Uma média de 8.17 na época, com 57 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Al Ahly tem 16 vitórias seguidas dela.
Plantel14/04/2036
37 dias de fora para Maicol Giudice depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Ahly vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Siyabonga Mabena produziu-o, e o 9.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
7 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al Ahly ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Siyabonga Mabena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Samir El Mourabet agarrou este contra o Ittihad. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al Ahly.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Ahly falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Siyabonga Mabena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelAntoine Mendy desentende-se com um colega por causa das exigências
51 dias de fora para Maicol Giudice depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Ahly vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ahly coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antoine Mendy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Ahly sabem-no.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicolas Jackson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
13 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Ahly falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo22/03/2036
Mais uma trazida de fora
6 seguidas na estrada para o Al Ahly. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fawaz Abdullahi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Ahly as despedidas começaram em silêncio.
Siyabonga Mabena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/03/2036
João Pedro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 8.16 na época, com 53 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
28 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Siyabonga Mabena produziu-o, e o 8.94 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Siyabonga Mabena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelJerry Afriyie consegue a transferência que sempre quis
Notas dos jogadoresSamir El Mourabet jogou uma tarde diferente da de toda a gente
DireçãoOs salários engolem 95% das receitas do Al Ahly
51 golos e uma média de 8.14 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 11 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel10/03/2036
73 dias de fora para Maicol Giudice depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Ahly vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Smouha vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Ahly foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Siyabonga Mabena produziu-o, e o 9.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
1 para Amir Richardson, avaliado com 7.61, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Prince Ukachukwu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Ahly as despedidas começaram em silêncio.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Siyabonga Mabena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelAntoine Mendy desentende-se com um colega por causa das exigências
Uma média de 8.11 na época, com 49 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Jogo01/03/2036
O Al Ahly torna a sua casa um sítio difícil de visitar
27 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Wadi Degla vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Ahly foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 2, 75 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.30, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Plantel03/03/2036
Uma transferência que Dawda Camara teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Dawda Camara está a viver essa versão no Al Ahly, e costuma notar-se no primeiro mês.
Uma média de 8.11 na época, com 48 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 9 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Ahly falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Ismaily vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Ahly foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.08, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores25/02/2036
Farès Chaïbi, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.27
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.27 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 8.09 na época, com 46 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel18/02/2036
94 dias de fora para Maicol Giudice depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Ahly vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Dois golos e um 9.21 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores18/02/2036
Farès Chaïbi, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.49
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.49 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 200 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Ahly ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Amir Richardson está a viver essa versão no Al Ahly, e costuma notar-se no primeiro mês.
Uma média de 8.05 na época, com 44 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
25 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 102 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O El Masry vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Ahly foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Ahly perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Prince Ukachukwu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Ahly as despedidas começaram em silêncio.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Mercado11/02/2036
Tão perto: a transferência de Ahmed Kouka morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Haras El Hodoud seguiu em frente, Ahmed Kouka apresenta-se de volta no Al Ahly, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Uma média de 8.07 na época, com 43 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel04/02/2036
109 dias de fora para Maicol Giudice depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Ahly vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Aswan vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Ahly foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Posição 2, 63 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Verba acordada, salário acordado, e o Al Gaish à espera com uma camisola. No Al Ahly ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $132.5K do que o Al Ahly pagou por Anwar Abdelsalam é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
41 golos e uma média de 8.05 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Jogo26/01/2036
O Al Ahly torna a sua casa um sítio difícil de visitar
24 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O Al Gaish vai querer esquecer isto depressa: 7‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Ahly foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Ahly falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Military Production à espera com uma camisola. No Al Ahly ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Zaid Tchibara produziu-o, e o 8.27 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A proposta do Remo Stars por Prosper Obah foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O El Dakhleya vai querer esquecer isto depressa: 7‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Ahly foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Farès Chaïbi produziu-o, e o 8.40 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O ENPPI fica com o seu homem, e o Al Ahly volta a uma lista com um nome riscado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.43 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 34 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Uma média de 7.91 na época, com 32 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
21 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Siyabonga Mabena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al Ahly sobre quem trabalha
Já são 33 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
30 golos e uma média de 7.86 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Siyabonga Mabena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antoine Mendy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Al Ahly não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Antoine Mendy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Siyabonga Mabena está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Ahly sabem-no.
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Ahly, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Ahly. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.