Facundo Insfrán

Goleiro - Al Wahda
27 Abr 2027
Terça-feira
Processo

Marcado para Facundo Insfrán

39 Edição

O Diário de Al Wahda

26/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Facundo Insfrán: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Emprestados

Mansour Saleh quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 5 jogos em 15 no Baniyas dizem o resto.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lautaro Montenegro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Abdulla Hamad

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

O banco

Arnau Pradas é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Arnau Pradas está nela.

Mercado

A conversa sobre Moussa Diarra não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Jogo

O Al Wahda na corrida à Europa

6.º lugar, 43 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.

O banco

Arnau Pradas bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Arnau Pradas treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

Edições anteriores
32 Edição

O Diário de Al Wahda

08/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Dušan Tadić — 8.50

Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.50 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Plantel

Dušan Tadić assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Dušan Tadić compromete-se com o Al Wahda por mais 2 anos.

Plantel

Adam Gnezda Čerin quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Wahda ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Dušan Tadić vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.29 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

As bancadas

Os adeptos do Al Wahda encontraram um ídolo em Brahima Diarra

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Brahima Diarra tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

Dušan Tadić faz a diferença pelo Al Wahda contra o Al Shabab

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dušan Tadić. 2‑0 sobre o Al Shabab, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

O banco

Moussa Diarra ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Majed Al Menhali, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

Em resumo

11 Edição

O Diário de Al Wahda

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Mohammed Al-Shamsi fora por 87 dias

87 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Caio Canedo parte um osso — 76 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Adam Gnezda Čerin sofre uma lesão muscular — 18 dias de fora

A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 18 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.

O banco

Moussa Diarra pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Facundo Insfrán ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Antevisão

Caio Canedo defronta o antigo clube

Segue-se o Al Wasl, e há um homem no balneário do Al Wahda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

O banco

Prometeram minutos a Gastón Suárez

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Gastón Suárez apontou a data.

Mercado

A história de Zayed Ahmed recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Zayed Ahmed assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

3 Edição

O Diário de Al Wahda

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Mohammed Al-Shamsi fora por 149 dias

149 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Mercado

Baniyas voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Direção

Al Wahda volta à direção por Momodou Jatta

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $736.0K — um clube que quer Momodou Jatta ao ponto de perguntar duas vezes.

Alvos de mercado

O Al Wahda recua perante o preço de Momodou Jatta

O Al Jazira queria mais do que $680.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Mercado

Arnau Pradas atrai pretendentes

O nome de Arnau Pradas apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Em resumo