O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Marc Köhler treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
9 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no University of Pretoria coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sbonga Mgwaba e o University of Pretoria acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Esaie Djikoloum está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O empréstimo devia dar-lhe jogos. 0 partidas e 0 golos depois, está de volta ao University of Pretoria sem ter avançado, e todos os envolvidos vão explicar por que não foi obra sua.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em University of Pretoria toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» University of Pretoria nada responderam, o que também é uma resposta.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
O negócio que levaria Thulani Hlatshwayo para o Platinum Stars caiu na fase final e ele reapresenta-se no University of Pretoria com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Veli Mothwa e o University of Pretoria acertam mais 2 anos.
Veli Mothwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Veli Mothwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luvoyo Phewa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em University of Pretoria, e 2 jogos em 26 dizem que merece ser ouvido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O University of Pretoria disse a Vincent Wasambo que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Palavras no treino do Gor Mahia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Frank Odhiambo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel31/12/2029
Lewis Bandi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Gor Mahia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ben Stanley Omondi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Já são 30 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no University of Pretoria tem de arrancar um resultado de algum lado.
14 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Veli Mothwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do University of Pretoria daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Gor Mahia segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel10/12/2029
Bantu Chingi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no University of Pretoria dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
50 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Gor Mahia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Gor Mahia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Gor Mahia sobre quem trabalha
Já são 26 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no University of Pretoria tem de arrancar um resultado de algum lado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 10 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Veli Mothwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luvoyo Phewa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 22 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no University of Pretoria tem de arrancar um resultado de algum lado.
6 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Veli Mothwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luvoyo Phewa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do University of Pretoria daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Gor Mahia segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
PlantelBantu Chingi tornou-se um homem de confiança do treinador
Já são 28 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Gor Mahia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Posta Rangers está fora e o Gor Mahia segue em frente, com um 3‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 3‑0 frente ao Mara Sugar, e podiam ter sido mais.
Jogo15/09/2029
O Gor Mahia torna a sua casa um sítio difícil de visitar
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Veli Mothwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thabo Molea está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel17/09/2029
Bantu Chingi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no University of Pretoria dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o University of Pretoria pode pedir e sobe o salário que Armel Djimmoe pode exigir.
Já são 13 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no University of Pretoria tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no University of Pretoria falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Veli Mothwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luvoyo Phewa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao University of Pretoria e lutar pelo meu lugar.» 2 jogos em 6 no Gor Mahia dizem o resto.
Plantel20/08/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Siyanda Msani
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 112 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Veli Mothwa e o University of Pretoria acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Veli Mothwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em University of Pretoria, e 1 jogos em 0 dizem que merece ser ouvido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no University of Pretoria, mais uma semana sem a assinatura de Esaie Djikoloum.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no University of Pretoria falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No University of Pretoria ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no University of Pretoria coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/06/2029
Luvoyo Phewa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 142 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 14 e 19 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Veli Mothwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luvoyo Phewa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de University of Pretoria foi explícito quanto à situação de Raymond Daniels, o que é mais do que muitos recebem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no University of Pretoria coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelAbel Mabaso desentende-se com um colega por causa das exigências
Víctor Campuzano lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 1, 41 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.