Terminou 1‑0, e a tarde foi de Arne Maier: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Ujpest.
Plantel22/11/2027
Nikola Radmanovac desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Zoltan Nikolic podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Pál Helmich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/11/2027
Patrizio Stronati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nimród Baranyai, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nimród Baranyai está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ujpest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Ujpest admitiria. Nota-se aos sábados.
“Pela primeira vez em anos jogo porque alguém me quer na equipa.” O BVSC-Zugló assenta-lhe bem; a conversa incómoda pertence ao Ujpest, e o verão vai forçá-la.
Eliminado, 0‑1 com o Kazincbarcika, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Myung-jun Kim esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Plantel08/11/2027
João Nunes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dominik Kaczvinszki e o Ujpest acertam mais 4 anos.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Noah Fenyő está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Em resumo
O bancoMyung-jun Kim pede uma conversa com o treinador
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Arijan Ademi
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nikola Radmanovac está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
11 golos em 12 jogos no BVSC-Zugló — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Ujpest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Disseram uma coisa a Iuri Medeiros e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco01/11/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Zoltan Nikolic a uma sala que já as tinha ouvido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O Diosgyor vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ujpest foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Iuri Medeiros produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel25/10/2027
Patrizio Stronati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Nikola Radmanovac e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrizio Stronati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
10 golos em 10 jogos no BVSC-Zugló — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Ujpest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Zoltan Nikolic depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Tiago Gonçalves e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» György Balázs Varga e o Ujpest acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikola Radmanovac estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Ujpest vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
O banco11/10/2027
Nimród Baranyai tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ujpest dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Kazincbarcika com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Ujpest. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.76 para o resto.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matija Ljujić e o Ujpest acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrizio Stronati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Nikola Radmanovac pôs o Ujpest de novo em igualdade em 2 minutos, e o ETO Győr nunca chegou a jogar com vantagem.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Ujpest vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
O treinador reorganizou as ideias e Iuri Medeiros saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Ujpest marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.22 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Vuk Boškan tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Plantel27/09/2027
Patrizio Stronati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
13 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ujpest perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nikola Radmanovac está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Péter Szappanos lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Kazincbarcika tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Myung-jun Kim esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Plantel13/09/2027
Patrizio Stronati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $545.4K do que o Ujpest pagou por Joel Fameyeh é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Direção06/09/2027
O Ujpest fecha o mercado com um plantel feito por si
11 entradas e 13 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Sturm Graz ninguém diz, e no Ujpest ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
51 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ujpest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Yaroslav Helesh agarrou este contra o Bekescsaba. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Ujpest.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ujpest, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.14 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.98 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Kisvárda continuou a vir porque nada o travou, e ao Ujpest vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Notas dos jogadores23/08/2027
Vuk Boškan, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.72
Um 7.72 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ujpest, e não vai ser retirado.
Tiago Gonçalves e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Ujpest sabem-no.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O NK Maribor fica com o seu homem, e o Ujpest volta a uma lista com um nome riscado.
Notas dos jogadores23/08/2027
Aljoša Matko jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.28. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ujpest perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zenit fica com o seu homem, e o Ujpest volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. João Nunes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresArne Maier em notas de excelência
Péter Szappanos lesiona os ligamentos do joelho — 74 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 74 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ujpest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
7.70, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
O Ujpest perguntou e o Slavia Sofia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Ujpest, e 2 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
Péter Szappanos lesiona os ligamentos do joelho — 83 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 83 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ujpest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Ujpest mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Zoltan Nikolic, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
O Ujpest perguntou e o Cukaricki disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
90 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 56 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nikola Radmanovac e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Ujpest perguntou e o Dinamo Makhachkala disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel26/07/2027
João Nunes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matija Ljujić, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ujpest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Segue-se o Vasas, e há um homem no balneário do Ujpest que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Ujpest. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Péter Szappanos lesiona os ligamentos do joelho — 99 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 99 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 2, 48 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Vojvodina fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel19/07/2027
Patrizio Stronati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Joel Fameyeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
106 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ujpest perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Ashanti Gold por Joel Fameyeh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ujpest, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tiago Gonçalves e o Ujpest acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tiago Gonçalves esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Slavia Sofia fica com o seu homem, e o Ujpest volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Kisvárda para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Péter Szappanos lesiona os ligamentos do joelho — 114 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 114 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Karcag por Bálint Geiger foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O nome de Csanád Fehér apareceu em conversas de que o Ujpest não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel05/07/2027
Tiago Gonçalves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nikola Radmanovac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
37 jogos e 0 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
19 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Péter Szappanos lesiona os ligamentos do joelho — 122 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 122 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aljoša Matko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/06/2027
Patrizio Stronati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ujpest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Ujpest. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Péter Szappanos lesiona os ligamentos do joelho — 130 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 130 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Ujpest sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrizio Stronati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Joel Fameyeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Aljoša Matko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
MercadoBarnabás Bese colocado na lista de transferências
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Márk Dékei
138 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ujpest perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Muhamed Tijani era uma das razões por que as pessoas vinham, e $2.5M não substitui isso sozinho.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AEK fica com o seu homem, e o Ujpest volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Attila Fiola tem a sua resposta do Ujpest; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Ujpest vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Arne Maier assinar alguma coisa — um contrato no Ujpest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
MercadoMiron Mucsányi colocado na lista de transferências
45Edição
O Diário de Ujpest
07/06/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel07/06/2027
Péter Szappanos lesiona os ligamentos do joelho — 146 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 146 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Ferencvaros à espera com uma camisola. No Ujpest ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ferencvaros fica com o seu homem, e o Ujpest volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ujpest, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrizio Stronati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Joel Fameyeh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Pavlo Isenko está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Viktor Baier está em marcha
154 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
26 jogos e 0 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ujpest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Arijan Ademi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Ujpest daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Kecskeméti TE segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Aljoša Matko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
26 jogos longe de casa e 6 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Emprestados24/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Márk Dékei
3 golos em 15 jogos no Fehervar — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Ujpest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Ujpest. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Marton Fiola lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrizio Stronati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Arne Maier assinar alguma coisa — um contrato no Ujpest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Ujpest. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Nejc Gradišar
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Patrizio Stronati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Heitor apontou a data.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Krisztofer Horváth. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Alguém com quem falar no cabide ao lado, umas palavras na língua, e um centro de treinos que deixou de ser um país estrangeiro. Nunca aparece num relatório de observação e decide a maioria das contratações.
O homem mais afiado por lá a semana inteira, segundo todos os relatos. É a linha mais discreta desta página, e costuma sair na semana anterior ao início de uma série de jogos de alguém na equipa.
Em resumo
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Barnabás Bese
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Ujpest sabem-no.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ujpest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Patrizio Stronati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Joel Fameyeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Aljoša Matko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ujpest, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Emprestados26/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Márk Dékei
3 golos em 15 jogos no Fehervar — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Ujpest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Ujpest lida com um homem que quer outro país.
Plantel19/04/2027
Patrizio Stronati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Joel Fameyeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente no Ujpest viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Ujpest. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ujpest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrizio Stronati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Joel Fameyeh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Disseram uma coisa a Aljoša Matko e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Vejo todos os jogos do Ujpest daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Soroksár segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ujpest, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Iuri Medeiros. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma decisão que não decide nada em campo e decide tudo no balneário. O treinador disse, sem o dizer, que voz quer que se ouça quando a dele não está lá.
Posição 2, 48 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrizio Stronati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Ujpest, e 10 jogos em 30 dizem que merece ser ouvido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ujpest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Emprestados29/03/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Pál Helmich
6 golos em 26 jogos no Mezőkövesd — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Ujpest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Heitor apontou a data.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Krisztofer Horváth não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Benedek Katona e o Ujpest acertam mais 3 anos.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel15/03/2027
Patrizio Stronati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Ujpest sabem-no.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Ujpest ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Joel Fameyeh. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Iuri Medeiros e o Ujpest acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrizio Stronati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nikola Radmanovac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
4 golos em 8 jogos no Soroksár — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Ujpest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ujpest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Ujpest sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ujpest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Ujpest gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Emprestados01/03/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Pál Helmich
6 golos em 24 jogos no Mezőkövesd — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Ujpest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Matija Ljujić apontou a data.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel22/02/2027
Patrizio Stronati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gleofilo, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ujpest, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Yoric Ravet lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Ujpest sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Patrizio Stronati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ujpest, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Joel Fameyeh. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O Ujpest abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Krisztofer Horváth fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.
Yoric Ravet lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Joel Fameyeh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Ujpest vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Noah Fenyő sai dessa comparação dentro da equipa, e o Ujpest beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Arijan Ademi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Krisztofer Horváth. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
52 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ujpest perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ujpest, e não vai ser retirado.
A proposta do Karcag por Gleofilo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Direção01/02/2027
O Ujpest fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Aljoša Matko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrizio Stronati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yoric Ravet e o Ujpest acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ujpest, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Patrizio Stronati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Joel Fameyeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Ujpest já telefonou ao Diosgyor. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nikola Radmanovac treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ujpest perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
2.º lugar com 48 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
$1.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Bilje pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 13 ações, 6.91, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Nikola Radmanovac e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Oportunidades criadas: 13. A coluna que ninguém lê tinha a história toda do jogo, e o nome dele estava no topo.
O banco18/01/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Zoltan Nikolic, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Notas dos jogadoresIuri Medeiros podia ter feito três
24Edição
O Diário de Ujpest
11/01/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel11/01/2027
Yoric Ravet lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel11/01/2027
Patrizio Stronati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Joel Fameyeh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Ujpest daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Kecskeméti TE segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco11/01/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Zoltan Nikolic, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ujpest perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Wa All Stars por Joel Fameyeh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Ujpest estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
O Ujpest foi ao Bilje com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O OB fica com o seu homem, e o Ujpest volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrizio Stronati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ujpest, e não vai ser retirado.
Attila Fiola esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Ujpest não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Plantel28/12/2026
Muhamed Tijani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
3‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.
Plantel21/12/2026
Patrizio Stronati desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.26 na época, com 5 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Muhamed Tijani.
106 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ujpest perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Ujpest e lutar pelo meu lugar.» 5 jogos em 15 no Kecskeméti TE dizem o resto.
Plantel14/12/2026
Nikola Radmanovac desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 7.06, e nenhuma delas entrará num resumo.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Zoltan Nikolic depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
113 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ujpest perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhamed Tijani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yoric Ravet e o Ujpest acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
121 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Ujpest ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Patrizio Stronati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Joel Fameyeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
129 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Patrizio Stronati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nikola Radmanovac e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Zoltan Nikolic sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Matija Ljujić
Notas dos jogadoresNejc Gradišar deixa-as todas atrás
16Edição
O Diário de Ujpest
16/11/2026
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel16/11/2026
Yoric Ravet lesiona os ligamentos do joelho — 137 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 137 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Arijan Ademi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Barnabás Bese: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Ujpest a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Heitor apontou a data.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Arne Maier. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
144 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ujpest perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ujpest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo07/11/2026
Arne Maier ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 92. Arne Maier encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o ZTE passou do ponto ao nada num só movimento.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrizio Stronati está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Arne Maier e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadoresAljoša Matko tinha sempre o passe
14Edição
O Diário de Ujpest
02/11/2026
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel02/11/2026
Yoric Ravet lesiona os ligamentos do joelho — 151 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 151 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel02/11/2026
42 dias de fora para Márió Zeke depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ujpest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Joel Fameyeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Heitor, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Ujpest disse a Patrizio Stronati que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Iuri Medeiros
51 dias de fora para Márió Zeke depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ujpest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Patrizio Stronati e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ujpest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Minuto 90. Krisztofer Horváth encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Puskas Akademia passou do ponto ao nada num só movimento.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Joel Fameyeh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
66 dias de fora para Márió Zeke depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ujpest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Ujpest ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Patrizio Stronati: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Ujpest a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Arne Maier assinar alguma coisa — um contrato no Ujpest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Gleofilo apontou a data.
Segue-se, fora, o Puskas Akademia, 7.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ujpest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
19 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Joel Fameyeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
41 dias de fora para Arijan Ademi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ujpest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
O banco28/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Zoltan Nikolic foi breve depois da vitória por 4‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadores21/09/2026
Noah Fenyő fez o trabalho que ninguém conta — 6.93
10 ações combinadas e 6.93. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Em resumo
Notas dos jogadoresArne Maier deixa-as todas atrás
O bancoMárió Zeke pede uma conversa com o treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ujpest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
$700.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Karcag pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O relógio fez o que o Kazincbarcika não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Ujpest e o Kazincbarcika acertaram em $1.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 18 contratações e 6 saídas
Está feito o negócio no Ujpest até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A proposta seguiu esta semana para o Karcag, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Patrizio Stronati e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Ujpest vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Szeged-Csanád GA pode já não estar a vender.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matija Ljujić, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Patrizio Stronati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Aljoša Matko. 1‑0 sobre o Kisvárda, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Heitor, e o treinador deixou.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Muhamed Tijani não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Szeged-Csanád GA fica com o seu homem, e o Ujpest volta a uma lista com um nome riscado.
Arijan Ademi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Avaliado com 7.77. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco24/08/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Zoltan Nikolic, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
4 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
O telefone voltou a tocar por causa de Muhamed Tijani, e desta vez do outro lado está o Oțelul Galați. No Ujpest ouvem com educação e não prometem nada.
O Ujpest perguntou e o Debrecen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ujpest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Derrota por 0‑3 com o ZTE, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Alvos de mercado10/08/2026
Verba fechada, faltam as condições de Joel Fameyeh
O Ujpest e o Puskas Akademia acertaram em $740.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Nikola Radmanovac agiu, no Ujpest, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A proposta do Liepaja por Luka Radulović foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Ajka, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Ujpest foi ao Bekescsaba com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $767.8K — um clube que quer György Hursán ao ponto de perguntar duas vezes.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Nyíregyháza vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ujpest foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Krisztofer Horváth produziu-o, e o 8.27 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
198 jogos ao longo de 14 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Patrizio Stronati e o Ujpest acertam mais 3 anos.
Patrizio Stronati e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Ujpest perguntou e o FC Copenhagen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Zoltan Nikolic podia dar-se ao luxo de ser generoso.