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Issouf Sissokho. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Tel Aviv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
67 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Orlando Mosquera, e o treinador deixou.
Liran Shpigel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoA história de Hélio Varela recusa-se a morrer
Verba acordada, salário acordado, e o Hapoel Raanana à espera com uma camisola. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O Bnei Yehuda pagou $180.0K e o Maccabi Tel Aviv aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osher Davida estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Osher Davida, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Verba acordada, salário acordado, e o Hapoel Acre à espera com uma camisola. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Beer Sheva fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kristijan Belić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Maccabi Tel Aviv daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hapoel Haifa segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoElad Madmon pede uma conversa com o treinador
A proposta do Bnei Sakhnin por Itamar Noy foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osher Davida estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hisham Layous e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Maccabi Tel Aviv foi explícito quanto à situação de Raz Shlomo, o que é mais do que muitos recebem.
Toda a gente deixou de fingir: o Hapoel Acre vai fazer a chamada por Ester Sokler esta semana. O Maccabi Tel Aviv tem um número em mente, e o número não é tímido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
14 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Issouf Sissokho. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Tel Aviv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Dor Peretz era uma das razões por que as pessoas vinham, e $2.8M não substitui isso sozinho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel05/07/2027
Issouf Sissokho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Itay Ben-Hemo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O treinador reorganizou as ideias e Heitor saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
A proposta do Hapoel Raanana por Ido Shahar foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ester Sokler será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Adi Levy e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 4 anos.
Adi Levy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no Maccabi Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Verba acordada, salário acordado, e o Hapoel Raanana à espera com uma camisola. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Maccabi Tel Aviv perguntou e o Rapid Wien disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kristijan Belić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Liran Shpigel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente deixou de fingir: o Hapoel Acre vai fazer a chamada por Liran Shpigel esta semana. O Maccabi Tel Aviv tem um número em mente, e o número não é tímido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Maccabi Tel Aviv vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Hélio Varela não desaparece
O bancoO treinador faz uma promessa a Osher Davida
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Tel Aviv já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Bnei Sakhnin por Dor Peretz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A verba é $2.2M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Hapoel Beer Sheva negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O Maccabi Tel Aviv perguntou e o Hapoel Tel Aviv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Kristijan Belić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Anis Ayash e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelNo Maccabi Tel Aviv ainda são estranhos uns para os outros
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Hapoel Beer Sheva, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Maccabi Tel Aviv foi ao Hapoel Tel Aviv com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Maccabi Tel Aviv a ouviu como outra coisa.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.0M — um clube que quer Andrian Kraev ao ponto de perguntar duas vezes.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Roy Gafni lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hélio Varela e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Kervin Andrade esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mercado31/05/2027
Denny Gropper regressa de um empréstimo que resultou
24 jogos e 2 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Dan Glazer pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kervin Andrade treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sayed Abu Farchi está nela.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Osher Davida
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Maccabi Tel Aviv perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Maccabi Tel Aviv aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osher Davida estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Tel Aviv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Kristijan Belić apontou a data.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Noam Ben-Harush e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 4 anos.
O banco17/05/2027
Hélio Varela tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Maccabi Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Tel Aviv. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Alguém com quem falar no cabide ao lado, umas palavras na língua, e um centro de treinos que deixou de ser um país estrangeiro. Nunca aparece num relatório de observação e decide a maioria das contratações.
67 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ion Nicolăescu assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Tel Aviv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Tel Aviv. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Emir Sahiti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Maccabi Tel Aviv, e 4 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sayed Abu Farchi está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
A língua vai chegando e já há com quem falar no balneário. Um jogador que se sente em casa joga como tal, e isso nunca aparece num relatório de observação.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Tel Aviv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ido Shahar apontou a data.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ester Sokler será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hélio Varela está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dor Peretz assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Tel Aviv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Tel Aviv. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
67 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osher Davida estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Itay Ben-Hemo e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kristijan Belić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Raz Shlomo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
PlantelDor Peretz é a conversa do centro de treinos
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Itamar Noy
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Roei Alkukin
36Edição
O Correio de Maccabi Tel Aviv
05/04/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel05/04/2027
Itay Ben-Hemo melhorou aos 25, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Dor Peretz está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Disseram uma coisa a Idan Nachmias e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Issouf Sissokho assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Tel Aviv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Maccabi Tel Aviv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Quero ficar no futebol quando parar, e não vou esperar até parar para me preparar.” Aos 31 anos os cursos já começaram, e todos os treinadores da divisão se lembram de ter feito o mesmo.
Kristijan Belić lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel29/03/2027
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Orlando Mosquera, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Hélio Varela. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Osher Davida apontou a data.
Kristijan Belić lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Itay Ben-Hemo, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dor Peretz assinar alguma coisa — um contrato no Maccabi Tel Aviv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Kristijan Belić lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
67 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
1.º lugar com 67 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Uma média de 7.33 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sagiv Jehezkel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Maccabi Tel Aviv ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 26 jogos sem derrota são uma base que o Maccabi Tel Aviv não tinha no outono.
Plantel08/03/2027
Osher Davida lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Hélio Varela produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
20 golos e uma média de 7.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Maccabi Tel Aviv sabem-no.
Hélio Varela e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores08/03/2027
Ion Nicolăescu jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.26. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
A série sem derrotas chega aos 25 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Maccabi Tel Aviv perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Hapoel Tel Aviv segue em frente e o Maccabi Tel Aviv vai para casa, com um 3‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Emir Sahiti não será o apontado, mas ninguém no Maccabi Tel Aviv escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Maccabi Tel Aviv lida com um homem que quer outro país.
Plantel01/03/2027
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Osher Davida lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Sagiv Jehezkel marcou, foi avaliado com 7.98 e voltou antes de alguém dar pela falta.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Corinthians ninguém diz, e no Maccabi Tel Aviv ninguém gosta de estar a adivinhar.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Maccabi Tel Aviv tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel22/02/2027
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Hélio Varela
55 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Sagiv Jehezkel produziu-o, e o 8.61 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sagiv Jehezkel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Maccabi Tel Aviv as despedidas começaram em silêncio.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lokomotiv Moscow fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
Ester Sokler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 21 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Maccabi Tel Aviv vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Hapoel Tel Aviv pode já não estar a vender.
19 golos e uma média de 7.24 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel08/02/2027
Ion Nicolăescu sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Haifa fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
A série sem derrotas chega aos 20 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Raz Shlomo não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O Maccabi Tel Aviv e o Hapoel Tel Aviv acertaram em $4.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
A primeira derrota em 11 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Maccabi Netanya; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
2 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Maccabi Tel Aviv vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Hapoel Beer Sheva pode já não estar a vender.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Maccabi Tel Aviv sobre quem trabalha
11 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
2 atrás e sem rumo, até Ion Nicolăescu decidir o contrário. O Bnei Yehuda tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Tel Aviv podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Maccabi Tel Aviv já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ion Nicolăescu produziu-o, e o 8.93 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.88 para o resto.
Verba acordada, salário acordado, e o Hapoel Acre à espera com uma camisola. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Bnei Sakhnin tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Dois golos e um 8.45 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
As bancadas18/01/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Tyrese Asante por $4.3M
Vai para o Hapoel Kiryat Shmona, o clube tem $4.3M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O Hapoel Kiryat Shmona paga $4.3M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Em resumo
Alvos de mercadoNão, obrigado: Ivo Mammini rejeita a mudança
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Maccabi Tel Aviv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Tel Aviv podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Maccabi Tel Aviv pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
A proposta do Bnei Sakhnin por Tyrese Asante foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Maccabi Tel Aviv aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Osher Davida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gabi Kanichowsky produziu-o, e o 8.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Sagiv Jehezkel acertou condições com o Maccabi Netanya para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osher Davida estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Maccabi Tel Aviv tem 6 vitórias seguidas dela.
Plantel21/12/2026
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O Maccabi Netanya está fora e o Maccabi Tel Aviv segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Um 1‑0 sobre o Maccabi Petach Tikva, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Metade do calendário jogado, 3.º lugar, 30 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Emir Sahiti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Avaliado com 9.60. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Maccabi Tel Aviv.
Plantel07/12/2026
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Maccabi Tel Aviv têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Ion Nicolăescu marcou ao minuto 86, o Hapoel Raanana já pensava na viagem de regresso, e o Maccabi Tel Aviv levou tudo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Tel Aviv podem fingir não ter ouvido.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Um 2‑1 sobre o Hapoel Raanana, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel30/11/2026
Kristijan Belić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores30/11/2026
Dor Peretz jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.14. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.39 para o resto.
Osher Davida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Gil Levy sobre uma tarde de 3‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/11/2026
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e José Cortés treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Gabi Kanichowsky: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Maccabi Tel Aviv a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Maccabi Tel Aviv. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Maccabi Tel Aviv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kervin Andrade não precisou: 7.70, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Mohamed Camara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/11/2026
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Com 4 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Tel Aviv podem fingir não ter ouvido.
Posição 3, 17 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Maccabi Tel Aviv sabem-no.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Maccabi Tel Aviv não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel26/10/2026
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Maccabi Tel Aviv perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ion Nicolăescu. 2‑0 sobre o Bnei Yehuda, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel19/10/2026
Kristijan Belić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Gil Levy sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Kristijan Belić
Osher Davida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ion Nicolăescu e o Maccabi Tel Aviv acertam mais 4 anos.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Dan Glazer: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Maccabi Tel Aviv a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Osher Davida apontou a data.
Issouf Sissokho fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
A próxima visita é de uma equipa no 11.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Itay Ben-Hemo melhorou aos 24, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para José Cortés, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Mohamed Camara sai dessa comparação dentro da equipa, e o Maccabi Tel Aviv beneficiou de cada uma dessas tardes.
Osher Davida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kristijan Belić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.01, e nem uma objeção no estádio.
O banco28/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Gil Levy foi breve depois da vitória por 4‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Mohamed Camara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Gil Levy depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Tyrese Asante pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Ion Nicolăescu marcou ao minuto 89, o Hapoel Haifa já pensava na viagem de regresso, e o Maccabi Tel Aviv levou tudo.
Plantel14/09/2026
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Flamengo fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Gil Levy, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Ninguém no Maccabi Tel Aviv sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Netanya fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
O negócio que levaria Sagiv Jehezkel para o Hapoel Beer Sheva caiu na fase final e ele reapresenta-se no Maccabi Tel Aviv com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 7, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A proposta do Maccabi Petach Tikva por Itay Ben-Hemo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Maccabi Tel Aviv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador reorganizou as ideias e Gabi Kanichowsky saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Verba acordada, salário acordado, e o Hapoel Beer Sheva à espera com uma camisola. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Maccabi Tel Aviv podem fingir não ter ouvido.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $1.5M porque José Cortés é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O Maccabi Tel Aviv perguntou e o Bnei Sakhnin disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Emir Sahiti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Maccabi Tel Aviv joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Maccabi Tel Aviv, e não vai ser retirado.
$4.5M era o máximo que o clube pagaria, e o Maccabi Haifa pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Maccabi Tel Aviv perguntou e o Maccabi Haifa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta seguiu esta semana para o Maccabi Petach Tikva, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A perseguição a Gil Cohen terminou com $1.4M a mudar de mãos e o Beitar Jerusalem sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Direção24/08/2026
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Maccabi Tel Aviv
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osher Davida estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Hapoel Acre à espera com uma camisola. No Maccabi Tel Aviv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta seguiu esta semana para o Maccabi Haifa, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Netanya fica com o seu homem, e o Maccabi Tel Aviv volta a uma lista com um nome riscado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.9M — um clube que quer Pierre Cornud ao ponto de perguntar duas vezes.
Osher Davida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kristijan Belić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta do Hapoel Tel Aviv por Mohamed Camara foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Maccabi Tel Aviv perguntou e o Hapoel Beer Sheva disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Osher Davida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Maccabi Tel Aviv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Issouf Sissokho continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Maccabi Tel Aviv, mais uma semana sem a assinatura de Sagiv Jehezkel.