Já são 17 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bodo/Glimt perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ola Brynhildsen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bodo/Glimt as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Bodo/Glimt ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Uma média de 7.53 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Jens Hjertø-Dahl e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém quer jogar contra o Bodo/Glimt neste momento
13 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Edvin Austbø produziu-o, e o 9.88 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Bodo/Glimt ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O Tromso vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Bodo/Glimt foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bodo/Glimt, e não vai ser retirado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tobias Børkeeiet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bodo/Glimt as despedidas começaram em silêncio.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel15/04/2030
Uma transferência que Ibrahim Adel teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Ibrahim Adel está a viver essa versão no Bodo/Glimt, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Samukele Kabini não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bodo/Glimt perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Bodo/Glimt ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Emmanuel Agyemang agiu, no Bodo/Glimt, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Ola Brynhildsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/03/2030
12 caras novas e o Bodo/Glimt ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Victor Torp está nela.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Bodo/Glimt vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rapid Wien falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Sturm Graz à espera com uma camisola. No Rapid Wien ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo11/08/2029
Damir Redžić ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 91. Damir Redžić encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o SV Ried passou do ponto ao nada num só movimento.
Christopher Martins Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/08/2029
Uroš Ilić consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Uroš Ilić acabou de assinar pelo Rapid Wien e, por uma vez, a resposta importava.
A raiva no Rapid Wien transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jogo25/06/2029
Para o Rapid Wien, cada ponto é agora uma discussão
Posição 8 e 18 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rapid Wien podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rapid Wien ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Wolfsberger AC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Admira Wacker vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Furkan Ulutaş pré-acordou a mudança para o Rapid Wien, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O Rapid Wien perguntou e o NK Maribor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Rapid Wien sabem-no, e também todos os que o veem.
Em resumo
PlantelEmmanuel Agyemang desentende-se com um colega por causa das exigências
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Rapid Wien perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rapid Wien podem fingir não ter ouvido.
Furkan Demir esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Damir Redžić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
10 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Rapid Wien ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/04/2029
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damir Redžić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Rapid Wien ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ryley Towler treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Rapid Wien admitiria. Nota-se aos sábados.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rapid Wien, e não vai ser retirado.
Martin Hinteregger e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marco Sulzner, e o treinador deixou.
Plantel19/02/2029
Palavras no treino do Rapid Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emmanuel Agyemang está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel19/02/2029
No Rapid Wien ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrija Radulović treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Niklas Hedl assinar alguma coisa — um contrato no Rapid Wien ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Rapid Wien ficou sem tempo com o Wolfsberger AC. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Plantel12/02/2029
Damir Redžić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Martin Hinteregger e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Rapid Wien ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Rapid Wien joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rapid Wien, mais uma semana sem a assinatura de Ryley Towler.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Samuele di Benedetto treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Verba acordada, salário acordado, e o Mattersburg à espera com uma camisola. No Rapid Wien ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Aduana Stars por Emmanuel Agyemang foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rapid Wien, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rob Hunt será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rapid Wien as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Rapid Wien fez a parte difícil com o Paris Saint-Germain, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Rapid Wien está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rapid Wien, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rapid Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Samuele di Benedetto tem a sua resposta do Rapid Wien; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emmanuel Agyemang estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Disseram uma coisa a Jannes Horn e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rapid Wien podem fingir não ter ouvido.
A versão oficial será que foi de rotina. Não foi, o momento diz isso, e toda a gente naquela sala sabe quanto custa o próximo mau resultado.
Jogo02/12/2028
Não se vê o fim da espera do Rapid Wien por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rapid Wien tem de arrancar um resultado de algum lado.
1‑3 frente ao SV Ried, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
6 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Jogo25/11/2028
Não se vê o fim da espera do Rapid Wien por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rapid Wien tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Vesel Demaku marcou, foi avaliado com 7.65 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
1‑2 para o Admira Wacker, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel27/11/2028
Nicolas Bajlicz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perder por 0‑1 é uma coisa; perder com o Austria Wien num dérbi é uma ferida que leva meses a sarar.
Jogo30/09/2028
Não se vê o fim da espera do Rapid Wien por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rapid Wien tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ercan Kara e o Rapid Wien acertam mais 2 anos.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Amīn-Elias Gröller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolas Bajlicz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Metade do calendário jogado, 7.º lugar, 8 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.