Modestas Dapkus esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Disseram uma coisa a Justas Novikovas e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jose Silva, e o treinador deixou.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Atlantas que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Atlantas toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlantas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Modestas Dapkus e o Atlantas acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Vejo todos os jogos do Atlantas daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Trakai segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel08/11/2027
5 caras novas e o Atlantas ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Rokas Lekiatas está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Rokas Lekiatas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Rokas Lekiatas está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Modestas Dapkus treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rokas Cernych, e o treinador deixou.
Começou-se a ver a tabela antes de os jogos acabarem, e esse é sempre o sinal. No Atlantas ninguém diz a palavra em voz alta, e todos no edifício estão a pensá-la.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Atlantas está a esgotar-se.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Edvinas Kuklys será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlantas as despedidas começaram em silêncio.
Rokas Lekiatas e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tadas Slavickas e o Atlantas acertam mais 4 anos.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Posição 8 e 4 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Rokas Lekiatas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Arnas Slavickas treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tomas Cernych será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlantas as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Atlantas daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Trakai segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Com 4 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Atlantas
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Atlantas toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Modestas Dapkus e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Deividas Novikovas está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
A tabela consulta-se antes de os resultados estarem fechados, o que é sempre o sinal. No Atlantas ninguém diz a palavra e todos os jogadores seniores da casa a pensam.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlantas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Modestas Dapkus e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlantas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Posição 8 e 4 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rokas Cernych será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlantas as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Edvinas Kuklys pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Modestas Dapkus esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Atlantas ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Atlantas vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Trakai pode já não estar a vender.
Tem 20 anos e ninguém em Atlantas o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Plantel13/09/2027
No Atlantas ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Direção06/09/2027
Fecha o mercado: 9 entradas, 13 saídas no Atlantas
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 9, saíram 13, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Rokas Lekiatas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O relógio fez o que o Suduva não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Rokas Lekiatas está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tadas Barauskas, e o treinador deixou.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Atlantas do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Atlantas não o segura a fingir o contrário.
Posição 8 e 4 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlantas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Atlantas perguntou e o Suduva disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Modestas Dapkus era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $270.0K. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Perguntou-se ao Kauno Zalgiris se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tomas Cernych será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlantas as despedidas começaram em silêncio.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Lukas Simkus deixa o Atlantas pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Verba acordada, salário acordado, e o Utenis à espera com uma camisola. No Atlantas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlantas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Atlantas foi ao Stumbras com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Vykintas Klimavicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Tadas Barauskas compromete-se com o Atlantas por mais 1 anos.
O banco09/08/2027
Tomas Barauskas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlantas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A tabela consulta-se antes de os resultados estarem fechados, o que é sempre o sinal. No Atlantas ninguém diz a palavra e todos os jogadores seniores da casa a pensam.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lukas Paulauskas treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Mousa Boyata deixa o Atlantas pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
A raiva no Atlantas transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Direção02/08/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Atlantas
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atlantas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
As regras permitem-no e dói na mesma. Rokas Cernych acertou condições com o Stumbras para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntou-se ao Kauno Zalgiris se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Paulius Girdvainis: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Começou-se a ver a tabela antes de os jogos acabarem, e esse é sempre o sinal. No Atlantas ninguém diz a palavra em voz alta, e todos no edifício estão a pensá-la.
Posição 8 e 4 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O Stumbras queria mais do que $270.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlantas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta seguiu esta semana para o Stumbras, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlantas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atlantas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Vykintas Klimavicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Atlantas
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Atlantas está a esgotar-se.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stumbras fica com o seu homem, e o Atlantas volta a uma lista com um nome riscado.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlantas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlantas, e não vai ser retirado.
$270.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Stumbras pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atlantas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atlantas já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Atlantas foi ao Stumbras com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Vykintas Klimavicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomas Barauskas está nela.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 15 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As bancadas07/06/2027
A raiva no Atlantas transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
8.º lugar com 4 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlantas, e não vai ser retirado.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um ponto arrancado aos 95 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Não se vê o fim da espera do Atlantas por uma vitória
Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atlantas tem de arrancar um resultado de algum lado.
0‑3 para o Zalgiris, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A enfermaria confirma 45 dias de paragem para Vykintas Paulauskas, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel24/05/2027
Vykintas Lasickas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vykintas Paulauskas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
1‑4 frente ao Trakai, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Plantel17/05/2027
Vykintas Lasickas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco17/05/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑4, ditas por Karolis Satkus a uma sala que já as tinha ouvido.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tadas Barauskas, e o treinador deixou.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlantas, e não vai ser retirado.
13 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Atlantas e do Stumbras por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Posição 8 e 2 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Atlantas sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vykintas Lasickas, e o treinador deixou.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Atlantas sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Karolis Satkus depois do 0‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Karolis Satkus depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Metade do calendário jogado, 8.º lugar, 2 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlantas, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Atlantas sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dušan Puletić, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
0‑9 para o Zalgiris, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrius Cernych e o Atlantas acertam mais 3 anos.
2‑6 para o Trakai, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Vykintas Klimavicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vykintas Lasickas, e o treinador deixou.
Batido 6 vezes, com 4 defesas por companhia. Os guarda-redes carregam estes resultados no currículo seja de quem for a culpa, e essa é a injustiça silenciosa do ofício.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Deividas Sernas marcou, e pouco mais correu bem: 2‑3 para o Stumbras, e um caminho silencioso até ao balneário.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do Atlantas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vykintas Lasickas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lukas Paulauskas, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 13 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vykintas Lasickas estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco15/03/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑4, ditas por Karolis Satkus a uma sala que já as tinha ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Donatas Sernas e o Atlantas acertam mais 3 anos.
O banco15/03/2027
Tomas Barauskas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlantas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlantas, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dušan Puletić e o Atlantas acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção08/03/2027
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Atlantas
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Mantas Paulauskas está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Andrius Cernych está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Donatas Sernas passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Vykintas Klimavicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Atlantas ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
A próxima visita é de uma equipa no 5.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Justas Slavickas treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlantas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Atlantas ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Em resumo
MercadoO mercado disse que não: Lukas Simkus fica onde está
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlantas, e não vai ser retirado.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomas Barauskas está nela.
Atlantas passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
Vykintas Klimavicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Edvinas Kuklys e o Atlantas acertam mais 1 anos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Linas Vaitkunas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlantas as despedidas começaram em silêncio.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Atlantas e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Atlantas fez a parte difícil com o Stumbras, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A proposta do Stumbras por Linas Vaitkunas foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Andrius Barauskas e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vykintas Lasickas estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Deividas Sernas e o Atlantas acertam mais 3 anos.
Vykintas Klimavicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vykintas Lasickas estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Kauno Zalgiris se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Lukas Kazlauskas subiu nela.
O período de inscrições está aberto e o telefone já começou. Daqui até ao fecho, este clube vai ser associado a quarenta jogadores e contratar três, que é a proporção do costume.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlantas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlantas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlantas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
28 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlantas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlantas, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Linas Vaitkunas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlantas as despedidas começaram em silêncio.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco14/12/2026
Tomas Barauskas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlantas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlantas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Vykintas Klimavicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Atlantas fez saber ao mercado que Deividas Eliosius está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlantas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Atlantas vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O banco16/11/2026
Tomas Barauskas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlantas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Andrius Barauskas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Atlantas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vykintas Lasickas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlantas, e não vai ser retirado.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Atlantas vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tadas Slavickas e o Atlantas acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Atlantas vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Em resumo
O bancoTomas Barauskas tornou-se um homem de confiança do treinador
Vykintas Klimavicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A mensagem era tanto para as bancadas como para o balneário: Vykintas Paulauskas joga, e a discussão fica encerrada até o treinador decidir o contrário.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Arnas Slavickas subiu nela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Linas Vaitkunas pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlantas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco21/09/2026
Tomas Barauskas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlantas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Deividas Eliosius treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Atlantas e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
Vykintas Klimavicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Atlantas passou o mercado a tentar colocar Linas Vaitkunas e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Fez o treino inteiro, participou em tudo e acabou a sorrir. Atlantas não o vão apressar, e ele vai passar as próximas duas semanas a apressá-los.
6Edição
O Arauto de Atlantas
07/09/2026
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Direção07/09/2026
O Atlantas fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O treinador reorganizou as ideias e Rokas Cernych saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Atlantas ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
O Atlantas passou o mercado a tentar colocar Lukas Kazlauskas e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlantas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Arnas Slavickas e o Atlantas acertam mais 3 anos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlantas, e não vai ser retirado.
Vykintas Klimavicius e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Justas Lasickas e o Atlantas acertam mais 3 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomas Barauskas está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlantas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
1‑2 frente ao Kauno Zalgiris, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.40 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Vykintas Klimavicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marius Sernas, e o treinador deixou.
O banco17/08/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Karolis Satkus saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Darius Kuklys e o Atlantas acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
A proposta do Suduva por Marius Sernas foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vykintas Lasickas e o Atlantas acertam mais 3 anos.
Andrius Barauskas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Atlantas perguntou e o Kauno Zalgiris disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel10/08/2026
Palavras no treino do Atlantas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vykintas Lasickas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vykintas Klimavicius esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do Atlantas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vykintas Lasickas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Atlantas vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Atlantas sabe em que fase está.
Perguntou-se ao Kauno Zalgiris se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.