Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sesvete falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Raul Bezeljak será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sesvete as despedidas começaram em silêncio.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sesvete sabem-no.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Sesvete e lutar pelo meu lugar.» 15 jogos em 29 no Solin dizem o resto.
Mercado01/03/2027
Nada a mostrar do ano de Adrian Pudić fora de casa
0 jogos, 0 balizas a zeros e um guarda-redes que não está um passo à frente do dia em que saiu. Se isso é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do negócio é a discussão que o Sesvete vai ter este mês.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sesvete, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Mateo Bačić subiu nela.
Maro Vrdoljak lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sesvete pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção01/02/2027
O Sesvete fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sesvete ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sesvete sabem-no.
Karlo Išasegi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Sesvete daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Uskok segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sesvete perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sesvete perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O HNK Rijeka fica com o seu homem, e o Sesvete volta a uma lista com um nome riscado.
Filip Jović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma sondagem ao Slovan Liberec para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Sesvete já telefonou ao Hrvace. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Chakir Chouradi e o Sesvete acertam mais 4 anos.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sesvete perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Segesta à espera com uma camisola. No Sesvete ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Maro Vrdoljak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntou-se ao HNK Rijeka se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.