«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Montevideo City Torque nada responderam, o que também é uma resposta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Montevideo City Torque ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Montevideo City Torque coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente no Montevideo City Torque viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Elías Verón está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Resolvido internamente, que é a expressão que um clube usa quando preferia que ninguém perguntasse duas vezes. Vai ser multado, vai pedir desculpa, e vai jogar no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
0‑1 perante o nível do Boca Juniors. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Montevideo City Torque coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Benjamín Hernández Leal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Benjamín Hernández Leal, e o treinador deixou.
Emprestados08/10/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de Agustin Lopez
11 golos em 25 jogos no Central Espanol — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Montevideo City Torque alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Thiago Charras acabou de assinar pelo Montevideo City Torque e, por uma vez, a resposta importava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Derlis Martínez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Montevideo City Torque as despedidas começaram em silêncio.
Jonathan Dellarossa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Lemos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Emprestados10/09/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de Agustin Lopez
11 golos em 25 jogos no Central Espanol — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Montevideo City Torque alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Facundo Gulli produziu-o, e o 8.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Montevideo City Torque nada responderam, o que também é uma resposta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Derlis Martínez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Montevideo City Torque as despedidas começaram em silêncio.
Jonathan Dellarossa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/08/2035
Renzo Orihuela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Montevideo City Torque é como lidar com um homem a quem deve muito.
Verba acordada, salário acordado, e o Salus à espera com uma camisola. No Montevideo City Torque ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Montevideo City Torque, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Montevideo City Torque pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Montevideo City Torque ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jonathan Dellarossa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Renzo Orihuela estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cerro fica com o seu homem, e o Montevideo City Torque volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Zahir Yunis está em marcha
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Montevideo City Torque perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Montevideo City Torque podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luka Andrade e o Montevideo City Torque acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Jonathan Dellarossa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Montevideo City Torque foi ao River Plate com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Montevideo City Torque perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Montevideo City Torque, e não vai ser retirado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.82 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Montevideo City Torque coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Montevideo City Torque foi ao Cerro com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel25/06/2035
Renzo Orihuela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Club fica com o seu homem, e o Montevideo City Torque volta a uma lista com um nome riscado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jonathan Dellarossa. 2‑1 sobre o Plaza Colonia, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Posição 2, 35 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Montevideo City Torque já se começa a dizer o nome dele no passado.
O aperto de mão com o Boston River está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Montevideo City Torque podem fingir não ter ouvido.
A primeira derrota em 10 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Danubio; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Jonathan Dellarossa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/06/2035
Luka Andrade desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cerro fica com o seu homem, e o Montevideo City Torque volta a uma lista com um nome riscado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Derlis Martínez produziu-o, e o 8.63 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jonathan Dellarossa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/05/2035
Renzo Orihuela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Facundo Lemos, e o treinador deixou.
97 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Montevideo City Torque perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Montevideo City Torque falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Galo Volpe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Montevideo City Torque as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Montevideo City Torque pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jonathan Dellarossa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Renzo Orihuela estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Montevideo City Torque coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/07/2034
Alan Lombardi consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Alan Lombardi acabou de assinar pelo Montevideo City Torque e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel31/07/2034
Renzo Orihuela desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
O Montevideo City Torque perguntou e o Nacional disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Luka Andrade lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Montevideo City Torque já se começa a dizer o nome dele no passado.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Montevideo City Torque pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A proposta do Alto Peru por Axel Roldán foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jonathan Dellarossa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Montevideo City Torque, e não vai ser retirado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Benjamín Saavedra acabou de assinar pelo Montevideo City Torque e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Montevideo City Torque coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Boston River queria mais do que $41.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Renzo Orihuela estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Derlis Martínez e o Montevideo City Torque acertam mais 3 anos.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Montevideo City Torque já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Derlis Martínez está a viver essa versão no Montevideo City Torque, e costuma notar-se no primeiro mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Lugo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Montevideo City Torque as despedidas começaram em silêncio.
Jonathan Dellarossa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Montevideo City Torque foi ao Boston River com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$230.0K era o máximo que o clube pagaria, e o River Plate pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jesús Ceballos quer futebol continental; se o Montevideo City Torque o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Em resumo
PlantelGonzalo Escudero desentende-se com um colega por causa das exigências