Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eduardas Jurjonas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kauno Zalgiris as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jovan Trač esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Damjan Pavlović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Valdas Paulauskas e o Kauno Zalgiris acertam mais 3 anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kauno Zalgiris ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Giovanni Bustos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eduardas Jurjonas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kauno Zalgiris as despedidas começaram em silêncio.
Damjan Pavlović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kauno Zalgiris pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dāvis Ikaunieks, e o treinador deixou.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Kauno Zalgiris fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Motiejus Burba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kauno Zalgiris as despedidas começaram em silêncio.
Damjan Pavlović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Motiejus Burba treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Kauno Zalgiris lida com um homem que quer outro país.
Giovanni Bustos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Kauno Zalgiris, mais uma semana sem a assinatura de Motiejus Burba.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Kauno Zalgiris pode pedir e sobe o salário que Motiejus Burba pode exigir.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Kauno Zalgiris a diferença vê-se da última fila.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oyinlola Kayode será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kauno Zalgiris as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Kauno Zalgiris que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tautvydas Burdzilauskas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kauno Zalgiris as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kauno Zalgiris, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Kauno Zalgiris pode pedir e sobe o salário que Motiejus Burba pode exigir.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Kauno Zalgiris a diferença vê-se da última fila.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kauno Zalgiris ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Damjan Pavlović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kauno Zalgiris ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Kauno Zalgiris passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tautvydas Burdzilauskas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kauno Zalgiris as despedidas começaram em silêncio.
Giovanni Bustos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Kauno Zalgiris não o segura a fingir o contrário.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Kauno Zalgiris ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Kauno Zalgiris, mais uma semana sem a assinatura de Motiejus Burba.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kauno Zalgiris ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Damjan Pavlović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Dāvis Ikaunieks tem de reconquistar o que julgava seu. O Kauno Zalgiris não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kauno Zalgiris, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oyinlola Kayode será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kauno Zalgiris as despedidas começaram em silêncio.
Cristian Bogado esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Tomas Švedkauskas sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
O Atlantas está fora e o Kauno Zalgiris segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Damjan Pavlović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 20 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Damjan Pavlović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Kauno Zalgiris não o segura a fingir o contrário.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Nosa Iyobosa Edokpolor continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kauno Zalgiris foi explícito quanto à situação de Oyinlola Kayode, o que é mais do que muitos recebem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kauno Zalgiris coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Faltam 49 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.