«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dato Arveladze e o Zugdidi acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Shota Okriashvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jaba Mchedlidze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O treinador reorganizou as ideias e Bachana Gvelesiani saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Temur Okriashvili treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zugdidi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jaba Mchedlidze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Zugdidi, e 0 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Otar Shengelia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Zugdidi daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sioni segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Zugdidi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jaba Ananidze assinar alguma coisa — um contrato no Zugdidi ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zugdidi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jaba Mchedlidze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Zugdidi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Otar Shengelia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Zugdidi as despedidas começaram em silêncio.
Mikheil Kvaratskhelia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaba Mchedlidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zugdidi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dato Arveladze e o Zugdidi acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Shota Okriashvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jaba Mchedlidze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Zugdidi, e 0 jogos em 7 dizem que merece ser ouvido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Otar Shengelia treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mikheil Chakvetadze, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jaba Ananidze assinar alguma coisa — um contrato no Zugdidi ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zugdidi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guram Daraselia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Zugdidi, e 0 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mamuka Kakabadze depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mikheil Kvilitaia produziu-o, e o 9.26 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaba Mchedlidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Jaba Mchedlidze tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Zugdidi, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Mamuka Kakabadze sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Zugdidi já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Chikhura por Otar Kashia foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jaba Ananidze e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaba Mchedlidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zugdidi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mikheil Kvaratskhelia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
1‑4 para o Dinamo Batumi, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zugdidi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Dila pagou $520.0K e o Zugdidi aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel24/08/2026
Jaba Mchedlidze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mikheil Kvaratskhelia, e o treinador deixou.
Eliminado, 0‑4 com o Torpedo Kutaisi, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Zugdidi perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Shota Okriashvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jaba Mchedlidze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jaba Ananidze, e o treinador deixou.
O Shukura vai querer esquecer isto depressa: 9‑3, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Zugdidi foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mikheil Kvilitaia produziu-o, e o 9.59 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A proposta do Saburtalo por Shota Okriashvili foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zugdidi, e não vai ser retirado.
12 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Zugdidi e do Shukura por igual; os restantes divertiram-se imenso.