Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no KR coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aron Sigurðarson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.36 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no KR coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/05/2028
Aron Sigurðarson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no KR sabem-no.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Halldór Snær Georgsson assinar alguma coisa — um contrato no KR ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 11 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no KR coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no KR falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no KR coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Fiodor Mikoliunas acabou de assinar pelo KR e, por uma vez, a resposta importava.
Em resumo
PlantelAron Sigurðarson desentende-se com um colega por causa das exigências
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlantas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Atlantas vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel24/01/2028
Palavras no treino do Atlantas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Modestas Simkus está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rokas Cernych treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A proposta do Trakai por Justas Dapkus foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlantas, e não vai ser retirado.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Marius Simkus esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Fiodor Simkus lesiona os ligamentos do joelho — 54 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Daniil Prokopchuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.