Rashid Sumaila lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Khuliso Mudau e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/04/2030
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrick Asiedu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Khuliso Mudau está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
53 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Asante Kotoko perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Khuliso Mudau esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/04/2030
Ani Ozoemena desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gilbani Samba está nela.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Asante Kotoko foi explícito quanto à situação de Bernard Somuah, o que é mais do que muitos recebem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Darlintin Ovunda apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asante Kotoko, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
DireçãoA formação do Asante Kotoko continua a produzir
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Asante Kotoko perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.73 na época, com 25 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 66 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.98 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Afriyie Acquah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
68 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Asante Kotoko perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Prince Owusu produziu-o, e o 9.33 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.46 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Khuliso Mudau e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um 3‑1 sobre o Liberty Professionals, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel18/03/2030
Patrick Asiedu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Rashid Sumaila lesiona os ligamentos do joelho — 76 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 76 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Leeroy Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/03/2030
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Mohamed Camara.
Notas dos jogadoresPrince Owusu tinha sempre o passe
188Edição
O Diário de Asante Kotoko
04/03/2030
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel04/03/2030
Rashid Sumaila lesiona os ligamentos do joelho — 84 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Asante Kotoko a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Rashid Sumaila lesiona os ligamentos do joelho — 92 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 92 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
100 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Asante Kotoko perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Uma média de 7.42 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
7 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Jogo16/02/2030
Ninguém quer jogar contra o Asante Kotoko neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadores18/02/2030
Prince Owusu jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.36. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Kwame Opoku no seu melhor
185Edição
O Diário de Asante Kotoko
11/02/2030
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Plantel11/02/2030
Rashid Sumaila lesiona os ligamentos do joelho — 108 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 108 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.36 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Asante Kotoko pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo09/02/2030
Ninguém quer jogar contra o Asante Kotoko neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Leeroy Owusu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/02/2030
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O relógio fez o que o Ashanti Gold não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Rashid Sumaila lesiona os ligamentos do joelho — 116 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 116 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
21 golos e uma média de 7.66 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asante Kotoko podem fingir não ter ouvido.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Dribles concretizados: 25. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Direção04/02/2030
Fecha o mercado: 1 entradas, 6 saídas no Asante Kotoko
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Notas dos jogadoresKwame Opoku em notas de excelência
183Edição
O Diário de Asante Kotoko
28/01/2030
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel28/01/2030
Rashid Sumaila lesiona os ligamentos do joelho — 124 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 124 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Enyimba tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Uma média de 7.63 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Asante Kotoko já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asante Kotoko podem fingir não ter ouvido.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
133 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Asante Kotoko perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Rivers United à espera com uma camisola. No Asante Kotoko ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Posição 3, 44 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A proposta do Hearts of Oak por Henry Ansu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Leeroy Owusu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/01/2030
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
140 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Asante Kotoko perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.60 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Asante Kotoko, e não vai ser retirado.
Khuliso Mudau esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kwame Opoku. 3‑2 sobre o Heart of Lions, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresSonny Perkins jogou uma tarde diferente da de toda a gente
147 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Asante Kotoko perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2-5, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Asante Kotoko beneficiou disso.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.89 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Asante Kotoko, e não vai ser retirado.
155 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Asante Kotoko perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O New Edubiase United vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Asante Kotoko foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Uma média de 7.55 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/12/2029
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Leeroy Owusu lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 3, 35 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
16 golos e uma média de 7.49 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/12/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrick Asiedu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 91. O Inter Allies tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
134 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Asante Kotoko perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Jonathan Inusah, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kwame Opoku está nela.
142 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Asante Kotoko perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Uma média de 7.40 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Leeroy Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/12/2029
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O golo que pôs o Ashanti Gold na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Asante Kotoko empatou, 2 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Asante Kotoko ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Khuliso Mudau e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Patrick Asiedu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção03/12/2029
A direção do Asante Kotoko arranja $2.1M para o treinador
Dinheiro, não palavras, e é a única resposta que um treinador quer alguma vez ouvir. Gastar bem $2.1M passa a ser inteiramente problema dele.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco03/12/2029
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jonathan Inusah não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Asante Kotoko também ninguém o escondia.
Em resumo
O bancoGilbani Samba tornou-se um homem de confiança do treinador
Posição 3, 27 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Leeroy Owusu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Leeroy Owusu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/11/2029
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Camara, e o treinador deixou.
0‑1 para o Wa All Stars, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco19/11/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Jonathan Inusah saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco19/11/2029
Kwame Opoku tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sonny Perkins treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Notas dos jogadoresKwame Opoku podia ter feito três
12 golos e uma média de 7.38 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel12/11/2029
Patrick Asiedu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asante Kotoko, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoElvis Baffour tornou-se um homem de confiança do treinador
Notas dos jogadoresPrince Owusu tinha sempre o passe
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/11/2029
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
11 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Peter Amidu Acquah tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Kwame Opoku sai dessa comparação dentro da equipa, e o Asante Kotoko beneficiou de cada uma dessas tardes.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoGilbani Samba tornou-se um homem de confiança do treinador
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Afriyie Acquah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Khuliso Mudau esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A primeira derrota em 6 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o WAFA; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Plantel22/10/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrick Asiedu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco22/10/2029
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jonathan Inusah não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Asante Kotoko também ninguém o escondia.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Asante Kotoko vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Asante Kotoko e o Hearts of Oak, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adams Abdul Jabal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 110. O BA All Stars vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Harrison Schlupp produziu-o, e o 9.03 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel08/10/2029
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém quer jogar contra o Asante Kotoko neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrick Asiedu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Jonathan Inusah podia dar-se ao luxo de ser generoso.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Charles Ouma está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Em resumo
AntevisãoO Asante Kotoko mede-se com a equipa que todos perseguem
O bancoGilbani Samba tornou-se um homem de confiança do treinador
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um 3‑1 sobre o Berekum Chelsea, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Peter Amidu Acquah tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Leeroy Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/09/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Avaliado com 8.11. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Asante Kotoko.
Plantel17/09/2029
No Asante Kotoko ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco17/09/2029
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Jonathan Inusah foi breve depois da vitória por 3‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Asante Kotoko vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Khuliso Mudau e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/09/2029
Bashiru Usman consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Bashiru Usman acabou de assinar pelo Asante Kotoko e, por uma vez, a resposta importava.
O relógio fez o que o Hearts of Oak não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Inter Allies marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Dribles concretizados: 29. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Direção03/09/2029
O Asante Kotoko fecha o mercado com um plantel feito por si
14 entradas e 14 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Asante Kotoko ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.
Leeroy Owusu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção03/09/2029
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Asante Kotoko
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Plantel03/09/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lord Hilary Adabo e o Asante Kotoko acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kwame Opoku está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O aperto de mão com o Hearts of Oak está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lord Amoah e o Asante Kotoko acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco20/08/2029
Yahaya Baba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O Asante Kotoko fez saber ao mercado que Nasiru Lawan está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Verba acordada, salário acordado, e o Heart of Lions à espera com uma camisola. No Asante Kotoko ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Enyimba por Patrick Asiedu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Asante Kotoko vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco13/08/2029
Elvis Baffour tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Moses Odjer apontou a data.
A proposta do Enyimba por Andrews Ntim foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Emmanuel Antwi e o Asante Kotoko acertam mais 4 anos.
O Asante Kotoko foi ao Hearts of Oak com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Camara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Camara, e o treinador deixou.
O banco06/08/2029
Gilbani Samba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 36 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Em resumo
MercadoO Asante Kotoko faz compras onde não custa nada
A proposta do Heart of Lions por Moses Odjer foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel30/07/2029
Uma lesão muscular afasta Leeroy Owusu durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Asante Kotoko vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Khuliso Mudau esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Patrick Asiedu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Asante Kotoko perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asante Kotoko podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Afriyie Acquah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A forma vai e vem; esta não foi. Toumani Diakité tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel23/07/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Asante Kotoko perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Asante Kotoko perguntou e o Bechem United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Jayson Nettey agiu, no Asante Kotoko, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel16/07/2029
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emmanuel Essien, e o treinador deixou.
O banco16/07/2029
Elvis Baffour tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
MercadoO Asante Kotoko faz compras onde não custa nada
O Asante Kotoko e o Hearts of Oak acertaram em $190.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/07/2029
Patrick Asiedu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Asante Kotoko vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Moses Odjer apontou a data.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Asante Kotoko aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Morifing Donzo foi-se, as contas têm $510.0K a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Afriyie Acquah e o Asante Kotoko acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Hearts of Oak pagou $510.0K e o Asante Kotoko aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Camara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
O banco02/07/2029
Kwame Opoku tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Asante Kotoko perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Posição 3, 68 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lord Hilary Adabo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Asante Kotoko fez a parte difícil com o Hearts of Oak, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Leeroy Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/06/2029
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente deixou de fingir: o Hearts of Oak vai fazer a chamada por Morifing Donzo esta semana. O Asante Kotoko tem um número em mente, e o número não é tímido.
Disseram uma coisa a Adams Abdul Jabal e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Victor Ntokon lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Hasaacas à espera com uma camisola. No Asante Kotoko ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Khuliso Mudau e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel18/06/2029
Patrick Asiedu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Victor Ntokon lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta seguiu esta semana para o Hearts of Oak, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Leeroy Owusu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Toda a gente deixou de fingir: o Hasaacas vai fazer a chamada por Moses Odjer esta semana. O Asante Kotoko tem um número em mente, e o número não é tímido.
Em resumo
O bancoGilbani Samba tornou-se um homem de confiança do treinador
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ani Ozoemena e o Asante Kotoko acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/06/2029
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kwame Opoku está nela.
O mercado está aberto, e com ele o único mês do ano em que as esperanças de um adepto só são limitadas pela aritmética. A direção conhece a aritmética; os adeptos conhecem as esperanças.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Asante Kotoko. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Kwame Opoku
Posição 3, 68 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lord Hilary Adabo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Khuliso Mudau e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/05/2029
Patrick Asiedu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Leeroy Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoMorifing Donzo tornou-se um homem de confiança do treinador
Leeroy Owusu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/05/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gilbani Samba está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Prince Owusu apontou a data.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Asante Kotoko não tem uma boa resposta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Khuliso Mudau e o Asante Kotoko acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/05/2029
Patrick Asiedu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco07/05/2029
Kwame Opoku tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O treinador reorganizou as ideias e Darlintin Ovunda saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Hubert Gyau tem a sua resposta do Asante Kotoko; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asante Kotoko, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lord Hilary Adabo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/04/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lord Hilary Adabo, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Camara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Camara, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Prince Owusu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Morifing Donzo está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Khuliso Mudau esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Owusu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asante Kotoko, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco16/04/2029
Gilbani Samba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Darlintin Ovunda e o Asante Kotoko acertam mais 2 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Camara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Darlintin Ovunda, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kwame Opoku está nela.
3‑4 frente ao Ashanti Gold, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.92 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Asante Kotoko e do Ashanti Gold por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
27 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Leeroy Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/03/2029
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Asante Kotoko fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Uma média de 7.99 na época, com 33 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Khuliso Mudau esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o Asante Kotoko não tinha no outono.
Plantel19/03/2029
Mohamed Camara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Morifing Donzo. 2‑1 sobre o Liberty Professionals, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Jogo17/03/2029
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Asante Kotoko. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Leeroy Owusu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/03/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um ponto arrancado aos 90 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Morifing Donzo, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
22 golos e uma média de 7.66 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.86 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lord Hilary Adabo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
7.71, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Asante Kotoko a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Asante Kotoko
Uma média de 8.03 na época, com 32 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Com 2 golos de desvantagem isto era uma formalidade, e a formalidade durou até deixar de ser. O Asante Kotoko encontrou algo que a primeira parte não tinha anunciado, e o Aduana Stars não soube segurar o que tinha.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kwame Opoku produziu-o, e o 9.93 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Sonny Perkins produziu-o, e o 9.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo24/02/2029
Ninguém quer jogar contra o Asante Kotoko neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kwame Opoku. 4‑3 sobre o Aduana Stars, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel26/02/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Camara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Moses Odjer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Asante Kotoko ficou sem tempo com o Ashanti Gold. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Leeroy Owusu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alvos de mercado12/02/2029
O mercado fecha em cima do negócio de Sunday Megwo
O Asante Kotoko ficou sem tempo com o Medeama. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Plantel12/02/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Afriyie Acquah. 2‑0 sobre o Medeama, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Rangers International tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
20 golos e uma média de 7.63 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A proposta do Hasaacas por Moses Odjer foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Direção05/02/2029
O prazo passa com 5 contratações e 10 saídas
Está feito o negócio no Asante Kotoko até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A proposta seguiu esta semana para o Medeama, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
29 golos e uma média de 8.01 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Asante Kotoko e o Ashanti Gold acertaram em $410.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Leeroy Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Moses Odjer, e desta vez do outro lado está o Hasaacas. No Asante Kotoko ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel29/01/2029
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Asante Kotoko perguntou e o Ashanti Gold disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma média de 7.60 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O Asante Kotoko perguntou e o Medeama disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Leeroy Owusu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/01/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Segue-se o Hearts of Oak, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Al Gaish tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Asante Kotoko perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Plateau United por Gilbani Samba foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asante Kotoko podem fingir não ter ouvido.
Plantel15/01/2029
Uma transferência que Victor Okoro teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Victor Okoro está a viver essa versão no Asante Kotoko, e costuma notar-se no primeiro mês.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Andrews Ntim
28 golos e uma média de 7.99 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo06/01/2029
O Asante Kotoko torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Vitória por 3‑1 sobre o Aduana Stars, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O Berekum Chelsea vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Asante Kotoko foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 98. O Aduana Stars vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Harrison Schlupp não precisou: 7.74, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Em resumo
Notas dos jogadoresKhuliso Mudau, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.93
Já são 22 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
26 golos e uma média de 7.94 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Asante Kotoko beneficiou disso.
Afriyie Acquah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
4 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.
Plantel01/01/2029
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A série sem derrotas chega aos 21 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Jogo23/12/2028
O Asante Kotoko torna a sua casa um sítio difícil de visitar
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Leeroy Owusu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/12/2028
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A série sem derrotas chega aos 20 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Inusah Adam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Leeroy Owusu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Posição 2, 35 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.49 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/12/2028
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Afriyie Acquah tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Liberty Professionals deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A série sem derrotas chega aos 17 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Asante Kotoko falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Uma média de 7.78 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.02 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Notas dos jogadores20/11/2028
Um golo de defesa dá a vitória ao Asante Kotoko — 7.93
1 para Patrick Asiedu, avaliado com 7.93, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Inusah Adam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Afriyie Acquah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Asante Kotoko
Notas dos jogadoresKwame Opoku jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Já são 15 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
8 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Dribles concretizados: 14. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco13/11/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jonathan Inusah não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Asante Kotoko também ninguém o escondia.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 14 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O BA All Stars vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Asante Kotoko foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
18 golos e uma média de 7.80 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Dribles concretizados: 30. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Jogo04/11/2028
O Asante Kotoko torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Leeroy Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresKwame Opoku em notas de excelência
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Morifing Donzo no seu melhor
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 70 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Uma média de 7.75 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
7 jogos sem perder, e depois o Medeama. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.
Plantel30/10/2028
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Camara, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Asante Kotoko falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Uma média de 7.67 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.04 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jogo21/10/2028
O Asante Kotoko torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Leeroy Owusu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 85 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.02 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Asante Kotoko pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 93 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Heart of Lions está fora e o Asante Kotoko segue em frente, com um 3‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 10.00, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores09/10/2028
Harrison Schlupp, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.03
Um 8.03 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jogo07/10/2028
Ninguém quer jogar contra o Asante Kotoko neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 7.47 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Khuliso Mudau e o Asante Kotoko acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jogo30/09/2028
O Asante Kotoko torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Leeroy Owusu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel25/09/2028
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Emmanuel Antwi. 3‑1 sobre o Berekum Chelsea, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 117 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O New Edubiase United vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Asante Kotoko foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kwame Opoku produziu-o, e o 9.53 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lord Hilary Adabo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$93.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Hasaacas pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresSonny Perkins jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Asante Kotoko falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Liberty Professionals queria mais do que $2.3M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Toumani Diakité acabou de assinar pelo Asante Kotoko e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel11/09/2028
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Inter Allies; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Asante Kotoko já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Abraham Nuhu era uma das razões por que as pessoas vinham, e $390.0K não substitui isso sozinho.
$2.0M em cima da mesa do Liberty Professionals. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Direção04/09/2028
Fecha o mercado: 12 entradas, 6 saídas no Asante Kotoko
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 12, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Asante Kotoko ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O Asante Kotoko mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Jonathan Inusah, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Asante Kotoko já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abraham Nuhu, e o treinador deixou.
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Leeroy Owusu não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Asante Kotoko já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Leeroy Owusu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 36 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Hearts of Oak aceitou o dinheiro. O que o Asante Kotoko ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Khuliso Mudau esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel14/08/2028
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Camara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Moses Odjer, e o treinador deixou.
O Asante Kotoko fez saber ao mercado que Moses Odjer está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Em resumo
O bancoPhilip Amoh tornou-se um homem de confiança do treinador
O negócio com o New Edubiase United está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
O Asante Kotoko foi ao Ashanti Gold com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Leeroy Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Moses Odjer e o Asante Kotoko acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel07/08/2028
Andrews Ntim melhorou aos 28, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Tem 18 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel31/07/2028
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abraham Nuhu, e o treinador deixou.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Asante Kotoko vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Moses Odjer apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ani Ozoemena treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Asante Kotoko perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Victor Ntokon agiu, no Asante Kotoko, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Camara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Victor Ntokon e o Asante Kotoko acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lord Hilary Adabo, e o treinador deixou.
O banco24/07/2028
Bernard Somuah tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Asante Kotoko já se começa a dizer o nome dele no passado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel17/07/2028
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lord Amoah e o Asante Kotoko acertam mais 3 anos.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Asante Kotoko foi explícito quanto à situação de Morifing Donzo, o que é mais do que muitos recebem.
Toda a gente deixou de fingir: o Ashanti Gold vai fazer a chamada por Ani Ozoemena esta semana. O Asante Kotoko tem um número em mente, e o número não é tímido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Philip Amoh está nela.
O Asante Kotoko perguntou e o Medeama disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Leeroy Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Stade Malien se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lord Amoah, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Johnson Owusu está nela.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Rangers International tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Asante Kotoko beneficiou disso.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O WAFA fica com o seu homem, e o Asante Kotoko volta a uma lista com um nome riscado.
Khuliso Mudau e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Sonny Perkins do Medeama por $2.0M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Camara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A proposta do Enyimba por Leeroy Owusu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O aperto de mão com o Medeama está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Asante Kotoko perguntou e o Liberty Professionals disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Afriyie Acquah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/06/2028
Khuliso Mudau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bernard Somuah está nela.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Asante Kotoko perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Asante Kotoko pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Leeroy Owusu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/06/2028
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asante Kotoko, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
PlantelKwame Opoku é a conversa do centro de treinos
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Leeroy Owusu não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Khuliso Mudau e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco12/06/2028
Johnson Owusu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase. O Asante Kotoko gostava de o receber inteiro e sabe que não vai ser consultado.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Asante Kotoko. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Em resumo
PlantelMohamed Camara treina como quem tem algo a provar
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Asante Kotoko a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Inusah Adam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khuliso Mudau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Rapid Wien para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco05/06/2028
Philip Amoh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Asante Kotoko dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um mês em que todos os rumores são possíveis e a maioria é disparate. O treinador tem uma lista, a direção tem um número, e nenhum conta ao outro a história toda.
Leeroy Owusu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/05/2028
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Saaka Dauda treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bernard Somuah está nela.
Khuliso Mudau esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Camara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asante Kotoko, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Christian Appiah está nela.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Asante Kotoko pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Leeroy Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/05/2028
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Khuliso Mudau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Johnson Owusu está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Asante Kotoko. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.