Albert Khachumyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Moussa Kanté agarrou este contra o Gandzasar. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Ararat.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Ararat marcou aos 101, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Moussa Kanté não precisou: 7.65, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O Ararat ofereceu $1.4M; o Shirak disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Alashkert fica com o seu homem, e o Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
Albert Khachumyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Naldo acabou de assinar pelo Ararat e, por uma vez, a resposta importava.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Verba acordada, salário acordado, e o Pyunik à espera com uma camisola. No Ararat ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Guy Félix Lima não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $340.0K porque Mikayel Mirzoyan é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O Ararat perguntou e o Shirak disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mikayel Mirzoyan era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $340.0K. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
O telefone voltou a tocar por causa de Patrick Handzongo, e desta vez do outro lado está o Lernayin Artsakh. No Ararat ouvem com educação e não prometem nada.
Em resumo
Plantel7 caras novas e o Ararat ainda se está a conhecer