Didier Gonzalez lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $502.5K do que o Olympique de Marseille pagou por Danilo Monza é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympique de Marseille a ouviu como outra coisa.
28 entradas e 18 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
João Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Santiago Hidalgo. 1‑0 sobre o FC Nantes, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pladi Nzinga-Pambani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olympique de Marseille perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Olympique de Marseille perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o LOSC Lille passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
O alvo é o treinador, a abordagem é real, e a cláusula de compensação é a conversa toda. Os clubes desmentem histórias destas até exatamente à fotografia.
12 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Santiago Hidalgo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Hugo Novoa. 1‑0 sobre o LOSC Lille, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O Monaco aceitou o dinheiro. O que o Olympique de Marseille ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Pierre Mounguengue agiu, no Olympique de Marseille, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sochaux fica com o seu homem, e o Olympique de Marseille volta a uma lista com um nome riscado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Stanislav Agkatsev e o Olympique de Marseille acertam mais 4 anos.
Dmytro Riznyk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/07/2034
Santiago Hidalgo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Loic Essomba, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoDmytro Riznyk tornou-se um homem de confiança do treinador
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Habib Keïta não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Olympique de Marseille fez a parte difícil com o RC Lens, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O RC Lens queria mais do que $15.5M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Olympique de Marseille sabem-no.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Obed Nkambadio acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Olympique de Marseille substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pladi Nzinga-Pambani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santiago Hidalgo, e o treinador deixou.
O Olympique de Marseille foi ao RC Lens com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olympique de Marseille ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $17.2M — um clube que quer Dee-Shawn Jacinthe ao ponto de perguntar duas vezes.
O Olympique de Marseille perguntou e o Udinese disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santiago Hidalgo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco17/07/2034
Hamza Igamane tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Karim Konaté
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
O Olympique de Marseille perguntou e o RC Lens disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta do FC Rouen por Habib Keïta foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympique de Marseille coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santiago Hidalgo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Saïmon Bouabré está nela.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $2.6M ao Olympique de Marseille. Orkun Kökçü saiu há muito tempo; o papel ficou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Olympique de Marseille foi explícito quanto à situação de Danilo Monza, o que é mais do que muitos recebem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dmytro Riznyk. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Santiago Hidalgo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco29/05/2034
Karim Konaté tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympique de Marseille dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Habib Keïta apontou a data.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympique de Marseille, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ignacio Miramón está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dmytro Riznyk está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Louis Leroux assinar alguma coisa — um contrato no Olympique de Marseille ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Olympique de Marseille ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympique de Marseille podem fingir não ter ouvido.
Ferran Torres esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olympique de Marseille lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o AS Saint-Etienne foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Santiago Hidalgo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.