110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kauno Zalgiris perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Toda a gente deixou de fingir: o Atlantas vai fazer a chamada por Valdas Paulauskas esta semana. O Kauno Zalgiris tem um número em mente, e o número não é tímido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não há pior forma de perder um futebolista. Joris Aliukonis pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Damjan Pavlović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fedor Černych, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
Plantel05/06/2028
Dāvis Ikaunieks tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kauno Zalgiris dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kauno Zalgiris foi explícito quanto à situação de Eduardas Jurjonas, o que é mais do que muitos recebem.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kauno Zalgiris sabe dizer em que semana.
0‑1 para o Trakai, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel29/05/2028
Damjan Pavlović tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kauno Zalgiris dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelIvan Tomečak pede uma conversa com o treinador
Vitória por 0‑0 sobre o Stumbras, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
21 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Pablo Ramírez, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kauno Zalgiris foi explícito quanto à situação de Fedor Černych, o que é mais do que muitos recebem.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 17 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gratas Sirgėdas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kauno Zalgiris as despedidas começaram em silêncio.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Kauno Zalgiris lida com um homem que quer outro país.
Plantel21/02/2028
Amine Benchaib tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kauno Zalgiris dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Franco Baldassarra quer futebol continental; se o Kauno Zalgiris o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Toda a gente deixou de fingir: o Atlantas vai fazer a chamada por Joris Aliukonis esta semana. O Kauno Zalgiris tem um número em mente, e o número não é tímido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kauno Zalgiris ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/01/2028
Amine Benchaib tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kauno Zalgiris dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Kauno Zalgiris estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
Philipp Posch esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Fedor Černych desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel27/12/2027
Dāvis Ikaunieks tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kauno Zalgiris dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Franco Baldassarra quer futebol continental; se o Kauno Zalgiris o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Damjan Pavlović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
9 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Prykarpattia sabe dizer em que semana.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Prykarpattia lida com um homem que quer outro país.
Vasyl Tsiutsiura lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Prykarpattia sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Prykarpattia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Prykarpattia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Nazariy Shaparenko treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Prykarpattia, e não vai ser retirado.
Jogo06/11/2027
Não se vê o fim da espera do Prykarpattia por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Prykarpattia tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Prykarpattia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tom Carroll e o Prykarpattia acertam mais 2 anos.
Vasyl Tsiutsiura lesiona os ligamentos do joelho — 116 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 116 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lassana Faye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cauan Baptistella, e o treinador deixou.
Vasyl Tsiutsiura lesiona os ligamentos do joelho — 123 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 123 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Prykarpattia podem fingir não ter ouvido.
Plantel09/08/2027
Uma lesão muscular afasta Vasyl Frantsuz durante 16 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Prykarpattia vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Prykarpattia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Yurii Radulskyi tem a sua resposta do Prykarpattia; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Direção09/08/2027
Em Prykarpattia, 86% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Rukh? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Prykarpattia sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Lassana Faye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yurii Radulskyi, e o treinador deixou.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Prykarpattia sabem-no, e também todos os que o veem.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lassana Faye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/03/2027
Vasyl Frantsuz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
DireçãoEm Prykarpattia, 101% das receitas vão para salários
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Prykarpattia podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Prykarpattia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.05 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Prykarpattia sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Plantel15/03/2027
Bruno Silva desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Prykarpattia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Oleksandriya segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Prykarpattia podem fingir não ter ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mercado08/03/2027
Tão perto: a transferência de Ivan Pitsan morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Epicentr seguiu em frente, Ivan Pitsan apresenta-se de volta no Prykarpattia, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Prykarpattia sabem-no.
Em resumo
PlantelBruno Silva procura uma última época em casa
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Prykarpattia, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Prykarpattia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do Prykarpattia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Myroslav Trofymiuk está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bruno Silva, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Giorgos Katris não precisou: 8.51, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Prykarpattia, e não vai ser retirado.
Lassana Faye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Andrii Bobynets tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Bruno Silva tem a sua resposta do Prykarpattia; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Prykarpattia, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Prykarpattia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.00 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Prykarpattia têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maksym Protsiv, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 3, 42 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Notas dos jogadores08/02/2027
Giorgos Katris, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.42
Um 8.42 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
226 jogos ao longo de 9 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Lassana Faye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Prykarpattia, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Prykarpattia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
225 jogos ao longo de 9 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo23/01/2027
Não se vê o fim da espera do Prykarpattia por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Prykarpattia tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Prykarpattia podem fingir não ter ouvido.
Lassana Faye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do Prykarpattia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bruno Silva está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Direção25/01/2027
Os salários levam 106% do que Prykarpattia recebem
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Prykarpattia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/01/2027
Bruno Silva desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 89 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo09/01/2027
Não se vê o fim da espera do Prykarpattia por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Prykarpattia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Lassana Faye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/01/2027
Maksym Protsiv desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Denys Smetana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Prykarpattia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/01/2027
Bruno Silva desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Prykarpattia, mais uma semana sem a assinatura de Bruno Silva.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lassana Faye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Prykarpattia sobre quem trabalha
DireçãoOs salários levam 148% do que Prykarpattia recebem
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Prykarpattia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Giorgos Katris não precisou: 8.22, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Prykarpattia, e não vai ser retirado.
Jogo19/12/2026
Aconteça o que acontecer, o Prykarpattia não perde
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Prykarpattia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Prykarpattia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maksym Protsiv está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.