Duje Čop lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cibalia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Petar Brlek está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Filip Mihaljević tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/01/2027
Uma transferência que Tom Finch teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Tom Finch está a viver essa versão no Zadar, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Domagoj Livaja está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Uma média de 7.01 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Zadar sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
A proposta do Hrvatski Dragovoljac por Duje Kramaric foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Robert Ćosić, e o treinador deixou.
Mateo Ivanovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Duje Rebic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mateo Ivanovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Zvonimir Sucic. 1‑0 sobre o Sesvete, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Duje Rebic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zadar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Zvonimir Sucic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 9.61, e nem uma objeção no estádio.
Plantel21/09/2026
Duje Rebic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Marcelo Perisic ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Em resumo
Notas dos jogadoresZvonimir Sucic encarou-os todo o jogo
Posição 1, 16 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Zvonimir Sucic produziu-o, e o 8.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Marcelo Budimir não precisou: 7.81, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zadar, e não vai ser retirado.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Mateo Ivanovic regressa a Zadar com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Notas dos jogadores07/09/2026
Tomislav Horvat jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.05. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 18 anos do Zadar que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zadar, e não vai ser retirado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Duje Rebic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta ficou muito aquém e em Zadar não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Notas dos jogadores24/08/2026
Marcelo Budimir, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.40
Um 8.40 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Mario Pjaca tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
O Sibenik vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Zadar foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A proposta do HNK Gorica por Mario Pjaca foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Bojan Cop não precisou: 8.22, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta do Dinamo Zagreb por Tin Juranovic foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Duje Rebic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mateo Ivanovic tem a sua resposta do Zadar; o que fizer com ela é a história da próxima janela.