Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.07 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Khalfan Khalfan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Farid El Melali estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Farid El Melali está nela.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém proibiu o clube de gastar; simplesmente não tem nada para gastar que não tenha primeiro arrecadado. Cada nome que entra vem com outro agarrado à saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CR Belouizdad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta do Maritzburg United por Adama Méïté foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mehdi Boudjemaa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Direção25/08/2031
Os salários engolem 99% das receitas do CR Belouizdad
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Plantel25/08/2031
5 caras novas e o CR Belouizdad ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
46 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Plantel26/08/2030
16 dias de fora para Ahmad Nafiu depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Karen Nalbandyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Alashkert sabem-no.
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Alashkert perguntou e o Noah disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Karen Nalbandyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/08/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rafael Jesus e o Alashkert acertam mais 4 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mômô Fanyé Touré. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Noah ninguém diz, e no Alashkert ninguém gosta de estar a adivinhar.
Mômô Fanyé Touré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Alashkert perguntou e o Pyunik disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arthur Coneglian, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Noah aceitou o dinheiro. O que o Alashkert ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Plantel05/08/2030
Olawale Farayola desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ararat, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ararat ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Charlie Matthews está a viver essa versão no Ararat, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/08/2030
Albert Khachumyan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vorskla fica com o seu homem, e o Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O Ararat já telefonou ao Alashkert. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O treinador reorganizou as ideias e Ernest Kacou saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Shirak à espera com uma camisola. No Alashkert ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Alashkert foi ao Noah com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Karen Nalbandyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/07/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yaroslav Matyukhin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Norberto Briasco tem a sua resposta do Alashkert; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mômô Fanyé Touré. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
60 dias de fora para Ahmad Nafiu depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Shirak à espera com uma camisola. No Alashkert ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Alashkert e o Noah acertaram em $1.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Noah fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Karen Nalbandyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Konrad Junuzovic está a viver essa versão no Alashkert, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel15/07/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Olawale Farayola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Ararat-Armenia vai querer esquecer isto depressa: 5‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Alashkert foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
22 golos e uma média de 7.59 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel01/07/2030
74 dias de fora para Ahmad Nafiu depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 46 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Noah fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Aminu Sani agiu, no Alashkert, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Shirak segue em frente e o Alashkert vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
O Urartu vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Alashkert foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Plantel24/06/2030
82 dias de fora para Ahmad Nafiu depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel24/06/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 15 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Alashkert a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Já são 14 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
16 golos e uma média de 7.45 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Karen Nalbandyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/06/2030
Mômô Fanyé Touré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 38. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
24 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Adama Méïté será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Klaidher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/05/2030
Mômô Fanyé Touré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
11 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mômô Fanyé Touré. 1‑0 sobre o BKMA, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Karen Nalbandyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Klaidher estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Segue-se o Shirak, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Em resumo
Notas dos jogadoresMômô Fanyé Touré jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Arsen Beglaryan lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Domi Jaurès Massoumou produziu-o, e o 8.95 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Karen Nalbandyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoKaren Nalbandyan tornou-se um homem de confiança do treinador
65 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Alashkert perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Karen Nalbandyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Alashkert vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yaroslav Matyukhin está nela.
Arsen Beglaryan lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Ararat à espera com uma camisola. No Alashkert ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Direção04/02/2030
Fecha o mercado: 1 entradas, 2 saídas no Alashkert
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Mômô Fanyé Touré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/02/2030
Klaidher desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karen Nalbandyan está nela.
Em resumo
O bancoDavid Nduka pede uma conversa com o treinador
87 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Alashkert perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Karen Nalbandyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/01/2030
Mômô Fanyé Touré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Alashkert ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
94 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Alashkert perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Malik Odeyinka não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Van por Khalil Sammani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Alashkert a ouviu como outra coisa.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Urartu ninguém diz, e no Alashkert ninguém gosta de estar a adivinhar.
Karen Nalbandyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/01/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Klaidher está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Gor Matinyan fica onde está
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Ararat está a esgotar-se.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Andranik Martirosyan agiu, no Ararat, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Shirak ninguém diz, e no Ararat ninguém gosta de estar a adivinhar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Zaven Khudaverdyan e o Ararat acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A camisola ainda lhe serve. Andranik Martirosyan está de volta ao Ararat, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
O Ararat perguntou e o Noah disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Volodya Samsonyan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Adama Méïté está em marcha
101 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Alashkert perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Alashkert perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Dila por Malik Odeyinka foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Karen Nalbandyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Alashkert perguntou e o Pyunik disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel07/01/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Caio Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
145 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Alashkert perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Alashkert a ouviu como outra coisa.
Karen Nalbandyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Olawale Farayola estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Alashkert ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Olawale Farayola está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.