“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do BKMA, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Argishti Petrosyan e o BKMA acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BKMA coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Disseram uma coisa a Arseny Gerdt e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Plantel09/07/2029
Hayk Haroyan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no BKMA, mais uma semana sem a assinatura de Akim Belokhonov.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Robert Spertsyan, e o treinador deixou.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o BKMA pode pedir e sobe o salário que Akim Belokhonov pode exigir.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O BKMA perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No BKMA ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Argishti Petrosyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no BKMA sabem-no.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sarp Yavrucu, e o treinador deixou.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
O aperto de mão com o Van está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 7, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mikel Kaloshi e o BKMA acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Anton Nedilko agiu, no BKMA, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Argishti Petrosyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Alvos de mercadoO Van avisa o BKMA: Allef não está à venda
PlantelPalavras no treino do BKMA sobre quem trabalha
O bancoA saída do treinador deixa Artem Babchuk exposto
Artem Babchuk consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Artem Babchuk acabou de assinar pelo BKMA e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No BKMA ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O BKMA fez a parte difícil com o Van, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Argishti Petrosyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ararat perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ararat, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marin Jakoliš está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco17/04/2028
Meio satisfeito: o treinador sobre o empate
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Ararat foi explícito quanto à situação de Artem Babchuk, o que é mais do que muitos recebem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel14/02/2028
Artur Grigoryan lesiona os ligamentos do joelho — 90 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
12 pontos e um calendário a esgotar-se. As contas ainda não são cruéis, mas já não são simpáticas.
Plantel14/02/2028
73 dias de fora para Umut Dilek depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ararat vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jordy Monroy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hovhannes Harutyunyan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Observei este plantel. Há nele mais do que a tabela diz.” Primeira conferência de imprensa, primeira promessa — o treinador fez a que todos os treinadores novos fazem, e agora vem a parte em que ela é verificada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ararat falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/01/2028
Uma transferência que Péter Molnár teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Péter Molnár está a viver essa versão no Ararat, e costuma notar-se no primeiro mês.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Umut Dilek e o Ararat acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.