“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ararat, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ararat ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mikayel Mirzoyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Gugenheim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Ararat ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção06/09/2027
O Ararat fecha o mercado com um plantel feito por si
17 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
15 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Gugenheim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Dillon Hoogewerf está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Albert Khachumyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/08/2027
Carlos Gugenheim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Ararat já telefonou ao NK Maribor. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ararat, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ararat sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Ninguém no Ararat dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aleksandr Aleksanyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ararat as despedidas começaram em silêncio.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Caracas ninguém diz, e no Ararat ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Gugenheim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Apollon fica com o seu homem, e o Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
Mikayel Mirzoyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Ararat já telefonou ao Crvena Zvezda. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nikita Lobusov está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Valentín Luciani treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/08/2027
Carlos Gugenheim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Ararat vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ararat, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco16/08/2027
Lamine Fofana tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ararat dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Albert Khachumyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pyunik fica com o seu homem, e o Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel09/08/2027
Carlos Gugenheim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Caracas para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Ararat sabe em que fase está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Seryozha Urushanyan tem a sua resposta do Ararat; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco09/08/2027
Din Sula tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ararat dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
$880.0K põem os clubes de acordo sobre Jordy Monroy
O Noah aceitou o dinheiro. O que o Ararat ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
As bancadas02/08/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Adama Méïté por $500.0K
Vai para o Alashkert, o clube tem $500.0K que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O Ararat ofereceu $620.0K; o Noah disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A proposta seguiu esta semana para o Ararat-Armenia, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Albert Khachumyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Gugenheim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador reorganizou as ideias e İbrahim Yılmaz saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Verba acordada, salário acordado, e o Alashkert à espera com uma camisola. No Ararat ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Ernest Kacou não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ararat ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Gugenheim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Ararat ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ararat, e não vai ser retirado.
Não há pior forma de perder um futebolista. Pedro Venaque pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pedro Venaque será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ararat as despedidas começaram em silêncio.
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Gugenheim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Ararat perguntou e o Partizan disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adama Méïté, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ararat perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Olimpija Ljubljana fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Albert Khachumyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Gugenheim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Karen Karapetyan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentín Luciani, e o treinador deixou.
5.º lugar com 29 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Gugenheim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Ararat perguntou e o Trabzonspor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma média de 7.25 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Narek Alaverdyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Denis Pintol está em marcha
Verba acordada, salário acordado, e o Lokomotivi à espera com uma camisola. No Ararat ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Urartu por Ernest Kacou foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Uma média de 7.36 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel28/06/2027
Carlos Gugenheim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Ararat perguntou e o Crvena Zvezda disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Vitória por 3‑0 sobre o Gandzasar, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ararat podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores21/06/2027
Ernest Kacou, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.42
Um 8.42 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Gugenheim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 12 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A proposta do Pyunik por Patrick Handzongo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Albert Khachumyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Gugenheim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Carlos Gugenheim produziu-o, e o 9.16 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.47 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Moussa Kanté não precisou: 7.97, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ararat, e não vai ser retirado.
Albert Khachumyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
13 golos e uma média de 7.30 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Gugenheim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Ararat perguntou e o Trabzonspor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Minuto 93. Dillon Hoogewerf encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Noah passou do ponto ao nada num só movimento.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/05/2027
Carlos Gugenheim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Uma média de 7.22 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Ararat sabem-no.
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Volodya Samsonyan e o Ararat acertam mais 3 anos.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco24/05/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Artur Ghazaryan saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 15 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.01 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Ararat e do Van por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel17/05/2027
Carlos Gugenheim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Albert Khachumyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/05/2027
Carlos Gugenheim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sabino treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ninguém no Ararat sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
9 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Jogo01/05/2027
Moussa Kanté ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 94. Moussa Kanté encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Pyunik passou do ponto ao nada num só movimento.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Moussa Kanté não precisou: 8.14, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/05/2027
Carlos Gugenheim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Gugenheim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco26/04/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Artur Ghazaryan não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Ararat também ninguém o escondia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Albert Khachumyan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ninguém no Ararat sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Enis Gavazaj
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Gugenheim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco19/04/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Artur Ghazaryan não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Ararat também ninguém o escondia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ararat, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Seryozha Urushanyan: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Ararat a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Ararat e do Alashkert por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Gugenheim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A formação existe exatamente para esta manhã. Edgar Spertsyan passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hakob Spertsyan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikita Lobusov, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Malick Berté e o Ararat acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. İbrahim Yılmaz produziu-o, e o 9.66 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Albert Khachumyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Gugenheim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentín Luciani, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ararat, mais uma semana sem a assinatura de Sabino.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. İbrahim Yılmaz produziu-o, e o 9.36 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sabino e o Ararat acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Já vão 5 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.
Plantel29/03/2027
Carlos Gugenheim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Ararat sabem-no.
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 91. O Van vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.97 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: İbrahim Yılmaz. 4‑3 sobre o Van, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Gugenheim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ararat perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” İbrahim Yılmaz e o Ararat acertam mais 2 anos.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Carlos Gugenheim. 3‑2 sobre o Urartu, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Carlos Gugenheim tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ararat perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Albert Khachumyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Gugenheim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Pedro Venaque pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ararat perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Valentín Luciani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
PlantelNo Ararat ainda são estranhos uns para os outros
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/02/2027
Dillon Hoogewerf desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Ararat sabem-no, e também todos os que o veem.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Ararat admitiria. Nota-se aos sábados.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Danilo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Ararat abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Benik Hovhannisyan fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Adel Anzimati não desaparece
O Pyunik vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Erik Simonyan pré-acordou a mudança para o Ararat, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Narek Alaverdyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Tigran Hovhannisyan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ítalo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Ararat ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
MercadoA conversa sobre Ernest Kacou não desaparece
27Edição
O Diário de Ararat
01/02/2027
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Direção01/02/2027
O Ararat fecha o mercado com um plantel feito por si
8 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Temperley fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O relógio fez o que o Ararat-Armenia não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Albert Khachumyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Noah vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Clinton Dombila pré-acordou a mudança para o Ararat, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Merani fica com o seu homem, e o Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Valentín Luciani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Almirante Brown para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Ararat disse a Valentín Luciani que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Ararat sabem-no.
O Ararat perguntou e o Sliema Wanderers disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel25/01/2027
11 caras novas e o Ararat ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Ararat foi explícito quanto à situação de Arman Hovhannisyan, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ítalo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 19 anos e ninguém em Ararat o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Albert Khachumyan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arman Hovhannisyan, e o treinador deixou.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Ernest Kacou não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O Ararat e o Alashkert acertaram em $120.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ararat-Armenia fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Albert Khachumyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/01/2027
Pedro Venaque consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Pedro Venaque acabou de assinar pelo Ararat e, por uma vez, a resposta importava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Albert Khachumyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Abubakar Maiwada acabou de assinar pelo Ararat e, por uma vez, a resposta importava.
O Ararat já telefonou ao Ararat-Armenia. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Ararat foi explícito quanto à situação de Benik Hovhannisyan, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
DireçãoAberto para negócios: o Ararat entra no mercado
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ítalo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Bergara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Albert Khachumyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Grigor Bayramyan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Igor e o Ararat acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Igor tem 33 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Bergara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Arman Hovhannisyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Patrick Handzongo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA história de Adel Anzimati recusa-se a morrer
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Nikita Lobusov
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Bergara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Sabino acabou de assinar pelo Ararat e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Ararat não o segura a fingir o contrário.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco23/11/2026
Joseph Sabobo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ararat dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Albert Khachumyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Bergara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Seryozha Urushanyan acabou de assinar pelo Ararat e, por uma vez, a resposta importava.
Albert Khachumyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Seryozha Urushanyan e o Ararat acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Bergara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Gevorg Haroyan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Ítalo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Caio César tem 36 anos e 0 jogos nas pernas, e o Ararat terá de planear para qualquer das respostas.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Bergara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ararat perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Bergara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Caio César e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelNikita Lobusov melhorou aos 24, o que ninguém esperava
Yaya Sogodogo lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Albert Khachumyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Narek Movsisyan passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Plantel12/10/2026
Adel Anzimati melhorou aos 24, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Ararat, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/10/2026
Matías Bergara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Mercado05/10/2026
Ítalo traz os cabelos brancos que faltavam ao Ararat
Aos 35, já viu todas as situações que esta época pode produzir, duas vezes. As pernas serão geridas; a compra é a cabeça.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/09/2026
Matías Bergara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
PlantelNo Ararat ainda são estranhos uns para os outros
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ararat perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Albert Khachumyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel14/09/2026
Matías Bergara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Ararat perguntou e o Colón disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Henrikh Bayramyan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Ararat sabem-no, e também todos os que o veem.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 22, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O negócio com o Tristán Suárez está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Plantel07/09/2026
Matías Bergara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Trabzonspor fica com o seu homem, e o Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
Narek Alaverdyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O BKMA tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pyunik fica com o seu homem, e o Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
Narek Alaverdyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Uma sondagem ao Colón para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Tristán Suárez se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Noah segue em frente e o Ararat vai para casa, com um 1‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Din Sula não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Notas dos jogadores24/08/2026
Joseph Sabobo, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.60
Um 7.60 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no AGMK ninguém diz, e no Ararat ninguém gosta de estar a adivinhar.
Albert Khachumyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Van fica com o seu homem, e o Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Ararat perguntou e o Alashkert disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Albert Khachumyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/08/2026
Lesão muscular e 15 dias de fora para Enis Gavazaj
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Ararat vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
$180.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Noah pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Uma sondagem ao Nueva Chicago para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Ararat sabem-no, e também todos os que o veem.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Ararat vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ararat, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Sargis Khachatryan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Artak Spertsyan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Levon Sarkisov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Albert Khachumyan e o Ararat acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Urartu queria mais do que $340.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Andijon fica com o seu homem, e o Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Ararat sabem-no, e também todos os que o veem.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Adama Méïté continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.