A raiva no VfB Stuttgart transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jonathan Burkardt esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O VfB Stuttgart não o segura a fingir o contrário.
Plantel31/03/2036
Palavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mats Wieffer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O VfB Stuttgart disse a Leo Castledine que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Leon Grgić: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o VfB Stuttgart a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Buba Sangaré será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o VfB Stuttgart lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dennis Seimen, e o treinador deixou.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Palavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mats Wieffer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O VfB Stuttgart perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan-Carlo Simić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
Plantel22/10/2035
Palavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zépiqueno Redmond está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roman Salenko, e o treinador deixou.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco22/10/2035
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no VfB Stuttgart, mais uma semana sem a assinatura de Jan-Carlo Simić.
Ninguém no VfB Stuttgart sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Joane Gadou não desaparece
Os adeptos organizam-se contra a direção do VfB Stuttgart
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O VfB Stuttgart perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de VfB Stuttgart ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Kauã Prates e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/10/2035
Mats Wieffer desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no VfB Stuttgart, mais uma semana sem a assinatura de Roman Salenko.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No VfB Stuttgart ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O VfB Stuttgart pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Yll Gashi acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o VfB Stuttgart substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no VfB Stuttgart coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O VfB Stuttgart fez saber ao mercado que Yousef Salech está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.1M do que o VfB Stuttgart pagou por Phil Harres é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Plantel21/05/2035
Roman Salenko consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Roman Salenko acabou de assinar pelo VfB Stuttgart e, por uma vez, a resposta importava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Kauã Prates e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o VfB Stuttgart joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O VfB Stuttgart pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo12/05/2035
Não se vê o fim da espera do VfB Stuttgart por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no VfB Stuttgart tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dennis Seimen, e o treinador deixou.
O alvo é o treinador, a abordagem é real, e a cláusula de compensação é a conversa toda. Os clubes desmentem histórias destas até exatamente à fotografia.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Peque. 1‑0 sobre o Heidenheim, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Kauã Prates esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Em resumo
MercadoPhil Harres está livre para procurar outro sítio
PlantelNão há lugar para Karlo Zulfić no desenho novo
Não se vê o fim da espera do VfB Stuttgart por uma vitória
Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no VfB Stuttgart tem de arrancar um resultado de algum lado.
14 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Jogo26/03/2035
Para o VfB Stuttgart, cada ponto é agora uma discussão
Posição 17 e 20 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O alvo é o treinador, a abordagem é real, e a cláusula de compensação é a conversa toda. Os clubes desmentem histórias destas até exatamente à fotografia.
O Eintracht Frankfurt vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Diego van Oorschot pré-acordou a mudança para o VfB Stuttgart, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Kauã Prates e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksa Damjanović, e o treinador deixou.
7 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no VfB Stuttgart sabe dizer em que semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Viktor Johansson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O VfB Stuttgart vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Ninguém no VfB Stuttgart dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
Plantel10 caras novas e o VfB Stuttgart ainda se está a conhecer
O Borussia Dortmund e o Eintracht Frankfurt acertaram em $64.0M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Feyenoord queria mais do que $40.3M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Verba acordada, salário acordado, e o Heidenheim à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Kauã Prates não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Mercado26/06/2034
Como se nunca tivesse saído: Felix Nmecha regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Felix Nmecha volta a ser jogador do Borussia Dortmund, e a cidade tem a sua história do verão.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Afonso Moreira agiu, no Borussia Dortmund, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. João Neves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Vasilis Sourlis lesiona os ligamentos do joelho — 50 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que SV Elversberg podem fingir não ter ouvido.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Borussia Dortmund fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel26/06/2034
Palavras no treino do SV Elversberg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Djomar Giersthove está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o SV Elversberg lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SV Elversberg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mathieu Nguefack treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O SV Elversberg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Malik Olayiwola e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jakob Sachse estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Klaus Koch é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Tobias Schulz está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Stefan Schmidt é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no SV Elversberg
14 dias de fora para Christian Jung depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Borussia Dortmund vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roger Fernandes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Borussia Dortmund ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todas as carreiras longas chegam à semana em que se pensa na última. Ele gostava que fosse onde começou, e o Borussia Dortmund sabe agora que esse pensamento chegou.
32 jogos e 0 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Borussia Dortmund sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Borussia Dortmund, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.