A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Asante Kotoko perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asante Kotoko podem fingir não ter ouvido.
O Braga pagou $6.2M e o Asante Kotoko aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Joeri Heerkens foi-se, as contas têm $6.2M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hasaacas fica com o seu homem, e o Asante Kotoko volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel23/06/2036
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moutaz Neffati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Biola Sabitu mede-se pelo que não acontece
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kayserispor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Genclerbirligi à espera com uma camisola. No Kayserispor ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Eyupspor por Bariş Kalaycı foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Kayserispor e o Eyupspor acertaram em $350.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Gautier Ott esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$500.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Trabzonspor pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel23/06/2036
Palavras no treino do Kayserispor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Harun Genç está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco23/06/2036
Biola Sabitu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kayserispor dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Obi Chima e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/05/2036
Moutaz Neffati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Emprestados26/05/2036
10 balizas a zeros por empréstimo para Biola Sabitu
32 jogos no Kayserispor e os golos deixaram de entrar. O Asante Kotoko emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Emprestados26/05/2036
Os golos continuam a chegar do exílio de Rayan Lutin
3 golos em 29 jogos no Hearts of Oak — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Asante Kotoko alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kwadwo Wakaso treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Vahid Noorafkan está a viver essa versão no Kayserispor, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kayserispor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/05/2036
Palavras no treino do Kayserispor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kaan Akyazı está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco26/05/2036
Biola Sabitu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kayserispor dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Asante Kotoko ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Obi Chima e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/04/2036
Younes Taha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Emprestados28/04/2036
O empréstimo de Biola Sabitu mede-se pelo que não acontece
10 balizas a zeros em 32 jogos no Kayserispor. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco28/04/2036
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Yassine Khalifi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
15.º lugar com 30 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kayserispor, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kayserispor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/04/2036
Palavras no treino do Kayserispor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kaan Akyazı está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nota 7.36 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Kayserispor, o melhor em campo era deles.
O banco28/04/2036
Biola Sabitu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kayserispor dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Kayserispor pode pedir e sobe o salário que Emir Ortakaya pode exigir.
Ninguém quer jogar contra o Asante Kotoko neste momento
17 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
15 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Uma média de 7.69 na época, com 34 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ibrahim Buhari será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Obi Chima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moutaz Neffati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Asante Kotoko perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Obi Chima e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/03/2036
Moutaz Neffati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Obi Chima está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdul Asamoah, e o treinador deixou.
Emprestados31/03/2036
O empréstimo de Biola Sabitu mede-se pelo que não acontece
8 balizas a zeros em 29 jogos no Kayserispor. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
O banco31/03/2036
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Yassine Khalifi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kayserispor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel31/03/2036
Erick desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel31/03/2036
7 caras novas e o Kayserispor ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kayserispor, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco31/03/2036
Biola Sabitu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kayserispor dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Osman Kahraman tem a sua resposta do Kayserispor; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Kayserispor pode pedir e sobe o salário que Emir Ortakaya pode exigir.
0‑3 para o Trabzonspor, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
8 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kayserispor sabe dizer em que semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kayserispor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gautier Ott e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Biola Sabitu: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Terminou 3‑2, e a tarde foi de Hasan Ege Akdoğan: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Kayserispor.
Plantel24/12/2035
Palavras no treino do Kayserispor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emir Ortakaya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Eren Aydın acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Kayserispor substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kayserispor, e não vai ser retirado.
Gautier Ott e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/10/2035
Emir Ortakaya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Bodrum FK vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Mustafa Erdilman pré-acordou a mudança para o Kayserispor, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Em resumo
O bancoA vista do banco
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Kaan Akyazı
O bancoEmir Ortakaya tornou-se um homem de confiança do treinador
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.5M do que o Kayserispor pagou por Haluk Tan é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kayserispor podem fingir não ter ouvido.
Direção03/09/2035
Fecha o mercado: 26 entradas, 21 saídas no Kayserispor
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 26, saíram 21, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sarp Yavrucu agiu, no Kayserispor, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Kayserispor perguntou e o Eyupspor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kayserispor, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yunus Bahadir será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kayserispor as despedidas começaram em silêncio.
Gautier Ott e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emir Ortakaya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção20/08/2035
Continua sem nome por cima da porta no Kayserispor
Dia 9 da vaga. Candidatos foram avaliados, sondados e descartados em silêncio — e o registo do interino começa a ser um argumento por si só.
Não sobra ninguém para promover nem ninguém para dirigir um treino. A direção trouxe um nome que os adeptos não conhecem, e a pergunta de como um clube chega aqui vai durar mais do que quem lhe responder.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kayserispor, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rodrigo Venâncio será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kayserispor as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Rodrigo Venâncio acertou condições com o Amedspor para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Emir Ortakaya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Kayserispor perguntou e o Rizespor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kayserispor podem fingir não ter ouvido.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Kayserispor vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kayserispor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Genclerbirligi fica com o seu homem, e o Kayserispor volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel16/07/2035
Emir Ortakaya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bahri Can Tosun, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ivan Nekić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kayserispor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kayserispor, e não vai ser retirado.
O aperto de mão com o Besiktas está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Kayserispor fez a parte difícil com o Asante Kotoko, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Emir Ortakaya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hatayspor fica com o seu homem, e o Kayserispor volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Harun Genç estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Abia Warriors à espera com uma camisola. No Remo Stars ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Medeama por Baba Salifu Apiiga foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.29 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Remo Stars já se começa a dizer o nome dele no passado.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.29 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abraham Ademola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Remo Stars as despedidas começaram em silêncio.
Oscar Naasei e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/06/2035
Adama Goïta desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Asante Kotoko perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel28/05/2035
98 dias de fora para Shiloh 't Zand depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Asante Kotoko pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A enfermaria confirma 39 dias de paragem para Siyabonga Dladla, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
O banco28/05/2035
Jacques Ekomié tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jacques Ekomié assinar alguma coisa — um contrato no Asante Kotoko ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Biola Sabitu apontou a data.
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Asante Kotoko perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel14/05/2035
112 dias de fora para Shiloh 't Zand depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Asante Kotoko, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Asante Kotoko ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Obi Chima e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/05/2035
Salem Bouajila desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Emmanuel Addai lesiona os ligamentos do joelho — 106 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 106 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel07/05/2035
58 dias de fora para Obi Chima depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Asante Kotoko, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Asante Kotoko pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Asante Kotoko ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Obi Chima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Salem Bouajila estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
113 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Asante Kotoko perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
83 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A enfermaria confirma 67 dias de paragem para Siyabonga Dladla, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
O banco30/04/2035
Jacques Ekomié tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Siyabonga Dladla, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jacques Ekomié assinar alguma coisa — um contrato no Asante Kotoko ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 114 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 87, e o BA All Stars passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
19 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Obi Chima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Asante Kotoko falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Rosenborg tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Timi Ogunniyi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.28 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Jogo24/02/2035
Ninguém quer jogar contra o Asante Kotoko neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Obi Chima e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Asante Kotoko falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Emmanuel Addai regressa a Asante Kotoko com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Uma média de 7.24 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Nana Bukari lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Asante Kotoko à espera com uma camisola. No Hearts of Oak ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Minuto 86, meio estádio já a caminho da saída, e Ernest Boateng decidiu que ninguém ia a lado nenhum. O New Edubiase United não teve tempo para responder.
A proposta do Aduana Stars por Ntando Tshwana foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Berekum Chelsea à espera com uma camisola. No Asante Kotoko ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta seguiu esta semana para o Gamba Osaka, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asante Kotoko podem fingir não ter ouvido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ntando Tshwana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gladson Mensah e o Hearts of Oak acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrew Boakye estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Hearts of Oak dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrew Boakye, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ntando Tshwana treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA história de Biola Sabitu recusa-se a morrer
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hearts of Oak falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.89 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hearts of Oak, e não vai ser retirado.
O Bechem United levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel06/11/2034
Palavras no treino do Hearts of Oak sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ntando Tshwana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Edmund Paintsil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
36 dias de fora para Val Adedokun depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hearts of Oak vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hearts of Oak, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ernest Boateng será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hearts of Oak as despedidas começaram em silêncio.
Temitope Adaralegbe e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Asante Kotoko levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco30/10/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Nana Nuhu a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel30/10/2034
Andrew Boakye desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hearts of Oak falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A primeira derrota em 14 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Liberty Professionals; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ntando Tshwana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Biola Sabitu, e o treinador deixou.