Román Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/11/2032
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlanta sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco15/11/2032
Hugo Ramirez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlanta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Atlanta ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Braian Rivero e o Atlanta acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alejo Dramisino e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/11/2032
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Atlanta admitiria. Nota-se aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlanta, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Delgado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Navarro, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlanta sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Atlanta gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Román Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/10/2032
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlanta sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hugo Ramirez está nela.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Alejo Dramisino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Delgado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Román Herrera assinar alguma coisa — um contrato no Atlanta ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Atlanta do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
8.º lugar com 46 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
11 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Delgado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlanta sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Alejo Dramisino e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel13/09/2032
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco13/09/2032
Alejo Dramisino tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlanta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco13/09/2032
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Matías Blanco escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Thiago Delgado ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
3‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.
As bancadas06/09/2032
Os adeptos organizam-se contra a direção do Atlanta
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Dois golos e um 8.75 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores06/09/2032
Leonardo Blanco, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.14
Um 8.14 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Román Herrera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thiago Delgado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Román Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thiago Delgado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Avaliado com 8.00. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Atlanta.
O banco23/08/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Matías Blanco saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Alejo Dramisino e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Atlanta e o Colegiales, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thiago Delgado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Disseram uma coisa a Román Herrera e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Atlanta ofereceu $5.0K; o Central Córdoba SdE disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matías Ibarra e o Atlanta acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma média de 7.31 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Román Herrera não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 94. O Alvarado vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
7 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alejo Dramisino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Atlanta foi ao Central Córdoba SdE com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Toda a gente deixou de fingir: o Alvarado vai fazer a chamada por Julián Aquino esta semana. O Atlanta tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Román Herrera não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O aperto de mão com o Gimnasia La Plata está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O negócio com o Central Córdoba SdE está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Alejo Dramisino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente deixou de fingir: o Nueva Chicago vai fazer a chamada por Julián Aquino esta semana. O Atlanta tem um número em mente, e o número não é tímido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Vilte está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O San Miguel vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Atlanta foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Avaliado com 8.25. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Atlanta.
Plantel21/06/2032
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Atlanta já telefonou ao Central Córdoba SdE. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Hernán Sánchez está em marcha
O bancoA vista do banco
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Valentino Russo
Román Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thiago Delgado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alejo Dramisino está nela.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlanta, e não vai ser retirado.
Román Herrera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco17/05/2032
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Matías Blanco foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Em resumo
PlantelEmiliano Campos, 18 anos, é o melhor jovem do fim de semana
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Delgado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores10/05/2032
Alejo Dramisino jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.02. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco10/05/2032
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Matías Blanco foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leandro Vilte está nela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlanta, e não vai ser retirado.
Román Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leandro Vilte estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Vilte, e o treinador deixou.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Thiago Delgado está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alejo Dramisino está nela.
Alejo Dramisino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 20. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel19/04/2032
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Minuto 93, frente ao Colegiales, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Donat Vata e o Atlanta acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Um 2‑2 com o Colegiales deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco19/04/2032
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Matías Blanco escolheu a versão do copo meio cheio do 2‑2; os adeptos saíram com a outra.
Alejo Dramisino tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Alvarado deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Atlanta vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Román Herrera e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/03/2032
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leandro Vilte está nela.
O banco29/03/2032
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Matías Blanco não o escondia depois do 2‑2, e no balneário do Atlanta também ninguém o escondia.
Alejo Dramisino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/03/2032
Leandro Vilte desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
0‑3 para o Quilmes, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Plantel08/03/2032
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlanta, e não vai ser retirado.
Román Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel16/02/2032
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alejandro García e o Atlanta acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O banco16/02/2032
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Matías Blanco escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Delgado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Atlanta ficou sem tempo com o Gimnasia La Plata. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Vilte está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlanta sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Atlanta. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Hugo Ramirez pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Verba acordada, salário acordado, e o Maipú à espera com uma camisola. No Atlanta ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Román Herrera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Arsenal, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O River Plate fica com o seu homem, e o Atlanta volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Delgado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Atlanta e o Morón acertaram em $27.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Agropecuario Argentino fica com o seu homem, e o Atlanta volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel15/12/2031
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlanta sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Tucumán, e não vai ser retirado.
Ramiro Ruiz Rodríguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/12/2031
Ezequiel Godoy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Mateo Coronel: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas24/11/2031
A raiva no Atlanta transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Alejo Dramisino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/11/2031
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Román Herrera apontou a data.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maximiliano Alanís será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Tucumán as despedidas começaram em silêncio.
Ramiro Ruiz Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ezequiel Godoy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Tucumán, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nicolás Laméndola está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gianluca Ferrari. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Atlético Tucumán pode pedir e sobe o salário que Agustín Gálvez pode exigir.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Atlético Tucumán a diferença vê-se da última fila.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Vilte está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mario Quiroga e o Atlanta acertam mais 3 anos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlanta sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlanta, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Tucumán, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Tucumán ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Ian Machena pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Ramiro Ruiz Rodríguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moisés Brandán está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Pimienta está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thiago Delgado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlanta ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlanta sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Alejo Dramisino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Delgado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco13/10/2031
Leandro Vilte tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlanta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejo Dramisino assinar alguma coisa — um contrato no Atlanta ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Tucumán ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ramiro Ruiz Rodríguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nicolás Laméndola e o Atlético Tucumán acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ezequiel Godoy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gianluca Ferrari, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Maximiliano Villa treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
O bancoFacundo Pimienta tornou-se um homem de confiança do treinador
Os adeptos organizam-se contra a direção do Atlanta
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Julián Aquino será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlanta as despedidas começaram em silêncio.
Román Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Vilte está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Julián Aquino treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Plantel29/09/2031
Lucas Vega, 19 anos, é o melhor jovem do fim de semana
Medido contra todos os outros miúdos da divisão, e o primeiro entre eles. O prémio de sénior é onde o Atlanta gostava que isto fosse dar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kevin Romero será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlanta as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.40 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Uma exibição de 8.43 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel22/09/2031
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Leandro Vilte produziu-o, e o 9.20 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Román Herrera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Alvarado obrigou o Atlanta a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel15/09/2031
Leandro Vilte desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Thiago Delgado.
O banco15/09/2031
Leandro Vilte tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlanta dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel15/09/2031
Um jovem do Atlanta leva o prémio de melhor sub-21
Lucas Vega tem 19 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlanta perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thiago Delgado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco11/08/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Matías Blanco a uma sala que já as tinha ouvido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Julián Aquino treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martín Rossi, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kevin Romero será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlanta as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thiago Delgado, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Disseram uma coisa a Leandro Vilte e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atlanta já se começa a dizer o nome dele no passado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Atlanta fez a parte difícil com o Argentinos Juniors, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Alejo Dramisino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
1‑2 para o Racing, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel21/07/2031
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atlético Tucumán perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Tucumán ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ezequiel Godoy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Atlético Tucumán dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlético Tucumán sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Segue-se o Rosario Central, e há um homem no balneário do Atlético Tucumán que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Luciano Vallejo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Estava tudo acordado com o Defensores Unidos, e então o médico falou. O Atlanta desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
Alejo Dramisino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O River Plate fica com o seu homem, e o Atlanta volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Delgado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mateo Bajamich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/06/2031
Ezequiel Godoy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente deixou de fingir: o Mitre vai fazer a chamada por Alex Villa González esta semana. O Atlético Tucumán tem um número em mente, e o número não é tímido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ramiro Ruiz Rodríguez. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Parte para ser jogador de outros durante quinze dias. O Atlético Tucumán perde-o durante a paragem e gostava que lho devolvessem no estado em que saiu.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Atlanta perguntou e o Central Córdoba SdE disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Román Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
8 golos e uma média de 7.28 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelLeandro Vilte desentende-se com um colega por causa das exigências
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlanta perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O San Telmo tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A proposta do Estudiantes por Kevin Romero foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Deportivo Riestra aceitou o dinheiro. O que o Atlanta ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Atlanta fez a parte difícil com o Gimnasia La Plata, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Um 1‑0 sobre o San Miguel, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel09/06/2031
Thiago Delgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atlético Tucumán vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alex Villa González será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Tucumán as despedidas começaram em silêncio.
Ramiro Ruiz Rodríguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/05/2031
Moisés Brandán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel19/05/2031
Uma lesão muscular afasta Luciano García durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Atlético Tucumán vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ramiro Ruiz Rodríguez. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Maximiliano Villa treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alejo Dramisino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thiago Delgado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matteo Zanetti, e o treinador deixou.
Disseram uma coisa a Matteo Zanetti e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
1‑2 frente ao Barracas Central, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Román Herrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlanta as despedidas começaram em silêncio.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thiago Delgado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Atlanta disse a Julián Aquino que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Matías Blanco sobre o empate
Román Herrera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Delgado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Emiliano Campos está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Leandro Vilte tem a sua resposta do Atlanta; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thiago Delgado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Matías Blanco depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Aos 16 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alejo Dramisino. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Romero, e o treinador deixou.
Uma exibição de 8.01 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco03/03/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Matías Blanco saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leandro Vilte estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Valentino Russo sai dessa comparação dentro da equipa, e o Atlanta beneficiou de cada uma dessas tardes.
Alejo Dramisino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Delgado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Matías Blanco depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Tucumán perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atlético Tucumán vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Pablo García será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Tucumán as despedidas começaram em silêncio.
O telefone voltou a tocar por causa de Gastón Nazar, e desta vez do outro lado está o Epicentr. No Atlético Tucumán ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel10/02/2031
Gianluca Ferrari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Racing Club marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
9 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o San Miguel foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Alejo Dramisino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Atlanta sobre quem trabalha
0‑4 frente ao Independiente Rivadavia, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlanta podem fingir não ter ouvido.
As bancadas03/02/2031
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 6 dos 28 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Braian Rivero e o Atlanta acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção03/02/2031
6 jogadores da formação sobem à equipa principal do Atlanta
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Joaquín Suárez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ricardo Rossi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matías Ibarra e o Atlanta acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Román Herrera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Delgado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 18 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Atlanta joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kevin Romero assinar alguma coisa — um contrato no Atlanta ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Román Herrera apontou a data.
Atlanta passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlanta, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlanta coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/01/2031
Uma transferência que Matteo Zanetti teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Matteo Zanetti está a viver essa versão no Atlanta, e costuma notar-se no primeiro mês.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Atlanta vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Rosario Central pode já não estar a vender.
Plantel06/01/2031
Leandro Vilte desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matteo Zanetti e o Atlanta acertam mais 3 anos.
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Tucumán perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atlético Tucumán vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atlético Tucumán já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alex Villa González será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Tucumán as despedidas começaram em silêncio.
Mateo Bajamich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luciano Vallejo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Toda a gente deixou de fingir: o Ferro Carril Oeste vai fazer a chamada por Gerónimo Cardozo esta semana. O Atlanta tem um número em mente, e o número não é tímido.
Román Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ochieng Mwendwa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.