Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Osasuna Promesas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Santiago Espíndola marcou, foi avaliado com 7.97 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Um 2‑0 sobre o Cacereño, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel07/03/2033
Enol Rodríguez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Osasuna Promesas terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Wolfgang Kalajdzic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Ibai Ramos está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Santiago Espíndola marcou, foi avaliado com 7.45 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Osasuna Promesas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Bruno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/02/2033
Asier Larrión desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bruno treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alejandro Rey. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Osasuna Promesas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enol Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Arnau Rafús assinar alguma coisa — um contrato no Osasuna Promesas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Osasuna Promesas, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Enol Rodríguez produziu-o, e o 8.32 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Osasuna Promesas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Santiago Espíndola e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enol Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Santiago Espíndola não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Osasuna Promesas, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Osasuna Promesas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Osasuna Promesas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alejandro Rey. 4‑2 sobre o Unionistas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Osasuna Promesas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Verba acordada, salário acordado, e o Barakaldo à espera com uma camisola. No Osasuna Promesas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Rey, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enol Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Osasuna Promesas lida com um homem que quer outro país.
Em resumo
MercadoAntequera estão prestes a pegar no telefone
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Osasuna Promesas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enol Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Osasuna Promesas vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Enol Rodríguez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Osasuna Promesas as despedidas começaram em silêncio.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enol Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Ulises Delgado e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Asier Larrión estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Osasuna Promesas terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Guadalajara? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
24 dias de fora para Ulises Delgado depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Osasuna Promesas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enol Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O Ceuta chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Osasuna Promesas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dani Rebollo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Osasuna Promesas as despedidas começaram em silêncio.
Plantel15/11/2032
Asier Larrión desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Osasuna Promesas ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Osasuna Promesas não tem uma boa resposta.
Em resumo
MercadoAlejandro Rey colocado na lista de transferências
MercadoA história de Asier Larrión recusa-se a morrer
MercadoContinua sem haver assinatura de Mario Álvarez
45 dias de fora para Ulises Delgado depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Osasuna Promesas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Santiago Espíndola esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 13 ações, 6.92, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alejandro Rey. 1‑0 sobre o Pontevedra, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Asier Larrión está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
52 dias de fora para Ulises Delgado depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Osasuna Promesas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manuel Herrero, e o treinador deixou.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
Plantel25/10/2032
Alejandro Blanco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Rey assinar alguma coisa — um contrato no Osasuna Promesas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
73 dias de fora para Ulises Delgado depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Osasuna Promesas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ulises Delgado e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/10/2032
Asier Larrión desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
11 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
1‑4 para o Zamora, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enol Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 3 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Ibai Ramos
MercadoA história de Alejandro Rey recusa-se a morrer
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dani Rebollo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Osasuna Promesas as despedidas começaram em silêncio.
Santiago Espíndola e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Asier Larrión desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As bancadas20/09/2032
A bancada visitante no Ourense CF volta para casa feliz
2-0, e um canto do estádio dos outros que cantou mais alto do que o resto. Aqueles autocarros saem antes do amanhecer, e fora deles ninguém fala disso.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 108 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Osasuna Promesas podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enol Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
MercadoA história de Alejandro Rey recusa-se a morrer
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 115 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dani Rebollo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Osasuna Promesas as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Asier Larrión estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Manuel Herrero. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Osasuna Promesas ficou diferente depois.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Osasuna Promesas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enol Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alejandro Rey treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Osasuna Promesas, e não vai ser retirado.
A proposta do Sabadell por Dani Rebollo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Santiago Espíndola esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/08/2032
Enol Rodríguez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Santiago Espíndola e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alejandro Blanco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Osasuna Promesas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enol Rodríguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Osasuna Promesas fez saber ao mercado que Alejandro Rey está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Manuel Herrero. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
PlantelDani Rebollo já sabe quanto ganha o do lado
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enol Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Rey assinar alguma coisa — um contrato no Osasuna Promesas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Osasuna Promesas já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel28/06/2032
Enol Rodríguez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alejandro Blanco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Enol Rodríguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ulises Delgado pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Osasuna Promesas sobre quem trabalha
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O Barakaldo segurou a vantagem 2 minutos, que não chega para a desfrutar. O Osasuna Promesas respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Rey assinar alguma coisa — um contrato no Osasuna Promesas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Osasuna Promesas fez saber ao mercado que Manuel Herrero está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Já são 21 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Santiago Espíndola e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mario Álvarez, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alejandro Rey treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Já são 20 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.59 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Em resumo
Notas dos jogadoresLeo Solís fez o trabalho que ninguém conta — 6.70
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Osasuna Promesas sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
Santiago Espíndola chegou com um passado num clube maior do que este, e o balneário tratou-o em conformidade. Os mais novos veem-no treinar; os mais velhos veem se aquilo dura.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Rey assinar alguma coisa — um contrato no Osasuna Promesas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Aos 24 anos está na equipa por mérito e outro está a ver. No Osasuna Promesas os lugares ganham-se em silêncio e perdem-se com barulho, e este foi ganho.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Alejandro Rey pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Osasuna Promesas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Andrés Cruz tem de reconquistar o que julgava seu. O Osasuna Promesas não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Já são 15 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Posição 20 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manuel Herrero, e o treinador deixou.
Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
7 pontos e uma posição cuja conta qualquer pessoa nas bancadas sabe fazer. Os cânticos deixaram de ser sobre a equipa e passaram a ser sobre sobreviver, o que é um barulho completamente diferente.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Osasuna Promesas podem fingir não ter ouvido.
Bruno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Ponferradina chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Um amarelo a mais e Kouroufia Kébé fica de fora. O Osasuna Promesas perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 18 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Bruno e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Osasuna Promesas e o Cacereño, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Osasuna Promesas vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Osasuna Promesas perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.
Em resumo
MercadoAlejandro Rey colocado na lista de transferências
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Derrota por 0‑7 com o Celta Fortuna, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo14/02/2032
Ninguém conseguiu parar de marcar
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Osasuna Promesas e do Celta Fortuna por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alejandro Rey. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
1‑9 para o Real Avilés, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Já são 8 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Notas dos jogadores02/02/2032
Manuel Herrero, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.60
Um 7.60 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Asier Larrión e o Osasuna Promesas acertam mais 4 anos.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 10 golos entre o Osasuna Promesas e o Real Avilés, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mario Álvarez, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Osasuna Promesas e o Ourense CF, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Rey, e o treinador deixou.
Bruno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 17 golos entre o Osasuna Promesas e o Ceuta, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
2 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jon García, e o treinador deixou.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Osasuna Promesas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑4 para o Albacete, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Leo Solís está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Osasuna Promesas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Em resumo
Notas dos jogadoresAlejandro Rey tinha sempre o passe
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Manuel Herrero produziu-o, e o 8.65 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Manuel Herrero tem 19 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alejandro Rey. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.91 para o resto.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Leo Solís tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bruno, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Bruno e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Osasuna Promesas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresManuel Herrero passa por eles um de cada vez
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Andrés Cruz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Manuel Herrero. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoMario Álvarez pede uma conversa com o treinador
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Rey assinar alguma coisa — um contrato no Osasuna Promesas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Leo Solís pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Segue-se, fora, o Ponferradina, 2.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Um 0‑3 imposto pelo Hércules é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
As bancadas27/10/2031
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 3 dos 9 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Manuel Herrero. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 12 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alejandro Rey treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Rey assinar alguma coisa — um contrato no Osasuna Promesas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
Notas dos jogadoresMario Álvarez nunca entrou no jogo
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Osasuna Promesas e o Real Avilés, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Osasuna Promesas sabe dizer em que semana.
Jogo20/09/2031
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Osasuna Promesas e do Zamora por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Segue-se o Ourense CF, e há um homem no balneário do Osasuna Promesas que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Bruno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Osasuna Promesas podem fingir não ter ouvido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Rey assinar alguma coisa — um contrato no Osasuna Promesas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrés Cruz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Osasuna Promesas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.