Michael Atata

Goleiro - Al Shabab
9 Nov 2035
Sexta-feira
Processo

Marcado para Michael Atata

484 Edição

O Diário de Al Shabab

05/11/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O escrutínio aperta no Al Shabab

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al Shabab está a esgotar-se.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Baba Bello Ilou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marouan Azarkan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

O dono mete $236.9K em Al Shabab

É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.

Direção

Al Shabab não podem contratar ninguém

A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.

Direção

Al Shabab devem $61.1M

O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.

Mercado

Thiago Fusco avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Thiago Fusco foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al Shabab.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Antonio Imputato

Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Shabab e Michael Atata

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Shabab, mais uma semana sem a assinatura de Michael Atata.

Em resumo

Edições anteriores
482 Edição

O Diário de Al Shabab

22/10/2035
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

As bancadas

A raiva no Al Shabab transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Jogo

Baba Bello Ilou ganha-o quando o apito já devia ter soado

Minuto 94. Baba Bello Ilou encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Baniyas passou do ponto ao nada num só movimento.

Plantel

Michael Atata segura o Al Shabab sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Pablo Altamirano e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marouan Azarkan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Baba Bello Ilou faz a diferença pelo Al Shabab contra o Baniyas

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Baba Bello Ilou. 2‑1 sobre o Baniyas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Notas dos jogadores

Antonio Imputato estava imparável

Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Al Shabab

6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

Interim Coach diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Em resumo

477 Edição

O Diário de Al Shabab

17/09/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

O joelho: Fábio Silva fora por 36 dias

36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Shabab perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

Uma sova para o Al Shabab

Derrota por 1‑4 com o Al Nasr, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.

Jogo

A espera do Al Shabab continua

Já são 8 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

O banco

Mahmoud Al Suwaidi diz que o Al Shabab não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Marouan Azarkan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohammad Hossein Momeni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Eid Al-Hammadi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

Portas fechadas no Al Shabab

A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.

Plantel

Erro caro de Michael Atata

Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Michael Atata sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.

Em resumo

476 Edição

O Diário de Al Shabab

10/09/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Fábio Silva

43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Shabab perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Pablo Altamirano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marouan Azarkan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Direção

Continua sem nome por cima da porta no Al Shabab

Dia 9 da vaga. Candidatos foram avaliados, sondados e descartados em silêncio — e o registo do interino começa a ser um argumento por si só.

Plantel

As regras de inscrição deixam Marouan Azarkan de fora no Al Shabab

Não tem nada que ver com a forma dele e tudo que ver com a forma como o plantel foi montado. Vai treinar a semana inteira com um grupo pelo qual não pode jogar, o que é uma maneira estranha de passar uma época.

Direção

Al Shabab devem $56.7M

O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.

O banco

O treinador faz de Thiago Fusco um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Al Shabab e Michael Atata falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Direção

Em Al Shabab não entra ninguém enquanto não sair alguém

O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Al Shabab neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.

Em resumo

475 Edição

O Diário de Al Shabab

03/09/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

o treinador sai de Al Shabab

Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.

Direção

O Al Shabab não tem ninguém para dirigir os treinos

Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.

O banco

Santiago Saavedra guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Shabab pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Al Shabab por uma vitória

Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Shabab tem de arrancar um resultado de algum lado.

Direção

Al Shabab abate $107.5K em Suhail Mohammad

Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $107.5K do que o Al Shabab pagou por Suhail Mohammad é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.

Direção

Interim Coach assume o comando de Al Shabab para já

«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.

Mercado

Abdullah Mabkhout põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Shabab, e não vai ser retirado.

Plantel

Michael Atata segura o Al Shabab sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Plantel

Uma transferência que Rashid Al Kamali teria feito de graça

Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Rashid Al Kamali está a viver essa versão no Al Shabab, e costuma notar-se no primeiro mês.

Em resumo

473 Edição

O Diário de Al Shabab

20/08/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Abdelaziz Mohamed

76 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Shabab perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Hamad Al Shamsi parte um osso — 31 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Plantel

Pablo Altamirano em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marouan Azarkan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Mahmoud Al Suwaidi bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Shabab, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Axell Amaral ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

Mercado

Fernando Barbosa apontado a uma saída

O nome de Fernando Barbosa não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Shabab nada diz, o que já diz muito.

O banco

Quando importa, Abdelaziz Mohamed joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

O relógio negoceia por Michael Atata

Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Al Shabab pode pedir e sobe o salário que Michael Atata pode exigir.

Em resumo

471 Edição

O Diário de Al Shabab

06/08/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Abdelaziz Mohamed

90 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Shabab perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Direção

O Al Shabab soletra tudo a o treinador

O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. o treinador treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.

Plantel

48 dias de fora para Hamad Al Shamsi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Shabab vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Direção

Reunião de emergência no Al Shabab

Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.

Mercado

Al Dhafra a seguir Majed Al Suwaidi

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Al Shabab nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Plantel

Mohammad Hossein Momeni fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohammad Hossein Momeni e o Al Shabab acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Santiago Saavedra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Não há esconderijo para Eid Al-Hammadi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Eid Al-Hammadi, e o treinador deixou.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Shabab e Pablo Altamirano

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Shabab, mais uma semana sem a assinatura de Pablo Altamirano.

Em resumo

469 Edição

O Diário de Al Shabab

23/07/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Abdelaziz Mohamed lesiona os ligamentos do joelho — 107 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Condições fechadas: Majed Al Suwaidi vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o Emirates Club à espera com uma camisola. No Al Shabab ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Plantel

Pablo Altamirano em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Marouan Azarkan desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Fernando Barbosa apontado a uma saída

O nome de Fernando Barbosa não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Shabab nada diz, o que já diz muito.

O banco

Quando importa, Abdelaziz Mohamed joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Abre-se uma porta a Pablo Altamirano

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Michael Atata

Faltam 7 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Al Shabab poderiam receber por ele.

Plantel

Mohamed Saeed já sabe quanto ganha o do lado

Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Al Shabab essa pergunta é mais difícil de responder.

Em resumo

467 Edição

O Diário de Al Shabab

09/07/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Majed Al Suwaidi disse que sim ao Al Dhafra

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Shabab perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Plantel

Uma fratura deixa Suhail Mohammad de fora 28 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Abdelaziz Mohamed põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Shabab, e não vai ser retirado.

Plantel

Marouan Azarkan fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marouan Azarkan e o Al Shabab acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Marouan Azarkan em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

O Al Shabab faz as contas à perda de Thiago Fusco

17 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Shabab e Michael Atata

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Shabab, mais uma semana sem a assinatura de Michael Atata.

O banco

Quando importa, Marouan Azarkan joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Direção

Em Al Shabab não entra ninguém enquanto não sair alguém

O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Al Shabab neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.

Em resumo

463 Edição

O Diário de Al Shabab

11/06/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Pablo Altamirano

41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Shabab perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Majed Al Suwaidi disse que sim ao Al Dhafra

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Shabab perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Plantel

Uma fratura deixa Suhail Mohammad de fora 62 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Santiago Saavedra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Abdullah Omar chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Abdullah Omar agiu, no Al Shabab, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Mercado

Al Shabab e Michael Atata falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Quando importa, Marouan Azarkan joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Não há lugar para Walid Khalfan no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Walid Khalfan tem a sua resposta do Al Shabab; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

Direção

O Al Shabab só compra o que vender

Ninguém proibiu o clube de gastar; simplesmente não tem nada para gastar que não tenha primeiro arrecadado. Cada nome que entra vem com outro agarrado à saída.

Em resumo

462 Edição

O Diário de Al Shabab

04/06/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Pablo Altamirano lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Direção

O Al Shabab coloca o treinador em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

Plantel

Suhail Mohammad parte um osso — 70 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 70 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Direção

Reunião de crise no Al Shabab

A versão oficial será que foi de rotina. Não foi, o momento diz isso, e toda a gente naquela sala sabe quanto custa o próximo mau resultado.

Mercado

Abdulrahman Talal põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Shabab, e não vai ser retirado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Pablo Altamirano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marouan Azarkan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

Al Dhafra estão prestes a pegar no telefone

Haverá conversa esta semana. Al Shabab vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Shabab e Pablo Altamirano

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Shabab, mais uma semana sem a assinatura de Pablo Altamirano.

Em resumo

453 Edição

O Diário de Al Shabab

02/04/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O Al Shabab soletra tudo a o treinador

O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. o treinador treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.

Direção

Reunião de emergência no Al Shabab

Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.

O banco

Humoyunshoh Sayyotov guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Shabab pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Eid Al-Hammadi fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Eid Al-Hammadi e o Al Shabab acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Pablo Altamirano em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marouan Azarkan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Conversas entre Al Shabab e Michael Atata empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Al Shabab

6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

A saída do treinador deixa Michael Atata exposto

Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Michael Atata está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.

Em resumo

449 Edição

O Diário de Al Shabab

05/03/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O Al Shabab coloca o treinador em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

O banco

Eid Al-Hammadi guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Shabab pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Direção

Reunião de crise no Al Shabab

A versão oficial será que foi de rotina. Não foi, o momento diz isso, e toda a gente naquela sala sabe quanto custa o próximo mau resultado.

Jogo

4 jogos sem vencer para o Al Shabab

A série chega a 4 e as perguntas em torno do Al Shabab já não são delicadas.

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Santiago Saavedra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marouan Azarkan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Al Shabab fica aquém diante do Al Wahda

O Al Wahda levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Mercado

Al Shabab e Michael Atata falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 o treinador saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Em resumo

  • Plantel Rashid Nader já não é a primeira escolha
  • Plantel 5 caras novas e o Al Shabab ainda se está a conhecer
  • O banco O treinador faz de Yahia Nader um exemplo
446 Edição

O Diário de Al Shabab

12/02/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Tarde humilhante para o Al Shabab

Um 0‑3 imposto pelo Al Jazira é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.

Mercado

Ahmed Suqrat está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Shabab ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

O banco

Yahia Nader guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Shabab pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Marouan Azarkan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Barbosa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Michael Atata ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

Ninguém saiu depressa do balneário de Al Shabab

A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.

Mercado

Conversas entre Al Shabab e Dramane Koumaré empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 o treinador saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Em resumo

444 Edição

O Diário de Al Shabab

29/01/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

Cresce a pressão na direção do Al Shabab

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Michael Atata

Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Mercado

Khaled Al-Asbahi entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Shabab podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Eid Al-Hammadi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Al Shabab perde Rashid Nader

21 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Shabab

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marouan Azarkan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Nasser Hassan faz a diferença pelo Al Shabab contra o Baniyas

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nasser Hassan. 3‑1 sobre o Baniyas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

As bancadas

Os adeptos do Al Shabab encontraram um ídolo em Rashid Juma

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Rashid Juma tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Em resumo

438 Edição

O Diário de Al Shabab

18/12/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Os pequenos detalhes afastam o Al Shabab

Eliminado, 1‑2 com o Baniyas, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.

Jogo

A espera do Al Shabab continua

Já são 8 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Mercado

Só falta a fotografia para Ahmed Suqrat

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmed Suqrat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Shabab as despedidas começaram em silêncio.

Notas dos jogadores

Ahmed Yaqoob marcou um e fez outro — 7.96

Dois dos golos tinham o nome dele algures, que é a tarde que um treinador quer de quem lhe pede para criar e finalizar. 7.96 e 2 participações.

Plantel

Pablo Altamirano em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marouan Azarkan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Rilwanu Sarki

Dribles concretizados: 19. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Santiago Saavedra ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

O boletim de meio de época do Al Shabab

7.º lugar, 19 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.

Em resumo

436 Edição

O Diário de Al Shabab

04/12/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

o treinador tem até à próxima reunião da direção

O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al Shabab toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.

Direção

A direção do Al Shabab chama toda a gente

Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.

Jogo

A espera do Al Shabab continua

Já são 5 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Dramane Koumaré e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

Al Shabab a fazer contas

As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Al Shabab.

Plantel

Fernando Barbosa desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Emprestados

Axell Amaral conta os dias

“Vejo todos os jogos do Al Shabab daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Nasr segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

Jogo

Tarde má para o Al Shabab diante do Al Wahda

0‑2 para o Al Wahda, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Notas dos jogadores

Antonio Imputato passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 17. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Em resumo

434 Edição

O Diário de Al Shabab

20/11/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Só falta a fotografia para Ahmed Suqrat

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmed Suqrat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Shabab as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Michael Atata sofre uma lesão muscular — 16 dias de fora

A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Barbosa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

6 caras novas e o Al Shabab ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

Mercado

A conversa sobre Ahmed Yaqoob não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Shabab sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

Quando importa, Abdelaziz Mohamed joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Antevisão

Zayed Sultan regressa para defrontar o Emirates Club

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Zayed Sultan: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al Shabab a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Mercado

O relógio negoceia por Dramane Koumaré

Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Al Shabab pode pedir e sobe o salário que Dramane Koumaré pode exigir.

O banco

Prometeram minutos a Eid Al-Hammadi

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Eid Al-Hammadi apontou a data.

Em resumo

433 Edição

O Diário de Al Shabab

13/11/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Continua sem haver quem bata o Al Shabab

A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Mercado

Dramane Koumaré está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Shabab ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Michael Atata segura o Al Shabab sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Pablo Altamirano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Fernando Barbosa desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Em cima do apito, um ponto para o Al Shabab

Minuto 85, frente ao Al Shaab, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.

O banco

Zayed Sultan ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Al Shabab e Al Shaab levam um ponto cada

Acabou 2‑2, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

O banco

o treinador: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 2‑2, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

Em resumo

432 Edição

O Diário de Al Shabab

06/11/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Michael Atata segura o Al Shabab sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Jogo

Al Shabab estão lá em cima

3.º lugar e 16 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Al Shabab não perde

Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Direção

Al Shabab a fazer contas

As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Al Shabab.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Pablo Altamirano e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Abdulrahman Talal chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Abdulrahman Talal agiu, no Al Shabab, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marouan Azarkan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Emprestados

Mohamed Saeed conta os dias

“Vejo todos os jogos do Al Shabab daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Wasl segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

O banco

Santiago Saavedra ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

421 Edição

O Diário de Al Shabab

21/08/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al Shabab

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Mercado

Só falta a fotografia para Majed Al Suwaidi

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Majed Al Suwaidi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Shabab as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Barbosa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Rafa Roldán em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Al Shabab têm de vender primeiro

O treinador tem uma lista e a direção pôs-lhe uma condição. Não é uma crise — metade do futebol funciona assim — mas decide qual dos dois leva a sua avante em agosto.

O banco

Dramane Koumaré bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Shabab, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

O relógio negoceia por Samandarjon Mavlonqulov

Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Al Shabab pode pedir e sobe o salário que Samandarjon Mavlonqulov pode exigir.

O banco

Majed Al Naqbi tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Abre-se uma porta a Humoyunshoh Sayyotov

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

418 Edição

O Diário de Al Shabab

31/07/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rodrigo Xavier estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

O Al Shabab leva uma nega por Sultan Al Naqbi

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Villa Dálmine fica com o seu homem, e o Al Shabab volta a uma lista com um nome riscado.

O banco

O treinador faz de Ahmed Suqrat um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Sultan Al Naqbi está em marcha

O Al Shabab já telefonou ao Villa Dálmine. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Plantel

Abdullah Al Shamsi assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Abdullah Al Shamsi e o Al Shabab acertam mais 4 anos.

Plantel

Ismail Al Menhali em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Samandarjon Mavlonqulov bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Samandarjon Mavlonqulov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A pergunta sobre Samandarjon Mavlonqulov persegue o Al Shabab

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Samandarjon Mavlonqulov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Mercado

O relógio negoceia por Dramane Koumaré

Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Al Shabab pode pedir e sobe o salário que Dramane Koumaré pode exigir.

Em resumo

415 Edição

O Diário de Al Shabab

10/07/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Samandarjon Mavlonqulov recusa o Baniyas

“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.

Mercado

Mohamed Abdulrahman pede para sair do Al Shabab

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Marouan Azarkan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rodrigo Xavier estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

Conversas entre Al Shabab e Ahmed Suqrat empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Fernando Barbosa tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Plantel

Não há lugar para Rashid Juma no desenho novo

Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Al Shabab joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.

Mercado

A história de Fernando Barbosa recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Fernando Barbosa assinar alguma coisa — um contrato no Al Shabab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Michael Atata quer saber porque ganha menos

Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Al Shabab não tem uma boa resposta.

Em resumo

414 Edição

O Diário de Al Shabab

03/07/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O Al Shabab soletra tudo a o treinador

O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. o treinador treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.

Direção

Reunião de crise no Al Shabab

A versão oficial será que foi de rotina. Não foi, o momento diz isso, e toda a gente naquela sala sabe quanto custa o próximo mau resultado.

Mercado

Baniyas a seguir Samandarjon Mavlonqulov

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Al Shabab nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Mercado

Mahmoud Saeed entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Shabab podem fingir não ter ouvido.

Alvos de mercado

Nasser Hassan vai a exames médicos no Al Shabab

Tudo acordado com o Al Ain, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Mercado

Miguel Salgado segue caminho

O Baniyas paga $500.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.

Plantel

Rashid Nader assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rashid Nader e o Al Shabab acertam mais 2 anos.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rodrigo Xavier estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Shabab e Rodrigo Xavier

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Shabab, mais uma semana sem a assinatura de Rodrigo Xavier.

Em resumo

406 Edição

O Diário de Al Shabab

08/05/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O Al Shabab coloca o treinador em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

Direção

A direção do Al Shabab chama toda a gente

Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.

O banco

Abdou Sy guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Shabab pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marouan Azarkan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Abdullah Mabkhout e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Conversas entre Al Shabab e Samandarjon Mavlonqulov empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

O Al Shabab cumpre a palavra dada a Samandarjon Mavlonqulov

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

Plantel

No Al Shabab ainda são estranhos uns para os outros

5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Quando importa, Fernando Barbosa joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

405 Edição

O Diário de Al Shabab

01/05/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O escrutínio aperta no Al Shabab

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al Shabab está a esgotar-se.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marouan Azarkan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Abdullah Mabkhout e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Rashid Nader desce na hierarquia

A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Rashid Nader está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.

Mercado

Conversas entre Al Shabab e Dramane Koumaré empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Michael Atata sem o homem que o contratou

Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Michael Atata foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.

O banco

O treinador faz de Suhail Mohammad um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Em Al Shabab não entra ninguém enquanto não sair alguém

O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Al Shabab neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.

O banco

Samandarjon Mavlonqulov bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Samandarjon Mavlonqulov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

403 Edição

O Diário de Al Shabab

17/04/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Só falta a fotografia para Jassem Abdulla Al-Hammadi

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jassem Abdulla Al-Hammadi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Shabab as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Michael Atata quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Shabab sabem-no.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Ahmed Suqrat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Marouan Azarkan desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Os salários engolem 96% das receitas do Al Shabab

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Marouan Azarkan tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Jassem Abdulla Al-Hammadi bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jassem Abdulla Al-Hammadi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

O relógio negoceia por Rodrigo Xavier

Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Al Shabab pode pedir e sobe o salário que Rodrigo Xavier pode exigir.

Plantel

«Quero jogar»: fala Majed Al Naqbi

«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.

Em resumo

399 Edição

O Diário de Al Shabab

20/03/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Abdullah Mabkhout lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Ahmed Yaqoob parte um osso — 43 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Michael Atata

Houve 10 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Jogo

Fim de época: 9.º lugar para o Al Shabab

O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 33 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.

Mercado

Jassem Abdulla Al-Hammadi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Shabab ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marouan Azarkan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Direção

Antonio Imputato vai juntar-se ao Al Shabab a custo zero

A papelada fica pronta muito antes do jogador. Antonio Imputato acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Al Shabab substituiu um orçamento de verão por um telefonema.

Jogo

O Al Shabab recusa-se a perder com o Al Ain

Um ponto arrancado aos 92 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.

O banco

Jassem Abdulla Al-Hammadi fica de fora no jogo grande

Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Jassem Abdulla Al-Hammadi chama-lhe outra coisa em privado.

Em resumo

395 Edição

O Diário de Al Shabab

20/02/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

73 dias de fora para Ahmed Yaqoob depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Shabab vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Jassem Abdulla Al-Hammadi tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Shabab já falam dele no passado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rodrigo Xavier estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Salisu Mustapha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador faz de Michael Atata um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Em Al Shabab, 96% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Plantel

5 caras novas e o Al Shabab ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

Jogo

Igualdade entre Al Shabab e Al Shaab

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

O banco

o treinador sobre o ponto

“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” o treinador depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.

Em resumo

391 Edição

O Diário de Al Shabab

23/01/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Ahmed Yaqoob parte um osso — 104 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 104 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Jassem Abdulla Al-Hammadi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Shabab ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Mercado

O Al Shabab diz que não — desta vez

A proposta do Sharjah por Majed Al Suwaidi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

Yuval Ranon está a uns exames médicos do Al Shabab

O negócio com o Al Ahli está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Mercado

O Al Shabab consegue o seu homem

A perseguição a Suhail Mohammad terminou com $180.0K a mudar de mãos e o Al Wahda sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.

Alvos de mercado

O Al Shabab recua perante o preço de Amer Mabkhout

O Al Ain queria mais do que $81.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Jogo

Continua sem haver quem bata o Al Shabab

A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Plantel

Rodrigo Xavier desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Alvos de mercado

O Al Shabab leva uma nega por Michael Atata

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Wahda fica com o seu homem, e o Al Shabab volta a uma lista com um nome riscado.

Em resumo

391 Edição

O Diário de Al Wahda

23/01/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Amine Bassi lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Michael Atata segura o Al Wahda sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Mercado

Michael Atata está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Mercado

Al Wasl voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Notas dos jogadores

Fahad Al Hammadi, 21 anos, rouba o espetáculo — 7.70

Nota 7.70 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Johan Brausin

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al Wahda fez a parte difícil com o Al Ahli, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Reza Ghandipour esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bernardo Folha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

390 Edição

O Diário de Al Wahda

16/01/2034
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Amine Bassi fora por 60 dias

60 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Alvos de mercado

Santiago Saavedra não vem para o Al Wahda

As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al Ain ninguém diz, e no Al Wahda ninguém gosta de estar a adivinhar.

Plantel

Fixem o nome: Fahad Al Hammadi

Tem 21 anos, média de 7.05, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernardo Folha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Jônatas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

O Al Wahda antecipa-se ao mercado e tira Jassem Abdulla Al-Hammadi ao Al Shabab

O Al Shabab vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jassem Abdulla Al-Hammadi pré-acordou a mudança para o Al Wahda, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

Jogo

Houssine Rahimi faz a diferença pelo Al Wahda contra o Al Nasr

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Houssine Rahimi. 1‑0 sobre o Al Nasr, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Houssine Rahimi

Nota 8.18 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

O banco

Um Niklas Busch satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Niklas Busch podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Em resumo

389 Edição

O Diário de Al Wahda

09/01/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Amine Bassi fora por 70 dias

70 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Michael Atata sozinho contra todos

10 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Jogo

Sem esconderijo para o Al Wahda

0‑3 frente ao Al Ahli, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.

Mercado

Suhail Mohammad pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Santiago Saavedra

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al Wahda fez a parte difícil com o Al Ain, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Direção

O Al Wahda vai perder Hassan Al Bloushi de graça

Não há pior forma de perder um futebolista. Hassan Al Bloushi pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Johan Brausin

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

Plantel

Faisal Suqrat chega aos 100

100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.

Notas dos jogadores

Os dois trabalhos feitos por Rúben Canedo — 6.81

Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 6.81, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.

Em resumo

  • Direção Ninguém saiu depressa do balneário de Al Wahda
  • O banco Gerónimo Rivera ainda paga por um erro
  • O banco A vista do banco
388 Edição

O Diário de Al Wahda

02/01/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Issam Faiz fora por 20 dias

20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Al Wasl por Michael Atata foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Saeed Hussain põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Reza Ghandipour em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Al Wahda não perde

Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernardo Folha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

Porta fechada: Richard Akonnor fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Wasl disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Fahad Al Hammadi é o melhor jovem do mês na divisão

Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Al Wahda vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.

O banco

Não há esconderijo para Bader Nasser

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bader Nasser, e o treinador deixou.

Em resumo

386 Edição

O Diário de Al Wahda

19/12/2033
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Issam Faiz

38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Michael Atata sozinho contra todos

11 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Notas dos jogadores

Houssine Rahimi marca duas vezes — 9.14

Dois golos e um 9.14 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Notas dos jogadores

Fahad Al Hammadi, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.82

Um 7.82 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

Jogo

Houssine Rahimi leva o Al Wahda a superar o Al Shaab

Terminou 4‑3, e a tarde foi de Houssine Rahimi: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al Wahda e do Al Shaab por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Plantel

Fahad Al Hammadi vai a sério aos 21

Uma média de 7.01 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Al Wahda sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Jônatas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Bernardo Folha

Nota 8.32 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Em resumo

385 Edição

O Diário de Al Wahda

12/12/2033
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Issam Faiz lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Reza Ghandipour e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Rúben Canedo volta a casa

A camisola ainda lhe serve. Rúben Canedo está de volta ao Al Wahda, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.

Plantel

Bernardo Folha desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Jogo número 200 para Mohammed Rabii

200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

Mercado

Al Wahda e Michael Atata falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Jogo

Houssine Rahimi salva um ponto para o Al Wahda

Foi preciso Houssine Rahimi marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Emirates Club, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

O banco

Niklas Busch sobre o ponto

“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Niklas Busch depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.

Notas dos jogadores

Fahad Al Hammadi encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 13. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Em resumo