“Vejo todos os jogos do Ujpest daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Diosgyor segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Arne Maier assinar alguma coisa — um contrato no Ujpest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Matija Ljujić apontou a data.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Csanád Fehér pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ujpest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Arijan Ademi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Márió Zeke treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Ujpest. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
29 dias de fora para Norbert Botka depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ujpest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Ujpest sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Disseram uma coisa a Patrizio Stronati e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Vejo todos os jogos do Ujpest daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Diosgyor segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Arne Maier assinar alguma coisa — um contrato no Ujpest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
39 dias de fora para Norbert Botka depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ujpest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Arijan Ademi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
25 jogos no BVSC-Zugló e os golos não param. No Ujpest acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
Emprestados22/02/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Márk Dékei
4 golos em 23 jogos no Fehervar — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Ujpest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Ujpest terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ujpest, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A proposta do Bekescsaba por Pál Helmich foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Ujpest foi ao Puskas Akademia com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.5M — um clube que quer Bence Ötvös ao ponto de perguntar duas vezes.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Zoltán Derekas agiu, no Ujpest, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.