Dane Singh lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rewa, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ba fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
81 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rewa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Rewa vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Monty Just. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Rusiate Drudru pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
95 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rewa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Monty Just está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Ninguém no Rewa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rewa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Monty Just e o Rewa acertam mais 3 anos.
Mercado01/12/2031
A ambição de Monty Just fica grande para o Rewa cedo demais
Os reforços chegam com uma imagem do clube na cabeça, e a deste era maior do que o edifício. Vai jogar bem e vai-se embora, por essa ordem, e toda a gente o sabe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Napolioni Mocenica, e o treinador deixou.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Rewa sabem-no, e também todos os que o veem.
O banco01/12/2031
Josaia Sela tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rewa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Dane Singh está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Rewa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
50 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rewa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ilaisa Kumar e o Rewa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rewa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dane Singh assinar alguma coisa — um contrato no Rewa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Sitiveni Nawalu deixa o Rewa pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rewa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Viliame Lal treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rewa, e não vai ser retirado.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Filipe Swamy está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Rewa pode pedir e sobe o salário que Abishek Mocenica pode exigir.
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rewa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rewa, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Setareki Mocenica e o Rewa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tevita Waranaivalu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Dane Singh está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rewa, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ba fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tevita Bari, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christopher Baledrokadroka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Josaia Sela está nela.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Tevita Bari foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Rewa pode pedir e sobe o salário que Abishek Mocenica pode exigir.
25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rewa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ba fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rewa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tevita Waranaivalu está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tevita Bari treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Rewa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Rewa pode pedir e sobe o salário que Abishek Mocenica pode exigir.
Tevita Qaraniqio lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Verba acordada, salário acordado, e o Suva à espera com uma camisola. No Rewa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Tevita Waranaivalu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
O banco04/08/2031
Josaia Sela tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rewa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoDane Singh perde o treinador que acreditava nele
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ba fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Tevita Waranaivalu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christopher Baledrokadroka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Rewa sabe em que fase está.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Viliame Lal treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rewa, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ba fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Tevita Waranaivalu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abishek Mocenica estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Peni Nakaci sai dessa comparação dentro da equipa, e o Rewa beneficiou de cada uma dessas tardes.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.47 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Rewa fez a parte difícil com o Lautoka, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Simione Ragoneturaga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sitiveni Nawalu, e o treinador deixou.
Tuimasi Tuyaga lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Napolioni Mocenica não precisou: 8.08, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Tevita Waranaivalu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Terminou 1‑0, e a tarde foi de Napolioni Mocenica: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Rewa.
Plantel12/05/2031
Meli Talevakarua desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Viliame Lal sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leon Kofana está nela.
Direção12/05/2031
Em Rewa não entra ninguém enquanto não sair alguém
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Rewa neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rewa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Tevita Waranaivalu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Meli Talevakarua estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um 1‑1 com o Nadroga deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco14/04/2031
Leon Kofana tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rewa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Posição 8 e 3 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rewa tem de arrancar um resultado de algum lado.
Notas dos jogadores07/04/2031
Akuila Sauturaga, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.85
Um 7.85 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rewa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abishek Mocenica estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 17 anos que sente como seu. Tito Tuisese tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Tevita Waranaivalu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abishek Mocenica está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Viliame Lal sobre o empate
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Rewa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Tevita Waranaivalu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abishek Mocenica estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Josaia Sela está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Leon Kofana. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rewa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Tevita Waranaivalu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abishek Mocenica está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco17/02/2031
Leon Kofana tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rewa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
DireçãoEm Rewa não entra ninguém enquanto não sair alguém
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rewa, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rewa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel10/02/2031
Meli Talevakarua desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Rewa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Rewa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Tevita Waranaivalu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christopher Baledrokadroka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tuimasi Tuyaga e o Rewa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco30/12/2030
Josaia Sela tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rewa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 100 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rewa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Tevita Waranaivalu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leon Kofana está nela.
Em resumo
DireçãoEm Rewa não entra ninguém enquanto não sair alguém
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Rewa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rewa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Tevita Waranaivalu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leon Kofana está nela.
Ninguém proibiu o clube de gastar; simplesmente não tem nada para gastar que não tenha primeiro arrecadado. Cada nome que entra vem com outro agarrado à saída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 135 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rewa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abishek Mocenica está nela.
Tevita Waranaivalu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Josaia Sela. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rewa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Tevita Waranaivalu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco28/10/2030
Leon Kofana tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Rewa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém proibiu o clube de gastar; simplesmente não tem nada para gastar que não tenha primeiro arrecadado. Cada nome que entra vem com outro agarrado à saída.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rewa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rewa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Tevita Waranaivalu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Meli Talevakarua, e o treinador deixou.
Ninguém no Rewa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Christopher Baledrokadroka treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Rewa sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Rewa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Tevita Waranaivalu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Josaia Sela assinar alguma coisa — um contrato no Rewa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Isikeli Sevanaia deixa o Rewa pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Rewa já se começa a dizer o nome dele no passado.
Tevita Waranaivalu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém no Rewa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abishek Mocenica treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Josaia Sela assinar alguma coisa — um contrato no Rewa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Amani Bari deixa o Rewa pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
4.º lugar com 26 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Verba acordada, salário acordado, e o Tailevu Naitasiri à espera com uma camisola. No Rewa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Christopher Baledrokadroka produziu-o, e o 8.73 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Filipe Swamy será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rewa as despedidas começaram em silêncio.
Tevita Waranaivalu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Rewa já se começa a dizer o nome dele no passado.
O mais difícil de ter 15 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Dave Qaraniqio não precisou: 8.31, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Tevita Waranaivalu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 15 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Christopher Baledrokadroka pôs o Rewa de novo em igualdade em 2 minutos, e o Navua nunca chegou a jogar com vantagem.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rewa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Rewa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.98 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Amani Krishna será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rewa as despedidas começaram em silêncio.
Tevita Waranaivalu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rusiate Drudru e o Rewa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ba fica com o seu homem, e o Rewa volta a uma lista com um nome riscado.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rewa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alvish Ram será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rewa as despedidas começaram em silêncio.
Tevita Waranaivalu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Filipe Begg e o Rewa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Viliame Lal depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christopher Baledrokadroka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Josaia Sela está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christopher Baledrokadroka, e o treinador deixou.
118 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rewa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Amani Krishna será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rewa as despedidas começaram em silêncio.
Tevita Waranaivalu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abishek Mocenica está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Direção25/02/2030
Em Rewa não entra ninguém enquanto não sair alguém
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Rewa neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sitiveni Nawalu, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tevita Waranaivalu assinar alguma coisa — um contrato no Rewa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.