Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Nyíregyháza já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nyíregyháza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel04/07/2033
Derek Mazou-Sacko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Bendeguz Andoči Tar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
Plantel04/07/2033
No Nyíregyháza ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nyíregyháza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Szentlőrinc à espera com uma camisola. No Nyíregyháza ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Răzvan Tache será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nyíregyháza as despedidas começaram em silêncio.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel20/06/2033
Benjámin Gólik sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
György Balázs Varga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Vimoj Muntu Wa Mungu acabou de assinar pelo Nyíregyháza e, por uma vez, a resposta importava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nyíregyháza podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Blaž Bošković e o Nyíregyháza acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nyíregyháza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Blaž Bošković estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Budafoki MTE fica com o seu homem, e o Nyíregyháza volta a uma lista com um nome riscado.
Mais um nome na lista: o Javor-Matis fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Veljko Vojvodić. A resposta do Nyíregyháza não mudou — para já.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nyíregyháza pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo18/12/2032
Não se vê o fim da espera do Nyíregyháza por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nyíregyháza tem de arrancar um resultado de algum lado.
Tin Levanić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/12/2032
Palavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Blaž Bošković está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já vão 4 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.
Plantel20/12/2032
Uma lesão muscular afasta Zoltan Orban durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Nyíregyháza vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nyíregyháza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
György Balázs Varga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Benjámin Gólik estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Harrison Dudziak será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nyíregyháza as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nyíregyháza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/11/2032
Blaž Bošković desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores29/11/2032
Junior Mendes fez o trabalho que ninguém conta — 6.99
12 ações combinadas e 6.99. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Direção29/11/2032
Os salários engolem 106% das receitas do Nyíregyháza
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Harrison Dudziak treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Harrison Dudziak será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nyíregyháza as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nyíregyháza podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nyíregyháza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/10/2032
Benjámin Gólik desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Nyíregyháza que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nyíregyháza, mais uma semana sem a assinatura de Harrison Dudziak.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.47 na ficha, e os adeptos do Nyíregyháza saíram a repetir um nome.
Direção04/10/2032
Os salários engolem 87% das receitas do Nyíregyháza
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nyíregyháza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Harrison Dudziak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/09/2032
Palavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Blaž Bošković está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Nyíregyháza foi explícito quanto à situação de Mihajlo Madžarević, o que é mais do que muitos recebem.
Segue-se o Kazincbarcika, e há um homem no balneário do Nyíregyháza que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O banco27/09/2032
Sofiane Achour tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Nyíregyháza dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nyíregyháza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nyíregyháza, e não vai ser retirado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Ujpest queria mais do que $420.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Harrison Dudziak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Gabor Bese agiu, no Nyíregyháza, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Soroksár vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Steven Le Cadelec pré-acordou a mudança para o Nyíregyháza, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O Nyíregyháza perguntou e o Ferencvaros disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Nyíregyháza sobre quem trabalha
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nyíregyháza perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Kisvárda por Žan Medved foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cornelius Staver será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nyíregyháza as despedidas começaram em silêncio.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no ZTE ninguém diz, e no Nyíregyháza ninguém gosta de estar a adivinhar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Nyíregyháza fez a parte difícil com o Fehervar, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ivano Slavka acertou condições com o Honved para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nyíregyháza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Nyíregyháza perguntou e o Ujpest disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nyíregyháza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nyíregyháza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta do Soroksár por Gergő Bánfalvi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
György Balázs Varga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/08/2032
Blaž Bošković desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Verba acordada, salário acordado, e o Karcag à espera com uma camisola. No Nyíregyháza ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nyíregyháza, e não vai ser retirado.
György Balázs Varga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Nyíregyháza perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $1.5M porque Benjámin Gólik é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $1.3M porque Blaž Bošković é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Nyíregyháza fez a parte difícil com o Csákvár, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As regras permitem-no e dói na mesma. Denys Zhdanov acertou condições com o Kisvárda para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Harrison Dudziak e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Veljko Vojvodić está a viver essa versão no Nyíregyháza, e costuma notar-se no primeiro mês.
Benjámin Gólik era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $1.5M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ferencvaros perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Mahamadou Doumbia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O telefone voltou a tocar por causa de Diego Henrique, e desta vez do outro lado está o ETO Győr. No Ferencvaros ouvem com educação e não prometem nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel14/06/2032
Diego Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Ferencvaros admitiria. Nota-se aos sábados.
Álex Carbonell lesiona os ligamentos do joelho — 104 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 104 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Dmitriy Prischepa acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Kecskeméti TE substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Plantel07/06/2032
Palavras no treino do Kecskeméti TE sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nfansu Njie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kecskeméti TE sabem-no.
O Kecskeméti TE perguntou e o Ferencvaros disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Direção07/06/2032
Em Kecskeméti TE, 184% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Uma sondagem ao TSC para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Pál Helmich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no Ferencvaros dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
16 jogos no Diosgyor e os golos deixaram de entrar. O Ferencvaros emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Plantel17/05/2032
Bence Szakos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Benjámin Gólik será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ferencvaros as despedidas começaram em silêncio.
Mahamadou Doumbia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gábor Szalai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Ferencvaros dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
9 jogos sem sofrer em 16 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Bendegúz Lehoczki tem tido muitas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gábor Szalai será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ferencvaros as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferencvaros coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gábor Szalai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gianluca Mancini está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ferencvaros, mais uma semana sem a assinatura de Marton Gulacsi.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marton Gulacsi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ferencvaros ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gianluca Mancini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gábor Szalai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Ferencvaros dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Glenn McConnell treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O ETO Győr segue em frente e o Ferencvaros vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Benjámin Gólik será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ferencvaros as despedidas começaram em silêncio.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Ferencvaros lida com um homem que quer outro país.
Mahamadou Doumbia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gábor Szalai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ferencvaros ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mahamadou Doumbia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Adam Lisztes e o Ferencvaros acertam mais 3 anos.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Ferencvaros lida com um homem que quer outro país.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
16 jogos no Diosgyor e os golos deixaram de entrar. O Ferencvaros emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Plantel23/02/2032
Bence Szakos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diego Henrique, e o treinador deixou.
Mahamadou Doumbia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/02/2032
Palavras no treino do Ferencvaros sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gábor Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gianluca Mancini está nela.
O Ferencvaros fez saber ao mercado que Dániel Veszelinov está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Ninguém faz um título sobre um explicador. Também não é preciso explicar a ninguém o que acontece a um reforço que passa dois anos a ser o homem com quem ninguém pode falar ao almoço.
Não há pior forma de perder um futebolista. Gleofilo pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferencvaros coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/02/2032
Palavras no treino do Ferencvaros sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gábor Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kecskeméti TE coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Kecskeméti TE foi ao Nyíregyháza com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel26/01/2032
Palavras no treino do Kecskeméti TE sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marko Vranješ está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ferencvaros fica com o seu homem, e o Kecskeméti TE volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Barna Benczenleitner, e o treinador deixou.
Perguntou-se ao Ferencvaros se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ferencvaros perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Szeged-Csanád GA por Gábor Szalai foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Mahamadou Doumbia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/01/2032
Palavras no treino do Ferencvaros sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Cruz de los Santos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente deixou de fingir: o Raków Częstochowa vai fazer a chamada por Brayan Gil esta semana. O Ferencvaros tem um número em mente, e o número não é tímido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gábor Szalai treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ferencvaros perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Ferencvaros ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Mahamadou Doumbia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Diego Henrique quer futebol continental; se o Ferencvaros o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel19/01/2032
Palavras no treino do Ferencvaros sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Milán Papp está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
39 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ferencvaros já se começa a dizer o nome dele no passado.
1.º lugar com 39 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferencvaros coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
JogoO Ferencvaros torna a sua casa um sítio difícil de visitar
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Istvan Dibusz treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ferencvaros perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Posição 3, 36 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Ferencvaros beneficiou disso.
A proposta do MTK Budapest por Bamidele Yusuf foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ferencvaros ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Bamidele Yusuf pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ferencvaros perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferencvaros coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ferencvaros ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Shunki Higashi está nela.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferencvaros perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 3, 13 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferencvaros, e não vai ser retirado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Ferencvaros lida com um homem que quer outro país.
Mahamadou Doumbia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.