Verba acordada, salário acordado, e o SC Paderborn à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
2 à frente e em controlo total, e acabou com o Kaiserslautern como a equipa mais feliz. Não há versão desta tarde que o Borussia Dortmund goste de rever.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção01/09/2036
O prazo passa com 17 contratações e 30 saídas
Está feito o negócio no Borussia Dortmund até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Florian Wirtz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Borussia Dortmund vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Bayer Leverkusen pode já não estar a vender.
Verba acordada, salário acordado, e o Lausanne-Sport à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Borussia Dortmund podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Borussia Dortmund pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bilal El Khannouss, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Achraf Hakimi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Verba acordada, salário acordado, e o Schalke 04 à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Borussia Dortmund fez a parte difícil com o Bayer Leverkusen, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Gvidas Gineitis agiu, no Borussia Dortmund, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A perseguição a Gvidas Gineitis terminou com $1.4M a mudar de mãos e o VfL Bochum sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O VfL Wolfsburg fica com o seu homem, e o Borussia Dortmund volta a uma lista com um nome riscado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Borussia Dortmund perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Borussia Dortmund nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel04/08/2036
Yasin Ayari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Kacper Urbański esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Verba acordada, salário acordado, e o Karlsruher SC à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $464.4K do que o Borussia Dortmund pagou por Jonah Sticker é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Santiago Castañeda acabou de assinar pelo Borussia Dortmund e, por uma vez, a resposta importava.
O VfL Bochum pagou $1.3M e o Borussia Dortmund aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Borussia Dortmund lida com um homem que quer outro país.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
O SC Freiburg aceitou o dinheiro. O que o Borussia Dortmund ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Borussia Dortmund podem fingir não ter ouvido.
$3.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Hamburger SV pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Borussia Dortmund perguntou e o Hamburger SV disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Florian Wirtz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felix Nmecha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um mês de futebol, uma final e um voo de volta com 26 internacionalizações e uma medalha que nunca vai tirar de uma gaveta. É esperado nos treinos daqui a quinze dias e no Borussia Dortmund ninguém vai mencioná-lo, o que é a sua própria forma de o mencionar.
Verba acordada, salário acordado, e o Darmstadt 98 à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Hamburger SV pagou $21.9M e o Borussia Dortmund aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Borussia Dortmund, e não vai ser retirado.
O Borussia Dortmund foi ao Hamburger SV com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yasin Ayari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Enzo Sternal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Verba acordada, salário acordado, e o VfL Wolfsburg à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Borussia Dortmund podem fingir não ter ouvido.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Kobbie Mainoo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kobbie Mainoo está nela.
14 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A proposta do Barcelona por Kobbie Mainoo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Mainz 05 à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Borussia Dortmund, e não vai ser retirado.
Achraf Hakimi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/06/2036
Felix Nmecha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alberto Moleiro está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Borussia Dortmund ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Verba acordada, salário acordado, e o Dynamo Dresden à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yasin Ayari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jacob Peter Hödl esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco23/06/2036
Florian Wirtz tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Borussia Dortmund dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $1.3M ao Borussia Dortmund. Roger Fernandes saiu há muito tempo; o papel ficou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Borussia Dortmund. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Borussia Dortmund perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Bayer Leverkusen pagou $32.5M e o Borussia Dortmund aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A proposta do Inter por Jaydee Canvot foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Borussia Dortmund podem fingir não ter ouvido.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 13 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Yasin Ayari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
O bancoSaïd El Mala tornou-se um homem de confiança do treinador
Verba acordada, salário acordado, e o TSG Hoffenheim à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Borussia Dortmund, e não vai ser retirado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Arminia Bielefeld tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Florian Wirtz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felix Nmecha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kobbie Mainoo está nela.
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Felix Jäger treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Florian Wirtz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nathan De Cat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Plantel02/06/2036
Yasin Ayari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Gregor Kobel está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tidiam Gomis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Felix Nmecha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Florian Wirtz está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Borussia Dortmund sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
14 jogos longe de casa e 7 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Emprestados26/05/2036
Os golos continuam a chegar do exílio de Max Moerstedt
6 golos em 15 jogos no TSG Hoffenheim — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Borussia Dortmund alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Bilal El Khannouss apontou a data.
Emprestados26/05/2036
Os golos continuam a chegar do exílio de Yasin Ayari
5 golos em 30 jogos no Schalke 04 — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Borussia Dortmund alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O Bayer Leverkusen está fora e o Borussia Dortmund segue em frente, com um 3‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
86 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
24 golos em 29 jogos no Hamburger SV — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Borussia Dortmund alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Borussia Dortmund beneficiou disso.
1.º lugar com 86 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.14 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Felix Jäger treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Petar Sučić marcou, foi avaliado com 7.91 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Felix Nmecha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Felix Jäger foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
17 golos e uma média de 7.48 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Em resumo
PlantelFelix Nmecha desentende-se com um colega por causa das exigências
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
9 golos e uma média de 7.39 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Petar Sučić, e o treinador deixou.
18 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Vitória por 2‑1 sobre o Schalke 04, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O Schalke 04 está fora e o Borussia Dortmund segue em frente, com um 3‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Felix Jäger treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Borussia Dortmund ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Em resumo
Notas dos jogadoresJaydee Canvot sobe e resolve — 7.95
Gregor Kobel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel31/03/2036
Felix Nmecha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco31/03/2036
Gregor Kobel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Borussia Dortmund dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Já teve barulho que chegue. Se o Borussia Dortmund pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Borussia Dortmund sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 33 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
17 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O Hannover 96 vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Borussia Dortmund foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
71 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Saïd El Mala produziu-o, e o 8.45 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.49 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 10 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Marius Broholm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 32 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Posição 2, 68 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marius Broholm será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Marius Broholm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 30 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 13 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Uma média de 7.35 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Petar Sučić.
Em resumo
PlantelFelix Nmecha desentende-se com um colega por causa das exigências
13 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Borussia Dortmund toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Anísio Cabral produziu-o, e o 9.08 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alberto Moleiro e o Borussia Dortmund acertam mais 2 anos.
20 golos em 21 jogos no Hamburger SV — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Borussia Dortmund alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
12 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Borussia Dortmund pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Florian Wirtz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Posição 2, 58 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marius Broholm será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.27 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
10 golos e uma média de 7.39 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Borussia Dortmund podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Karlsruher SC à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O relógio fez o que o Fulham não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Borussia Dortmund ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Yann Aurel Bisseck marcou, foi avaliado com 7.66 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Fisnik Asllani regressa a Borussia Dortmund com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
O Borussia Dortmund perguntou e o SC Paderborn disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sporting CP pagou $64.4M e o Borussia Dortmund aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Borussia Dortmund fez a parte difícil com o Fulham, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Borussia Dortmund perguntou e o Inter disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Borussia Dortmund toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Mercado04/02/2036
Tão perto: a transferência de João Neves morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Club Brugge seguiu em frente, João Neves apresenta-se de volta no Borussia Dortmund, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Verba acordada, salário acordado, e o FC Augsburg à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Borussia Dortmund, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
O aperto de mão com o SC Paderborn está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Borussia Dortmund pagou $7.2M por Pablo Lara, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O Borussia Dortmund e o Club America acertaram em $7.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Verba acordada, salário acordado, e o Köln à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $514.5K do que o Borussia Dortmund pagou por Matyáš Vojta é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O Eintracht Frankfurt paga $7.2M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Verba acordada, salário acordado, e o Werder Bremen à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nico Paz produziu-o, e o 9.06 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Borussia Dortmund, e não vai ser retirado.
O Borussia Dortmund foi ao Panathinaikos com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$2.1M era o máximo que o clube pagaria, e o Bayer Leverkusen pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Felix Jäger treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bilal El Khannouss produziu-o, e o 8.26 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Borussia Dortmund estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Borussia Dortmund, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Borussia Dortmund ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O SC Paderborn está fora e o Borussia Dortmund segue em frente, com um 3‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.93 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Florian Wirtz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Gregor Kobel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Borussia Dortmund pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O telefone voltou a tocar por causa de Yan Couto, e desta vez do outro lado está o Fortaleza. No Borussia Dortmund ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dženan Pejčinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Florian Wirtz está nela.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Borussia Dortmund disse a Anísio Cabral que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Paul Wanner
MercadoA história de Gregor Kobel recusa-se a morrer
A série sem derrotas chega aos 15 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
2‑1 frente ao Club Brugge, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.89 ao lado do nome.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Segue-se o Bayer Leverkusen, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Bayern Munich continuou a vir porque nada o travou, e ao Borussia Dortmund vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Borussia Dortmund ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gregor Kobel, e o treinador deixou.
A primeira derrota em 7 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Bayern Munich; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Felix Nmecha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4‑0 frente ao Bentonit Ijevan, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A proposta do Bahia por Yan Couto foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nico Paz quer futebol continental; se o Borussia Dortmund o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O Hannover 96 vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Borussia Dortmund foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nico Paz produziu-o, e o 8.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Posição 3, 26 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Gregor Kobel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Borussia Dortmund pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Florian Wirtz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco19/11/2035
Florian Wirtz tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Borussia Dortmund dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Paul Wanner treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o Hannover 96, e há um homem no balneário do Borussia Dortmund que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
5 golos em 7 jogos no Hamburger SV — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Borussia Dortmund alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
2‑0 frente ao HJK, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Com 13 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.16 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
João Neves esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
7‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Borussia Dortmund e o HJK, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
3‑0, e Nico Paz ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Borussia Dortmund. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.
Plantel22/10/2035
37 dias de fora para Illan Meslier depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Borussia Dortmund vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Borussia Dortmund, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Florian Wirtz e o Borussia Dortmund acertam mais 4 anos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jacob Peter Hödl será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/10/2035
Uma lesão muscular afasta Mattia Mannini durante 16 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Borussia Dortmund vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dženan Pejčinović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Florian Wirtz está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de João Neves. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Maximilian Beier apontou a data.
2‑2 frente ao Club Brugge, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
651 jogos ao longo de 14 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 13 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fabian Rieder será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
João Neves esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Borussia Dortmund ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresOs dois trabalhos feitos por Kobbie Mainoo — 7.15
Notas dos jogadoresSaïd El Mala jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
650 jogos ao longo de 14 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Borussia Dortmund ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
8‑1 frente ao Bentonit Ijevan, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Florian Wirtz produziu-o, e o 8.45 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Florian Wirtz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mercado17/09/2035
Tão perto: a transferência de Yan Couto morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O TSG Hoffenheim seguiu em frente, Yan Couto apresenta-se de volta no Borussia Dortmund, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nathan De Cat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O novo treinador do Borussia Dortmund já trabalhou com Bilal El Khannouss e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Borussia Dortmund, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fabian Rieder será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
O novo treinador do Borussia Dortmund já trabalhou com Bilal El Khannouss e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Felix Nmecha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O banco10/09/2035
Kobbie Mainoo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Borussia Dortmund dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 95 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Hamburger SV à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A perseguição a Francis Onyeka terminou com $8.1M a mudar de mãos e o Schalke 04 sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
14 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
A perseguição a Jacob Wright terminou com $3.5M a mudar de mãos e o Mainz 05 sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O relógio fez o que o Bayer Leverkusen não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kobbie Mainoo e o Borussia Dortmund acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Direção03/09/2035
O prazo passa com 34 contratações e 31 saídas
Está feito o negócio no Borussia Dortmund até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Em resumo
PlantelJacob Wright chega ao clube com que cresceu
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 104 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Borussia Dortmund perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Borussia Dortmund perguntou e o VfL Wolfsburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta seguiu esta semana para o Schalke 04, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Borussia Dortmund pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Borussia Dortmund podem fingir não ter ouvido.
O telefone voltou a tocar por causa de Yasin Ayari, e desta vez do outro lado está o Hertha BSC. No Borussia Dortmund ouvem com educação e não prometem nada.
Maximilian Beier esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Borussia Dortmund perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Plantel20/08/2035
112 dias de fora para Illan Meslier depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Borussia Dortmund vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Middlesbrough por Jayden Meghoma foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gregor Kobel está nela.
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Karl Thomas, e o treinador deixou.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Borussia Dortmund pagou $77.4M por Alberto Moleiro, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Borussia Dortmund perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Heidenheim por Petar Sučić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Borussia Dortmund ofereceu $2.6M; o Hamburger SV disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Köln fica com o seu homem, e o Borussia Dortmund volta a uma lista com um nome riscado.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Borussia Dortmund vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Borussia Dortmund vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
O aperto de mão com o Eintracht Frankfurt está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Borussia Dortmund, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
O Borussia Dortmund foi ao Arsenal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
$7.6M em cima da mesa do Bayer Leverkusen. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Borussia Dortmund podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nico Paz quer futebol continental; se o Borussia Dortmund o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Gregor Kobel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Borussia Dortmund sabem-no.
Em resumo
PlantelUma lesão muscular afasta Leon Jäger durante 14 dias
Verba acordada, salário acordado, e o Fortuna Düsseldorf à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Borussia Dortmund podem fingir não ter ouvido.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samuel Iling-Junior será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Felix Nmecha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco23/07/2035
Gregor Kobel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Borussia Dortmund dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Kacper Urbański apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Borussia Dortmund, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A camisola ainda lhe serve. Bilal El Khannouss está de volta ao Borussia Dortmund, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
A perseguição a Mattia Mannini terminou com $3.5M a mudar de mãos e o Eintracht Frankfurt sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Dehmaine Tabibou acabou de assinar pelo Borussia Dortmund e, por uma vez, a resposta importava.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O banco16/07/2035
Kobbie Mainoo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Borussia Dortmund dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Bayer Leverkusen aceitou o dinheiro. O que o Borussia Dortmund ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Verba acordada, salário acordado, e o Werder Bremen à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Borussia Dortmund ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Schalke 04 fica com o seu homem, e o Borussia Dortmund volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nico Paz está nela.
$46.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Wolverhampton pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Borussia Dortmund, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
A proposta seguiu esta semana para o Wolverhampton, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Arminia Bielefeld tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Borussia Dortmund, e não vai ser retirado.
Florian Wirtz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há pior forma de perder um futebolista. Saïdou Sow pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Afonso Moreira e o Borussia Dortmund acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
O bancoGregor Kobel tornou-se um homem de confiança do treinador
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $64.6M porque Florian Wirtz é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Borussia Dortmund foi ao Eintracht Frankfurt com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samuel Iling-Junior será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
O Borussia Dortmund perguntou e o VfL Wolfsburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Borussia Dortmund sabem-no, e também todos os que o veem.
A proposta seguiu esta semana para o Sevilla, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $39.4M porque Jaydee Canvot é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
A perseguição a Paul Wanner terminou com $27.7M a mudar de mãos e o Bayer Leverkusen sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Posição 2, 73 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel11/06/2035
Jaydee Canvot consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jaydee Canvot acabou de assinar pelo Borussia Dortmund e, por uma vez, a resposta importava.
O Borussia Dortmund ofereceu $6.9M; o Schalke 04 disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Bayer Leverkusen aceitou o dinheiro. O que o Borussia Dortmund ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
$39.4M em cima da mesa do Bayer Leverkusen. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Borussia Dortmund toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RB Leipzig fica com o seu homem, e o Borussia Dortmund volta a uma lista com um nome riscado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
Em resumo
PlantelMarc Guéhi sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O Borussia Dortmund fez saber ao mercado que Kaio Jorge está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
O banco28/05/2035
Gregor Kobel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Borussia Dortmund dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gregor Kobel. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Illan Meslier, e o treinador deixou.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
Vitória por 0‑0 sobre o Bayer Leverkusen, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Borussia Dortmund aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Borussia Dortmund sabe dizer em que semana.
Uma média de 7.23 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Felix Nmecha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresTidiam Gomis passa por eles um de cada vez
2.º lugar com 73 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Posição 2, 73 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Vejo todos os jogos do Borussia Dortmund daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Fluminense segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
8 golos e uma média de 7.40 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel14/05/2035
Um clube mais pequeno assentaria agora a Gregor Kobel
Já teve barulho que chegue. Se o Borussia Dortmund pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
O banco14/05/2035
Marc Guéhi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Borussia Dortmund dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Borussia Dortmund perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Felix Jäger treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Borussia Dortmund pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gregor Kobel e o Borussia Dortmund acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gregor Kobel, e o treinador deixou.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Borussia Dortmund perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Borussia Dortmund pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Borussia Dortmund é como lidar com um homem a quem deve muito.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Borussia Dortmund perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Marc Guéhi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Borussia Dortmund já começaram a contá-la.
Uma média de 7.24 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Stephan Seidel é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Leon Scholz lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 2, 66 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nathan De Cat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.39 na época, com 8 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Borussia Dortmund pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 11 ações, 7.12, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Borussia Dortmund perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Felix Jäger treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Achraf Hakimi está nela.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Marc Guéhi: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Borussia Dortmund perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
0‑1 frente ao Eintracht Frankfurt, e uma noite que mediu a distância mais do que os noventa minutos. Nada nela foi uma vergonha, e nada nela esteve perto.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Borussia Dortmund lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
1 para Jayden Meghoma, avaliado com 7.64, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fabian Rieder será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Marc Guéhi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Borussia Dortmund perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 2, 57 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tidiam Gomis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.86 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Marc Guéhi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nathan De Cat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.25 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
2‑1 frente ao Eintracht Frankfurt, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Nico Paz está no centro dessa descrição.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Achraf Hakimi e o Borussia Dortmund acertam mais 2 anos.
Marc Guéhi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel05/03/2035
Uma transferência que John Mellberg teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. John Mellberg está a viver essa versão no Borussia Dortmund, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Petar Sučić, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fabian Rieder será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nico Paz. 1‑0 sobre o Borussia Mönchengladbach, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Felix Nmecha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Achraf Hakimi está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Felix Jäger sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Borussia Dortmund sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Marc Guéhi
Notas dos jogadoresA tarde passou toda por Saïd El Mala
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Kaio Jorge
Posição 2, 48 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O novo treinador do Borussia Dortmund já trabalhou com Afonso Moreira e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
O SC Freiburg está fora e o Borussia Dortmund segue em frente, com um 3‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A proposta do TSG Hoffenheim por Fabian Rieder foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nathan De Cat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Felix Jäger treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
622 jogos ao longo de 13 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o Borussia Dortmund sabe exatamente o que tem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nico Paz e o Borussia Dortmund acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
7 entradas e 8 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Verba acordada, salário acordado, e o Greuther Fürth à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O SC Freiburg vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Borussia Dortmund foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kobbie Mainoo produziu-o, e o 8.53 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $508.2K do que o Borussia Dortmund pagou por Aaron Hickey é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
7 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O Borussia Mönchengladbach paga $3.0M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Borussia Dortmund podem fingir não ter ouvido.
O Borussia Dortmund e o RB Leipzig acertaram em $8.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O VfB Stuttgart vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Borussia Dortmund foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Borussia Dortmund já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RB Leipzig fica com o seu homem, e o Borussia Dortmund volta a uma lista com um nome riscado.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A proposta do Arminia Bielefeld por Aaron Hickey foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nico Paz quer futebol continental; se o Borussia Dortmund o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Em resumo
JogoO Borussia Dortmund torna a sua casa um sítio difícil de visitar
Verba acordada, salário acordado, e o Werder Bremen à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Hertha BSC vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Borussia Dortmund foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A verba é $10.3M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Borussia Mönchengladbach negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O VfB Stuttgart pagou $7.7M e o Borussia Dortmund aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O Borussia Dortmund foi ao RB Leipzig com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel15/01/2035
Uma transferência que Marius Broholm teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Marius Broholm está a viver essa versão no Borussia Dortmund, e costuma notar-se no primeiro mês.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
O aperto de mão com o Heidenheim está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Verba acordada, salário acordado, e o Magdeburg à espera com uma camisola. No Borussia Dortmund ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Borussia Dortmund foi ao Borussia Mönchengladbach com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A perseguição a Matyáš Vojta terminou com $10.4M a mudar de mãos e o Bayer Leverkusen sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
A perseguição a Max Moerstedt terminou com $5.0M a mudar de mãos e o VfB Stuttgart sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Borussia Dortmund aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Fisnik Asllani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nico Paz. 1‑0 sobre o Bayer Leverkusen, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A série sem derrotas chega aos 14 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Borussia Dortmund pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Segue-se o Bayer Leverkusen, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Em resumo
Notas dos jogadoresPetar Sučić em notas de excelência
O bancoAfonso Moreira volta a ter um treinador que o conhece
5‑0 frente ao Sabail, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gregor Kobel, e o treinador deixou.
A primeira derrota em 7 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Bayern Munich; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Borussia Dortmund pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yasin Ayari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
3‑0 frente ao Trabzonspor, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Felix Jäger treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.22 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Borussia Dortmund a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo02/12/2034
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Borussia Dortmund. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Saïd El Mala
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Borussia Dortmund pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Marc Guéhi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O RB Leipzig vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Cajetan Lenz pré-acordou a mudança para o Borussia Dortmund, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Kaiserslautern passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nico Paz quer futebol continental; se o Borussia Dortmund o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Uwe Frank e o Borussia Dortmund acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O novo treinador do Borussia Dortmund já trabalhou com Afonso Moreira e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Marc Guéhi está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gregor Kobel. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
MercadoDennis Seimen está livre para procurar outro sítio
15 dias de fora para Achraf Hakimi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Borussia Dortmund vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nathan De Cat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Borussia Dortmund as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kobbie Mainoo. 2‑1 sobre o VfL Wolfsburg, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Felix Nmecha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Notas dos jogadoresKobbie Mainoo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dani Requena produziu-o, e o 8.50 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tidiam Gomis produziu-o, e o 8.48 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
7.52, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
João Neves e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Borussia Dortmund e do Eintracht Braunschweig por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
3‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Marc Guéhi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Borussia Dortmund falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para João Neves, e o treinador deixou.
O RB Leipzig vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. John Mellberg pré-acordou a mudança para o Borussia Dortmund, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nico Paz. 2‑0 sobre o Borussia Mönchengladbach, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
44 dias de fora para Achraf Hakimi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Borussia Dortmund vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Marc Guéhi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Borussia Dortmund ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O banco16/10/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gregor Kobel
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O banco16/10/2034
Marc Guéhi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Borussia Dortmund dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gregor Kobel assinar alguma coisa — um contrato no Borussia Dortmund ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Nathan De Cat: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Borussia Dortmund a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 54 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
3‑0 frente ao Sabail, e uma exibição que vai mudar a forma como o resto da competição fala deste clube. No futebol continental as reputações constroem-se em noites soltas, e esta foi uma.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gregor Kobel e o Borussia Dortmund acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Borussia Dortmund coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 7 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.