Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bahia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $2.1M do que o Bahia pagou por JP Murilo é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Bahia está a esgotar-se.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Bahia pagou $3.4M por Arthur Henrique, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
O Fluminense queria mais do que $290.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 105 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Brusque aceitou o dinheiro. O que o Bahia ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Bahia perguntou e o Sport Recife disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Kaio Jorge e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Bahia ofereceu $650.0K; o Corinthians disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Bahia foi ao Cruzeiro com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Brusque falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Luverdense à espera com uma camisola. No Brusque ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Chapecoense por Arthur Henrique foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Santino Dudar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/12/2035
Arthur Schilling desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Brusque perguntou e o Coritiba disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Brusque, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
64 dias de fora para João Victor depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Brusque vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Heitor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Brusque as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Brusque lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
As regras permitem-no e dói na mesma. Artem Glotsko acertou condições com o Itabaiana para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Arthur Schilling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Brusque ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em resumo
PlantelCarlão desentende-se com um colega por causa das exigências
O bancoO veredicto do treinador
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Arthur Henrique
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Brusque falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Operário Ferroviário vai querer esquecer isto depressa: 5‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Brusque foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Matheus Henrique tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Caxias deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brusque, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ariel Miravete será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Brusque as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Baranhas e o Brusque acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brusque coisas que levam mais de uma semana a retirar.
92 dias de fora para João Victor depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Brusque vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Heitor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Brusque as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arthur Schilling estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jefferson Jefferson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente no Brusque viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joaquín Varela, e o treinador deixou.
Avaliado com 7.16. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não há pior forma de perder um futebolista. Eneas Colina pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Santino Dudar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/10/2035
Arthur Schilling desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente no Brusque viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 33 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brusque, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel24/09/2035
Arthur Schilling desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jefferson Jefferson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Brusque sabem-no.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Brusque vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brusque coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arthur Schilling está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Matheus Henrique produziu-o, e o 8.77 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brusque, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arthur Schilling está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jefferson Jefferson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Brusque vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ficar 2 atrás faz algo a uma equipa, e normalmente o que faz é acabar com ela. Aqui não. O Brusque reconstruiu a tarde golo a golo, e o Athletico Paranaense não teve resposta para nada disso.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Brusque lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brusque coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um 3‑2 sobre o Athletico Paranaense, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Wendel agarrou este contra o Paysandu. 3‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Brusque.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 90 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brusque, e não vai ser retirado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.72 para o resto.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Brusque vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Willian Soares lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brusque, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arthur Schilling está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Brusque perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.38 para o resto.
Santino Dudar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arthur Schilling estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Flamengo fica com o seu homem, e o Brusque volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Brusque perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brusque, e não vai ser retirado.
1 para Baranhas, avaliado com 7.88, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Santino Dudar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/05/2035
Arthur Schilling desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Fernando lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Brusque falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. João Vitor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Brusque as despedidas começaram em silêncio.
João Pantera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresArthur Henrique passa por eles um de cada vez
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Brusque perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brusque, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gui Silveira será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Brusque as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Baranhas e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/03/2035
Arthur Schilling desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arthur Henrique, e o treinador deixou.
Mercado19/03/2035
Tiepo traz os cabelos brancos que faltavam ao Brusque
Aos 37, já viu todas as situações que esta época pode produzir, duas vezes. As pernas serão geridas; a compra é a cabeça.
25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Brusque perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Santino Dudar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/03/2035
Uma transferência que Dyghana teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Dyghana está a viver essa versão no Brusque, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco12/03/2035
Enzo Ávalos tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Brusque dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Heitor volta a ser jogador do Brusque, e a cidade tem a sua história do verão.
João Victor e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/02/2035
Pedro Milans desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Brusque sabe em que fase está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Brusque, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alex Candia lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Brusque ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Arthur Schilling e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/01/2035
Arthur Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Santino Dudar assinar alguma coisa — um contrato no Brusque ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoÉder Teixeira pede uma conversa com o treinador
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Brusque perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brusque, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Arthur Schilling quer futebol continental; se o Brusque o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
João Victor e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/01/2035
Pedro Milans desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Grêmio fica com o seu homem, e o Brusque volta a uma lista com um nome riscado.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Subida confirmada e matemática, e uma cidade que hoje não vai dormir muito. Tenha esta época tido o que teve, termina uma divisão acima de onde começou.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Brusque perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Brusque já se começa a dizer o nome dele no passado.
Mercado08/01/2035
Tão perto: a transferência de Santino Dudar morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Santos seguiu em frente, Santino Dudar apresenta-se de volta no Brusque, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Arthur Schilling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel08/01/2035
Arthur Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Brusque não o segura a fingir o contrário.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Brusque foi explícito quanto à situação de Marcos Paulo, o que é mais do que muitos recebem.
77 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Brusque perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Juventude à espera com uma camisola. No Brusque ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Brusque beneficiou disso.
Kauan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
29 jogos longe de casa e 15 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Plantel11/12/2034
Arthur Schilling desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: César Nardo fica onde está
O bancoArthur tornou-se um homem de confiança do treinador
Fernando lesiona os ligamentos do joelho — 91 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Santino Dudar produziu-o, e o 8.52 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roberto Nogueira será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Brusque as despedidas começaram em silêncio.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Kauan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Javier Ortíz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
133 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Brusque perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Kauan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/10/2034
Javier Ortíz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
Plantel16/10/2034
8 caras novas e o Brusque ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brusque, e não vai ser retirado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Baranhas marcou, foi avaliado com 7.53 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roberto Nogueira será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Brusque as despedidas começaram em silêncio.
Kauan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Javier Ortíz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matheus Henrique, e o treinador deixou.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 34 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Brusque vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Coritiba à espera com uma camisola. No Brusque ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O aperto de mão com o Cruzeiro está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Jogo17/06/2034
O Brusque torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Souza será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Brusque as despedidas começaram em silêncio.
7.85, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
O Brusque foi ao Santos com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Bahia pagou $170.0K e o Brusque aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Em resumo
PlantelArthur desentende-se com um colega por causa das exigências
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Brusque vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Brusque, e não vai ser retirado.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Santino Dudar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/05/2034
Arthur desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matias Antonini, e o treinador deixou.
7.52, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Brusque tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco29/05/2034
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Em resumo
Notas dos jogadoresBaranhas passa por eles um de cada vez
PlantelNão há lugar para João Vitor no desenho novo
Vitória por 3‑2 sobre o Parnahyba, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Brusque vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Souza será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Brusque as despedidas começaram em silêncio.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. João Vitor agiu, no Brusque, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Santa Cruz vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Fábio Mondoni pré-acordou a mudança para o Brusque, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.