22 golos e uma média de 8.01 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Slavia Prague pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A proposta ficou muito aquém e em Slavia Prague não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Jogo02/12/2028
Ninguém quer jogar contra o Slavia Prague neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Slavia Prague vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.19 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Daniel Gore agiu, no Slavia Prague, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Michal Sadílek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Empate aos 90 minutos, depois de uma tarde que o Slavia Prague tinha praticamente arrumada. O Slovan Liberec vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 13 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Uma média de 7.94 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mojmír Chytil produziu-o, e o 9.83 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
2‑3 frente ao RB Leipzig. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Stefan Man produziu-o, e o 8.47 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slavia Prague, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 16 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jogo22/10/2028
Uma noite europeia para esquecer para o Slavia Prague
0‑3. O RB Leipzig joga este futebol todos os anos, e notou-se em todas as zonas do campo. A lição é cara e, para um clube nesta fase, provavelmente necessária.
16 golos e uma média de 7.82 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slavia Prague coisas que levam mais de uma semana a retirar.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Uma média de 7.57 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Michal Sadílek e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/10/2028
Uma transferência que Simos Mitoglou teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Simos Mitoglou está a viver essa versão no Slavia Prague, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel16/10/2028
Palavras no treino do Slavia Prague sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tomáš Holeš está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 27 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
16 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
6‑1. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
O Bohemians 1905 vai querer esquecer isto depressa: 7‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Slavia Prague foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
17 golos e uma média de 7.47 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 8‑0 frente ao Pribram, e podiam ter sido mais.
Plantel18/09/2028
17 dias de fora para Daiki Hashioka depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Slavia Prague vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Slavia Prague perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slavia Prague falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Pavel Bucha produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Slavia Prague já se começa a dizer o nome dele no passado.
Já são 16 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slavia Prague perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Slavia Prague já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Pantelis Hatzidiakos agiu, no Slavia Prague, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Slavia Prague ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slavia Prague perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Slavia Prague perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Maxim Magada não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slavia Prague ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 14 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel24/07/2028
Ivan Schranz lesiona os ligamentos do joelho — 69 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo22/07/2028
Mais uma trazida de fora
10 seguidas na estrada para o Slavia Prague. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slavia Prague falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. David Planka não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Verba acordada, salário acordado, e o Septemvri à espera com uma camisola. No Slavia Prague ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Vasil Kušej quer futebol continental; se o Slavia Prague o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slavia Prague ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hamidou Kante estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Slavia Prague daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Atyrau segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Stefan Man treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco17/04/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Patrik Hellebrand
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de David Jurásek. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Slavia Prague pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Tomáš Holeš e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emmanuel Uchenna Aririerisim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Slavia Prague e lutar pelo meu lugar.» 3 jogos em 38 no Skonto dizem o resto.
O banco10/04/2028
Pavel Bucha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slavia Prague dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Emprestados10/04/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Bryan Ouanda
5 golos em 6 jogos no Nasaf — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Slavia Prague alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mojmír Chytil assinar alguma coisa — um contrato no Slavia Prague ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoOscar Arango pede uma conversa com o treinador
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 83 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Divine Teah não precisou: 8.35, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
16 golos e uma média de 7.51 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
6.24, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Josip Mišić agarrou este contra o Zadar. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Dinamo Zagreb.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Stefan Man era uma das razões por que as pessoas vinham, e $17.2M não substitui isso sozinho.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.87 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
A perseguição a Oliver Heiðarsson terminou com $1.5M a mudar de mãos e o Lokomotiva Zagreb sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Oliver Heiðarsson acabou de assinar pelo Dinamo Zagreb e, por uma vez, a resposta importava.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Domagoj Bukvić
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Slavia Prague pagou $17.2M por Stefan Man, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
$15.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Colo-Colo pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Sigma Olomouc ninguém diz, e no Slavia Prague ninguém gosta de estar a adivinhar.
8 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Slavia Prague pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A proposta seguiu esta semana para o Colo-Colo, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Dinamo Zagreb estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Mais um nome na lista: o Slavia Prague fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Stefan Man. A resposta do Dinamo Zagreb não mudou — para já.
$1.5M em cima da mesa do Lokomotiva Zagreb. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Dinamo Zagreb foi ao Lokomotiva Zagreb com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Miha Zajc esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
21 golos e uma média de 7.75 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A proposta seguiu esta semana para o Dinamo Zagreb, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Colo-Colo, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Slavia Prague aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
A proposta do Slavia Sofia por Lukáš Mašek foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Roko Ban e o Dinamo Zagreb acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Scott McKenna está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dinamo Zagreb. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo Zagreb, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O homem mais afiado por lá a semana inteira, segundo todos os relatos. É a linha mais discreta desta página, e costuma sair na semana anterior ao início de uma série de jogos de alguém na equipa.
0‑0 frente ao Galatasaray, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
16 jogos no Naft Tehran e os golos não param. No Dinamo Zagreb acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
Plantel13/12/2027
Scott McKenna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
7 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Niko Galešić.
O banco13/12/2027
Stefan Man tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco13/12/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Andrej Barisic não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Dinamo Zagreb também ninguém o escondia.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
Helinho esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Miha Zajc está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefan Man. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
3‑2. O futebol continental é onde um clube descobre o que é realmente, e o Dinamo Zagreb saiu bem dessa descoberta diante do Cukaricki.
Notas dos jogadores29/11/2027
Mislav Oršić, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.67
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.67 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dinamo Zagreb lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Helinho e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/11/2027
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Scott McKenna está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Čavlina, e o treinador deixou.
O NK Osijek vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Dinamo Zagreb foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Robert Mudražija produziu-o, e o 8.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Miha Zajc marcou, foi avaliado com 7.69 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nota 8.20 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Antevisão15/11/2027
Os vizinhos são o próximo adversário do Dinamo Zagreb
Nada na semana que aí vem é normal. O Hajduk Split no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
11 golos em 12 jogos no Naft Tehran — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Uma média de 7.20 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Vitória por 2‑1 sobre o Dugopolje, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Faltavam 86 minutos e o Zadar tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Dinamo Zagreb não parou para dar explicações.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Scott McKenna estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Notas dos jogadores01/11/2027
Stefan Man jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.34. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Dinamo Zagreb não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um 7.92 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.63 para o resto.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dinamo Zagreb lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
1‑2 frente ao Galatasaray. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Miha Zajc e o Dinamo Zagreb acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Avaliado com 8.44. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Dinamo Zagreb.
Plantel04/10/2027
Josip Mišić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Istra 1961 marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Direção06/09/2027
Fecha o mercado: 10 entradas, 22 saídas no Dinamo Zagreb
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 10, saíram 22, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jakov Filipović acabou de assinar pelo Dinamo Zagreb e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Scott McKenna estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Notas dos jogadores23/08/2027
Mislav Oršić, 34 anos, faz recuar o relógio — 7.91
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.91 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Jogo21/08/2027
Ninguém quer jogar contra o Dinamo Zagreb neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Niko Galešić, e o treinador deixou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Mladost Lucani por Domagoj Bukvić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.69 para o resto.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dinamo Zagreb lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Jogo14/08/2027
Ninguém quer jogar contra o Dinamo Zagreb neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Dribles concretizados: 48. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um 7.61 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Scott McKenna estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Dinamo Zagreb
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo Zagreb falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Helinho esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/07/2027
Scott McKenna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Dinamo Zagreb joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mislav Oršić está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefan Man. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
4.º lugar, 28 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Verba acordada, salário acordado, e o Lokomotivi à espera com uma camisola. No Dinamo Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Rudes tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A perseguição a Domagoj Bukvić terminou com $3.7M a mudar de mãos e o NK Osijek sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O NK Osijek fica com o seu homem, e o Dinamo Zagreb volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sergi Domínguez e o Dinamo Zagreb acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Dinamo Zagreb
O bancoStefan Man tornou-se um homem de confiança do treinador
A proposta seguiu esta semana para o NK Osijek, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/06/2027
Stefan Man melhorou aos 24, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Scott McKenna estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Rudes tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Scott McKenna estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Com 6 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
O banco14/06/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Helinho
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Plantel14/06/2027
No Dinamo Zagreb ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco14/06/2027
Stefan Man tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Dinamo Zagreb estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/05/2027
Moris Valinčić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco31/05/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Raúl Torrente
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O banco31/05/2027
Moris Valinčić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
Mercado31/05/2027
Raúl Torrente regressa de um empréstimo que não lhe deu nada
0 jogos e 0 golos não são uma época: são um ano que alguém perdeu. Se a culpa é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do assunto é a discussão das próximas semanas.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Scott McKenna estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Zagreb sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Arbër Hoxha apontou a data.
3 golos em 21 jogos no AE Kition — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Plantel17/05/2027
Os relatórios de treino sobre Marin Delić não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
Miha Zajc esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/04/2027
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moris Valinčić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Stefan Man está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefan Man. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
4.º lugar com 28 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
O acordo com o HNK Vukovar 1991 tem 36 dias restantes, com 14 utilizações para pesar. Três portas: ficar com ele, vendê-lo, emprestá-lo outra vez — e nenhuma fica aberta muito tempo.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Helsingborg tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Dinamo Zagreb ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moris Valinčić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco29/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Josip Mišić
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dominik Kotarski está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Moris Valinčić assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo Zagreb ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dinamo Zagreb. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Helinho esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais um nome na lista: o Helsingborg fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Luka Ivanušec. A resposta do Dinamo Zagreb não mudou — para já.
Plantel22/03/2027
Scott McKenna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Com 6 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
O banco22/03/2027
Stefan Man tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefan Man. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
4.º lugar com 28 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Miha Zajc e o Dinamo Zagreb acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Miha Zajc e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moris Valinčić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no BATE segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivan Nevistić, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
14 jogos no HNK Vukovar 1991 e os golos não param. No Dinamo Zagreb acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Kravtsov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Stefan Man está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Stefan Man assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo Zagreb ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Dinamo Zagreb ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Helinho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/02/2027
Scott McKenna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dinamo Zagreb, e 0 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mislav Oršić está nela.
Verba acordada, salário acordado, e o Portimonense à espera com uma camisola. No Dinamo Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta seguiu esta semana para o Toluca, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/01/2027
Scott McKenna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Emprestados18/01/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Fran Topić
13 golos em 14 jogos no HNK Vukovar 1991 — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Stefan Man está nela.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco18/01/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Raúl Torrente
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
MercadoA história de Stefan Man recusa-se a morrer
JogoO futebol europeu está ao alcance do Dinamo Zagreb