106 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cacereño perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Marbella à espera com uma camisola. No Cacereño ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cacereño fez a parte difícil com o Alavés, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Bilal El Bakkali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/08/2033
Palavras no treino do Cacereño sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cacereño, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cacereño falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cacereño, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Víctor San Bartolomé e o Cacereño acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Josele e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/08/2033
Emi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sabadell fica com o seu homem, e o Cacereño volta a uma lista com um nome riscado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cacereño falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Cacereño já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cacereño fez a parte difícil com o Lugo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cacereño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hércules fica com o seu homem, e o Cacereño volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Unionistas se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Josele: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cacereño vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Talavera ninguém diz, e no Cacereño ninguém gosta de estar a adivinhar.
Bilal El Bakkali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel11/07/2033
Palavras no treino do Cacereño sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Liam Poulin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Lugo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel11/07/2033
6 caras novas e o Cacereño ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cacereño falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cacereño toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cacereño, e não vai ser retirado.
O negócio que levaria Rubén Blanco para o Oviedo caiu na fase final e ele reapresenta-se no Cacereño com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cacereño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Konstantinos Vrontis acabou de assinar pelo Cacereño e, por uma vez, a resposta importava.
Em resumo
PlantelEmi desentende-se com um colega por causa das exigências
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As bancadas27/06/2033
Os adeptos organizam-se contra a direção do Cacereño
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Josele esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel27/06/2033
Palavras no treino do Cacereño sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rubén Blanco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Cacereño terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Cacereño pode pedir e sobe o salário que Víctor San Bartolomé pode exigir.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Cacereño perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel20/06/2033
Uma lesão muscular afasta Pau Palacín durante 17 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Cacereño vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Toda a gente no Cacereño viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 33 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelLiam Poulin desentende-se com um colega por causa das exigências
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cacereño perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cacereño toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cacereño, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cacereño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Cacereño sabem-no.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 97% do que Cacereño recebem
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cacereño perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cacereño está a esgotar-se.
Bilal El Bakkali e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Cacereño.
Plantel23/05/2033
Juan Severini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Firuz Əhmədov, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Pau Palacín. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cacereño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/05/2033
Juan Severini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Cacereño foi explícito quanto à situação de Akim Zedadka, o que é mais do que muitos recebem.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Cacereño
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cacereño toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Emi e o Cacereño acertam mais 3 anos.
Plantel02/05/2033
Palavras no treino do Cacereño sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Severini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Não se vê o fim da espera do Cacereño por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cacereño tem de arrancar um resultado de algum lado.
Juan Severini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/04/2033
Palavras no treino do Cacereño sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raúl Chirveches está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Disseram uma coisa a Juan Severini e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
16 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Bilal El Bakkali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Emil Gallyamov e o Cacereño acertam mais 3 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santino Bacciadone, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoA saída do treinador deixa Juan Severini exposto
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cacereño está a esgotar-se.
Bilal El Bakkali e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
Plantel28/02/2033
Raúl Chirveches desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Liam Poulin, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cacereño, e não vai ser retirado.
Bilal El Bakkali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Bilal El Bakkali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Bilal El Bakkali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gonzalo Solís e o Cacereño acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cacereño falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cacereño, e não vai ser retirado.
Bilal El Bakkali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Plantel08/11/2032
Palavras no treino do Cacereño sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Joaquín Gómez Mattar acabou de assinar pelo Cacereño e, por uma vez, a resposta importava.
Bilal El Bakkali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Cacereño.
Plantel13/09/2032
Palavras no treino do Cacereño sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Víctor San Bartolomé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Liam Poulin, e o treinador deixou.
Gonzalo Solís tem 20 anos, e o Cacereño contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rubén Blanco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cacereño as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bilal El Bakkali e o Cacereño acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cacereño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gijón fica com o seu homem, e o Cacereño volta a uma lista com um nome riscado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Cacereño foi explícito quanto à situação de Wilfrid Kaptoum, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma sondagem ao Córdoba para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Plantel6 caras novas e o Cacereño ainda se está a conhecer
81 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cacereño perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cacereño, e não vai ser retirado.
Bilal El Bakkali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Roberto Cruz fica onde está
Diego Nieves lesiona os ligamentos do joelho — 109 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 109 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cacereño ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alvos de mercado05/07/2032
Os exames médicos acabam com o negócio de Santino Daneri
Estava tudo acordado com o Mallorca, e então o médico falou. O Cacereño desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
Bilal El Bakkali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Cacereño perguntou e o Espanyol disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
116 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cacereño perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Bilal El Bakkali e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/06/2032
Palavras no treino do Cacereño sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Cacereño perguntou e o Sevilla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel28/06/2032
Lesão muscular e 15 dias de fora para Ryan Colesby
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Cacereño vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Liam Poulin, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Mallorca para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
130 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cacereño perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rubén Blanco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cacereño as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Barcelona fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cacereño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cartagena fica com o seu homem, e o Cacereño volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.