22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sumgayit perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sumgayit, e não vai ser retirado.
4 defesas não encerram a discussão sobre de quem foi a culpa, e a discussão vai durar a semana toda. Os guarda-redes carregam estes resultados, cause-os quem os causar.
Plantel17/11/2031
Nihat Əhmədzadə desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Zira vai querer esquecer isto depressa: 5‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sumgayit foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Jonel Désirè e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Sumgayit e o Zira, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel29/09/2031
Palavras no treino do Sumgayit sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nihat Əhmədzadə está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
Notas dos jogadoresMuyideen Olude jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Masaki Murata esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Besiktas fica com o seu homem, e o Sumgayit volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rahid Nazarov e o Sumgayit acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Perguntou-se ao Club Brugge se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao KAA Gent para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sumgayit. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sumgayit falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Club Brugge fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Jonel Désirè esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Sumgayit perguntou e o Neftchi disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcos Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sumgayit falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sumgayit coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Joaquín Flandes está a viver essa versão no Sumgayit, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Sumgayit já telefonou ao Alashkert. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A genialidade sem glamour de um contrato bem escrito. Aleksa Janković já é de outros, e chegaram $433.3K porque quem o vendeu pensou para lá do mercado.
81 dias de fora para Jonel Désirè depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sumgayit vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Sergio González treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sumgayit, e não vai ser retirado.
Höccət Haqverdi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sumgayit ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Rüstəm Əhmədzadə foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sumgayit falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Masaki Murata esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sumgayit ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcos Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Masaki Murata e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sumgayit coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Rüstəm Əhmədzadə marcou, e pouco mais correu bem: 2‑4 para o Ravan, e um caminho silencioso até ao balneário.
Plantel26/08/2030
Palavras no treino do Sumgayit sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonel Désirè está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Qarabag fica com o seu homem, e o Sumgayit volta a uma lista com um nome riscado.
35 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
O banco26/08/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 2‑4, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Khazar fica com o seu homem, e o Sumgayit volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel15/07/2030
Palavras no treino do Sumgayit sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonel Désirè está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Fenerbahce se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Tem 16 anos e ninguém em Sumgayit o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Em resumo
O bancoMasaki Murata tornou-se um homem de confiança do treinador
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Direção24/06/2030
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Sumgayit
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Masaki Murata e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Sumgayit perguntou e o Khazar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sumgayit ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Masaki Murata está nela.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Sumgayit pode pedir e sobe o salário que Jeimes pode exigir.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Masaki Murata. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.