Não se vê o fim da espera do Akhmat por uma vitória
Já são 16 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Akhmat tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alvos de mercado25/08/2036
Verba fechada, faltam as condições de Ivan Belikov
O Akhmat e o Zenit acertaram em $1.6M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Miroslav Kozhemyakin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Akhmat as despedidas começaram em silêncio.
Astemir Khashkulov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/08/2036
Lechi Sadulaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Moscow fica com o seu homem, e o Akhmat volta a uma lista com um nome riscado.
O Akhmat já telefonou ao CSKA Moscow. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
Notas dos jogadoresJoas Vikström passa por eles um de cada vez
Toda a gente deixou de fingir: o Akhmat Grozny vai fazer a chamada por Ivan Belikov esta semana. O Zenit 2 tem um número em mente, e o número não é tímido.
Aos 20 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Posição 8 e 0 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Verba acordada, salário acordado, e o Textilschik à espera com uma camisola. No Zenit 2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As bancadas18/08/2036
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 3 dos 8 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Jogo16/08/2036
Ninguém conseguiu parar de marcar
10 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Zenit 2 e do Spartak Nalchik por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 18 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Jogo09/08/2036
Não se vê o fim da espera do Zenit 2 por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Zenit 2 tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Zenit 2 já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zenit 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nikita Kokarev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A série chega a 13 e as perguntas em torno do Akhmat já não são delicadas.
As bancadas04/08/2036
Os adeptos organizam-se contra a direção do Akhmat
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Astemir Khashkulov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/08/2036
Lechi Sadulaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 19 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Stepan Knyazev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 18 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
A série chega a 9 e as perguntas em torno do Zenit 2 já não são delicadas.
As bancadas21/07/2036
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 3 dos 8 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
12 golos num jogo, Kazbek Mukailov na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Zenit 2 nem ao Spartak Tambov.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Zenit 2 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zenit 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Zenit 2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Verba acordada, salário acordado, e o KAMAZ à espera com uma camisola. No Akhmat ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Astemir Khashkulov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Andrea Cerbone parte para o Sochi num negócio de $82.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel30/06/2036
Yegor Smelov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Akhmat foi explícito quanto à situação de David Bolataev, o que é mais do que muitos recebem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Zenit 2 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Akhmat perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Akhmat, e não vai ser retirado.
O Akhmat e o Dinamo Moscow acertaram em $110.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Astemir Khashkulov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lechi Sadulaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Verba acordada, salário acordado, e o Krylya Sovetov à espera com uma camisola. No Zenit 2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Zenit 2 foi explícito quanto à situação de Stepan Knyazev, o que é mais do que muitos recebem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ivan Belikov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Zenit 2 estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Nikita Kokarev pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Zenit 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Começou-se a ver a tabela antes de os jogos acabarem, e esse é sempre o sinal. No Zenit 2 ninguém diz a palavra em voz alta, e todos no edifício estão a pensá-la.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ahmetcan Kaplan acabou de assinar pelo Zenit e, por uma vez, a resposta importava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ahmetcan Kaplan e o Zenit acertam mais 4 anos.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Zenit joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Arsen Zakharyan está nela.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Zenit não tem uma boa resposta.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Zenit sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Krasnodar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ivan Belikov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/05/2036
Artem Ponomarchuk desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Krasnodar, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco19/05/2036
Kirill Glazunov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Krasnodar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Maksim Pavlov apontou a data.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Krasnodar pode pedir e sobe o salário que Ronaldo pode exigir.
3 golos em 5 jogos no Sokol — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Krasnodar alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Posição 2, 71 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexandr Siljanov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matthis Abline está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vladimir Mostovoy, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Henrique Carmo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Damián Puebla tem 33 anos e 383 jogos nas pernas, e o Zenit terá de planear para qualquer das respostas.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Zenit terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Alexandr Siljanov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Wim Vanmarsenille apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Zenit, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Zenit sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Em resumo
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Ivan Belikov
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Krasnodar podem fingir não ter ouvido.
Ivan Belikov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/04/2036
Sergey Varatynov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
Plantel14/04/2036
6 caras novas e o Krasnodar ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Lazar Branković tem a sua resposta do Krasnodar; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikita Bogatyrev, e o treinador deixou.
2.º lugar e 71 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
O banco07/04/2036
Matthis Abline tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Zenit dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Henrique Carmo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
85 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Krasnodar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/03/2036
Palavras no treino do Krasnodar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergey Varatynov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stanislav Topinka, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ivan Lepskiy: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Krasnodar a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Krasnodar pode pedir e sobe o salário que Amar Diagne pode exigir.
4 golos em 15 jogos no Kaluga — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Krasnodar alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
Emprestados4 balizas a zeros por empréstimo para Maxim Shalonikov
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexandr Siljanov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco10/03/2036
Matthis Abline tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Zenit dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Henrique Carmo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Zenit terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Wim Vanmarsenille apontou a data.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Krasnodar perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniil Zorin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Krasnodar as despedidas começaram em silêncio.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Direção25/02/2036
Fecha o mercado: 5 entradas, 9 saídas no Krasnodar
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 5, saíram 9, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Kuban fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
2.º lugar e 36 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
Plantel19/11/2035
Alexandr Siljanov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matthis Abline está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Kazbek Mukailov: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Zenit a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Henrique Carmo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Zenit pode pedir e sobe o salário que Arouna Sanganté pode exigir.
O Zenit fez saber ao mercado que Alexandr Kutitskiy está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Zenit. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Krasnodar podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Bienduga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Krasnodar as despedidas começaram em silêncio.
Ivan Belikov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/11/2035
Palavras no treino do Krasnodar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amar Diagne está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Krasnodar, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Krasnodar pode pedir e sobe o salário que Lan Jovanović pode exigir.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ivan Lepskiy: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Krasnodar a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Osasu Aigbosuria está nela.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Maxim Shalonikov mede-se pelo que não acontece
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zenit ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel15/10/2035
Alexandr Siljanov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco15/10/2035
Matthis Abline tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Zenit dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Segue-se o Akhmat, e há um homem no balneário do Zenit que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Henrique Carmo assinar alguma coisa — um contrato no Zenit ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Arsen Zakharyan fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Zenit. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniil Zorin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Krasnodar as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Krasnodar, e não vai ser retirado.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lan Jovanović, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Krasnodar, mais uma semana sem a assinatura de Martin Hellan.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Krasnodar disse a Sergey Pryakhin que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Krasnodar podem fingir não ter ouvido.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Ivan Belikov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/09/2035
Stanislav Topinka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A enfermaria confirma 14 dias de paragem para Dmitry Gusev, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
O banco24/09/2035
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
25 dias de fora para Ronaldo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Krasnodar vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Krasnodar já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Krasnodar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Krasnodar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stanislav Topinka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Moscow fica com o seu homem, e o Krasnodar volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Slovacko tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O negócio que levaria Vasily Dubrovin para o Kvant caiu na fase final e ele reapresenta-se no Krasnodar com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Ivan Belikov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/08/2035
Palavras no treino do Krasnodar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stanislav Topinka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Krasnodar perguntou e o CSKA Moscow disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrea Franzolini, e o treinador deixou.
O comunicado agradeceu o trabalho e desejou sorte, por esta ordem e mais ou menos com estas palavras. A procura começa de imediato.
Plantel16/07/2035
53 dias de fora para Ronaldo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Krasnodar vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Krasnodar perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Direção16/07/2035
O Krasnodar não tem ninguém para dirigir os treinos
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Interim Coach recitou-a na perfeição.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Krasnodar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta do Mashuk por Nikita Baranov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Krasnodar fez a parte difícil com o Zenit, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Zenit 2 vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Zenit 2 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Maxim Saveljev não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Osman Minatulaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ural fica com o seu homem, e o Baltika volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
Plantel02/07/2035
Samkelo Maseko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
A proposta do Baltika por Ivan Belikov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Mais um nome na lista: o CSKA Moscow fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Mikołaj Biegański. A resposta do Zenit 2 não mudou — para já.
Alexandr Chernikov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Zenit 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Zenit 2 estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Zenit 2 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Zenit 2 pode pedir e sobe o salário que Igor Ignashevich pode exigir.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Eldar Guseinov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yegor Polivanov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
PlantelIvan Belikov treina como quem tem algo a provar
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Ivan Belikov tem de reconquistar o que julgava seu. O Zenit 2 não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nikita Gerasimov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ilja Rodionov lesiona os ligamentos do joelho — 97 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Rodina à espera com uma camisola. No Zenit 2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Nikolay Kamaev não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do Universitatea Craiova por Ivan Belikov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nikita Gerasimov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Zenit 2 as despedidas começaram em silêncio.
Ivan Belikov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Eldar Guseinov subiu nela.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Santiago Pierotti tem 33 anos e 401 jogos nas pernas, e o Zenit 2 terá de planear para qualquer das respostas.
Ninguém no Zenit 2 sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
113 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Zenit 2 perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zenit 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Timofey Komissarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Zenit 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Zenit 2 pode pedir e sobe o salário que Ilja Rodionov pode exigir.
Ivan Belikov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nikita Gerasimov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Zenit 2 as despedidas começaram em silêncio.
Nikolay Kamaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Santiago Pierotti ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zenit 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Dinamo Makhachkala 2? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
4 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
4.º lugar, 27 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zenit 2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zenit 2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Ilja Rodionov está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Zenit 2 sabem, e sabem há semanas.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Zenit 2 ficou diferente depois.
Nikolay Kamaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Zenit 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Zenit 2 pode pedir e sobe o salário que Nikolay Kamaev pode exigir.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Zenit 2 ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
O castigo está cumprido, que é a metade de uma suspensão que ninguém publica. Viu o suficiente da bancada para ter opiniões sobre o desenho, e o treinador tem agora uma decisão que na semana passada não tinha.
Em resumo
Notas dos jogadoresArtem Zmeev na corda bamba a tarde inteira
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Zenit 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yegor Polivanov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Zenit 2 ficou diferente depois.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nikolay Kamaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Zenit 2 as despedidas começaram em silêncio.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Zenit 2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.