Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abubakr Barry será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Red Bull Salzburg as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Red Bull Salzburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Red Bull Salzburg lida com um homem que quer outro país.
O banco16/04/2029
Ryan Sessegnon tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Red Bull Salzburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andre Dozzell, e o treinador deixou.
3 golos em 10 jogos no Willem II — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Red Bull Salzburg alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Red Bull Salzburg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O negócio que levaria Christian Früchtl para o SV Ried caiu na fase final e ele reapresenta-se no Red Bull Salzburg com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Keane Lewis-Potter esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Red Bull Salzburg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Red Bull Salzburg vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Wolfsberger AC pode já não estar a vender.
Toda a gente deixou de fingir: o Mattersburg vai fazer a chamada por Abubakr Barry esta semana. O Red Bull Salzburg tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Red Bull Salzburg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Red Bull Salzburg já se começa a dizer o nome dele no passado.
O relógio fez o que o Feyenoord não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
A proposta do Nomme Kalju por Arjan Malić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
1 entradas e 6 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Red Bull Salzburg, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Red Bull Salzburg a ouviu como outra coisa.
O Red Bull Salzburg ofereceu $700.0K; o Sturm Graz disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Dominik Schmid e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Disseram uma coisa a Lorenzo Montipò e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Verba acordada, salário acordado, e o Altach à espera com uma camisola. No Red Bull Salzburg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Wolfsberger AC queria mais do que $8.5M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Sturm Graz fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $9.2M — um clube que quer Albion Rrahmani ao ponto de perguntar duas vezes.
Keane Lewis-Potter esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5‑1 frente ao Rapid Wien, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
Uma média de 7.60 na época, com 26 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Red Bull Salzburg já começaram a contá-la.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Lorenzo Montipò esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Red Bull Salzburg sabem-no.
A série sem derrotas chega aos 17 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arjan Malić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Red Bull Salzburg as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.37 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Lorenzo Montipò e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Red Bull Salzburg a ouviu como outra coisa.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Red Bull Salzburg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Keane Lewis-Potter produziu-o, e o 8.50 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Zaragoza tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Keane Lewis-Potter esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Red Bull Salzburg já se começa a dizer o nome dele no passado.
Keane Lewis-Potter e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
37 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Verba acordada, salário acordado, e o Djoliba à espera com uma camisola. No Red Bull Salzburg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kévin Boma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Red Bull Salzburg as despedidas começaram em silêncio.
Aos 27 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Christian Früchtl e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Keven Schlotterbeck estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Joe Ward lesiona os ligamentos do joelho — 103 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 103 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Lee Tae-Suk não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O Austria Wien perguntou e o Leicester City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Red Bull Salzburg paga $1.7M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Austria Wien fez a parte difícil com o Famalicao, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Noah Botic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Austria Wien sobre quem trabalha
PlantelNo Austria Wien ainda são estranhos uns para os outros
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Austria Wien fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Verba acordada, salário acordado, e o Grodig à espera com uma camisola. No Red Bull Salzburg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Red Bull Salzburg e o Wolfsberger AC acertaram em $2.8M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Red Bull Salzburg vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A verba é $1.7M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Austria Wien negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
$1.6M era o máximo que o clube pagaria, e o Sturm Graz pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
118 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Austria Wien perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Red Bull Salzburg por Edmund Baidoo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Austria Wien podem fingir não ter ouvido.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $90.0K — um clube que quer Lukas Wedl ao ponto de perguntar duas vezes.
O Austria Wien foi ao Sturm Graz com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Austria Wien lida com um homem que quer outro país.
A proposta seguiu esta semana para o Altach, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Sturm Graz vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Aleksandar Busnić pré-acordou a mudança para o Austria Wien, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Tim Drexler fica onde está
3.º lugar e 34 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
Plantel24/04/2028
Óscar De Marcos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel24/04/2028
No Austria Wien ainda são estranhos uns para os outros
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Austria Wien dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Austria Wien vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Nikola Moro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/03/2028
Palavras no treino do Austria Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Óscar De Marcos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Austria Wien lida com um homem que quer outro país.
Plantel27/03/2028
Demasiada mudança demasiado depressa no Austria Wien
12 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Reinhold Ranftl apontou a data.
Óscar De Marcos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Austria Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ruggero Frosinini e o Austria Wien acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emmanuel Agyemang, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Austria Wien, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nikola Maraš. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Brekalo e o Austria Wien acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Aleksandar Dragović está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Austin Harrison e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Óscar De Marcos está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Edmund Baidoo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Verba acordada, salário acordado, e o Red Bull Salzburg à espera com uma camisola. No Austria Wien ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Austria Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Red Bull Salzburg paga $370.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
O Austria Wien perguntou e o Birmingham disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Austria Wien ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Uma sondagem ao Dinamo Zagreb para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Austria Wien já telefonou ao Sturm Graz. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Emmanuel Agyemang tem a sua resposta do Austria Wien; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
O bancoNikola Maraš tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Austria Wien, e não vai ser retirado.
O SV Ried pagou $1.0M e o Austria Wien aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Austria Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao Qarabag para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O banco17/01/2028
Manfred Fischer tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Austria Wien dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Austria Wien disse a Emmanuel Agyemang que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Segue-se o Rapid Wien, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
O banco13/12/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Dejan Schlager saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco13/12/2027
Óscar De Marcos tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Austria Wien dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Samuel Chukwudi, e o treinador deixou.
Ninguém no Austria Wien sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Johannes Eggestein. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Samuel Sahin-Radlinger: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Austria Wien a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
2 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Vitória por 0‑0 sobre o SV Ried, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Posição 3, 30 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Óscar De Marcos e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksandar Dragović, e o treinador deixou.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.97 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Austria Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Austria Wien ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Uma exibição de 8.12 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco22/11/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Dejan Schlager, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Ninguém no Austria Wien dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Óscar De Marcos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Austria Wien foi explícito quanto à situação de Martin Ádám, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Gabriel Vidović ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Johannes Eggestein. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Austria Wien, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonas Auer, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Óscar De Marcos está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Johannes Eggestein assinar alguma coisa — um contrato no Austria Wien ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Emmanuel Agyemang: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Austria Wien a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Austria Wien ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
4.º lugar com 15 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Austria Wien vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ibrahim Buhari apontou a data.
0‑0 frente ao AGF, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Óscar De Marcos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Austria Wien sabem-no.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Austria Wien, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Austria Wien fez a parte difícil com o Rapid Wien, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Direção06/09/2027
O prazo passa com 13 contratações e 11 saídas
Está feito o negócio no Austria Wien até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O Austria Wien perguntou e o Red Bull Salzburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Austria Wien coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Austria Wien que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Edmund Baidoo não precisou: 8.16, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Óscar De Marcos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma sondagem ao TSG Hoffenheim para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Austria Wien ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Óscar De Marcos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lee Tae-Suk e o Austria Wien acertam mais 4 anos.
Direção26/07/2027
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Austria Wien
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Marco Dragovic está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Guido Weimann está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Plantel26/07/2027
Philipp Wiesinger desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção26/07/2027
O estádio vai crescer
Os planos estão aprovados para uma lotação de 18313. Decisões destas julgam-se vinte anos depois, por gente que não estava na sala.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Austria Wien já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Heidenheim fica com o seu homem, e o Austria Wien volta a uma lista com um nome riscado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Austria Wien lida com um homem que quer outro país.
O banco19/07/2027
Manfred Fischer tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Austria Wien dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Austria Wien sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A mensagem era tanto para as bancadas como para o balneário: Aleksandar Dragović joga, e a discussão fica encerrada até o treinador decidir o contrário.
A forma vai e vem; esta não foi. Marco Lindner tem 16 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel05/07/2027
Óscar De Marcos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Austria Wien lida com um homem que quer outro país.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Emmanuel Agyemang está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Uma sondagem ao Debrecen para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
10 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Mais um nome na lista: o Vasas fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Martin Ádám. A resposta do Austria Wien não mudou — para já.
Plantel21/06/2027
Palavras no treino do Austria Wien sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Óscar De Marcos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
O banco21/06/2027
Manfred Fischer tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Austria Wien dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matteo Schablas, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Austria Wien sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Manfred Fischer tem de reconquistar o que julgava seu. O Austria Wien não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Uma época a olhar para o jogador de outro: Justin Omoregie chega do Red Bull Salzburg com algo a provar e um bilhete de volta na gaveta. Os bons empréstimos enriquecem toda a gente; este começa no sábado.
Johannes Eggestein e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/05/2027
Óscar De Marcos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco31/05/2027
Óscar De Marcos tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Austria Wien dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O empréstimo devia dar-lhe jogos. 3 partidas e 0 golos depois, está de volta ao Austria Wien sem ter avançado, e todos os envolvidos vão explicar por que não foi obra sua.