Ollie Leeming lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Western Sydney Wanderers, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.02 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Western Sydney Wanderers sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kane Vincent-Young e o Western Sydney Wanderers acertam mais 2 anos.
Plantel03/05/2032
Alou Kuol desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Western Sydney Wanderers nada responderam, o que também é uma resposta.
Uma média de 7.02 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Western Sydney Wanderers sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Will Dobson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/04/2032
Alou Kuol desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Bailey Watson sai dessa comparação dentro da equipa, e o Western Sydney Wanderers beneficiou de cada uma dessas tardes.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Western Sydney Wanderers, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma média de 7.79 na época, com 28 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Western Sydney Wanderers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Western Sydney Wanderers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.03 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Western Sydney Wanderers sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Reagan Ogle esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Western Sydney Wanderers e o Melbourne City, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
20 golos e uma média de 7.63 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Posição 3, 29 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Notas dos jogadores09/02/2032
Rory Mitchell, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.28
Um 8.28 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Tem 20 anos, média de 7.01, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alou Kuol está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Western Sydney Wanderers perguntou e o Wellington Phoenix disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um 2‑1 sobre o Adelaide United, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Vitória por 3‑2 sobre o Auckland FC, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Jogo21/01/2032
Daniel Collins ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 121. Daniel Collins encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Auckland FC passou do ponto ao nada num só movimento.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Daniel Collins produziu-o, e o 8.79 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Rory Mitchell não precisou: 7.65, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Alvos de mercado26/01/2032
$260.0K põem os clubes de acordo sobre Brandon Cover
O Melbourne City aceitou o dinheiro. O que o Western Sydney Wanderers ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
As regras permitem-no e dói na mesma. Will McKay acertou condições com o Melbourne Victory para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alou Kuol produziu-o, e o 9.69 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Verba acordada, salário acordado, e o Melbourne City à espera com uma camisola. No Western Sydney Wanderers ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Uma média de 7.59 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Notas dos jogadores19/01/2032
Rory Mitchell, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.79
Um 8.79 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ryan Gordon agiu, no Western Sydney Wanderers, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Collins será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Western Sydney Wanderers as despedidas começaram em silêncio.
O Western Sydney Wanderers tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Hearts of Oak, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alou Kuol. 3‑2 sobre o Brisbane Roar, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Brandon Cover fica onde está
Bailey Watson ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 93. Bailey Watson encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Central Coast Mariners passou do ponto ao nada num só movimento.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Western Sydney Wanderers podem fingir não ter ouvido.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Bailey Watson não precisou: 7.62, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Western Sydney Wanderers estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Uma média de 7.47 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Wellington Phoenix vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alou Kuol produziu-o, e o 9.26 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores29/12/2031
Rory Mitchell, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.71
Um 8.71 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
14 golos e uma média de 7.43 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Western Sydney Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alou Kuol estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Western Sydney Wanderers foi explícito quanto à situação de Stephen Manyo, o que é mais do que muitos recebem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Rory Mitchell não precisou: 8.09, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Western Sydney Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alou Kuol estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco22/12/2031
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Josh Roberts, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Jackson Bell
A bola do jogo é de Alou Kuol, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.
Notas dos jogadores08/12/2031
Rory Mitchell, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.63
Um 8.63 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Western Sydney Wanderers, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dean Zungu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Western Sydney Wanderers as despedidas começaram em silêncio.
Alou Kuol desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Western Sydney Wanderers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Western Sydney Wanderers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Western Sydney Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alou Kuol está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Western Sydney Wanderers, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dean Phillips. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Western Sydney Wanderers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kane Vincent-Young estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Chris Morgan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Western Sydney Wanderers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Will Dobson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/09/2031
Alou Kuol desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Western Sydney Wanderers dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Will Dobson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
66 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Western Sydney Wanderers perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Posição 2, 45 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Western Sydney Wanderers já se começa a dizer o nome dele no passado.
178 jogos ao longo de 11 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Western Sydney Wanderers podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Western Sydney Wanderers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 16 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O relógio fez o que o Melbourne Victory não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alou Kuol está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Harry Souttar fica onde está
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Western Sydney Wanderers perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrew Simpson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Western Sydney Wanderers as despedidas começaram em silêncio.
11 épocas e 178 jogos, todos aqui. Carreiras assim não se desenham; acontecem a um certo tipo de homem num certo tipo de clube, e esta cidade tem um.
Direção01/09/2031
O prazo passa com 11 contratações e 15 saídas
Está feito o negócio no Western Sydney Wanderers até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Kane Vincent-Young e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alou Kuol está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Western Sydney Wanderers perguntou e o OFI disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O nome de Rory Mitchell apareceu em conversas de que o Western Sydney Wanderers não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Western Sydney Wanderers, mais uma semana sem a assinatura de Matthew Grimaldi.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rory Mitchell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Western Sydney Wanderers as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Western Sydney Wanderers fez a parte difícil com o Melbourne City, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 16 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kane Vincent-Young estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Oliver Randazzo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntou-se ao Real Sociedad se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Western Sydney Wanderers, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoJarrod Carluccio tornou-se um homem de confiança do treinador
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Western Sydney Wanderers perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Melbourne Victory queria mais do que $1.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rory Mitchell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Western Sydney Wanderers as despedidas começaram em silêncio.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Kane Vincent-Young e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alou Kuol estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Western Sydney Wanderers já telefonou ao Melbourne City. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
50 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Western Sydney Wanderers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Melbourne Victory por Andrew Simpson foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O negócio com o Melbourne Victory está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Não há pior forma de perder um futebolista. Matthew Grimaldi pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Western Sydney Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alou Kuol estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
64 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Western Sydney Wanderers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Western Sydney Wanderers perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Western Sydney Wanderers e o Melbourne City acertaram em $1.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do Wellington Phoenix por Rory Mitchell foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Will Dobson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alou Kuol estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Sydney FC vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Pieter Jacobsz pré-acordou a mudança para o Western Sydney Wanderers, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 71 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Melbourne Victory aceitou o dinheiro. O que o Western Sydney Wanderers ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Western Sydney Wanderers nada responderam, o que também é uma resposta.
O Western Sydney Wanderers tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Perth Glory, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Jake McCallum volta a ser jogador do Western Sydney Wanderers, e a cidade tem a sua história do verão.
Kane Vincent-Young esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alou Kuol estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O nome de Rory Mitchell apareceu em conversas de que o Western Sydney Wanderers não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Western Sydney Wanderers, mais uma semana sem a assinatura de Matthew Grimaldi.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Western Sydney Wanderers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Western Sydney Wanderers aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sean Gordon será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Western Sydney Wanderers as despedidas começaram em silêncio.
Kane Vincent-Young e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alou Kuol estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Will Dobson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
92 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Western Sydney Wanderers perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Kane Vincent-Young e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alou Kuol estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Western Sydney Wanderers dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
120 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Western Sydney Wanderers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Western Sydney Wanderers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kane Vincent-Young e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jarrod Carluccio está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jackson Bell treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
127 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Western Sydney Wanderers perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alou Kuol está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tim Moore e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Western Sydney Wanderers pode pedir e sobe o salário que Cameron Butler pode exigir.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
134 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Western Sydney Wanderers perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Western Sydney Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alou Kuol está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Western Sydney Wanderers, mais uma semana sem a assinatura de Lawrence Thomas.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Will Dobson sai dessa comparação dentro da equipa, e o Western Sydney Wanderers beneficiou de cada uma dessas tardes.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Western Sydney Wanderers foi explícito quanto à situação de Daniel Collins, o que é mais do que muitos recebem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dean Phillips. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bryce Ryan está nela.
148 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Western Sydney Wanderers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2.º lugar com 45 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Posição 2, 45 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Western Sydney Wanderers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
14 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Kane Vincent-Young e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alou Kuol estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Matthew Grimaldi produziu-o, e o 8.48 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Chris Morgan marcou, foi avaliado com 7.46 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rory Mitchell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Western Sydney Wanderers as despedidas começaram em silêncio.
5 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.
Plantel24/02/2031
Alou Kuol desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Western Sydney Wanderers nada responderam, o que também é uma resposta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Western Sydney Wanderers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kane Vincent-Young estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Western Sydney Wanderers perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Western Sydney Wanderers perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.88 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Western Sydney Wanderers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Western Sydney Wanderers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
$1.1M em cima da mesa do Melbourne Victory. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kane Vincent-Young está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Melbourne City fica com o seu homem, e o Western Sydney Wanderers volta a uma lista com um nome riscado.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Western Sydney Wanderers perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Western Sydney Wanderers já se começa a dizer o nome dele no passado.
O negócio com o Melbourne Victory está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Western Sydney Wanderers podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kane Vincent-Young estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alou Kuol. 2‑1 sobre o Wellington Phoenix, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Uma média de 7.27 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Will Dobson e o Western Sydney Wanderers acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Western Sydney Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kane Vincent-Young está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Josh Roberts sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Em resumo
O bancoJarrod Carluccio tornou-se um homem de confiança do treinador
Lawrence Thomas lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Will Dobson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoBradley Morgan tornou-se um homem de confiança do treinador
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Western Sydney Wanderers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Western Sydney Wanderers nada responderam, o que também é uma resposta.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kane Vincent-Young estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Cameron Butler e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Western Sydney Wanderers, mais uma semana sem a assinatura de Lawrence Thomas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jarrod Carluccio está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Will Dobson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Lawrence Thomas lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Reagan Ogle e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kane Vincent-Young estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Western Sydney Wanderers, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Lawrence Thomas lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Central Coast Mariners tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Western Sydney Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
75 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Western Sydney Wanderers perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Central Coast Mariners à espera com uma camisola. No Western Sydney Wanderers ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Western Sydney Wanderers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Western Sydney Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kane Vincent-Young está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Melbourne City se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matt Cacace, e o treinador deixou.