41 dias de fora para Moussa Djénépo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Panetolikos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panetolikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/11/2027
Palavras no treino do Panetolikos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexandru Măţan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Manrique, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Panetolikos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Levadiakos segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Dribles concretizados: 44. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panetolikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Panetolikos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Marvelous Nakamba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Panetolikos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Metalurh Zaporizhzhia segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel15/11/2027
Palavras no treino do Panetolikos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lenny Lobato está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel19/07/2027
Richard Moulin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mathieu Lefèvre e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Marc Denis assinar alguma coisa — um contrato no Tours ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tours, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Roger Le Gall fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Tours. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tours, e não vai ser retirado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Tours estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Moulin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mathieu Lefèvre e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Emmanuel Jean. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ivan Inzoudine apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e David Bertrand treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Rémi Morel
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Tours ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tours coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Frédéric Charles está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Marc Denis está nela.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Marc Denis ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tours sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Verba acordada, salário acordado, e o Bourg-Peronnas à espera com uma camisola. No Tours ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: David Dupont. 3‑2 sobre o Clermont Foot, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Tours sobre quem trabalha