Posição 2, 32 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Ramiro Ruiz Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Carlos Abeldaño e o Atlético Tucumán acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel10/01/2028
Ezequiel Godoy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ramiro Ruiz Rodríguez assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Tucumán ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Román Fernández está nela.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Atlético Tucumán estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
As regras permitem-no e dói na mesma. Fabricio Bedmar acertou condições com o Tigre para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Ramiro Ruiz Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Ferrari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Atlético Tucumán joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Leandro Díaz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Carlos Abeldaño está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Atlético Tucumán, mais uma semana sem a assinatura de Damián Adín.
Verba acordada, salário acordado, e o Independiente Rivadavia à espera com uma camisola. No Atlético Tucumán ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Tucumán, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sebastián Corda agiu, no Atlético Tucumán, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco27/12/2027
Renzo Tesuri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Tucumán dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Olima está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Panathinaikos fica com o seu homem, e o Atlético Tucumán volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Tucumán, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atlético Tucumán já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Atlético Tucumán estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
46 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel20/12/2027
Damián Adín consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Damián Adín acabou de assinar pelo Atlético Tucumán e, por uma vez, a resposta importava.
A verba é $280.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O San Miguel negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Tucumán, e não vai ser retirado.
O Atlético Tucumán foi ao San Miguel com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Ramiro Ruiz Rodríguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel13/12/2027
Alexis Canelo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alexis Canelo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Tucumán dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Renzo Tesuri
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Ramiro Ruiz Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexis Canelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Gastón Suso e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ramiro Ruiz Rodríguez assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Tucumán ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moisés Brandán está nela.
Um mês em que todos os rumores são possíveis e a maioria é disparate. O treinador tem uma lista, a direção tem um número, e nenhum conta ao outro a história toda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Juan Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Tucumán, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moisés Brandán está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Tomás Durso. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O Atlético Tucumán fez saber ao mercado que Tomás Bustos está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gastón Nazar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Tucumán as despedidas começaram em silêncio.
Ramiro Ruiz Rodríguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tomás Durso, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ezequiel Godoy e o Atlético Tucumán acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexis Canelo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gianluca Ferrari treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Juan Infante assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Tucumán ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
MercadoIgnacio Cuello colocado na lista de transferências
Mateo Bajamich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Atlético Tucumán daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Gimnasia La Plata segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gianluca Ferrari treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Olima, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
2‑2, e o Defensa y Justicia segue em frente. Nove meses de trabalho decididos em duas noites, que é o que um playoff é e aquilo em que ninguém que os desenha pensa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leonel Vega será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Tucumán as despedidas começaram em silêncio.
Mateo Bajamich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lautaro Godoy e o Atlético Tucumán acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ramiro Ruiz Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 90. O Defensa y Justicia tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador reorganizou as ideias e Leandro Díaz saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Disseram uma coisa a Martín Benítez e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Renzo Tesuri está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moisés Brandán estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Ezequiel Godoy foi informado de que não entra nos planos do treinador do Atlético Tucumán.
O banco01/11/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ezequiel Godoy
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.21 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não há pior forma de perder um futebolista. Braian Mamani pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Posição 2, 29 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Tucumán ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
As regras permitem-no e dói na mesma. Joel Ortiz acertou condições com o Aldosivi para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ramiro Ruiz Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mateo Coronel ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 92. Mateo Coronel encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Tigre passou do ponto ao nada num só movimento.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leonel Vega será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Tucumán as despedidas começaram em silêncio.
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Atlético Tucumán sobre quem trabalha
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Tucumán ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Leonel Vega acertou condições com o Banfield para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Leandro Díaz e o Atlético Tucumán acertam mais 2 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gianluca Ferrari, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mateo Coronel produziu-o, e o 9.05 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
As regras permitem-no e dói na mesma. Luciano García acertou condições com o Aldosivi para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leonel Di Plácido, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Leandro Díaz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Tucumán ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Gimnasia La Plata passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mateo Bajamich. 1‑0 sobre o Racing Club, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Sebastián Costa sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Facundo Pimienta será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Tucumán as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Platense vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Luca Bastilla pré-acordou a mudança para o Atlético Tucumán, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atlético Tucumán, e 2 jogos em 33 dizem que merece ser ouvido.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Rosario Central; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 86, e o Argentinos Juniors passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexis Canelo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faltavam 89 minutos e o Barracas Central tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Atlético Tucumán não parou para dar explicações.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gastón Nazar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Tucumán as despedidas começaram em silêncio.
Clever Ferreira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Platense vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ignacio Marina pré-acordou a mudança para o Atlético Tucumán, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Tucumán perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Independiente Rivadavia vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Atlético Tucumán foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Tucumán perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Renzo Tesuri e o Atlético Tucumán acertam mais 3 anos.
O Rosario Central vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Lautaro Fernández pré-acordou a mudança para o Atlético Tucumán, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
A enfermaria confirma 29 dias de paragem para Facundo Ovalles, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
O banco09/08/2027
Renzo Tesuri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Tucumán dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Tucumán, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Tucumán perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Atlético Tucumán e o Belgrano, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Carlos Borda lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Já são 4 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Mercado26/07/2027
Tão perto: a transferência de Patricio Albornoz morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Sarmiento seguiu em frente, Patricio Albornoz apresenta-se de volta no Atlético Tucumán, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Alvarado à espera com uma camisola. No Atlético Tucumán ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Não há pior forma de perder um futebolista. Ramiro Paunero pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Um ponto arrancado aos 94 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexis Canelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atlético Tucumán, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
O aperto de mão com o Quilmes está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Tucumán ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Tucumán, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlético Tucumán pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Verba acordada, salário acordado, e o Sarmiento à espera com uma camisola. No Atlético Tucumán ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Tucumán, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
32 jogos no Queretaro e os golos não param. No Atlético Tucumán acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
Plantel28/06/2027
Kevin Ortiz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atlético Tucumán, e 5 jogos em 23 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexis Canelo está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ramiro Ruiz Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Banfield vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Sergio Vergara pré-acordou a mudança para o Atlético Tucumán, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateo Bajamich, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
2‑3 frente ao Tigre, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
O Newcastle United pagou $8.3M e o Atlético Tucumán aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Luis Ingolotti foi-se, as contas têm $8.3M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Atlético Tucumán perguntou e o Atlanta disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
2‑3, e o River Plate segue em frente. Nove meses de trabalho decididos em duas noites, que é o que um playoff é e aquilo em que ninguém que os desenha pensa.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atlético Tucumán já se começa a dizer o nome dele no passado.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexis Canelo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco07/06/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑3 Sebastián Costa saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
1‑0 na noite, e a eliminatória é deles. A época de outros acabou nos mesmos noventa minutos, o que os festejos no Atlético Tucumán têm todo o direito de ignorar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ramiro Ruiz Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Facundo Pimienta tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Tucumán, e não vai ser retirado.
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco24/05/2027
Lucas Román tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Tucumán dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlético Tucumán sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoLautaro Godoy pede uma conversa com o treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Colón marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexis Canelo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Sebastián Costa depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Ramiro Ruiz Rodríguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Sebastián Costa depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
O banco10/05/2027
Renzo Tesuri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Tucumán dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ian Machena estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.98 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.31, e nem uma objeção no estádio.
Plantel03/05/2027
Alexis Canelo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Atlético Tucumán daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Nacional segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O All Boys está fora e o Atlético Tucumán segue em frente, com um 3‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Román Fernández não precisou: 8.34, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Martín Benítez. 1‑0 sobre o Sarmiento, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores26/04/2027
Lucas Román jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.15. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexis Canelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atlético Tucumán tem de arrancar um resultado de algum lado.
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Atlético Tucumán sabe dizer em que semana.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
10 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ramiro Ruiz Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atlético Tucumán foi explícito quanto à situação de Moisés Brandán, o que é mais do que muitos recebem.
Dribles concretizados: 36. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Tucumán falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexis Canelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atlético Tucumán, e 5 jogos em 11 dizem que merece ser ouvido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Renzo Tesuri tem a sua resposta do Atlético Tucumán; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Leandro Díaz
Notas dos jogadoresJuan Infante fica com as honras
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Tucumán falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlético Tucumán pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Sebastián Costa depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Tucumán falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Ramiro Ruiz Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco22/03/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Sebastián Costa foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Plantel22/03/2027
Moisés Brandán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
50 dias de fora para Gastón Suso depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atlético Tucumán vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Díaz, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moisés Brandán estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Dribles concretizados: 36. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Tucumán falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 87, e o Independiente Rivadavia passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Leandro Díaz e o Atlético Tucumán acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gianluca Ferrari, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Tucumán falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Mateo Bajamich está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moisés Brandán está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco01/03/2027
Renzo Tesuri tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Tucumán dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atlético Tucumán tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Emprestados22/02/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Mateo Coronel
15 golos em 30 jogos no Queretaro — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Atlético Tucumán alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Verba acordada, salário acordado, e o Tijuana à espera com uma camisola. No Atlético Tucumán ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atlético Tucumán tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Septemvri à espera com uma camisola. No Atlético Tucumán ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção08/02/2027
3 jogadores da formação sobem à equipa principal do Atlético Tucumán
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Carlos Alberto Rey é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Leonardo Suárez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Bautista Godoy é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
O banco08/02/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Sebastián Costa saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Leandro Díaz
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Tucumán, e não vai ser retirado.
A proposta do Charlton Athletic por Carlos Abeldaño foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ramiro Ruiz Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ezequiel Godoy e o Atlético Tucumán acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atlético Tucumán foi explícito quanto à situação de Gabriel Compagnucci, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Juan Rodríguez: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Atlético Tucumán a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
O bancoMoisés Brandán tornou-se um homem de confiança do treinador
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Bajamich estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Tucumán, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoRenzo Tesuri tornou-se um homem de confiança do treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel18/01/2027
Moisés Brandán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Gastón Suso tem a sua resposta do Atlético Tucumán; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Atlético Tucumán essa pergunta é mais difícil de responder.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ramiro Ruiz Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Maximiliano Villa e o Atlético Tucumán acertam mais 3 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Carlos Abeldaño está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nicolás Laméndola assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Tucumán ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Fatih Karagumruk por Carlos Abeldaño foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Ferrari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ramiro González e o Atlético Tucumán acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maximiliano Alanís, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Tucumán, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Verba acordada, salário acordado, e o Talleres à espera com uma camisola. No Atlético Tucumán ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Tucumán, e não vai ser retirado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
22 jogos longe de casa e 12 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Plantel28/12/2026
Tomás Durso desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Juan Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Juan Rodríguez apontou a data.
O Atlético Tucumán fez saber ao mercado que Patricio Albornoz está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlético Tucumán pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Ramiro Ruiz Rodríguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Ferrari estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gianluca Ferrari, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ramiro Ruiz Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Carlos Abeldaño está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nicolás Laméndola assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Tucumán ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Atlético Tucumán vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
MercadoAlexis Canelo colocado na lista de transferências
Leandro Díaz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/12/2026
Gianluca Ferrari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atlético Tucumán foi explícito quanto à situação de Facundo Pimienta, o que é mais do que muitos recebem.
Moisés Brandán tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Tucumán dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
DireçãoAberto para negócios: o Atlético Tucumán entra no mercado
MercadoGastón Suso colocado na lista de transferências
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Atlético Tucumán vai falar em 18 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ramiro Ruiz Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Tucumán, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/11/2026
Gianluca Ferrari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tomás Durso treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Tucumán ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Luciano Vallejo acertou condições com o Argentinos Juniors para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Ortiz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexis Canelo, e o treinador deixou.
Emprestados16/11/2026
Os golos continuam a chegar do exílio de Mateo Coronel
11 golos em 16 jogos no Queretaro — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Atlético Tucumán alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Juan Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco16/11/2026
Carlos Abeldaño tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Tucumán dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Atlético Tucumán vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ramiro Ruiz Rodríguez e o Atlético Tucumán acertam mais 4 anos.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Tucumán, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Tucumán podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ramiro Ruiz Rodríguez e o Atlético Tucumán acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ramiro Ruiz Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexis Canelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Atlético Tucumán, mais uma semana sem a assinatura de Ramiro Ruiz Rodríguez.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Atlético Tucumán disse a Clever Ferreira que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Nicolás Laméndola sai dessa comparação dentro da equipa, e o Atlético Tucumán beneficiou de cada uma dessas tardes.
Em resumo
O bancoRenzo Tesuri tornou-se um homem de confiança do treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ramiro Ruiz Rodríguez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Tucumán as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Atlético Tucumán vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel26/10/2026
Gianluca Ferrari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
1 para Kevin Ortiz, avaliado com 7.98, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexis Canelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O Independiente Rivadavia vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Atlético Tucumán foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.11 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexis Canelo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Tucumán, e não vai ser retirado.
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Ferrari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
17 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O treinador reorganizou as ideias e Gabriel Compagnucci saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Renzo Tesuri está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlético Tucumán sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Tucumán ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.99 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
7.96, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/09/2026
Gianluca Ferrari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexis Canelo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
15 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Atlético Tucumán pode pedir e sobe o salário que Ramiro Ruiz Rodríguez pode exigir.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Thiago Tarabay e o Atlético Tucumán acertam mais 4 anos.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 20. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel14/09/2026
Franco Nicola sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Juan Martín Arce está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Bruno Benítez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Ramiro Ruiz Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel07/09/2026
Alexis Canelo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Atlético Tucumán, mais uma semana sem a assinatura de Ramiro Ruiz Rodríguez.
Em resumo
Plantel15 caras novas e o Atlético Tucumán ainda se está a conhecer
Eliminado, 1‑1 com o Unión de Santa Fe, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Tucumán ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Notas dos jogadores31/08/2026
Leandro Díaz, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.66
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.66 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexis Canelo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
2 atrás e sem rumo, até Lucas Román decidir o contrário. O All Boys tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.14 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
O telefone voltou a tocar por causa de Tomás Durso, e desta vez do outro lado está o Valladolid. No Atlético Tucumán ouvem com educação e não prometem nada.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ramiro Ruiz Rodríguez acertou condições com o Racing Club para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Leandro Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Atlético Tucumán sobre quem trabalha
Leandro Díaz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/08/2026
Kevin Ortiz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Sebastián Costa sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Tucumán coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/08/2026
Kevin Ortiz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Bautista Castillo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Andrés Costa está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Renzo Tesuri compromete-se com o Atlético Tucumán por mais 3 anos.
O banco10/08/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Sebastián Costa a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Kevin Ortiz
Leandro Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tomás Durso está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O telefone voltou a tocar por causa de Carlos Abeldaño, e desta vez do outro lado está o Morelia. No Atlético Tucumán ouvem com educação e não prometem nada.
Empate aos 97 minutos, depois de uma tarde que o Atlético Tucumán tinha praticamente arrumada. O Gimnasia La Plata vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.