Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zamalek falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Zamalek perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Chukwubuikem Ikwuemesi produziu-o, e o 9.28 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.51 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Lamine Bèye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mawuli Mensah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Zamalek já se começa a dizer o nome dele no passado.
Lamine Bèye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mawuli Mensah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Disseram uma coisa a Simon Adingra e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dango Ouattara está nela.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Zamalek pode pedir e sobe o salário que Baye Coulibaly pode exigir.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Victor Gidado apontou a data.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Zamalek terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Zamalek perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O CR Belouizdad tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zamalek ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mawuli Mensah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zamalek coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Anas Haj estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dango Ouattara está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Zamalek. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Amine Boukamir fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Rodrigo Falcão pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.