Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Dmitriy Yevdokimov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Azam Radzhabov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Berezov, e o treinador deixou.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Kofi Duffour sai dessa comparação dentro da equipa, e o Cherepovets beneficiou de cada uma dessas tardes.
Em resumo
PlantelAzam Radzhabov perde o treinador que acreditava nele
MercadoA conversa sobre Kofi Duffour não desaparece
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kofi Duffour não precisou: 7.91, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Zakhar Badyuk treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
PlantelRoman Rakov tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lev Akulov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Cherepovets disse a Yelisey Snegirev que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de David Berezov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresKofi Duffour encarou-os todo o jogo
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kofi Duffour não precisou: 7.98, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cherepovets sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Ninguém no Cherepovets sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Denis Kovalevskiy pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kofi Duffour não precisou: 7.93, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nikita Pichugin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cherepovets as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nikita Pichugin acertou condições com o Spartak Kostroma para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Plantel11/09/2028
Azam Radzhabov sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kofi Duffour. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Cherepovets passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Lev Akulov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stepan Asharin, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cherepovets sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Cherepovets fez saber ao mercado que Zakhar Badyuk está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Minuto 93. Mikhail Mikaelyan encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Baltika 2 passou do ponto ao nada num só movimento.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
1-5, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O mais difícil de ter 16 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Roman Rakov não precisou: 7.69, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Cherepovets e o Kuban, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Cherepovets
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Cherepovets disse a Zakhar Badyuk que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Plantel31/07/2028
Nikita Lukjanenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Savely Ershov e o Cherepovets acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cherepovets sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Berezov e o Cherepovets acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Yaroslav Terechev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kofi Duffour assinar alguma coisa — um contrato no Cherepovets ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/06/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 18 anos e ninguém em Cherepovets o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Tem 18 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo19/06/2028
Para o Cherepovets, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 16 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/06/2028
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Cherepovets disse a Matvey Gavrilov que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cherepovets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Plantel05/06/2028
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Aleksandre Katamadze compromete-se com o Cherepovets por mais 3 anos.
Plantel05/06/2028
Oleg Krinkin sofre uma lesão muscular — 17 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 17 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vladimir Maklasov e o Cherepovets acertam mais 3 anos.
Plantel29/05/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo22/05/2028
Para o Cherepovets, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 16 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kofi Duffour. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dmitry Popov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Cherepovets sabem-no.
Plantel15/05/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Stepan Asharin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel08/05/2028
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Nikita Lukjanenko está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cherepovets sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Nikita Lukjanenko: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Cherepovets ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo24/04/2028
Para o Cherepovets, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 16 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/04/2028
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Zakhar Badyuk treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
Azam Radzhabov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cherepovets sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Plantel03/04/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Azam Radzhabov: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel27/03/2028
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Cherepovets sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelKofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
PlantelKirill Kulkov pede uma conversa com o treinador
MercadoA conversa sobre David Berezov não desaparece
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Dmitriy Yevdokimov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Azam Radzhabov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/03/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kofi Duffour. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
PlantelDmitry Popov pede uma conversa com o treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Plantel14/02/2028
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cherepovets sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Começou-se a ver a tabela antes de os jogos acabarem, e esse é sempre o sinal. No Cherepovets ninguém diz a palavra em voz alta, e todos no edifício estão a pensá-la.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cherepovets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Stepan Asharin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Azam Radzhabov: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Azam Radzhabov e o Cherepovets acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelKofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 89, e o Luki-Energiya passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kofi Duffour não precisou: 7.95, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/01/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Kofi Duffour tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 15 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Cherepovets lida com um homem que quer outro país.
Azam Radzhabov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/01/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Dmitriy Yevdokimov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/01/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Cherepovets têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kofi Duffour não precisou: 7.95, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Plantel20/12/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Kofi Duffour tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Stepan Asharin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/12/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
Um 1‑4 imposto pelo Yenisey 2 é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
Jogo27/11/2027
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/11/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yegor Dorofeev, e o treinador deixou.
Azam Radzhabov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/11/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yegor Dorofeev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cherepovets as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kofi Duffour não precisou: 7.82, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Cherepovets e o Irkutsk, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Zakhar Badyuk não desaparece
Notas dos jogadoresUma tarde que Lev Akulov vai querer de volta
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cherepovets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Jogo08/11/2027
Para o Cherepovets, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 12 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Dribles concretizados: 29. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo06/11/2027
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Cherepovets lida com um homem que quer outro país.
Plantel08/11/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Zakhar Badyuk está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Notas dos jogadores01/11/2027
Kofi Duffour, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.60
Um 7.60 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 5 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel01/11/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cherepovets sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anton Balashov, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Chertanovo defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/10/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Azam Radzhabov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Zakhar Badyuk treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Cherepovets pode pedir e sobe o salário que Azam Radzhabov pode exigir.
Em resumo
MercadoYegor Dorofeev colocado na lista de transferências
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Kofi Duffour
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Dmitriy Yevdokimov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Direção04/10/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Cherepovets
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kofi Duffour não precisou: 7.86, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Kofi Duffour está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cherepovets falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Kirill Kulkov marcou ao minuto 87, o Tver já pensava na viagem de regresso, e o Cherepovets levou tudo.
Notas dos jogadores27/09/2027
Kofi Duffour, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.84
Um 7.84 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Kirill Kulkov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cherepovets falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel20/09/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mikhail Karamyshev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cherepovets falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Stepan Asharin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel13/09/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Denis Kovalevskiy
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cherepovets falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Cherepovets sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/09/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cherepovets falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/08/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Kirill Kulkov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cherepovets falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Metallurg segue em frente e o Cherepovets vai para casa, com um 0‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cherepovets falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cherepovets sabe dizer em que semana.
Azam Radzhabov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/08/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Cherepovets disse a Yegor Dorofeev que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cherepovets falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Azam Radzhabov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cherepovets as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cherepovets sabe dizer em que semana.
Plantel09/08/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cherepovets falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Zakhar Badyuk está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cherepovets falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/07/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yaroslav Terechev, e o treinador deixou.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 95 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cherepovets perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Haverá conversa esta semana. Cherepovets vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Kofi Duffour tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 109 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cherepovets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
A proposta do Orel por Anton Balashov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Cherepovets lida com um homem que quer outro país.
Azam Radzhabov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/07/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 116 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Não há pior forma de perder um futebolista. Yegor Dorofeev pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Berezov e o Cherepovets acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 58 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel14/06/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mikhail Karamyshev tem a sua resposta do Cherepovets; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
MercadoA história de Zakhar Badyuk recusa-se a morrer
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Dmitriy Yevdokimov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Stepan Asharin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelAzam Radzhabov perde o treinador que acreditava nele
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Direção24/05/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Cherepovets
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Jogo24/05/2027
Para o Cherepovets, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 12 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 81 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 88 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelKofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
MercadoAzam Radzhabov colocado na lista de transferências
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cherepovets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Cherepovets sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/05/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Plantel26/04/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Stepan Asharin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel12/04/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelKirill Kulkov pede uma conversa com o treinador
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Azam Radzhabov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelLev Akulov pede uma conversa com o treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/03/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cherepovets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
O Cherepovets fez saber ao mercado que Anton Balashov está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
12 pontos e um calendário a esgotar-se. As contas ainda não são cruéis, mas já não são simpáticas.
Mercado01/03/2027
Tão perto: a transferência de Anton Balashov morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Torpedo Vladimir seguiu em frente, Anton Balashov apresenta-se de volta no Cherepovets, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Cherepovets lida com um homem que quer outro país.
Plantel01/03/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yegor Dorofeev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Cherepovets vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel22/02/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Dmitriy Yevdokimov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Azam Radzhabov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo30/01/2027
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
Direção01/02/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Cherepovets
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/02/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Plantel18/01/2027
Kofi Duffour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
MercadoA história de David Berezov recusa-se a morrer
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
O Tver levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kofi Duffour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Stepan Asharin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Cherepovets lida com um homem que quer outro país.